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    • 5º Fórum Mestres e Conselheiros: Agentes do Património

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    • Museu Nacional da Etnologia - Dia Internacional dos Museus

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    • Inscrições Pós Graduação em Arquitectura e Urbanismo - Faculdade Mackenzie São Paulo

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    • ARQUI MEMÓRIA 4

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      Programação, com chamada de trabalhos, do Seminário ArquiMemória 4, promoção do IAB BA - Instituto de Arquitetos do Brasil, Seção Bahia, com a participação da Faculdade de Arquitetura da UFBA, para que conheçam e possam participar.
      www.iab-ba.org.br/arquimemoria4
    • Oscar Niemeyer

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    • Patrocinador da AEAULP

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    • Para uma Ética do Territótio

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      3º Seminário Internacional do projecto de investigação "Arquitecturas do Mar"

      No proximo mês de Março realizar-se-á, na Faculda de Arquitectura da UTL, o 3º Seminário Internacional no âmbito do projecto de investigação "Arquitecturas do Mar".

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    • Douturamento em Arquitectura - ISCTE

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    • O Reverso da Paisagem - Filosofias da Pobreza e da Riqueza

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      2º Seminário Internacional do projecto de investigação "Arquitecturas do Mar"

      No proximo mês de Outubro realizar-se-á, no Instituto Superior de Agronomia da UTL, O 2º Seminário Internacional no âmbito do projecto de investição "Arquitecturas do Mar".

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    • 2º Seminário Internacional de Arquitectura, Urbanismo e Design da AEAULP - Calendário | Programa

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      Está disponível para consulta o agendamento do 2º Seminário Internacional da AEAULP - "Palcos da Arquitectura" -  a realizar de 5 a 7 de Novembro, nas instalações da Faculdade de Arquitectura da UTL.
       
    • Álvaro Siza vence Leão de Ouro

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      O arquitecto português Álvaro Siza vai ser distinguido com o Leão de Ouro pela sua carreira, na Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, que decorre naquela cidade de 29 de Agosto a 25 de Novembro. Esta é a segunda vez que o arquitecto é premiado nesta bienal, depois de em 2002 ter recebido o Leão de Ouro de projecto.
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      • AEAULP

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        Como lusófonos, partilhamos uma mesma concepção do mundo descrito e explicado. Assim, o património construído, pelo modo de sentir que é comum a esse espaço, expressa-se eloquentemente através da Arquitectura e do Urbanismo.

      • O que pretendemos

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        Concretamente, pretende-se promover a livre circulação de professores, estudantes e ideias. O reconhecimento mútuo de diplomas em todos os graus, a construção de uma massa crítica e de uma identidade apoiada na diversidade cultural e geográfica nos espaços de expressão portuguesa são também objectivos deste projecto. Por outro lado, não deveremos esquecer que isso só será possível com a criação de condições de investigação e de consolidação de uma cultura actuante em bases artísticas e científicas. Não é de somenos importância o estabelecimento de uma rede de comunicação, que fomente publicações, exposições e outros eventos e promova concursos transversais de bolsas de estudo e projectos de investigação.
        O espaço cultural específico que esta iniciativa vai, de algum modo, inaugurar tornar-se-á mais um factor de reunião dos países que, em conjunto, constituem aquilo a que poderemos chamar o mundo da lusofonia.

         

      • O que nos motiva

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        Há num novo paradigma de aprendizagem que envolve a própria reorganização das diversas instituições implicadas em todo o processo educativo, a partir do qual se perspectiva o ensino e a investigação em Arquitectura e em Urbanismo. A necessidade de criação de espaços inéditos de investigação e de inovação, mais conformes à própria prática da arquitectura contemporânea, decorre daí. Esta é a razão porque algumas Escolas de Arquitectura decidiram associar-se para criarem um espaço colectivo de reflexão, discussão e investigação nos domínios da Arquitectura e do Urbanismo. Geograficamente, não foram definidos limites. Culturalmente, circunscreveu-se aos povos e países que fazem uso da língua portuguesa o território desta associação. Meio milénio de convivência cultural assegura-nos que há um espaço comum aberto e criativo que é possível explorar a vários níveis e em diferentes aspectos, mas sempre na perspectiva do enriquecimento mútuo e na afirmação de um genuíno espaço de lusofonia. Estes, aliás, são os objectivos da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa.

         

      • Quem somos

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        A língua portuguesa aproxima-nos na medida em que, como lusófonos, partilhamos uma mesma concepção do mundo descrito e explicado. Isso não impede que, com os diferentes usos, se revelem os significados das expressões regionais e locais. E a função poética torna-se, assim, ponto de encontro certo e veículo das sensibilidades que os espaços e os lugares manifestam nas diversas comunidades. Poder-se-á, por isso mesmo, também dizer que o património construído, pelo modo de sentir que é comum ao espaço lusófono, se expressa eloquentemente através da Arquitectura e do Urbanismo.

         

      • Acções Estratégicas

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        Mobilidade (livre circulação de professores, estudantes, ideias e projectos em todas as escolas e países);
        Discussão e negociação com as associações profissionais (ordens, etc.) e governos com vista a um futuro reconhecimento mútuo de diplomados e de arquitectos/urbanistas;
        Construção de uma massa crítica conducente à consolidação da Arquitectura e do Urbanismo nos espaços de expressão portuguesa;
        Construção de uma identidade apoiada na multiplicidade cultural e geográfica;
        Criação de meios e de objectivos de investigação sustentando uma cultura arquitectónica e urbanística sólida e científica;
        Estabelecimento de programas de exposições que deverão percorrer as diversas Escolas de Arquitectura dos países da CPLP;
        Procura de vias para uma maior proximidade efectiva entre o ensino, a investigação e a prática.
        Estabelecimento de uma rede de informação e publicações conjuntas.

         

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    • corpos sociais

      • Mesa da Assembleia Geral

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        Presidente
        Luis Lage (Faculdade de Arquitetura e Planeamento Físico da Universidade Eduardo Mondlane/Moçambique)

        Vice-presidente
        Gerónimo Leitão (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense/Brasil)

        Secretário
        Teresa Fonseca (Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto/Portugal

         

      • Direcção

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        Directora
        Conceição Trigueiros (Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa/Portugal)

        Secretário Geral
        Pedro Marques Abreu (Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa/Portugal)

        Tesoureiro
        Paulo Tormenta Pinto (Departamento de Arquitetura do ISCTE/Portugal)

        Vogais
        Walter Caldana Júnior (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie de São Paulo/Brasil)
        Ângela Mingas (Faculdade de Arquitetura da Universidade Lusíada de Luanda/Angola)

         

      • Conselho Fiscal

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        Presidente
        Mauro Santoro Campello (Departamento de Arquitetura da Universidade Federal de Juíz de Fora/Brasil)

        1º Membro
        José Ribeiro Mendes (Instituto Politécnico de Tomar/Portugal)

        2º Membro
        Marcelo Tinoco (Departamento de Arquitectura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/Brasil)
      • Sócios Honorários

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        Oscar Niemeyer (Brasil)

        Álvaro Siza (Portugal)

        Paulo Mendes da Rocha (Brasil)
        José Ramos Horta (Timor Leste)
      • Conselho Geral

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        Presidente
        Modesto Carvalhosa (Brasil)

        Director
        Conceição Trigueiros (Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa/Portugal)

        Sócios Institucionais
        Departamento de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Federal de Viçosa/BrasiI (Túlio Tibúrcio)
        Faculdade de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro/Brasil (Denise Pinheiro)
        Escola de Arquitetura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa/Portugal (Alberto Reaes Pinto)

        Sócios Individuais
        Mário Moutinho (Escola de Arquitetura da Universidade Lusófona de Lisboa/Portugal)
        Andrey Rosenthal Schlle (Faculdade de Arquitectura e Urbanismo da Universidade de Brasilia/Brasil)

        Cooptados
        CPLP (Secretário Executivo, Domingos Simões Pereira/Guiné)
        CIALP (Presidente, João Belo Rodeia/Portugal)

        Albina Assis Africano (Angola)
        
Bernardo Paz (Brasil)
        Francisco Murteira Nabo (Portugal)
        José Miguel Alarcão Júdice (Portugal)
        Jorge Coelho (Portugal)

        Modesto Carvalhosa (Brasil)
        Narciso Matos (Moçambique)

        Sócios Honorários
        Á́lvaro Siza (Portugal)
        José Ramos Horta (Timor Leste)
        Oscar Niemeyer (Brasil)
        
Paulo Mendes da Rocha (Brasil)

      corpos sociais
    • membros institucionais

      • Sócios Institucionais Fundadores

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        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro

        Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Vicosa

        Departamento de Arquitetura da Universidade Lusiada de Angola

        Departamento de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

        Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Juiz de Fora

        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do centro Universitario Ritter dos Reis

        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie

        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasilia

        Faculdade de Arquitetura da Universidade Tecnica de Lisboa

        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

        Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto

        Departamento de Urbanismo da Universidade Lusofona de Lisboa

        Escola de Arquitetura da Universidade do Minho

        Faculdade de Arquitetura e Artes da Universidade Lusiada de Lisboa

        Faculdade de Arquitetura e Planeamento Fisico da Universidade Eduardo Mondlane

        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense

        Departamento de Arquitetura e Urbanismo do ISCTE – Instituto Universitario de Lisboa

        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Sao Paulo

        Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciencias e Tecnologia da Universidade de Coimbra

        Escola da Cidade de Sao Paulo Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais

        Curso de Arquitetura do Centro Universitario Moura Lacerda

        Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Sao Judas Tadeu

        Instituto Politecnico de Tomar Curso de Arquitetura e Urbanismo da Pontificia Universidade Catolica do Rio de Janeiro

        Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia

        Universidade Jean Piaget de Cabo Verde

        Departamento de Arquitetura da Pontificia Universidade Catolica do Parana

        Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontificia Universidade Catolica do Rio Grande do Sul

        Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Pontificia Universidade Catolica de Minas Gerais

        Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Ouro Preto

        Departamento de Engenharia Civil do Instituto Superior Tecnico

        Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Amapa

        Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo

        Departamento de Arquitetura do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes de Portimao da Universidade Lusofona

        Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceara

         

      membros institucionais
    • estatutos

      • Estatutos da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa

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        • Preâmbulo

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          A reunião de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de países de língua portuguesa sob a forma de Academia é motivada pelo reconhecimento dos seguintes pressupostos:

          A língua portuguesa nos dispõe pela sua natureza ontológica, a aproximarmo-nos da forma como visualizamos, sentimos, pensamos e indagamos as realidades nas quais actuamos;

          A língua portuguesa falada é um notável meio de apreensão do espaço social, fazendo emergir os significados das expressões regionais e locais, revigorando continuamente o património comum da lusofonia;

          A língua, quando tende para a linguagem, assumindo expressão literária e função poética, promove um encontro de sensibilidades que revelam os sentidos ocultos e não habituais dos espaços, dos lugares e das comunidades que são objecto da nossa actuação;

          O património construído pela língua portuguesa, na sua dimensão libertadora, nos provoca, permanentemente, a indagar os caminhos da arquitectura e do urbanismo.

          O Português, como língua comum, aliado ao ensino, à investigação e à prática da Arquitectura e do Urbanismo, com a complexidade e a diversidade que os definem, são condições necessárias e suficientes para a criação da egrégora que se consigna nos presentes estatutos.

          Criar, pensar, fazer, experimentar, são meios que exprimem as acções a empreender no entendimento dos fundamentos que o legado patrimonial nos fornece.

          Neste mundo em mutação, em ruptura de valores, cujos efeitos ainda se desconhecem, pretende-se abrir um espaço criativo e afirmativo que abrigue as gerações vindouras na inquietação que as actividades inerentes encerram.

          O múltiplo sentido, que se pretende aberto e plural, ancora a presente Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa, destinada a reflectir, discutir, investigar e agir nos domínios da educação, da pesquisa e da produção da Arquitectura e do Urbanismo referenciadas ao espaço comum da lusofonia.

           

        • CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS

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          Artigo 1º
          (Natureza jurídica e denominação)
          1. A presente instituição é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, com duração por tempo indeterminado.
          2. A Associação adopta a denominação de AEAULP - ACADEMIA LUSÓFONA DE ESCOLAS DE ARQUITECTURA E URBANISMO – ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS EM ARQUITECTURA E URBANISMO, doravante designada Academia.
          3. A Academia rege-se pelos presentes estatutos e regulamentos complementares e, nos casos omissos, pela legislação internacional aplicável às associações de direito privado.
          Artigo 2º
          (Sede)
          1. A Academia tem a sua sede em Lisboa.
          2. Até constituir sede própria, a Academia funcionará nas instalações da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, sita na Rua Sá Nogueira, Pólo Universitário da Ajuda.
          3. A Academia poderá abrir representações.
          Artigo 3º
          (Missão e Objectivos)
          1. A Academia tem por missão a “criação e difusão do conhecimento produzido no espaço lusófono na área da arquitectura e do urbanismo. Edição de livros e publicações. Organização de Eventos”.
          2. Tendo em conta a sua missão, a Academia prossegue designadamente os seguintes objectivos:
                     a) Trabalhar pela melhoria da qualidade do ensino de arquitectura e urbanismo;
                     b) Concorrer para a constituição da produção do conhecimento em arquitectura e urbanismo;
                     c) Construir vias para a aproximação efectiva entre o ensino, a investigação e a prática nas escolas associadas;
                     d) Criar uma rede de comunicação e de publicações, bem como de informação sobre as actividades existentes e os programas desenvolvidos pelas escolas associadas;
                     f) Estabelecer relações com instituições, com associações profissionais e com organizações governamentais e não governamentais, nacionais e internacionais, envolvidas com os objectivos da Academia;
                     g) Desenvolver outras acções, desde que aprovadas pela Assembleia Geral.

           

        • CAPÍTULO II – DOS ASSOCIADOS

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          Artigo 4º
          (Associados)

          A Academia é constituída por associados institucionais e por associados individuais.
          1. São associados institucionais as escolas superiores de Arquitectura e Urbanismo de países de língua portuguesa; são associados individuais os docentes universitários, investigadores e estudantes daquelas escolas.
          2. Os associados institucionais ou individuais, serão classificados como fundadores, honorários ou ordinários.
          3. Serão considerados associados fundadores os que outorgarem a escritura púbica de constituição da Academia e ainda os que subscreverem os presentes Estatutos no período compreendido entre os dias 19 e 23 de Abril de 2010, em Lisboa, no âmbito do Seminário Internacional Uma Utopia Sustentável – Arquitectura e Urbanismo no Espaço Lusófono: Que Futuro?, ou no prazo de 30 dias após a celebração da escritura pública de constituição da Academia.
          4. Serão considerados associados honorários os que, pela actividade exercida ou pelos serviços prestados à Academia ou à comunidade em geral, a Assembleia Geral, por si ou sob proposta da Direcção, entenda merecerem, esta distinção.
          5. Serão considerados associados ordinários todos os demais que venham a ser admitidos nas condições destes Estatutos.

          Artigo 5º
          (Admissão)
          1. A admissão dos associados ordinários é apreciada e decidida pela Direcção mediante proposta assinada pelo candidato e por, pelo menos dois associados em pleno gozo dos seus direitos, e ratificada pela Assembleia Geral, na primeira reunião posterior à admissão.
          2. A admissão dos associados honorários é apreciada e decidioda pela Assembleia Geral, por sua iniciativa ou sob proposta da Direcção.

          Artigo 6º
          (Direitos)

          1. Os associados institucionais, enquanto cumpram os seus deveres estatutários, têm direito a:
          a) Participar e votar em todas as Assembleias Gerais;
          b) Eleger e ser eleito para os órgãos sociais;
          c) Participar nas iniciativas da Academia;
          d) Reclamar ou recorrer para a Assembleia Geral de deliberações da Direcção.
          2. Os associados individuais, enquanto cumpram os seus deveres estatutários, têm direito a:
          a) Participar em todas as Assembleias Gerais;
          b) Ser eleito para os órgãos sociais;
          c) Participar nas iniciativas da Academia;
          d) Reclamar ou recorrer para a Assembleia Geral de deliberações da Direcção.

          Artigo 7º
          (Deveres)

          São deveres dos associados, nomeadamente os seguintes:
          a) Cumprir os estatutos e regulamentos;
          b) Colaborar individual e colectivamente na prossecução dos fins e atribuições da Academia;
          c) Pagar pontualmente as quotas e quaisquer contribuições fixadas nos termos estatutários ou regulamentares.

          Artigo 8º
          (Jóia e quotas)
          1. A jóia de admissão será fixada anualmente pela Direcção.
          2. As quotas são fixadas anualmente pela Direcção, e serão pagas semestral ou anualmente.
          3. Os associados honorários estão isentos de jóia e de quotas.

          Artigo 9º
          (Perda da qualidade de associado)

          1. Perde a qualidade de associado aquele que:
          a) renunciar;
          b) Não pagar as quotas correspondentes a mais de 24 meses;
          c) Promover o descrédito da Academia ou prejudicar por faltas graves o seu regular funcionamento.
          2. A exclusão dos associados nos termos das alíneas b) e c) do nº. 1 será determinada pela Direcção, e da respectiva deliberação cabe recurso para a Assembleia Geral.

           

        • CAPÍTULO III – ÓRGÃOS SOCIAIS

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          SECÇÃO I

          DISPOSITIVO GERAL

          Artigo 10º
          (Órgãos)

          1.    São órgãos da Academia:
          a)    A Assembleia Geral;
          b)    O Presidente;
          c)    A Direcção;
          d)    O Conselho Fiscal.

          2.    A Academia dispõe ainda de um Conselho Geral, com funções meramente consultivas.

          SECÇÃO II

          ASSEMBLEIA GERAL

          Artigo 11º
          (Composição)

          A Assembleia Geral é constituída por todos os associados, que se encontrem em plena efectividade de direitos, tendo direito de voto todos os associados institucionais.


          Artigo 12º
          (Mesa da Assembleia Geral)

          1. A Mesa da Assembleia Geral é constituída pelo Presidente da Academia, por inerência, por um Vice-Presidente e por um Secretário, os dois últimos eleitos pela Assembleia Geral.

          Artigo 13º
          (Reuniões)

          1.    A Assembleia Geral reúne-se ordinariamente uma vez por ano para aprovar o relatório, balanço e contas de exercício, mediante parecer do Conselho Fiscal.
          2.    A Assembleia Geral reúne-se extraordinariamente sempre que convocada pelo Presidente da Academia, por sua iniciativa, ou a pedido de um décimo dos seus membros associados, pela Direcção ou do Conselho Fiscal.
          3.    A Assembleia Geral será convocada com a antecedência mínima de 45 dias através de quaisquer meios que se mostrem adequados.
          4.    A Assembleia Geral iniciará os seus trabalhos em primeira convocatória com a presença de pelo menos metade dos associados institucionais em efectividade de funções, podendo fazê-lo passado meia hora depois com a presença de qualquer número de associados.
          5.    As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria relativa dos votos dos associados presentes ou devidamente representados, com a excepção das deliberações sobre eleição de associados honorários que só podem ser aprovados por maioria de três quartos dos presentes. No caso de empate, o Presidente da Academia possui voto de qualidade.

          Artigo 14º
          (Competência)

          Para além de outras competências previstas na lei, compete à Assembleia Geral:
          a)    Traçar as orientações da vida da Academia com ênfase na definição de directrizes, perspectivas e critérios normativos.
          b)    Proceder à eleição e destituição dos membros da Mesa da Assembleia, da Direcção e do Conselho Fiscal;
          c)    Aprovar o relatório, balanço e contas de exercício, mediante parecer do Conselho Fiscal;
          d)    Aprovar o orçamento anual;
          e)    Deliberar sobre alterações dos estatutos;
          f)    Ratificar a admissão de associados ordinários e eleger os associados honorários;
          g)    Apreciar e decidir as reclamações e recursos apresentados pelos associados de deliberações da Direcção;
          h)    Aprovar o seu regimento.

          SECÇÃO III

          PRESIDENTE DA ACADEMIA

          Artigo 15º
          (Presidente da Academia)

          O Presidente da Academia, eleito pela Assembleia Geral, pelo período de três anos, será alternadamente das nacionalidades dos países dos associados institucionais, exercendo, por inerência, o cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

          Artigo 16.º
          (Competência)

          1.    Compete ao Presidente da Academia, nomeadamente:
          a)    Presidir à Mesa da Assembleia;
          b)    Convocar a Assembleia Geral, por sua iniciativa ou a pedido, nos termos do artigo 13º, n.º 2 dos Estatutos;
          c)    Dirigir a Assembleia Geral;
          d)    Exercer as funções que lhe sejam atribuídas pela Assembleia Geral.
          2.    Das decisões do Presidente da Academia, tomadas nos termos da alínea c) do n.º 1, cabe recurso para a Assembleia Geral.

          SECÇÃO IV

          DIRECÇÃO

          Artigo 17.º
          (Composição)

          1.    A Direcção é composta por cinco membros: um Director Executivo; um Secretário Geral, um Tesoureiro e dois Vogais.
          2.    Os membros da Direcção são eleitos de entre os associados pela Assembleia Geral.
          3.    Por razões operacionais o Director e o Tesoureiro deverão ser da mesma região geográfica.
          4.    A distribuição dos pelouros e serviços, será feita pela própria Direcção na sua primeira reunião, especificando os poderes atribuídos ao Director, ao Secretário Geral e ao Tesoureiro.
          5.    O mandato da Direcção é de três anos, renovável por mais um mandato.

          Artigo 18º
          (Competência)

          Compete à Direcção exercer os mais amplos poderes de gestão e representação da Academia, praticando os actos tendentes à realização do seu objecto social e, em especial:
          a)    Requerer a convocação da Assembleia Geral;
          b)    Elaborar e apresentar à Assembleia Geral o relatório, balanço e contas de exercício;
          c)    Elaborar os regulamentos e criar as comissões necessárias para o bom funcionamento da Academia;
          d)    Fixar o valor das jóias e quotas;
          e)    Cobrar receitas e realizar despesas;
          f)    Representar a Academia em juízo e fora dele;
          g)    Praticar actos de aquisição e alienação de bens móveis e imóveis;
          h)    Constituir mandatários, nos termos e para o efeito que houver por convenientes;
          i)    Desempenhar as demais funções previstas nestes estatutos e na lei;
          j)    Exercer as competências que não sejam especialmente atribuídas a outros órgãos sociais;
          k)    Constituir grupos de trabalho para a apoiar nas suas tarefas;
          l)    No final do primeiro mandato, é facultado à Direcção apresentar candidatura, por mais um mandato de três anos;
          m)    Empreender, sob orientação da Assembleia Geral ou por sua própria iniciativa, medidas destinadas a promover os objectivos da Academia e a reforçar o seu funcionamento.
          n)    Aprovar o seu regimento.

          Artigo 19º
          (Funcionamento)

          1.    A Direcção reúne-se ordinariamente uma vez por semestre e extraordinariamente sempre que convocada pelo Director, por sua iniciativa ou a pedido de dois membros da Direcção.
          2.    A Direcção será convocada com a antecedência mínima de 30 dias através de quaisquer meios que se mostrem adequados.
          3.    A Direcção só pode validamente deliberar com a presença da maioria dos seus membros.
          4.    As deliberações da Direcção são aprovadas por maioria absoluta dos membros presentes, tendo o Director voto de qualidade.
          5.    A Direcção pode encarregar algum dos seus membros de se ocuparem de certas matérias de administração da Academia.
          6.    A Direcção deve delegar no Director, no Secretário Geral ou no Tesoureiro, a gestão corrente da Academia.
          7.    Das reuniões da Direcção será lavrada acta que deverá ser assinada pelos membros presentes.

          Artigo 20.º
          (Vinculação)

          Salvo quanto aos actos de mero expediente em que basta a assinatura de um membro da Direcção, a Academia obriga-se:
          a)    pelas assinaturas de dois membros da Direcção, de entre as do Director, do Secretário Geral e do Tesoureiro;
          b)    pela assinatura de mandatário, no âmbito dos poderes que lhe tenham sido conferidos pela Direcção.

          SECÇÃO V

          CONSELHO FISCAL

          Artigo 21.º
          (Composição)

          1.    O Conselho Fiscal é composto por três membros, que escolherão entre si o Presidente, eleitos de entre os associados pela Assembleia Geral.
          2.    O mandato do Conselho Fiscal é de três anos, renovável por mais um mandato.

          Artigo 22º
          (Competência)

          Compete ao Conselho Fiscal acompanhar e controlar a gestão financeira da Academia e, em especial:
          a)    Dar parecer sobre o balanço, relatório e as contas de exercício;
          b)    Dar parecer sobre aquisição, oneração, e alienação de bens imóveis;
          c)    Verificar a regularidade dos livros, registos contabilísticos e documentos de suporte;
          d)    Participar qualquer irregularidade que tenha verificado na gestão da Academia;
          e)    Assistir, sempre o julgue conveniente, às reuniões da Direcção;
          f)    Aprovar o seu regimento.

          Artigo 23.º
          (Reuniões)

          O Conselho Fiscal reúne, pelo menos, uma vez por ano e, além disso, sempre que o Presidente o julgue conveniente.

          SECÇÃO VI

          CONSELHO GERAL

          Artigo 24.º
          (Composição)

          1.    O Conselho Geral é composto por:
          a)    O Presidente da Academia;
          b)    O Director;
          c)    Três sócios institucionais;
          d)    Dois sócios ordinários;
          e)    Os sócios honorários;
          f)    Dez personalidades externas, de reconhecido mérito, incluindo representantes das associações profissionais dos arquitectos dos países de língua portuguesa, cooptados pelos restantes membros do Conselho Geral.
          2.    O Presidente do Conselho Geral é eleito de entre os membros do Conselho Geral.
          3.    A eleição dos membros referidos na alínea c) e d) obedece a regulamento próprio, a aprovar pela Assembleia Geral.
          4.    O Conselho Geral reúne ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente sempre que for convocada pelo Presidente, por sua iniciativa, ou a pedido da Direcção.

          Artigo 25.º
          (Competência)

          1.    Compete ao Conselho Geral dar parecer sobre:
          a)    As grandes linhas de orientação da Academia;
          b)    O relatório de actividades que for submetido pela Direcção;
          c)    Os projectos de alteração de Estatutos.
          2. Compete ainda ao Conselho Geral dar parecer sobre os assuntos que lhe sejam submetidos pela Direcção.

           

        • CAPÍTULO VI - PATRIMÓNIO E CONTABILIDADE

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          Artigo 26.º
          (Ano Social)

          O ano social coincide com o ano civil.

          Artigo 27.º
          (Património e Receitas)

          1.    O património da Academia é constituído pelos seus bens móveis e imóveis.
          2.    Constituem receitas da Academia:
          a)    As jóias e quotas;
          b)    Os subsídios e donativos de que seja beneficiária;
          c)    O produto dos serviços que preste;
          d)    Os juros dos valores depositados;
          e)    Quaisquer outras receitas angariadas.
          3.    As receitas da Academia terão a aplicação que a Direcção entender conveniente, sem prejuízo da obediência às deliberações da Assembleia Geral.


          Artigo 28.º
          (Contabilidade)

          1.    A contabilidade será elaborada de acordo com os princípios, regras e boas práticas, nomeadamente internacionais e a legislação aplicável.
          2.    As contas de cada exercício, preparadas pela Direcção, e acompanhadas pelo relatório de actividade, serão enviadas ao Conselho Fiscal até 20 dias antes da convocatória da reunião da Assembleia Geral que as há-de apreciar, para emissão do respectivo parecer.
          3.    Juntamente com o parecer do Conselho Fiscal, o relatório e contas são votados em Assembleia Geral até 31 de Março do ano civil seguinte a que respeitarem.

           

        • CAPÍTULO VII - DA ALTERAÇÃO DOS ESTATUTOS E DA EXTINÇÃO

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          Artigo 29º
          (Alteração dos Estatutos)

          A Academia poderá proceder à alteração dos estatutos por deliberação da Assembleia Geral especialmente convocada para o efeito e tomada por, pelo menos, três quartos dos associados presentes.

          Artigo 30º
          (Extinção)

          A Academia poder-se-á extinguir por deliberação da Assembleia Geral especialmente convocada para o efeito, tomada por, pelo menos, três quartos da totalidade dos associados, e nos demais casos previstos por lei.

          Artigo 31º
          (Liquidação)

          Extinta a Academia, proceder-se-á à liquidação pela forma e nos termos que forem deliberados em Assembleia Geral, à qual compete fixar o destino dos bens móveis e imóveis existentes nessa data, sem prejuízo do estabelecido no artigo 166º do Código Civil Português.

           

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      • 1ª Assembleia Geral Ordinária

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        Faça aqui o download da Acta Número Um da 1ª Assembleia Geral Ordinária.
      estatutos
    • fichas de inscrição

      • Ficha de inscrição de sócio institucional

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        1. Dados da instituição

        Nome da instituição

        Morada
        País
        E-mail


        2. Dados pessoais do representante da instituição

        Nome

        Título/cargo

        Telefone

        E-mail


        3. Informação complementar

        (preenchimento facultativo)


         

      • Ficha de inscrição de sócio ordinário

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        1. Dados pessoais

        Nome

        Título/cargo/instituição/departamento

        Telefone

        E-mail


        2. Perfil científico

        Instituição(ões) onde lecciona actualmente

        Instituição(ões) onde leccionou

        Grau
        (licenciatura, mestrado, doutoramento ou outro)

        Instituição
        (onde obteve o grau)

        Temas de investigação em curso e/ou já concluídos

        Últimas 3 publicações
        (artigos em revistas científicas, livros ou capítulos, publicação de projectos)

        3. Informação complementar

        (preenchimento facultativo)


        4. Proponentes

        (nos termos estatuários os novos sócios devem ser propostos por dois sócios)




        5. Curriculum

        (formatos permitidos: pdf; tamanho máximo: 2mb)



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  • palcos da arquitectura

    • sobre

      • Palcos da Arquitectura

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        II Seminário Internacional de Arquitectura, Urbanismo e Design da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa

        Lisboa 5, 6 e 7 de Novembro de 2012
      • Apresentação

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        Arquitectura e representação, entendendo esta última na sua acepção mais lata, isto é, como um modo de tornar presente o que está ausente, surgem, como conceitos, mutuamente implicadas. Não é raro, aliás considerarmos que a arquitectura, em certos aspectos, não é muito mais do que isso: pura representação. Porquê? Porque o espaço que ela inaugura se desenvolve sobretudo no plano do simbólico: a interioridade e a exterioridade separadas por fronteiras com significância. A arquitectura não poderá jamais ser o simples invólucro de espaços destinados a actividades. A Arquitectura qualifica as actividades que no espaço por ela definida se desenvolvem e confere estatuto aos seus habitantes. Trata-se, assim e em primeiro lugar, de encarar aquilo que a arquitectura quer dizer. Por aqui, a arquitectura exibe e exibe-se através de formas significantes. Não é verdade que é, desde o momento em que o espaço enquanto forma reenvia para qualquer coisa diferente desse mesmo espaço, como extensão, por exemplo, que consideraremos as significações da arquitectura? Desta forma, o espaço só adquire espessura semântica quando se torna algo diferente dele mesmo, sobretudo para quem o vivencia. E a Arquitectura transforma-se, então e antes do mais, numa espécie de veículo. De resto, o próprio acto de habitar humano implica um processo deste tipo. É isso, aliás, que dá à Arquitectura o poder de qualificar o espaço.
        Não será, assim, estranho que dediquemos alguma reflexão ao facto de a arquitectura, como toda a representação, exigir sempre um palco. Esse é o tema de Palcos da Arquitectura.
      • Temas

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        1. Arquitectura dos Símbolos
        (o objecto arquitectónico como suporte de simbolismos)
        2. Espaço e Poder
        (o edificado como cenário da ordem institucional)
        3. Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        (arquitectura e urbanismo enquanto objectos de descrições na literatura e nos média)
        4. Tecno-Arquitectura
        (as tecnologias de ponta exibidas retoricamente)
        5. A Cor da Invenção
        (tendências e correntes do Design contemporâneo)
        6. Arquitectura Verde
        (o pensamento ecológico na sua vertente projectiva)
        7. Filosofia e Arquitectura
        (explicações e justificações do pensamento arquitectónico)
        8. Um Design sem Tempo
        (o grau zero das formas)
        9. Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        (arquitectura que celebra ou esconjura a História e a Tradição)
        10. O Lugar dos Não-lugares
        (a paisagem urbana nos sonhos e nos pesadelos)
      • Destinatários

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        A apresentação de comunicações está aberta a docentes universitários, investigadores, alunos de mestrado e de doutoramento, bem como alunos dos mestrados integrados do 2º ciclo e estagiários.
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    • apresentação de trabalhos

      • Submissão de comunicações

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        Aceitam-se submissões de comunicações enquadradas no âmbito científico do Seminário e integradas num dos temas específicos.

        Só serão aceites Comunicações originais.

        A selecção dos trabalhos será feita a partir do envio de um resumo expandido de acordo com o definido nas normas para submissão das comunicações.

        A selecção será feita pela Comissão Científica que avaliará os trabalhos em função da relevância e pertinência científica adequada aos temas do Seminário.

        Após a divulgação das comunicações aceites os autores deverão enviar o texto final, de acordo com o calendário definido, acompanhado com o comprovativo do pagamento da inscrição de todos os autores, de forma a garantir a inclusão da apresentação do trabalho na programação do evento e a sua publicação.

        As comunicações aceites serão sujeitas a apresentação oral ou em discussão em mesa redonda de acordo com a programação do evento.
      • Calendário para apresentação de trabalhos

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        16 de Julho
        Data limite para recepção dos resumos expandidos das comunicações

        30 de Julho
        Divulgação do parecer da Comissão Cientifica sobre a aceitação dos resumos expandidos

        1 de Outubro
        Data limite recepção dos trabalhos finais das comunicações

        5 a 7 de Novembro
        Realização do II Seminário Internacional da AEAULP - Palcos da Arquitectura
      • Normas para a submissão de resumos expandidos das comunicações

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        A entrega dos resumos expandidos deverá atender às seguintes especificações:
        • O documento deverá ser entregue em formato Word.
        • Deverá ser utilizada a Língua Portuguesa.
        • Deverá ser formatado em A4 em letra Arial 10 e não exceder os 3500 caracteres (incluindo espaços);
        • Todos os resumos devem constar de duas páginas:
        • 1ª página - deve incluir os nomes dos autores (incluindo instituição e país de origem),  título da comunicação e enquadramento num dos temas da conferência.
        • 2ª página – deve incluir apenas título da comunicação, enquadramento num dos temas da conferência, 5 palavras chave e texto do resumo.
        • Download do template para submissão do resumos expandidos aqui
      • Normas para a submissão dos trabalhos finais das comunicações

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        A entrega dos trabalhos finais deverá atender às seguintes especificações:

        1.  Especificações gerais:
        • O artigo deverá ser entregue em formato Word;
        • Deverá ser utilizada a Língua Portuguesa;
        • A primeira página deve incluir: título da comunicação, nomes dos autores (incluindo instituição e país de origem), resumo e 5 palavras-chave;
        • O resumo que integrará o artigo final não excederá as 200 palavras.
         
        2.  Formatação do Artigo:
        • Deverá ser em formato A5 com o máximo de 3000 palavras (incluindo resumo) e 6 imagens;
        • Alinhamento justificado;
        • Letra Arial 9;
        • Espaço antes e depois do parágrafo: 6pt. Espaço entre as linhas: simples. Recuo de margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 1,5 cm;
        • O título deverá ser a negrito, Arial 11, alinhado à direita;
        • Os títulos de capítulos, se existirem, deverão ser a negrito, Arial 9, justificados, e se necessário numerados;
        • Os títulos de sub-capítulos, se existirem, deverão ser em itálico;
        • As imagens devem ser inseridas ao longo e de acordo com o texto e devidamente legendadas e numeradas com a designação fig. X e identificadas em termos de fontes;
        • As legendas da imagens serão em Arial 7;
        • As imagens serão a preto e branco, em formato JPEG ou TIFF e com resolução de 300 dpi;
        • As notas de roda-pé serão em Arial 7.
      • Envio de propostas

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        As comunicações deverão ser enviados para:
        • palcosdaarquitectura@aeaulp.com
      • Avaliação dos trabalhos

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        • A avaliação dos trabalhos será feita no regime de avaliação cega por pares, que emitirá parecer de aceite, aceite com condicionantes ou não aceite segundo matriz de avaliação específica.
        • A Comissão Cientifica é constituída por um corpo académico representativo das escolas dos países de língua portuguesa.
      • Comissão científica

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        Ana Carolina Bierrenbach   
        (FAU-UFBA)
        Ana Vaz Milheiro   
        (DA-ISCTE)
        Angélica Benatti Alvim                       
        (FAU-MACKENZIE)
        Carlos Dias Coelho                           
        (FA-UTL)
        Carlos Eduardo Comas                   
        (FAU-UFRGS)
        Ceça Guimaraens                             
        (FAU-UFRJ)
        Denise Pinheiro Machado               
        (FAU-UFRJ)
        Edja Trigueiro                                    
        (DA-UFRGN)
        Fernando Betim                                
        (CAU-PUCrio)
        Fernando Moreira da Silva             
        (FA-UTL)
        Flávio Carsalade                               
        (EA-UFMG)
        Francisco Barata          
        (FA-UP)
        Gerônimo Leitão                               
        (FAU-UFF)
        Guilherme Wisnik                              
        (EA)
        Hugo Segawa                                     
        (FAU-USP)
        João Sousa Morais                           
        (FA-UTL)
        João Teodósio Tique                        
        (FAPF-UEM)
        Jorge Boueri                                       
        (USP)
        José Alberto Tostes                           
        (FAU-UFA)
        José F. Gonçalves                              
        (FA-UC)
        José Gorjão Jorge                            
        (FA-UTL)
        Luis Lage                                            
        (FAPF-UEM)
        Luiz Manoel Gazzaneo                   
        (FAU-UFRJ)
        Manuel Couceiro da Costa             
        (FA-UTL)
        Marcelo Romero                               
        (FAU-USP)
        Marta Silveira Peixoto                     
        (FAU-UNIRITTER)
        Michel Toussaint    
        (FA-UTL)
        Pedro Bandeira                                  
        (EA-UM)
        Renato Anelli                                     
        (IAU-SC-USP)
        Sylvia Fischer                                     
        (FAU-UNB)         
        Teresa Fonseca                                  
        (FA-UP)
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    • inscrições

      • Inscrições

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        Estão abertas as inscrições para assistir ao Seminário Internacional "Palcos da Arquitectura.
        • Público em geral - 30€
        • Estagiários da Ordem dos Arquitectos (6 créditos) - 25€
        • Estudantes da FA-UTL c/ECTS (Nº a definir) - 12€
        • Estudantes em geral - 9€
        Nota: As inscrições estão dependentes da lotação das salas.

        Formas de pagamento:
        • Transferencia bancária para o conta da CGD com o NIB: 0035 0620 0000 0657 6303 4 (caso procedam desta forma ao pagamento da inscrição deverão enviar um e-mail para o endereço palcosdaarquitectura@aeaulp.com com o respectivo comprovativo)
        • Pagamento a dinheiro nas instalações da Faculdade de Arquitectura - UTL - Gabinete 6.1.14 (Instalações provisórias da Sede da AEAULP)
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    • programa

      • Programa provisório

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        Dia 5 de Novembro

        9h30 – 10h30 | Recepção e Acreditação

        10h30 – 11h30 | Sessão de Abertura

        11h30 – 12h00 | Pausa para Café

        12h00 – 13h00 | Conferência Arquitecto João Nunes - PROAP

        13h00 – 14h30 | Pausa para almoço

        14h30 – 17h45 | Mesas redondas

        Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja
        Moderador: Jorge Figueira

        Arquitetura e suas perguntas: onde nos perdemos no caminho da modernidade em arquitetura?
        Raquel Dias Vieira Braga

        António Varela o legado do invisível – Composição, traçado e simbólica de um arquitecto à sombra de gigantes
        Hugo Nazareth Fernandes

        Para uma ecologia da forma arquitectónica
        Pedro Marques de Abreu

        Significados e alcances da “difusão” na arquitetura moderna brasileira: entre o “Kitsch” e o “popular”
        Adriana Leal de Almeida e Carlos Alberto Ferreira Martins

        Será o projecto “Le Grand Pari(s)” de Jean Nouvel o símbolo de um outro discurso sobre a arquitectura sustentável?
        Isabel Marcos

        A cidade e a imagem: uma leitura da Serra do Curral e do Sol como elementos marcantes no cenário de Belo Horizonte/MG, Brasil
        Felipe Munaier, Helena Creston, Thaís Rodrigues, Izabella Galera e Wallace Andrade

        Niemeyer Inatural
        Carlos Eduardo Comas

        Os "outros lugares" da cidade contemporânea: Centros comerciais e espaços privados de uso colectivo em Portugal
        Miguel Silva Graça

        Mesa 2 | Sala 5.0.12
        Moderador: Vaco Rato

        A Fotografia de Arquitetura – Intermediação, significado e linguagens
        Paulo Brito da Silva

        Festa dos Martírios: Praça, Igreja e Cidade de Maceió Antiga sob os recitais das celebrações
        Anna Maria Vieira Soares Filha

        A imagem da paisagem do sul da América do Sul
        Marina Cañas Martins e Eber Pires Marzulo

        Identidade e espacialidade das classes populares na metrópole moderna – uma leitura a partir da literatura
        Clara Natalia Steigleder Walter

        Para uma arquitetura do tempo, uma fotografia do tempo
        Sidney Tamai

        Hotel apenas e cidade toda: documentários de África
        Madalena Cunha Matos

        Dos Espaços da Arquitectura aos Espaços do Ser na Ficção de Miyazaki
        Carlos Figueiredo e Maria Inês Farmhouse Coimbra

        Rino Levi e espacialidade virtual: narrativas de uma arquitetura
        Ana Elísia da Costa

        Fotografia de arquitetura: a fotografia pode sugerir novas formas na arquitetura?
        César Bastos de Mattos Vieira e Airton Cattani

        Mesa 3 | 5.0.13
        Moderador: Vicenzo Rito

        Body talks. Do corpo tectónico ao corpo biológico no caminho da sustentabilidade
        Filipe Borges de Macedo

        As leves placas de fibrosolo - Ponte para um Laboratório da Arquitetura Rural Brasileira
        Fernando Betim e Luciano da Rosa Alvares

        Reabilitação Arquitetónica Verde e Design
        Ana Paula Pinheiro
        A protecção solar eco‐lógica da arquitectura primitiva e vernacular
        Bárbara Lhansol Massapina Vaz

        Sustentabilidade aplicada às edificações: uma reflexão teórica
        Túlio Tibúrcio e Raquel Zandemonigne

        Condomínio Sustentável na Armação dos Búzios~
        Vinícius Vasconcelos

        A paisagem de uma vila planejada na Amazônia: Vila Serra do Navio-AP
        Anna Rachel Julianelli e Ana Karina Nascimento Silva Rodrigues

        O Atelier Sustentabilidade no Curso de Mestrado Integrado em Arquitetura da Universidade do Minho
        Paulo mendonça

        A adaptação às alterações climáticas, os processos ecológicose o desenho da infraestrutura de gestão das inundações urbanas
        João Pedro Costa, Maria Matos Silva e Diamantino Oliveira

        Flexibilidade como estratégia para o futuro
        Alex Davico e Paulo Mendonça
         
        17h45 – 18h30 | Pausa para Café

        Dia 6 de Novembro

        9h00 – 11h30 | Mesas redondas

        Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja
        Moderador: Renato Anelli

        A casa enquanto significante de uma construção simbólica no espaço
        Célia Joaquina Faria

        Metassimbólica e Ordem Urbana
        Rui Barreiros Duarte

        De Shakespeare a Derrida: as arquiteturas da representação em vários atos
        Rogério Amorim do Carmo

        Análise comparativa das influências culturais subjacentes aos espaços de alimentação nas habitações maranhenses
        Marina de Miranda Martins

        Adorno e o reconhecimento do eu: a evolução e produção no design de jóias
        Otávio Demetrio Nowicki Varela

        Anotações teóricas sobre a noção de significância
        Lúcia Leitão

        Mesa 2 | Sala a 5.0.12
        Moderador: Cristina Dias Lay

        O governo positivista e a arquitetura de Porto Alegre: representaçao de poder através dos espaços públicos da Praça da Alfândega e da Praça da Matriz (1897-1924)
        Lila Mota

        Espaço, Arquitetura e Poder, uma equação variável – três exemplos na obra do Arq. Francisco Oliveira Ferreira
        Manuel Maria de Campos Paiva Ferreira da Silva

        Projetos urbanos em áreas protegidas: territórios de poder ou de cidadania?
        Angélica Tanus Benatti Alvim

        “Plug-In City”; ‘Máquina’ ou ‘Organismo’?
        António Leite e Ana Marta Feliciano

        A relação do espaço natural entre a Arquitectura Tradicional Japonesa e o Período Moderno Brasileiro
        Alexandra Vieira

        Arquitetos mackenzistas na modernidade: espaço, tempo e representação
        Eunice Helena Sguizzardi Abascal e Maria Teresa De Stockler e Breia

        Outra Venezuela é possível?
        Ana Cláudia Böer Breier e Andrey Rosenthal Schlee

        O Museu Imperial em Petrópolis: Símbolo de poder
        Luiz Manoel Gazzaneo

        Mesa 3 | Sala 5.0.13
        Moderador: João Sousa Morais

        As novas paisagens produzidas no brasil, rumo a 2014. A questão de salvador: sonho ou pesadelo?
        Solange Souza Araújo

        Da Estrada à Rua. Processo evolutivo e transformação em eixos viários metropolitanos
        João Silva Leite

        Ressignificação do espaço urbano e o teatro de rua: a cidade, a representatividade da rua e a prática teatral contemporânea
        Kelly Yumi Yamashita e Miguel Antonio Buzzar

        Intervenções Urbanas: experiência no espaço/tempo
        Luciana Bosco e Silva e Douglas Lopes de Souza

        Por uma antropologia do espaço público urbano
        Marluci Menezes

        Os Não-Lugares da Acessibilidade Metropolitana. Transposições & Conexões na AML
        Carlos Ferreira

        Cidades Invisíveis - Ferramentas de Leitura Critica e Imaginativa do Território de Projecto
        Pedro Luz Pinto

        Um caso singular de arquitetura popular palafítica
        Maria da Graça Bachmann

        11h30 – 12h00 | Pausa para Café

        12h00 – 13h00 | Conferência Arquitecto Gonçalo Byrne

        13h00 – 14h30 | Pausa para almoço

        14h30 – 17h45 | Mesas redondas

        Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja
        Moderador: Valter Caldana

        O legado do arquitecto Fernão Simões de Carvalho
        Célia Maia e João Ferros

        O Pavilhão como Campo de Experimentação Espacial
        Rita Nobre Dourado Rodrigues

        Considerações acerca de arquitetura, política e sociedade no regime militar: do pós-Brasília ao pavilhão de Osaka (1961-1970)
        Rodrigo Kamimura

        O Chiado de Álvaro Siza
        Cleusa de Castro

        Castro Rodrigues e a arquitetura moderna brasileira
        Maria Daniela Rosário de Alcântara

        Redesenhando Lúcio Costa: a versão do Pavilhão de Nova Iorque
        Anna Paula Canez, Alex Carvalho Brino e Marcos Almeida

        O tempo interior: por dentro da casa de vidro de Lina Bo Bardi
        Marta Peixoto

        Arquitetura Cênica e procedimentos cenográficos de projeto na obra de Lina Bo Bardi
        Renato Anelli

        Sobre a tradição e a transformação em arquitetura: as aldeias da Beira entre a Freita e Montemuro
        Miguel Reimão Costa

        Mesa 2 | Sala 5.0.12
        Moderador: Carlos Guimarães

        Flexibilidade na Arquitetura: movimento e sistemas cinéticos
        José Luís Silva e Sara Eloy

        Será o digital um equívoco na Arquitectura?
        Sara Eloy e André Cruz

        O digital e o material na tridimensionalidade da Arquitetura
        Daniel Bettencourt, Miguel Nóbrega e Sara Eloy

        Tecnologia, ocupação e uso da habitação de interesse social: Uma Revisão Tipológica para o Século XXI
        Mario dos Santos Ferreira

        Design e Reutilização: A Superação da Morte do Produto
        Rui Carreto e Catarina Carreto

        A Cor como Poder Transformador do Espaço – Um estudo acerca da Utilização da Cor em Espaços Expositivos Interiores.
        Felipa Paes de Vasconcellos Gomes da Costa

        Teoria da Complexidade: contributo para a construção de palcos urbanos digitais
        Miguel Fonseca e Carlos Alho

        Tecnologia na arquitetura de escolas: novos arranjos espaciais na sala de aula sob o impacto das novas tecnologias da informação e da comunicação
        Túlio Tibúrcio

        Mesa 3 | Sala 5.0.13
        Moderador: Mário Moutinho

        Panóptico: Uma Arquitectura conceptual
        Conceição Trigueiros

        A Vontade de Poder (espacializada)
        José Duarte Gorjão Jorge

         A “Rua Direita” como  estruturadora de um território – Distrito de Aveiro, Lisboa, Vilas Ribatejanas
        Ana Elisabete Martinho Amado

        O Programa Local de Habitação em Acção
        Teresa Craveiro

        A Contribuição do Ensino Analógico e Digital no Processo do Projeto: O Caso da Disciplina de Projeto de Arquitetura I da UFRRJ
        Luiz Augusto dos Reis-Alves e Mário Saleiro Filho

        Avaliação de Planos Diretores Municipais Participativos Municipais em Minas Gerais/ Brasil
        Ítalo Stephan,  Marcela Rufino Rocha e Luiz Fernando Reis

        Novas fronteiras na cidade jardim: os reflexos da sociedade consumista na ressignificação arquitetônica de Maringá – PR
        Estevão Garbin, Fernando Santil e Igor Valques

        A cidade planejada na Amazônia: configuração e ordem do espaço edificado
        Fatima Maria Andrade Pelaes

        O argumento no projeto de arquitetura: Brasília e Serra do Navio na Amazônia
        José Alberto Tostes

        17h45 – 18h30 | Café

        Dia 7 de Novembro

        9h00 – 11h30 | Mesas redondas

        Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja
        Moderador: Luís Lage

        (Re) (A) presentar? Projeto versus construção. Ou, onde jaz a arquitetura?
        Fernando Guillermo Vázquez Ramos

        A Forma da Rua - Reflexões Anteriores ao Advento do Urbanismo
        Carlos Dias Coelho

        O desenho da Praça do Comércio e a colocação da estátua de D. José I: Um planeamento conjunto em representação do poder Absoluto
        Rita Ochoa e Mafalda Sampayo

        O Espaço Público Contemporâneo: liminaridades, tensões e transversalidades
        Manoel Rodrigues Alves

        Estilo e linguagem em arquitetura
        Roni Anzolch

        A produção arquitetônica do mercado imobiliário na cidade de São Paulo do século XXI e a participação do arquiteto
        Sandra Casagrande de Moraes e Rafael Antonio Cunha Perrone

        Da Descontextualização à singularidade: a Arquitectura Inventada e o Pensamento Abstracto de Valerio Olgiati
        Renato Alexandre Coelho Ferreira

        Orbanismo em cena e a diluição da cidade
        Rosane Araujo

        Sete palcos para a Arquitectura
        Teresa Fonseca

        Mesa 2 | Sala 5.0.12
        Moderador: Frederico de Paula Tofani

        A terceira forma da arquitetura patrimonial
        Cêça Guimaraens e  Guilherme de Figueiredo

        O património pré-industrial do rio Ave: azenhas e açudes; arquitectura e tecnologia tradicional
        Bruno Matos

        A Urbanidade das Áreas Costeiras (no contexto das “Arquitecturas do Mar”)
        Isabel Rosa e Ricardo Ribeiro

        A colonização do mar: possibilidades técnicas do funcionamento de uma cidade flutuante
        Mauro Santoro Campello e Luciana Teperino de Araújo

        Possibilidades Tipológicas no Centro Histórico de Natal/RN
        Marcelo Tinoco e Natália Miranda Vieira

        Questões de Sucessão: a extinção do morgadio e a importância das fundações para a salvaguarda patrimonial
        Ana Motta Veiga

        O Bambu como símbolo da harmonia e da proporção na arquitectura oriental
        Mário Say Ming Kong

        O feng-shui na Arquitetura do Bairro de Alvalade, A Av. Estados Unidos América
        Ana Isabel Marques

        Mesa 3 | Sala 5.0.13
        Moderador: Rui Barreiros Duarte

        Lugares e espaços de memória em territórios das Terras do Infante
        Maria João Pereira Neto

        Um Mosteiro, um Património, um Desenho - Reflexos da Memória e do Tempo - 1295 / 2012
        José Afonso

        A Arquitectura Revivalista do Hospício da Princesa Dona Maria Amélia
        Rui Manuel Carneiro de Campos Matos

        Preconceito ou Tradição? Industrializar a habitação, influências e restrições das tecnologias na arquitetura desde os anos 50 até ao século XXI.
        Inês Daniel de Campos

        Vazios Urbanos no Centro Histórico de Paranaguá: Significados, memória ou esquecimento? 
        Rodrigo Sartori Jabur e Maria Angela P. C. S. Bortolucci

        Sintra, Lugar de Materialização Arquitectónica de Paradigma de Vilegiatura Renascentista
        Amilcar de Gil e Pires

        A Arquitectura como Palco de Arte Equestre. Analogias entre Lisboa e Viena
        Pedro Nunes

        Cenografias de intervenção – o contexto de requalificação do Castelo de Arraiolos
        Francisco Oliveira e Margarida Louro

        Museu do pão de Ilópolis passado e presente em harmonia
        Anicoli Romanini e Liliany Schramm

        11h30 – 12h00 | Pausa para Café

        12h00 – 13h00 | Conferência Arquitecto Carlos Eduardo Comas

        13h00 – 14h30 | Pausa para almoço

        14h30 – 17h45 | Mesas redondas

        Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja
        Moderador: Solange Araújo

        A Arquitetura dos Espaços Expectantes - palcos da memória dos movimentos
        Rita Gomes Batista

        Projectar com o Lugar das Obras Novas – uma metodologia de projecto
        Inês Pires Fernandes

        A inserção do IF Sudeste MG – Campus Juiz de Fora no bairro Fábrica: percepção, memória e identidade
        Emmanuel Pedroso

        Réplicas fragmentares: arquiteturas reificadas
        Ana Carolina Pellegrini

        Cidade sem projeto, urbanismo sem desenho: as Operações Urbanas Consorciadas na orla marítima de Natal/RN
        Marcelo Tinoco

        A apropriação de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos: estudos em espaço pessoal e territorialidade
        Emmanuel Pedroso e Ellis Rocha Ramos

        Contributos para uma metodologia de intervenção no património arquitectónico construído
        Joana Teresa Ribeiro do Couto

        Memórias experienciadas: o que esquece o Projecto de Arquitectura
        Maria Dulce Loução

        Mesa 2 | Sala 5.0.12
        Moderador: Francisco Berger

        Conexões entre espaços do poder: percorrendo os interiores da Assembleia da Republica e do Congresso Nacional
        Tânia Beisl Ramos

        A Cidade da Beira como palco da polémica nos anos quarenta
        João Sousa Morais

        Espaços Enclausurados Contemporâneos: uma linguagem intemporal
        João Paulouro Neves

        Os edifícios institucionais do Ministério do Ultramar
        Filipa Raquel Alves Fiúza

        O Estádio Nacional como produto ideológico
        André Cruz

        Lisboa, duas visões, dois artistas: Almada Negreiros e Carlos Botelho
        Alexandra Ai Quintas

        A Revista A Arquitectura Portuguesa e Cerâmica e Edificação (Reunidas) 1935-1945 – Palco de artigos sobre as exposições do mundo colonial português
        Paulo Tormenta Pinto

        Experiência e conhecimento na arquitectura portuguesa do século XX – a viagem e o seu registo como argumento.
        José Fernando Gonçalves

        Mesa 3 | Sala 5.0.13
        Moderador: Alberto Reaes Pinto

        Raul Lino, Fernando Távora, Álvaro Siza – o desenho da arquitetura portuguesa no século XX
        Marly de Menezes Gonçalves
        A matriz de assentamento no traçado da cidade portuguesa. Identidade, complexidade, Intemporalidade
        Sérgio Padrão Fernandes

        Morfogénese das Ruas de Lisboa. Da vontade à forma.
        Sergio Proença

        A invenção da Avenida: quando a Natureza invadiu a Cidade
        Filipa Roseta

        Dora, uma arquitetura para sonhar
        Lúcia Leitão

        Arranha-céus, o símbolo: O processo evolutivo do elemento mais carismático da cidade contemporânea
        Tiago Luciano Meireles Cabral

        Critérios de Autenticidade na Reabilitação do Património Industrial em Barcelona Relativamente ao Uso (Função) do Edificado
        Nuno Peixoto e Carlos Alho

        17h45 – 18h30 | Pausa para Café
         
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    • organização

      • Comissão Organizadora

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        Conceição Trigueiros
        (Diretora da Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa)

        Alberto Reaes Pinto
        (Faculdade de Arquitetura e Artes da Universidade Lusiada)

        Carlos Guimarães
        (Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto)

        José Pinto Duarte
        (Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa)

        Jorge Figueira
        (Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra)

        Luís Conceição
        (Licenciatura em Arquitetura do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes)

        Mário Moutinho
        (Faculdade de Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Artes da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias)

        Paulo Mendonça
        (Escola de Arquitetura da Universidade do Minho)

        Vasco Rato
        (Departamento de Arquitetura do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa)



        Comissão Executiva

        Andreia Galvão
        (FAA-UL, Portugal)

        Ângela Mingas
        (UL, Angola)

        Conceição Trigueiros
        (FA-UTL, Portugal)

        João Pedro Costa
        (FA-UTL, Portugal)

        João Pedro Esteves
        (FA-UTL, Portugal)

        Margarida Louro
        (FA-UTL, Portugal)

        Paulo Tormenta Pinto
        (DA-ISCTE, Portugal)

        Pedro Marques de Abreu
        (FA-UTL, Portugal)

        Tânia Beisl Ramos
        (FA-UTL, Portugal)

        Valter Caldana
        (FAU-UM, Brasil)
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    • Comunicações aceites

      • Listagem das comunicações aceites - 2ª Chamada

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        1.10 Daniel Bettencourt, Miguel Nóbrega e Sara Eloy O digital e o material na tridimensionalidade da Arquitetura Tecno-Arquitectura
        1.13 Paulo Brito da Silva  A Fotografia de Arquitetura – Intermediação, significado e linguagens. Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        1.41 Célia Joaquina Faria A casa enquanto significante de uma construção simbólica no espaço Arquitectura dos Símbolos
        1.46 Rita Nobre Dourado Rodrigues O Pavilhão como Campo de Experimentação Espacial Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.47 Marly de Menezes Gonçalves Raul Lino, Fernando Távora, Álvaro Siza – o desenho da arquitetura portuguesa no século XX Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.96 Roni Anzolch Estilo e linguagem em arquitetura Filosofia e Arquitectura
        2.21 Rui Carreto e Catarina Carreto Design e Reutilização: A Superação da Morte do Produto Arquitectura Verde
        2.24 Renata da Silva Pinto Centro Antigo de Salvador – Estudo de Caso: Largo da Lapinha e Praça do Sieiro O Lugar dos Não-lugares 
        2.37 Alexandra Vieira A relação do espaço natural entre a Arquitectura Tradicional Japonesa e o Período Moderno Brasileiro Arquitectura e Filosofia
        2.46 Carlos Figueiredo e Maria Inês Farmhouse Coimbra Dos Espaços da Arquitectura aos Espaços do Ser na Ficção de Miyazaki Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.47 Inês Daniel de Campos Preconceito ou Tradição? Industrializar a habitação, influências e restrições das tecnologias na arquitetura desde os anos 50 até ao século XXI. Tecno-Arquitectura
        2.48 Ana Motta Veiga e José Aguiar Questões de Sucessão: a extinção do morgadio e a importância das fundações para a salvaguarda patrimonial Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.49 Felipe Munaier, Helena Creston, Izabella Galera, Thaís Rodrigues e Wallace Andrade A cidade e a imagem: uma leitura da Serra do Curral e do Sol como elementos marcantes no cenário de Belo Horizonte/MG, Brasil Arquitectura dos Símbolos
        2.50 Marina de Miranda Martins Análise comparativa das influências culturais subjacentes aos espaços de alimentação nas habitações maranhenses Arquitectura dos Símbolos
        2.51 Renato Alexandre Coelho Ferreira Da Descontextualização à singularidade: a Arquitectura Inventada e o Pensamento Abstracto de Valerio Olgiati. Filosofia e Arquitectura
        2.52 Anna Maria Vieira Soares Filha Largos e praças da cidade de Maceió: poder, tradição e transitoriedade  Espaço e Poder
        2.53 Ana Isabel Marques O feng-shui na Arquitetura do Bairro de Alvalade, A Av. Estados Unidos América Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.54 Marluci Menezes Por uma antropologia do espaço público urbano Filosofia e Arquitectura
        2.55 Rosane Araujo Orbanismo em cena e a diluição da cidade Filosofia e Arquitectura
        2.56 Klaus Chaves Alberto e Gabriella Inhan As escolas e o poder republicano no Brasil: arquitetura escolar na cidade de Juiz de Fora no início do século XX Espaço e Poder
        2.57 Ana Costa Rino Levi e espacialidade virtual: narrativas de uma arquitetura Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.60 César Bastos de Mattos Vieira e Airton Cattani Fotografia de arquitetura: a fotografia pode sugerir novas formas na arquitetura? Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.61 Luiz Augusto dos Reis-Alves e Mário Saleiro Filho A Contribuição do Ensino Analógico e Digital no Processo do Projeto: O Caso da Disciplina de Projeto de Arquitetura I da UFRRJ Filosofia e Arquitectura
        2.62 Maria da Graça Bachmann Um caso singular de arquitetura popular palafítica Arquitectura Verde
        2.63 Emmanuel Pedroso, Laura fernandes, Ivana Resende e Ellis Ramos A apropriação de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos: estudos em espaço pessoal e territorialidade Arquitectura dos Símbolos
        2.64 Rita Ochoa e Mafalda Sampayo O desenho da Praça do Comércio e a colocação da estátua de D. José I: Um planeamento conjunto em representação do poder absoluto. Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas)
        2.66 Joana Teresa Ribeiro do Couto Contributos para uma metodologia de intervenção no património arquitectónico construído Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.67 Túlio Tibúrcio Tecnologia na arquitetura de escolas: novos arranjos espaciais na sala de aula sob o impacto das novas tecnologias da informação e da comunicação Tecno-Arquitectura
        2.68 Alexandra Ai Quintas Lisboa, duas visões, dois artistas: Almada Negreiros e Carlos Botelho Espaço e Poder
        2.69 Mauro Santoro Campello e Luciana Teperino de Araújo A colonização do mar: possibilidades técnicas do funcionamento de uma cidade flutuante Tecno-Arquitectura
        2.70 Ana Cláudia Böer Breier e Andrey Rosenthal Schlee Outra Venezuela é possível? Filosofia e Arquitectura
        2.71 Maria Dulce Loução Memórias experienciadas: o que esquece o Projecto de Arquitectura Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.72 Lúcia Leitão Anotações teóricas sobre a noção de significância Arquitectura dos Símbolos
        2.73 Lúcia Leitão Dora, uma arquitetura para sonhar O Lugar dos Não-lugares 
        2.74 Ana Cristina dos santos Guerreiro Visões artísticas e arquitectónicas na contemporaneidade: Popularidade e o Populismo – poder, crítica e descentramento Arquitectura dos Símbolos
        2.75 Carlos Ferreira Os Não-Lugares da Acessibilidade Metropolitana. Transposições & Conexões na AML O Lugar dos Não-lugares 
      • Listagem das comunicações aceites - 1ª Chamada

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        Código Nomes Título Tema
        1.01 Fernando Guillermo Vázquez Ramos (Re) (A) presentar? Projeto versus construção. Ou, onde jaz a arquitetura? Filosofia e Arquitectura
        1.02 Teresa Craveiro O Programa Local de Habitação em Acção Espaço e Poder
        1.04 Ana Tostões Da Fabrica à cidade: Design Global em Moçambique Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.05 José Luís Silva e Sara Eloy Flexibilidade na Arquitetura: movimento e sistemas cinéticos Tecno-Arquitectura
        1.06 Filipe Borges de Macedo Body talks. Do corpo tectónico ao corpo biológico no caminho da sustentabilidade. Arquitectura Verde
        1.07 Sara Eloy e André Cruz Será o digital um equívoco na Arquitectura? Tecno-Arquitectura
        1.09 Maria Ana Ferré  e Vera Grieneisen Conceitos espaciais da arquitetura bancária. Espaço e Poder
        1.11 Ítalo Stephan Avaliação de Planos Diretores Municipais Participativos Municipais em Minas Gerais/ Brasil  Espaço e Poder
        1.12 Alex Davico e Paulo Mendonça Flexibilidade como estratégia para o futuro A Cor da Invenção
        1.14 Nuno Monteiro e Carlos Alho Critérios de Autenticidade na Reabilitação do Património Industrial em Barcelona Relativamente ao Uso (Função) do Edificado Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.15 Miguel Silva Graça  Os "outros lugares" da cidade contemporânea: Centros comerciais e espaços privados de uso colectivo em Portugal  O Lugar dos Não-lugares 
        1.16 Estevão Garbin, Fernando Santil e Igor Valques Novas fronteiras na cidade jardim: os reflexos da sociedade consumista na ressignificação arquitetônica de Maringá – PR Espaço e Poder
        1.17 Fatima Maria Andrade pelaes A cidade planejada na Amazônia: configuração e ordem do espaço edificado Espaço e Poder
        1.18 Pedro Luz Pinto Cidades Invisíveis - Ferramentas de Leitura Critica e Imaginativa do Território de Projecto O Lugar dos Não-lugares 
        1.20 Maria João Pereira Neto Lugares e espaços de memória em territórios das Terras do Infante Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.21 Fernando Diniz Moreira e Adriana Vasconcelos A grande metrópole como um teatro: Cidade e arquitetura em Rem Koolhaas O Lugar dos Não-lugares 
        1.23 José Afonso Um Mosteiro, um Património, um Desenho - Reflexos da Memória e do Tempo - 1295 / 2012 Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.24 Raquel Dias Vieira Braga Arquitetura e suas perguntas: onde nos perdemos no caminho da modernidade em arquitetura? Filosofia e Arquitectura
        1.28 Rui Manuel Carneiro de Campos Matos A Arquitectura Revivalista do Hospício da Princesa Dona Maria Amélia Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.32 Marcelo Giustina e Renata Ramos Habitação industrializada no Brasil: criação e experimentação de elementos construtivos pré‐fabricados, 1962 e 2007. Tecno-Arquitectura
        1.33 Anna Maria Vieira Soares Filha Festa dos Martírios: Praça, Igreja e Cidade de Maceió Antiga sob os recitais das celebrações Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        1.34 Klaus Alberto, Paula Santos, Marília Carere  A Flexibilidade em edifícios universitários: forma, função e espacialidade na produção arquitetônica
        da década de 1960.
        Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas)
        1.37 Mário Say Ming Kong O Bambu como símbolo da harmonia e da proporção na arquitectura oriental. Arquitectura dos Símbolos
        1.39 Solange Souza Araújo As novas paisagens produzidas no brasil, rumo a 2014. A questão de salvador: sonho ou pesadelo? O Lugar dos Não-lugares 
        1.40 Rodrigo Sartori Jabur e  Maria Angela P. C. S. Bortolucci Vazios Urbanos no Centro Histórico de Paranaguá: Significados, memória ou esquecimento?   Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.42 Amilcar de Gil e Pires Sintra, Lugar de Materialização Arquitectónica de Paradigma de Vilegiatura Renascentista Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.43 Hugo Nazareth Fernandes António Varela o legado do invisível – Composição, traçado e simbólica de um arquitecto à sombra de gigantes Arquitectura dos Símbolos
        1.44 Célia Maia e João Pedro Ferros O legado do arquitecto Fernão Simões de Carvalho Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.51 Felipa Paes de Vasconcellos Gomes da Costa A Cor como Poder Transformador do Espaço – Um estudo acerca da Utilização da Cor em Espaços Expositivos Interiores. A Cor da Invenção 
        1.52 Ana Paula Pinheiro Reabilitação Arquitetónica Verde e Design Arquitectura Verde
        1.54 Rui Barreiros Duarte Metassimbólica e Ordem Urbana Espaço e Poder
        1.56 Rita Gomes Batista A Arquitetura dos Espaços Expectantes - palcos da memória dos movimentos Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.57 Cleusa de Castro O Chiado de Álvaro Siza Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.58 João Silva Leite Da Estrada à Rua. Processo evolutivo e transformação em eixos viários metropolitanos. O Lugar dos Não-lugares 
        1.62 Pedro Nunes A Arquitectura como Palco de Arte Equestre. Analogias entre Lisboa e Viena. Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.64 Alessandro José Castroviejo Ribeiro Arquitetura moderna na morfologia da cidade tradicional Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.66 Bruno Matos O património pré-industrial aquático do rio Ave – o organismo, o núcleo, a arquitectura e a tecnologia tradicional Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.67 José Miguel Silva A transformação e evolução morfológica dos tecidos urbanos na constituição de espaços Espaço e Poder
        1.69 Miguel Fonseca e Carlos Alho Teoria da Complexidade: contributo para a construção de palcos urbanos digitais Tecno-Arquitectura
        1.70 Bárbara Lhansol Massapina Vaz A protecção solar eco‐lógica da arquitectura primitiva e vernacular Arquitectura Verde
        1.71 Lia Pereira Saraiva Gil Antunes Para um refresh da história da arquitectura Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.72 Tiago Luciano Meireles Cabral Arranha-céus, o símbolo: O processo evolutivo do elemento mais carismático da cidade contemporânea Arquitectura dos Símbolos
        1.73 Maria Daniela Rosário de Alcântara Castro Rodrigues e a arquitetura moderna brasileira Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.74 Rogério Amorim do Carmo De Shakespeare a Derrida: as arquiteturas da representação em vários atos Arquitectura dos Símbolos
        1.75 Sérgio Padrão Fernandes A matriz de assentamento no traçado da cidade portuguesa. Identidade, complexidade, Intemporalidade Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas)
        1.76 Lila Mota O governo positivista e a arquitetura de Porto Alegre: representaçao de poder através dos espaços públicos da Praça da Alfândega e da Praça da Matriz (1897-1924) Espaço e Poder
        1.80 Inês Pires Fernandes Projectar com o Lugar das Obras Novas – uma metodologia de projecto Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.82 Rodrigo Kamimura Muita construção, alguma arquitetura e um milagre econômico: o pavilhão  do Brasil na Exposição Universal de 1970 em Osaka Espaço e Poder
        1.85 Manoel Rodrigues Alves O Espaço Público Contemporâneo: liminaridades, tensões e transversalidades  Filosofia e Arquitectura
        1.86 Mario dos Santos Ferreira Tecnologia, ocupação e uso da habitação de interesse social: Uma Revisão Tipológica para o Século XXI. Tecno-Arquitectura
        1.87 Manuel Maria de Campos Paiva Ferreira da Silva Espaço, Arquitetura e Poder, uma equação variável – três exemplos na obra do Arq. Francisco Oliveira Ferreira Espaço e Poder
        1.89 Miguel Reimão Costa Sobre a tradição e a transformação em arquitetura: as aldeias da Beira entre a Freita e Montemuro Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        1.90 Emmanuel Pedroso, Rita Calderaro, Mayara Nascimento e Luane da Fonseca A inserção do IF Sudeste MG – Campus Juiz de Fora no bairro Fábrica: percepção, memória e identidade Arquitectura dos Símbolos
        1.91 Kelly Yumi Yamashita e Miguel Antonio Buzzar Ressignificação do espaço urbano e o teatro de rua: a cidade, a representatividade da rua e a prática teatral contemporânea. O Lugar dos Não-lugares 
        1.92 Marcos Sardá Vieira A Transição Espacial como Indicativo de Qualidade para as Médias Cidades Brasileiras O Lugar dos Não-lugares 
        1.93 Marcos Sardá Vieira e Fábio Zampieri Interface entre Ambientes Urbano e Arquitetônico no Ensino de Projeto: um relato da Filosofia e Arquitectura
        1.94 Adriana Leal de Almeida e Carlos Alberto Ferreira Martins Significados e alcances da “difusão” na arquitetura moderna brasileira: entre o “Kitsch” e o “popular” Arquitectura dos Símbolos
        1.98 Laura Alecrim e Luiz Manuel do Eirado Amorim Arquitetura profilática: o leprosário de Mirueira Espaço e Poder
        2.01 Raquel Zandemonigne e Túlio Tibúrcio Sustentabilidade aplicada às edificações: uma reflexão teórica Arquitectura Verde
        2.04 Otávio Demetrio Nowicki Varela Adorno e o reconhecimento do eu: a evolução e produção no design de joias Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas)
        2.06 Adriana Capretz Manhas e Josemary Omena Passos Ferrare O espaço educa: a evolução urbana de Maceió (Alagoas) a partir da arquitetura escolar Espaço e Poder
        2.08 Sergio Proença Morfogénese das Ruas de Lisboa. Da vontade à forma. Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas)
        2.09 Mauro Santoro Campello A obra de Affonso Eduardo Reidy: a dicotomia entre os ideais modernistas e o poder do estado novo no Brasil Espaço e Poder
        2.10 Mafalda Pantoja, Pedro Moreira e Louise Lomardo O projetar através da vertente tectônica: uma abordagem a caminho da sustentabilidade. Arquitectura Verde
        2.12 Livia de Morais Nóbrega e Fernando Diniz Moreira Sensibilidade Topográfica em Álvaro Siza Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas)
        2.13 Luciana Bosco e Silva e Douglas Lopes de Souza Intervenções Urbanas: experiência no espaço/tempo O Lugar dos Não-lugares 
        2.14 Marina Cañas Martins e Eber Pires Marzulo A imagem da paisagem do sul da América do Sul Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.15 Vinícius Vasconcelos Condomínio Sustentável na Armação dos Búzios Arquitectura Verde
        2.16 João Sanches e Oscar Daniel Corbella A relevância de análises qualitativas na avaliação bioclimática de espaços públicos: o caso da Praça
        Alencastro em Cuiabá‐MT‐Brasil
        Arquitectura Verde
        2.17 Clara Natalia Steigleder Walter Espacialidade e sociabilidade das classes populares na metrópole moderna – uma leitura a Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.18 João Carlos Machado Sanches A pós-modernidade no contexto dos Planos Diretores brasileiros Filosofia e Arquitectura
        2.19 Isabel Marcos  Será o projecto “Le Grand Pari(s)” de Jean Nouvel o símbolo de um outro discurso sobre a arquitectura sustentável? Arquitectura dos Símbolos
        2.20 Sidney Tamai Para uma arquitetura do tempo, uma fotografia do tempo Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.23 Caliane Christie Oliveira de Almeida Arquitetura Brasileira Esquecida: as moradias unifamiliares produzidas pelo Estado e a utilização de materiais típicos da região Nordeste (1930‐1964). Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.25 Sandra Casagrande de Moraes e Rafael Antonio Cunha Perrone A produção arquitetônica do mercado imobiliário na cidade de São Paulo do século XXI e a participação do arquiteto Espaço e Poder
        2.26 Joao Paulouro Neves Espaços Enclausurados Contemporâneos: uma linguagem intemporal Espaço e Poder
        2.27 Filipa Roseta A invenção da Avenida: quando a Natureza invadiu a Cidade Arquitectura Verde
        2.28 Ana Carolina Pellegrini Réplicas fragmentares: arquiteturas reificadas Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.29 Ana Elisabete Martinho Amado A “Rua Direita” na formação de Lisboa.
        Papel do elemento urbano na expansão da cidade
        Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas)
        2.31 Eber Pires Marzulo Espaço urbano: do filme à cidade Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.32 Nivaldo Andrade Junior Arquitetura como materialização do intangível: sagrado e policronia na Capela de Nossa Senhora da Conceição (Recife, Brasil) Arquitectura dos Símbolos
        2.33 Isabel Rosa e Ricardo Ribeiro A Urbanidade das Áreas Costeiras (no contexto das “Arquitecturas do Mar”) Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.35 Filipa Raquel Alves Fiúza Os edifícios institucionais do Ministério do Ultramar Espaço e Poder
        2.36 André Cruz O Estádio Nacional como produto ideológico Espaço e Poder
        2.39 Marcelo Tinoco e Natália Miranda Vieira Possibilidades Tipológicas no Centro Histórico de Natal/RN Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.40 Anna Paula Canez, Alex Carvalho Brino e Marcos Almeida Redesenhando Lucio Costa: a versão do Pavilhão de Nova Iorque Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.41 Anicoli Romanini e Liliany Schramm Museu do pão de Ilópolis passado e presente em harmonia Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        2.42 Madalena Cunha Matos Hotel apenas e cidade toda: documentários de África Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        2.43 Anna Rachel  Julianelli e Ana Karina Nascimento Silva Rodrigues A paisagem de uma vila planejada na Amazônia: Vila Serra do Navio-AP Arquitectura Verde
        2.44 Marcelo Tinoco Cidade sem projeto, urbanismo sem desenho: as Operações Urbanas Consorciadas na orla marítima de Natal/RN O Lugar dos Não-lugares 
        2.45 Eunice Helena Sguizzardi Abascal e Maria Teresa De Stockler e Breia Arquitetos mackenzistas na modernidade: espaço, tempo e representação Arquitectura dos Símbolos
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  • notícias

    • Inscrições Pós Graduação em Arquitectura e Urbanismo - Faculdade Mackenzie São Paulo

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      2013
      Estão abertas as inscrições para a pós-graduação stricto-sensu em Arquitetura e Urbanismo, com objetivo de formar mestres e doutores
       

      INFORMAÇÕES:

      (55) 11- 2114 8792

      EDITAL DISPONÍVEL EM

      http://www.mackenzie.br/fileadmin/Decanato_Pesquisa_Pos/2013/index.html

    • Oscar Niemeyer

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      A Arquitectura ficou mais pobre. Conhecido e reconhecido em todo o mundo, morreu na noite desta quarta feira Oscar Niemeyer.
       
      O homem que desenhou Brasília deixou sua marca ao longo do século XX.
      A obra de Niemeyer transcende fronteiras: é o arquiteto brasileiro que acumula maior número de prémios internacionais, com destaque para o Prémio Pritzker que recebeu em 1988. Também exibe um conjunto de obras realizadas no Brasil e no exterior, que o coloca como um dos maiores expoentes da arquitetura universal. Produziu mais de 500 projectos, dos quais 181 construídos no exterior.
       
      Dos projectos de Oscar, como gostava de ser tratado, ressuma sempre uma originalidade inesperada. Quer pelos resultados de uma concepção estrutural apurada, quer pelas espacialidades e escalas intangíveis, geradoras de formas delineadas pela sensualidade do desenho e faz com que as suas obras, frequentemente referenciadas por ligações ao imaginário colectivo, vindas do barroco mineiro, das montanhas ou das formas femininas, de releituras da antiguidade ou de si próprio, ou mesmo de inclinações surrealistas, instalam-se com a força de símbolo e assumem o potencial de ícone urbano.
      A cúpula da Catedral, com arcos que parecem evocar o gótico, a colunata do Palácio da Alvorada, as meias esferas equilibradas pelas torres do Congresso Nacional, remetem-nos para Brasília, O Edifico Copan e a Marquise do Parque Ibirapuera em São Paulo, o Museu de Arte Contemporânea em Niterói, o Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, são imagens de obras que referenciam o lugar onde se instalam, edifícios que assumem o status de “marco urbano”, elementos urbanos carregados de conteúdo simbólico, peças essenciais à orientação urbana e à imagem e identidade da cidade.
      Através do seu talento e intelectualidade, Niemeyer implanta cultura nos espaços em que intervém, as suas obras atingem refinada depuração e dão a identidade de genius loci no contexto em que se implantam.
      Para se entender a importância do arquitecto Oscar Niemeyer devemos atender à coerência de seu percurso, que se instala com uma linha evolutiva constante, acompanhada de provocações formais, que podem levar à estranheza ou à paixão, mas não poupam os sentidos de quem as vivencia.
      A sua obra apresenta oportunidade pela identidade que conquista, pelo potencial formal e a interlocução espacial que assume perante o observador.
      O arquitecto nascido no Rio de Janeiro, tem como obra mais emblemática o conjunto de edifícios projectados para Brasilia nos anos 50, cidade inaugurada em 1960 e classificada Património da Humanidade pela UNESCO, cujo cinquentenário é em 2010.
       
      Brasília é a cidade modernista inaugurada em 1960 como resultado de um período de euforia, convergências e alianças políticas característicos deste momento de materialização do ideal moderno. É apoiada num programa de desenvolvimento, que significou para o Brasil uma experiência radical edificada na utopia modernista da educação pela forma e representava, no conjunto das intenções que a compuseram, o desejo de fundar um novo país e uma nova sociedade.
      Oscar Niemeyer, arquitecto das formas esplêndidas e do sonho, é uma referência viva da luta por um mundo melhor, mais justo, mais rico – isso mesmo, mais rico –, mais generoso e sobretudo mais humano, esse é o mundo de Niemeyer.
       
      A sua forma de agir é sempre marcada pela simplicidade e denota todo o seu conhecimento e capacidade.
       
      Niemeyer é mais do que um arquitecto, mais do que um escultor, mais do que um artista, mais do que um poeta. Niemeyer tem uma visão dilatada do mundo e dos seus problemas, o que se reflecte, sobretudo, na sua preocupação com o social. A sua palavra-chave, é “solidariedade”, uma acção concreta em favor dos menos favorecidos.
       
      Artista universal, Óscar Niemeyer é reconhecido e admirado em todo o mundo. O seu traço é de ousadia. Ousadia na busca da simplicidade e do novo que molda o betão e o transforma em suave beleza.
       
      Com a junção de linhas curvas e rectas, Niemeyer soube criar um estilo próprio de Arquitectura, desafiando o espaço na amplitude de grandes vãos livres. Respeitado em todo o mundo pela sua capacidade de superar obstáculos e ideias, e transformar sonhos em matérias, Niemeyer, é não só arquitecto. É também escultor, cenógrafo, escritor.
       
      Quando iniciou a sua vida de arquitecto, em 1936, a Arquitectura pontificava o funcionalismo que recusava a liberdade de criação e a invenção arquitectónica. Impunham-se sistemas construtivos e limitações funcionais. Mas estas não convenceram o jovem Oscar, que olhava as obras do passado tão cheias de invenção e lirismo. Não podia compreender como a Arquitectura contemporânea permanecia fria e repetida, numa época em que o betão armado podia oferecer formas livres e inesperadas.
      Para uns, é só a função que conta; para outros, inclui a beleza, a fantasia, a surpresa arquitectónica que é para Niemeyer a própria Arquitectura. No começo, Niemeyer procurou aceitar tudo isso como uma limitação provisória e necessária, mas depois voltou-se inteiramente contra o funcionalismo, desejoso de ver a Arquitectura integrada na técnica que surgia e juntas caminhando pelo campo da beleza e da poesia.
      E essa ideia passou a dominá-lo, irreprimível, decorrente talvez de antigas lembranças das igrejas de Minas Gerais, das mulheres belas e sensuais que passam pela vida, das montanhas e dos morros recortados na Baía de Guanabara.
       
      A beleza moderna da arquitectura de Oscar Niemeyer continuará a encantar o mundo
       
      Conceição Trigueiros
    • Álvaro Siza vence Leão de Ouro de carreira na Bienal de Veneza

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      O arquitecto português Álvaro Siza vai ser distinguido com o Leão de Ouro pela sua carreira, na Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, que decorre naquela cidade de 29 de Agosto a 25 de Novembro. Esta é a segunda vez que o arquitecto é premiado nesta bienal, depois de em 2002 ter recebido o Leão de Ouro de projecto.
       
      O júri justifica o prémio pela carreira singular de Álvaro Siza: “É difícil pensar num arquitecto contemporâneo que tenha mantido uma presença tão consistente na profissão como Álvaro Siza. Que esta presença seja mantida por um arquitecto que vive e trabalha na margem extrema atlântica da Europa só serve para enfatizar a sua autoridade e o seu estatuto”, lê-se no comunicado, que destaca os projectos da Casa de Chá Boa Nova e as Piscinas de Marés, ambos em Leça da Palmeira.

      Para o júri, Álvaro Siza tem mantido ao longo dos anos “uma posição única na galáxia da arquitectura”. “Siza apoiou uma produção consistente de trabalhos ao mais alto nível”, diz o júri, explicando que “protegido pela sua localização isolada, ele emite conhecimento global”. “Experimentando com as formas da geometria extrema, ele consegue produzir edifícios de grande rigor. Desenvolvendo uma linguagem arquitectónica que é unicamente sua, parece falar para todos nós.”

      A projecção nacional e internacional de Siza é sinónimo de prestígio e dignificação da cultura portuguesa em todo o mundo.
       
      A AEAULP de que Álvaro Siza é sócio honorário felicitou o arquiteto português assim que a notícia foi tornada pública

      Álvaro Siza é o arquitecto português que acumula o maior número de prémios e galardões nacionais e internacionais, com um notável conjunto de obras realizadas em Portugal e muitos outros países em vários continentes. O seu labor tem sido reconhecido planetariamente, o que não deixa dúvidas nos convites, prémios e distinções constantes. A sua obra foi exposta num número infindável de cidades, como são os casos de Copenhague, Veneza, Milão, Helsínquia, Paris, Londres, Amesterdão, Delft, Berlim, Cambridge, Nova Iorque, Paris, Barcelona, São Paulo, Toulouse Yokohama, Bruxelas, e em lugares de tanto prestigio como o Museu Alvar Aalto, o Centro Georges Pompidou, ou a Columbia  University em Nova Iorque. São numerosos os congressos e seminários internacionais e conferências em que tem participado, e os muito relevantes concursos limitados, de carácter internacional, para que tem sido convidado, bem como as inúmeras publicações de prestígio que têm abordado e divulgado os planos, projectos e obras de sua autoria.
       
      Álvaro Siza, recebeu a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique atribuída pela Presidência da República Portuguesa, em 1999, e tem sido galardoado com prémios tão importantes como, a Medalha de Ouro da Fundação Alvar Aalto (1988) ou o Prémio Europeu de Arquitectura da Comissão das Comunidades Europeias/Fundação Mies van der Rohe (1998).
       
      Depois de mais de cinquenta anos de trabalho intenso, a sua obra mantém-se contemporânea no permanente ajuste realista às condições que enfrenta e permanece alvo de um interesse que não esmorece.
      Os importantes prémios que tem vindo a receber, são disto testemunho.
       
    • Modesto Carvalhosa preside ao Conselho Geral da AEAULP

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      O Dr. Modesto Carvalhosa foi eleito por unanimidade Presidente do Conselho Geral da AEAULP em reunião que decorreu em Lisboa no passado dia 21 de Junho.
       
      Prestigiado advogado paulista com vasta obra publicada, Modesto Carvalhosa é doutorado pela USP onde leccionou até 1985. Tem tido uma forte actividade no que se refere ao tombamento e à preservação de vários edifícios. Tem desempenhado vários cargos destacando-se o de Presidente dos Conselhos de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo e é Membro do Conselho Consultivo do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Ministério da Cultura, desde 1986
    • VIII Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo

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      Maio de 2012
      • Apresentação

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        O júri da VIII Biena Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo, promovido pelo Ministério do Fomento do Governo Espanhol, distinguiu um total de 26 obras arquitectónicas e de desenvolvimento urbano como as melhores da Latioamérica, Portugal e Espanha dos últimos dois anos. De entre os finalistas foram premiadas seis obras construídas em Portugal, cinco em Espanha, três obras do Brasil, outras três do México, duas da Argentina, duas da Colômbia, duas do Paraguai, uma do Chile, Equador e Venezuela. A selecção incluiu projectos de habitação unifamiliar e coletiva e tanto de promoção pública como privada; equipamentos desportivos, educativos e de lazer; espaços museológicos; intervenções de reabilitação de edifícios; intervenções de renovação urbana e um hotel-restaurante.
        Paralelamente à selecção de obras, a VIII BIAU premiou também três livros, três publicações periódicas e um programa radiofónico na categoria de publicações, entre 230 publicações pré-selecionadas. Foram igualmente reconhecidas, entre um total de 72 propostas, os quatro melhores trabalhos de investigação no âmbito da Arquitetura e Urbanismo.
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    • Anos, de Portugal no Brasil e do Brasil em Portugal

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      Setembro 2012 - Julho 2013
      Resolução do Conselho de Ministros n.º 7/2012

      Portugal e o Brasil acordaram, por ocasião da X Cimeira, na realização, em 2012, em conjunto e simultâneo, do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, iniciativas concebidas como oportunidades para actualizar as imagens recíprocas, promover as culturas e as economias de ambos os países e estreitar os vínculos entre as sociedades civis.

      O Governo Português e o Governo Brasileiro propõem-se dar forma a estas iniciativas através da organização de temporadas com vertentes culturais e económicas, projectando inovação e modernidade, a realizar entre 7 de Setembro de 2012 e 10 de Junho de 2013, e envolvendo e somando esforços com os meios, instituições e agentes culturais, educativos, científicos, tecnológicos, económicos e mediáticos dos dois países.

      Deste modo, o Governo entende ser necessário dar, de imediato, início à definição do modelo de organização do Ano de Portugal no Brasil e, concomitantemente, da participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, bem como designar o Ministério que assume a responsabilidade pela supervisão e coordenação dos respectivos trabalhos de concepção, preparação, organização e operacionalização, em articulação com os demais departamentos governamentais com competência na matéria, dada a natureza interministerial das actividades a desenvolver.

      Atendendo à manifesta complexidade associada à organização e gestão de iniciativas desta envergadura e abrangência, e à urgência na sua preparação a presente resolução designa, ainda, o comissário-geral de Portugal, que deverá apresentar um plano global para a realização do Ano de Portugal no Brasil e para a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal.

      Assim:

      Nos termos do artigo 28.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de Janeiro, alterada pelas Leis n.os 51/2005, de 30 de Agosto, 64-A/2008, de 31 de Dezembro, e 57/2011, de 28 de Novembro e pelos Decretos-Leis n.os 200/2006, de 25 de Outubro, 105/2007, de 3 de Abril, e 116/2011, de 5 de Dezembro, e da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:

      1 - Determinar que compete ao Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros a supervisão e a coordenação, a nível governamental, dos trabalhos de concepção, preparação, organização e operacionalização do Ano de Portugal no Brasil e da participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, em articulação com os Ministros da Economia e do Emprego, e da Educação e Ciência e com o Secretário de Estado da Cultura.

      2 - Criar, na dependência do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, uma Estrutura de Missão designada por «Comissariado-Geral Português para o Ano de Portugal no Brasil e para o Ano do Brasil em Portugal em 2012/2013» cuja missão é a concepção, preparação, organização e operacionalização do Ano de Portugal no Brasil e da participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, a realizar entre 7 de Setembro de 2012 e 10 de Junho de 2013.

      3 - Determinar que a Estrutura de Missão tem os seguintes objectivos:
      a) Assegurar uma apresentação da criatividade e do conhecimento portugueses nas artes, cultura, pensamento, ciência, investigação, inovação tecnológica e economia;
      b) Assegurar a organização do Ano de Portugal no Brasil como uma operação de cooperação que implica os meios artísticos, intelectuais, económicos e mediáticos dos dois países;
      c) Assegurar todas as actividades necessárias à concretização do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, de acordo com os objectivos, prioridades e eixos de programação definidos;
      d) Coordenar a programação e desenvolver um mecanismo de mobilização, selecção e chancela de projectos oriundos da sociedade civil, assegurando a elaboração do programa oficial do Ano de Portugal no Brasil;
      e) Assegurar a formação de um comité de patrocinadores oficiais, os quais beneficiarão da campanha de comunicação global do Ano de Portugal no Brasil, tendo em vista a constituição de um fundo de apoio a projectos, sem prejuízo do recurso ao patrocínio directo de acções e eventos que usufruam igualmente dos benefícios fiscais relativos ao mecenato, nos termos admitidos na legislação de ambos os países;
      f) Assegurar a elaboração e execução de um plano de informação e comunicação global e de amplo espectro do Ano de Portugal no Brasil, estabelecendo ou promovendo, para o efeito, parcerias com meios de comunicação de massas do Brasil;
      g) Desenvolver, conjuntamente com a entidade ou estrutura homóloga brasileira, o modelo de organização e operacionalização do Ano de Portugal no Brasil e concomitantemente do Ano do Brasil em Portugal, incluindo a definição de responsabilidades e objectivos comuns e de mecanismos de financiamento;
      h) Enquadrar e garantir a articulação entre as demais entidades, públicas e privadas, envolvidas ou interessadas nestas iniciativas ou na divulgação de Portugal no estrangeiro, concertando e somando esforços com as mesmas;
      i) Assegurar todas as actividades e eventos preparatórios do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, em cooperação com a entidade ou estrutura homóloga brasileira, a terem lugar tanto em Portugal como no estrangeiro.

      4 - Determinar que a Estrutura de Missão é dirigida por um comissário-geral, o qual é coadjuvado na sua missão por:
      a) Um coordenador-geral;
      b) Um conselho geral.

      5 - Estabelecer que compete ao comissário-geral representar e dirigir a realização do Ano de Portugal no Brasil e a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, competindo-lhe especialmente:
      a) Representar Portugal perante as entidades nacionais e internacionais, em tudo o que esteja relacionado com o Ano de Portugal no Brasil e o Ano do Brasil em Portugal;
      b) Dirigir, assegurando o exacto cumprimento das orientações governamentais, todas as actividades tendentes à concretização do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, concertando com o seu homólogo brasileiro os termos da mesma e subscrevendo os compromissos adequados;
      c) Convocar e presidir às reuniões do conselho geral;
      d) Fazer executar o plano global para a realização do Ano de Portugal no Brasil e para a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal;
      e) Remeter ao Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros relatórios periódicos sobre o andamento dos trabalhos, nomeadamente a elaboração do programa oficial, estimando custos e identificando fontes, públicas e privadas, de financiamento;
      f) Dar visibilidade e sensibilizar a opinião pública brasileira para o Ano de Portugal no Brasil;
      g) Contribuir para a divulgação do país e das suas potencialidades no Brasil;
      h) Praticar todos os actos que se revelem necessários ao cumprimento dos objectivos da Estrutura de Missão.

      6 - Estabelecer que o conselho geral é presidido, por inerência, pelo comissário-geral, e composto pelo coordenador-geral, em representação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, por dois representantes da Presidência do Conselho de Ministros e por um representante dos Ministérios da Economia e do Emprego, da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território e da Educação e da Ciência, competindo-lhe:
      a) Coadjuvar o comissário-geral para a realização dos objectivos fixados;
      b) Identificar oportunidades para o Ano de Portugal no Brasil e para o Ano do Brasil em Portugal, identificando temas e projectos culturais e económicos em sentido amplo que possam despertar interesse comum;
      c) Pronunciar-se sobre a selecção de projectos e a definição da programação, bem como sobre o plano de informação e comunicação;
      d) Promover o envolvimento dos departamentos representados, de forma a garantir o seguimento e operacionalização dos compromissos assumidos e das decisões tomadas pelo comissário-geral.

      7 - Determinar que os representantes da Presidência do Conselho de Ministros são designados, um por despacho do Secretário de Estado da Cultura e outro por despacho do Secretário de Estado do Desporto e Juventude, sendo os restantes designados por despachos dos respectivos ministros.

      8 - Determinar que o comissário-geral apresenta ao Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, no prazo de 60 dias a contar da aprovação da presente resolução, um plano global para a realização do Ano de Portugal no Brasil e para a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal.

      9 - Determinar que compete à Secretaria-Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros assegurar o apoio logístico e administrativo da estrutura de missão.

      10 - Estabelecer que a estrutura de missão dispõe de um núcleo de apoio técnico permanente, a constituir com recurso aos instrumentos de mobilidade interna previstos na Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, até ao limite máximo de seis elementos.

      11 - Determinar que os encargos orçamentais relativos aos custos de funcionamento da estrutura de missão, que incluem as despesas com o pessoal que a compõe, são suportados por descativação de verbas do orçamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros para 2012 e 2013.

      12 - Determinar que os serviços, organismos, entidades ou estruturas públicos envolvidos concedam a prioridade possível, no âmbito dos respectivos planos de actividades para 2012 e 2013, à realização do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal.

      13 - Estabelecer que o comissário-geral é equiparado a cargo de direcção superior de 1.º grau, para efeitos protocolares e do disposto nos artigos 7.º, 13.º e 15.º a 17.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, não sendo remunerado pelo exercício das suas funções.
      14 - Estabelecer que o coordenador-geral, designado, em comissão de serviço, por despacho do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, é equiparado a cargo de direcção superior de 2.º grau, para efeitos protocolares e do disposto nos artigos 13.º, 15.º a 17.º e 31.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro.

      15 - Estabelecer que os membros do conselho geral não são remunerados
      .
      16 - Nomear o licenciado Miguel António Igrejas Horta e Costa, para exercer as funções de comissário-geral de Portugal para o Ano de Portugal no Brasil e para o Ano do Brasil em Portugal, pelo período de duração da estrutura de missão ora criada.

      17 - Autorizar o licenciado Miguel António Igrejas Horta e Costa a exercer funções ou actividades privadas remuneradas, nos termos da lei.

      18 - Estabelecer que o mandato da presente Estrutura de Missão se inicia à data da aprovação da presente resolução e termina com a entrega do relatório final do Ano de Portugal no Brasil, o qual deve estar concluído até ao dia 31 de Agosto de 2013.

      19 - Determinar que a presente resolução produz efeitos desde a data da sua aprovação.

      Presidência do Conselho de Ministros, 22 de Dezembro de 2011. - O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho.
    • Prémio Fernão Mendes Pinto 2012

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      Julho 2012

      Data Limite
      31 de julho de 2012

      Elegibilidade
      As propostas deverão ser apresentadas por Universidades ou Institutos de Investigação Científica de países de língua portuguesa.

      Premiação
      O valor do Prémio Fernão Mendes Pinto é de 8 000€ a atribuir numa parceria conjunta entre AULP e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ao autor premiado e cuja publicação será da responsabilidade do Instituto Camões.

      Forma de Solicitação
      Cada proposta deverá ser fundamentada, fazendo-se acompanhar pelo respectivo Curriculum vitae e de duas cópias da tese, uma em papel e outra em suporte informático. A proposta deverá ser instruída com uma Declaração da Universidade ou do Instituto de Investigação Científica a que o autor pertence, acompanhada do Parecer do Orientador da tese.

      Envie as inscrições para o endereço: 
      Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) 
      Avenida Santos Dumont, nº 67, 2º andar 
      Código Postal 1050-203 
      Lisboa-Portugal

      Contatos
      Fax: (+351) 217 816 369 
      E-mail: aulp@aulp.org

      Home Page
      http://www.aulp.org/parcerias/premios
       

    • Candidaturas cursos de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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      Maio 2012
      Turmas 2012/02 – Mestrado (15 vagas), Doutoramento (8 vagas)
      Inscrições abertas: 29/03 a 16/05/2012
       
      Área de Concentração
      PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO
      Produção de conhecimento e desenvolvimento de capacidade analítica e crítica sobre temáticas envolvidas nos campos de projeto de Arquitetura e Urbanismo, em suas diferentes escalas de objeto e territoriais do edifício à cidade, com espacial atenção às transformações modernas e contemporâneas.
       
      Linhas de Pesquisa
      ARQUITETURA MODERNA E CONTEMPORÂNEA: REPRESENTAÇÃO E INTERVENÇÃO
      Pesquisas relacionadas à compreensão e à análise crítica da ação de projeto arquitetónico moderno e contemporâneo.
       
      URBANISMO MODERNO E CONTEMPORÂNEO: REPRESENTAÇÃO E INTERVENÇÃO
      Pesquisas relacionadas à ação, ao estudo e à análise crítica das transformações e intervenções na cidade moderna e contemporânea.
       
      Corpo Docente
      Abílio Guerra; Ana Gabriela G. Lima; Angélica Benatti Alvim; Candido Malta Campos; Carlos E- Alonso; Carlos Guilherme; Carlos Leite; Charles Vicent; Célia M. Meirelles; Eunice H. S. Abascal; Gilda Collet Bruna; José Geraldo Simões Jr; M. Augusta Justi Pisani; Maria Isabel Villac; Nadia Somekh; Rafael Perrone, Roberto Righi; Ruth Verde Zein; Valter Caldana.
       
      As inscrições deverm ser feitas atrvaés dos seguintes endereços: 
       
      Doutorado:  http://www.mackenzie.com.br/stricto_sensu_doutorado2.html ;
      Mestrado:  http://www.mackenzie.com.br/stricto_sensu_mestrado010.html
       
      Telefone: 55-11- 2114 8792  

    notícias
  • eventos

    • 5º Fórum Mestres e Conselheiros: Agentes do Património

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      Agosto 2013
      O 5º FÓRUM MESTRES E CONSELHEIROS: AGENTES DO PATRIMÔNIO tem como tema principal este ano os direitos do patrimônio, objetivando-se discutir as diversas interfaces entre o direito e o patrimônio, numa perspectiva que vai dos direitos dos proprietários individuais ao direito mais amplo à cidade
      .
      Este Seminário vai reunir durante três dias em Belo Horizonte, os diversos agentes do patrimônio envolvidos com as políticas públicas de promoção dos bens culturais – membros dos conselhos municipais do patrimônio, mas também educadores e demais profissionais envolvidos com a temática referente aos Direitos do Patrimônio, além de pesquisadores e estudantes das áreas ligadas à preservação do patrimônio cultural.

      As inscrições já estão abertas para participação e apresentação de trabalhos, na página: http://www.forumpatrimoniomestres.com/.
    • Para uma Ética do Território

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      Março 2013
      • Apresentação

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        Março 2013
        O conceito de território encontra-se frequentemente associado à ideia de um espaço onde uma ordem específica, seja ela proveniente da Natureza ou dos vários tipos de jurisdição, é exercida. Assim, um território é um espaço onde a ordem de qualquer coisa ou de alguém se manifesta e é respeitada. Tal implica que o mundo, nas diferentes perspectivas pelas quais se constitui, é acessível através da descrição do conjunto dos seus territórios.
        Será então o carácter da ordem definidora de um território que caracteriza as diferentes disciplinas e ramos do conhecimento que usam este conceito (o de ordem) como instrumento de análise. Para que os diferentes objectos de estudo assim constituídos possibilitem uma descrição com sentido é necessário adoptar critérios axiológicos que acabam inevitavelmente por determinar uma hierarquização dos territórios (enquanto objectos e elementos classificáveis) e um juízo sobre a sua presença (enquanto objectos de desejo, de fruição, de posse ou de ordenamento).
        Contrariando a neutralidade reivindicada por uma noção corrente de cientificidade, o estudo do(s) territórios(s) não está isento de pré-juízos, tanto do ponto de vista ético quanto do estético.
        Para Uma Ética Do Território tem como propósito discutir algumas das questões prementes (e, por vezes, inquietantes) dos debates actuais que neste âmbito se levantam.
      • Temas

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        1. Utopias Locais e Contra-cultura
        O conceito de sustentabilidade, na sua mais recente versão, é certamente cúmplice daquilo a que poderemos chamar o “regionalismo absoluto”. São as implicações (de toda a ordem, inclusivamente a cultural) da adopção destes novos modos de uso do território que interessa avaliar.

        2. Para que serve o dinheiro?
        O dinheiro é protagonista das mudanças através das quais as sociedades alteram ou mantêm um certo tipo de apropriação do território. Nas suas diferentes escalas e na repartição de tarefas que permitem cumprir a quase totalidade dos ciclos vitais e dos processos económicos, caracterizando as diferentes comunidades, o dinheiro é o único veículo com uma dupla natureza aparentemente contraditória: abstracta e ao mesmo tempo concreta.

        3. Urbanismo e Antropologia
        Sem a perspectiva antropológica que, de algum modo, acaba sempre por repor a escala humana em todas as conceptualizações do espaço, o Urbanismo torna-se uma mera abstracção do espaço da vida que, assim, pode ficar reduzido a um desenho. Qual? O desenho de um desejo de ordem.

        4. Propriedade: entre a natureza e o artifício
        A Paisagem resulta da artificialização da natureza pelo homem. Uma intervenção equilibrada que não seja lesiva da natureza ou da cultura exige um esforço de compreensão do seu funcionamento e o reconhecimento de que esta compreensão será sempre limitada e insuficiente. O conceito de posse da terra constitui um factor limitativo de políticas sustentáveis que deve ser encarado seriamente na sua dimensão.

        5. Planeamento ou desregulação?
        Planear ou “laissez faire” tem sido um debate subjacente a todas as políticas de intervenção do Estado na ocupação do território. Qual é a medida “certa” entre estes dois extremos?

        6. Economias paralelas e oblíquas
        Se quando falamos em economia queremos significar a lógica de trocas entre sistemas de produção e sistemas de consumo, que passam sempre pela distribuição e divulgação daquilo que é produzido, permitindo, por outro lado, àquele que consome reforçar, pelo consumo, o seu estatuto no arranjo societário (num espaço e num tempo determinados), é necessário não esquecer que o juízo da lei vai sancionar em definitivo a legitimidade dessas trocas. Daí a possibilidade de distinção tipológica das manifestações do fenómeno económico.

        7. Ética e Estética do Território
        O estudo do(s) territórios(s) cai necessariamente na esfera de um questionamento valorativo. Por um lado, na alternativa entre a moralidade da ordem objectiva do mundo e as opções da ética subjectiva na esfera do agir.  Mas também a valoração estética, que procura actualmente libertar-se das oscilações do gosto pessoal e reconhecer a objectividade da Beleza (ordem) natural, se vê confrontada com a omnipresença da desordem, sendo por isso solicitada a diagnosticar os elementos negativos na permanente degradação dos territórios enquanto bens comuns.
      • Calendário

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        1. Submissão de Resumos Expandidos – até 24 de Fevereiro;

        2. Divulgação do Parecer da Comissão Científica – a partir 14 de Março;

        3. Inscrição e Pagamento comprovado – até 18 de Março;

        4. Seminário com Apresentação dos Trabalhos Finais – 25 e 26 de Março;

        5. Submissão do Artigo Final e da Declaração de Direitos Autorais – até 28 de Abril
      • Programa

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        25 de Março

        9:30h | Recepção de Participantes

        10h00 | Sessão de Abertura
        José Pinto Duarte – Presidente FAUTL
        Fernando Moreira da Silva – Presidente CIAUD
        Manuela Raposo Magalhães – CEAP
        Adriana Veríssimo Serrão – CFUL
         
        Apresentação CD “O (Re)verso da Paisagem”
        Mª da Conceição Trigueiros – Presidente AEAULP
         
        Projecto “Arquitecturas do Mar”
        J. D. Gorjão Jorge

        11h00 | Pausa para café

        11h15 | Utopias Locais e Contra-cultura
        Moderação: Margarida Cancela d’Abreu
         
        A ecotopia da cidade-campo e o agro-urbanismo. De movimento de contra-cultura a cultura dominante?
        Andreia Saavedra Cardoso
         
        A gentrificação marginal: entre a utopia local do mix social e o movimento de contracultura
        Luís Filipe Mendes
         
        Reflexos: Os lugares da cidade
        Miguel Baptista-Bastos

        13h00 | Pausa para almoço

        14h30 | Ética e Estética do Território (1ª parte)
        Moderação: Adriana Veríssimo Serrão
         
        Notas para o Diário de um Zé-ninguém
        J. D. Gorjão Jorge
         
        A Estética da Terra
        Maria José Varandas
         
        Objectivação e Interpretação: Para uma Leitura do Território
        Teresa Madeira da Silva
         
        Território como Política
        Álvaro António Domingues

        16h15 | Pausa para café

        16:30h | Ética e Estética do Território (2ª parte)
        Moderação: Adriana Veríssimo Serrão
         
        Por uma pedagogia do território: resgataro conceito «civics» de Patrick Geddes
        Paula André
         
        Critérios de autenticidade na reabilitação do património industrial em Lisboa relativamente ao uso (função) do edificado
        Carlos Alho e Miguel Monteiro
         
        O arquitecto, a ética e a estética
        Célia Maia
         
        Territórios de Informação: visibilidade e estética das tecnologias da informação (TI)
        Diogo Pereira Henriques
         
        Olivais Norte, Lisboa: ordem e hierarquia num bairro moderno
        Michel Toussaint

        26 de Março

        10h00 | Ética e Estética do Território (3ª parte)
        Moderação: Adriana Veríssimo Serrão
         
        Para uma compreensão ontológica da Cidade Maribel Sobreira
         
        Antes e após o território - Paisagem como fim e possibilidade no estudo do território
        Moirika Reker e Júlio Barêa Pastore
         
        Morphologic resetting and qualification of spaces for public uses
        Mariagrazia Leonardi

        11h00 | Pausa para café

        12h00 | Para que serve o dinheiro?
        Moderação: J. D. Gorjão Jorge
         
        Entre os valores da terra e o valor do mar
        Francisco Felizol Marques
         
        Cidades flutuantes - as futuras arquitecturas do mar
        Maria da Graça Bachmann
         
        A génese da riqueza de Olhão na época Moderna
        Cristina Garcia, Sofia Macedo e Sandra Romba

        13h00 | Pausa para almoço

        14h30 | Planeamento ou desregulação
        Moderação: Pedro Ramos Arsénio
         
        Regulação e desregulação: um caso exemplar. Ou as contradições de uma paisagem (des)protegida - Aljezur e Costa Vicentina
        Maria João Neto
         
        Expansión periférica e crisis urbana. La gestión de la ciudad de Saint-Louis de Senegal y la transformación de su espacio antrópico en la búsqueda de un equilíbrio social, económico y ambiental
        Lucía Martínez Quintana
         
        A influência da Reserva Ecológica Nacional no processo de urbanização: A utilização de Autómatos Celulares no concelho de Albufeira
        João Rodrigues, João Nunes e Pedro Arsénio
         
        O projecto urbano estratégico como resposta à crise do planeamento
        Stefano Dettori e Carlos Alho


        16h15 | Pausa para café

        16:30h | Urbanismo e Antropologia
        Moderação: Manuela Raposo Magalhães
         
        O Território da noite nas Arquitecturas sem Fachada
        Maria Dulce Loução
         
        Antropologia do espaço ou espaço da arquitectura
        Teresa Vasconcelos e Sá
         
        Rua: convívio, ocupação e resistência
        Vitor Braz, Adriana Caúla e Cristina Nacif
         
        O projecto Espaço Relacional e Direito à Cidade. Articulações entre antropologia e arquitectura, e a questão da qualificação urbanística no Bairro da Cova da Moura
        Júlia Carolino e Isabel Raposo
         
        Dinâmicas Narrativas em Áreas Protegidas: o Parque Natural da Ria Formosa
        Manuel João Ramos, Carlos Mendes e Rita Reis
         
        Localidades Envolventes de Lagoa de Albufeira: Semelhanças e Contrastes
        Carlos Figueiredo e João Teles

        Faça aqui o download do programa do SEMINÁRIO "PARA UMA ÉTICA DO TERRITÓRIO".
         
      • Normas

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        Normas paraa submissão dos resumos expandidos
        até 24 de Fevereiro

        Documento Word, A4,Arial 10, mínimo de 3000 e máximo de 8000 caracteres (incluindo espaços), segundo o modelo em anexo;
        - Língua: português, castelhano, inglês ou francês.

        Todos os resumos devem constar de duas páginas:
        1ª página–título, tema e nomes dos autores (incluindo instituição e país de origem);

        2ª página –título, tema, 5 palavras chave e texto do resumo (até 8000 caracteres).

        Normas para a Apresentação (dia 25 ou 26 de Março):
        Apresentação em formato PowerPoint 97-2003 (ou outro, compatível com sistema operativo Windows 7™) com duração máxima de 15 minutos, tendo em conta, se for o caso, as indicações apresentadas pelos avaliadores.

        Download do template para submissão dos resumos expandidos aqui
         
        Normas para a submissão dos trabalhos finais

        até 28 de Abril

        Documento Word (.doc), dimensão A5, letra Arial 9, segundo o modelo de formatação:
        - Espaçamento antes e depois dos parágrafos 6pt e entre linhas “simples”.
        - Recuo das margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 1,5 cm;
        - Língua: português, castelhano, inglês ou francês.

        Todos os artigos devem constar de duas páginas:

        1ª página - Resumo
        - Título (do artigo) – Arial 11, negrito e alinhado à direita;
        - Autor(es) (incluindo instituição e país) - Arial 9, alinhado à direita;
        - Resumo (até 200 palavras) e 5 palavras-chave - Arial 9 e justificado.

        2ª página – Texto do Artigo
        - Títulos dos capítulos (se existirem) - Arial 9, Negrito, à esquerda e, se necessário, numerados;
        - Títulos dossub-capítulos (se existirem) - Arial 9, itálico, alinhado à esquerda;
        - Artigo (no máximo 3000 palavras) - Arial 9 e justificado;
        - Imagens (no máximo 6, preto e branco, JPEG ou TIFF e 300 dpi) - ao longo e de acordo com o texto, legendadas (Arial 7), numeradas com a designação fig. x e identificadas as fontes;
        - Notas de rodapé - Arial 7 e justificado;
        - Referências Bibliográficas (Norma Portuguesa 405) - Arial 9 e justificado.

        É da inteira responsabilidade do autor a salvaguarda dos direitos autorais do conteúdo apresentado, nomeadamente passagens de texto, figuras e datas, assim como, a opção de utilizar ou não o novo acordo ortográfico. Terá de declarar a autorização prévia da publicação do artigo pelo Gabinete Editorial e de Comunicação da Faculdade de Arquitectura (GEC-FAUTL), descarregando o modelo em anexo e enviando-o juntamente com uma cópia de documento identificativo para arquitecturas.mar@fa.utl.pt.

        À Comissão Científica/Organizadora reserva-se o direito de seleccionar os artigos a publicar.

        Download do modelo para declaração dos direitos autorais aqui

        Download da norma portuguesa de referenciação bibliográfica NP405 aqui

        Download do template para submissão dos artigos finais aqui

        Normas para atribuição de créditos ECTS aos alunos da FA-UTL
        até 28 de Abril

        Os alunos da FA-UTL que se inscreverem no seminário internacional “Para uma Ética do Território” poderão obter 1 crédito ECTS.
        A condição para a atribuição deste crédito pressupõe a realização de um trabalho de investigação, com aproveitamento, na sequência dos conhecimentos apreendidos durante o seminário. Poderá ser uma síntese de todas as comunicações ou um enfoque numa das temáticas abordadas.
        O valor desse trabalho, num total de 25h, será apreciado pelo Prof. Doutor Gorjão Jorge e pelo Prof. Doutor Pedro Abreu, podendo vir a ser publicado juntamente com os artigos comunicados.
        No acto da inscrição, o aluno deverá indicar esta opção e efectuar o respectivo pagamento (35€).
      • Inscrições

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        Procedimento para Inscrição:
        1.1       Preencher e enviar ficha de Inscrição  da seguinte forma, de acordo com o modelo:
        1.1.1    Indicar código PET da comunicação aceite (ex. PET 1.001) ou número de aluno FA-UTL na no caso da opção 1 ECTS (ex. FA 1000);
        1.1.2    Preencher dados pessoais (nome, instituição e contactos);
        1.1.3    Seleccionar opção de inscrição “Comunicar” ou “Assistir”, indicando se é estudante ou membro associado da AEAULP e o respectivo nº de identificação;
        1.1.4    No caso de comunicante, indicar o seu perfil científico, assim como, o título, tema e nome dos autores da comunicação aceite;
        1.1.5    Indicaro(s) dia(s) e período(s) que tem preferência/disponibilidade para comunicar;
        1.2       Enviar comprovativo de pagamento (e de estudante/sócio, se for o caso).

        Download do template da ficha de inscrição aqui
        Enviar para arquitecturas.mar.fa@gmail.com


        Procedimento para Pagamento:
        O pagamento deve ser efectuado por transferência bancária e comprovado até dia 18 de Março.No comprovativo deverá indicar que é no âmbito do seminário “Para uma Ética do Território”, com nome e/ou código PET ou FA.
        - Para pagamentos feitos de Portugal - NIB: 0035 0620 00000657630 34
        - Para pagamentos feitos do estrangeiro - IBAN: PT50 0035 0620 00000657630 34
        SWIFT: CGDIPTPL | Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa
        Também possível Sistema Pay-Pal. Mais informações: geral@aeaulp.com | +351 213 615 055.
      • Organização

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        Comissão Organizadora (instituições):
        - “Arquitecturas do Mar” (PTDC/AUR-AQI/113587/2009);
        - “Ordenamento Potencial da Paisagem de Base Ecológica” (PTDC/AUR-URB/119340/2010);
        - “Filosofia e Arquitectura da Paisagem” (PTDC/FIL-FIL/100565/2008).
        Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design (CIAUD-FA-UTL);
        Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista Prof. Caldeira Cabral (CEAP-ISA-UTL);
        Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (FL-UL);
        Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP).

        Comissão Executiva:
        Carlos Ferreira
        Joana Lopes
        João Esteves
        Maria Mendes
        Marina Charnock
        Ricardo Ribeiro
        Rita Batista

        Comissão Científica:
        Angélica Benatti Alvim (FAU-MACKENZIE )
        Adriana Veríssimo Serrão (CF-UL )
        Carlos Dias Coelho (FA-UTL)
        Conceição Trigueiros (AEAULP )
        Fernando Betim (CAU-PUCrio )
        Manuela Raposo Magalhães (ISA-UTL )
        Margarida Cancela d’Abreu (APAP )
        Maria Marques Calado (FA-UTL)
        J. D. Gorjão Jorge (FA-UTL)
        Pedro Miguel Ramos Arsénio (ISA-UTL)
        Sandra Patrício Vichietti (IP-USP )
        Isabel Rosa (FA-UTL) 
        Vladimir Bartalini (FA-USP)
         
      • Comunicações aceites

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        Código Nomes Título Tema
        1,003 Luís Filipe Gonçalves Mendes A gentrificação marginal: entre a utopia local do mix social e o movimento de contracultura 1. Utopias Locais e Contra-cultura
        1,004 Andreia de Sousa Saavedra Cardoso A ecotopia da cidade-campo e o agro-urbanismo. De movimento de contra-cultura a cultura dominante? 1. Utopias Locais e Contra-cultura
        1,005 Miguel Baptista-Bastos Reflexos: Os lugares da cidade  1. Utopias Locais e Contra-cultura
        2,001 Francisco Felizol Marques Entre os valores da terra e o valor do mar 2. Para que serve o dinheiro?
        2,002 Maria da Graça Bachmann Cidades flutuantes –  as futuras arquitecturas do mar 2. Para que serve o dinheiro?
        2,003 Cristina Garcia; Sofia Macedo; Sandra Romba A génese da riqueza de Olhão na época Moderna 2. Para que serve o dinheiro?
        3,001 Teresa Vasconcelos e Sá Antropologia do espaço ou espaço da arquitectura 3. Urbanismo e Antropologia
        3,002 Maria Dulce Loução O Território da noite nas Arquitecturas sem Fachada 3. Urbanismo e Antropologia
        3,003 Vitor Cunha Longo Braz; Adriana Mattos de Caúla; Cristina Lontra Nacif Rua: convívio, ocupação e resistência 3. Urbanismo e Antropologia
        3,004 João Manuel Ramos; Carlos Mendes; Rita Reis Dinâmicas Narrativas em Áreas Protegidas: o Parque Natural da Ria Formosa 3. Urbanismo e Antropologia
        3,005 Carlos Figueiredo e João Teles Localidades Envolventes de Lagoa de Albufeira: Semelhanças e Contrastes 3. Urbanismo e Antropologia
        3,006 Júlia Carolino; Isabel Raposo; Joana Pestana Lages; Ana Valente; Teresa Sá; José Luís Crespo; Inês Veiga; Sofia Borges O projecto Espaço Relacional e Direito à Cidade. Articulações entre antropologia e arquitectura, e a questão da qualificação urbanística no Bairro da Cova da Moura 3. Urbanismo e Antropologia
        5,001 Lucía Martínez Quintana Expansión periférica e crisis urbana. La gestión de la ciudad de Saint-Louis de Senegal y la transformación de su espacio antrópico en la búsqueda de un equilíbrio social, económico y ambiental 5. Planeamento ou desregulação
        5,003 Stefano Dettori; Carlos Alho O projecto urbano estratégico como resposta à crise do planeamento 5. Planeamento ou desregulação
        5,004 João Rodrigues; João Ferreira Nunes; Pedro Arsénio A influência da Reserva Ecológica Nacional no processo de urbanização: A utilização de Autómatos Celulares no concelho de Albufeira 5. Planeamento ou desregulação
        5,005 Maria João Pereira Neto Regulação e desregulação: um caso exemplar. Ou as contradições de uma paisagem (des)protegida - Aljezur e Costa Vicentina 5. Planeamento ou desregulação
        7,001 Nuno Miguel Monteiro Peixoto; Carlos Alho Critérios de autenticidade na reabilitação do património industrial em Lisboa relativamente ao uso (função) do edificado 7. Ética e Estética do Território
        7,002 Paula André Por uma pedagogia do território: resgataro conceito «civics» de Patrick Geddes 7. Ética e Estética do Território
        7,004 Moirika Reker; Júlio Barêa Pastore Antes e após o território - Paisagem como fim e possibilidade no estudo do território 7. Ética e Estética do Território
        7,005 Célia Maia O arquitecto, a ética e a estética 7. Ética e Estética do Território
        7,006 Maria José Varandas A Estética da Terra 7. Ética e Estética do Território
        7,008 Álvaro António Gomes Domingues Território como Política 7. Ética e Estética do Território
        7,007 Teresa Madeira da Silva Objectivação e Interpretação: Para uma Leitura do Território 7. Ética e Estética do Território
        7,010 Diogo Pereira Henriques Territórios de Informação: visibilidade e estética das tecnologias da informação (TI) 7. Ética e Estética do Território
        7,011 Mariagrazia Leonardi Morphologic resetting and qualification of spaces for public uses  7. Ética e Estética do Território
        7,012 Michel Toussaint Olivais Norte, Lisboa: ordem e hierarquia num bairro moderno 7. Ética e Estética do Território
        7,013 Maribel Sobreira Para uma compreensão ontológica da Cidade 7. Ética e Estética do Território
        7,014 José Duarte Gorjão Jorge Notas para o Diário de um Zé-ninguém 7. Ética e Estética do Território
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    • “O (Re)verso da Paisagem – Filosofias da Pobreza e da Riqueza”

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      25 Março 2013

      Lançamento CD

      “O (RE)VERSO DA PAISAGEM – FILOSOFIAS DA POBREZA E DA RIQUEZA” | LANÇAMENTO DO CD

      Auditório Rainha Sonja (Espaço CUBO) | Faculdade de Arquitectura (FAUTL) | 25 de Março de 2013 | 10h
       
      No âmbito do 2º seminário internacional “O (Re)verso da Paisagem – Filosofias da Pobreza e da Riqueza”, realizado no passado dia 22 e 23 de Outubro de 2012, vimos pelo presente meio informar que iremos realizar uma sessão de apresentação do CD que contém os artigos resultantes do referido seminário, no próximo dia 25 de Março, a partir das 10h, no auditório Rainha Sonja (espaço CUBO) da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (FA-UTL).

      O referido evento irá integrar o programa do 3º seminário internacional “Para uma Ética do Território”, a realizar-se nos dias 25 e 26 de Março. Principalmente direccionado a docentes universitários, investigadores, alunos e profissionais na área da Arquitectura, Arquitectura Paisagista, Filosofia, Antropologia, Ambiente e Urbanismo, entre outros, os interessados deverão inscrever-se até 15 de Março. Esta inscrição é obrigatória, pois está limitada ao número de lugares disponíveis.
    • BIAU Exposição e ciclo de conferências

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      Fevereiro - Março 2013
      ABERTURA DA TEMPORADA DE ARQUITECTURA NA GALERIA
      BOAVISTA COM A INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO VIII BIAU


      A NOTE, em parceria com a Camara Municipal de Lisboa apresenta a abertura da
      Temporada Arquitectura na Galeria Boavista com a inauguração da VIII BIAU.

      CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
      15 Fevereiro 19.00h, na Galeria Boavista - Rua da Boavista 50, Lisboa.

      19.00h - Apresentação da exposição VIII BIAU pelos representantes do
      Ministério do Fomento de Espanha e representantes da Câmara Municipal
      de Lisboa.


      A Bienal Ibero-americana de Arquitectura e Urbanismo é uma iniciativa do
      Ministério de Fomento do Governo de Espanha que pretende estabelecer o
      intercâmbio de experiências e debate entre os arquitectos e urbanistas dos países Ibero-americanos.
      Estarão presentes a Vereadora da Cultura, Ana Catarina Vaz Pinto, o Vereador do
      Urbanismo e Planeamento Estratégico Manuel Salgado, o Coordenador de Galerias Municipais, João Mourão, o subdirector Geral de Arquitectura e Edificação Francisco Javier Martín Ramiro, em representação do Ministério do Fomento de Espanha, Carlos Baztán, Director de itenerancia da VIII BIAU, e o Presidente do Colégio dos Arquitectos
      de Espanha Jordi Ludevid.

      19.30h - Visita à exposição com os representantes da VIII BIAU

      19.45h - Apresentação da NOTE - plataforma de divulgação de arquitectura:

      NOTE é uma plataforma de divulgação, reflexão e debate no âmbito da
      arquitectura, cujo principal objectivo é promover a participação dos diferentes
      segmentos sociais na construção de um pensamento critico em matéria de
      arquitectura. Durante o primeiro semestre de 2013 a NOTE vai funcionar na
      Galeria da Boavista em Lisboa, espaço pertencente à CML, com um programa
      mensal de exposições, conferências, conversas, mesas redondas e workshops.

      Para informações sobre a NOTE : www.note.org.pt
      Bárbara Silva (Directora NOTE): bs.barbarasilva@gmail.com

      20.00h - Apresentação de panorama de obras premiadas na VIII BIAU
      Apresentação de panorama de obras premiadas na exposição pelos comissários
      espanhóis Arq. Angela Paredes e Arq. Ignacio Pedrosa e pela comissária
      portuguesa Arq. Inês Lobo.
      Uma exposição que nos convida a viajar pela arquitectura dos nove países
      representados: Brasil, Portugal, Espanha, México, Argentina, Colômbia, Equador,
      Paraguai e Chile.
      Para informações sobre os projectos premiados: http://www.biau.es

      20.15h – Conferência Arq. João Luis Carrilho da Graça
      O ciclo de conferências será iniciado com uma conferência do arquitecto
      Carrilho da Graça que irá apresentar a obra premiada pela VIII BIAU -
      Ponte Pedonal na Covilhã.
      …………………………………………………………………………………..

      CICLO DE CONFERÊNCIAS: QUINTAS À NOITE
      (programa bissemanal)

      QUINTA 28 Fevereiro 21.30h
      Cristina Guedes & Francisco Campos, Ricardo Bak Gordon

      QUINTA 14 Março 21.30h
      Maria Manuel Oliveira, João Mendes Ribeiro

      QUINTA 28 Março 21.30h
      Franci sco Mateus, Álvaro Puntoni
    • FESTin 2013

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      Abril 2013
      Em 2013, o FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa chega à sua 4ª edição. De 3 a 10 de abril, no Cinema São Jorge, em Lisboa, celebra-se a cultura lusófona através do cinema, num ambiente de partilha, intercâmbio e inclusão social, proporcionando o acesso do público a filmes que dificilmente chegam aos circuitos comerciais.

      Nesta edição, o FESTin dá destaque ao cinema angolano, depois de ter homenageado Moçambique (2010), Portugal (2011) e o Brasil (2012).
      Para além das duas seções de competição (longas e curtas-metragens), o festival volta a integrar a Mostra de Cinema Brasileiro, anteriormente organizada pela Fundação Luso-Brasileira, que se subdivide igualmente em longas e curtas-metragens.

      A habitual Mostra de Inclusão Social apresentará ainda um conjunto de filmes de temática social, que têm marcado a programação do FESTin desde a sua primeira edição, em 2010.

      Homenagens, retrospetivas, oficinas e mesas redondas completam um programa sempre aliciante para quem anseia conhecer melhor o cinema oriundo de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste.

      O FESTin é produzido pela Padrão Actual, em coprodução com a Fundação Luso-brasileira e a EGEAC - Cinema São Jorge. Surgiu em 2010, por iniciativa das jornalistas brasileiras Léa Teixeira e Adriana Niemeyer, e do médico português Victor Serra. Procurando alcançar um público cada vez mais alargado, o FESTin já realizou itinerâncias em Coimbra, Aveiro, Seia (em parceria com o festival Eco-Seia) e em Bagé, Brasil.

      Programação completa a partir de março em:
      www.festin-festival.com e http://www.facebook.com/festin.festival
    • Seminário Internacional "O (Re)verso da Paisagem - Filosofias da Pobreza e da Riqueza"

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      Outubro 2012
      APRESENTAÇÃO

      Toda a Paisagem, qualquer que esta seja, implica sempre um verso e um reverso. Por verso entenderemos aquilo que se vê, enquanto que por reverso, aquilo que se não vê… sempre, claro, de um determinado ponto de vista. Poder-se-á considerar que existe uma relação dialéctica entre verso e reverso como entre ricos e pobres? Talvez, mas o que é certo, e eventualmente importante, é que as duas faces da Paisagem só são conceptualizáveis quando se apresentam em oposição. E pontos de vista diferentes darão azo a vivências também diferentes.

      É que a Paisagem, enquanto construção cultural, situada no espaço e no tempo, corresponde sempre a uma certa expectativa de quem a vê. A essa expectativa não são estranhos, claro, os juízos económicos que percorrem um vasto campo de significação que vai da função à beleza.

      Mas Paisagem, na condição de algo construído, implicará sempre a existência de um seu reverso, como uma peça de roupa ou o cenário de um teatro implicam, respectivamente, um forro e uns bastidores. Dever-se-á isso ao facto de, à semelhança de qualquer dispositivo espacial de representação, a percepção da Paisagem, como tal, só ser possível com o concurso de uma ilusão… por vezes sustentada materialmente? A esta pergunta pode juntar-se outra. Que representa a Paisagem? Ou, mais concretamente, onde vai esta pedir emprestado o seu sentido?

      É verdade que dispomos de respostas simplificadas quando evocamos o nosso reportório de conceitos ambientais, as nossas experiências poéticas culturalmente codificadas ou o mito. Em qualquer caso, algo se desenvolve aqui como um processo sempre dinâmico.

      E, de facto, é a partir do seu reverso que o, por assim dizer, mecanismo da Paisagem funciona. Aquilo que é necessário preservar, manter ou recuperar exige o emprego de determinados meios e/ou a mobilização de competências e, muitas vezes, da consciência do próprio público. Por isso mesmo, não existe, em rigor, Paisagem absolutamente natural. A presença do Homem, imprescindível ao reconhecimento da sua existência, vem perturbar-lhe a solidão. Estranhamente, toda a potência comunicativa da Paisagem assenta aí.

      Nos últimos cinco séculos ensinaram-nos a olhar para a Paisagem de modos específicos, familiarizando-nos com o seu verso. Conseguiremos, agora, numa tentativa de elementar Pedagogia, apreciar o seu reverso? Até porque, pelo verso e pelo reverso, a Paisagem é algo que merece a todos os títulos ser reconceptualizado.

      TEMAS

      1. A Natureza do Turismo
      (motivações, mecânica, actividades correlacionadas, consequências e cultura do Turismo da “Natureza”)

      2. Estéticas do Poder
      (dimensão estética da arquitectura e do urbanismo como expressão de uma ordem instituída)

      3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano
      (a cidade como equivalente do parque temática)

      4. Paisagem Desprotegida
      (o devir incerto da ordem “natural”)

      5. Filosofias da Sobrevivência
      (as doutrinas e os métodos de manutenção de modos de vida nos espaços sustentáveis)

      6. Arte e Lixo: a forma das coisas
      (o bom e o mau destino das obras humanas)

      DESTINATÁRIOS
      Docentes universitários, investigadores, alunos e profissionais na área da Arquitectura, Arquitectura Paisagista, Filosofia, Ambiente e Urbanismo, entre outros.

      LOCAL
      Instituto Superior de Agronomia - Universidade Técnica de Lisboa

      CALENDÁRIO

      21 de Setembro
      Data limite para a recepção dos Resumos  Expandidos

      5 de Outubro
      Divulgação do parecer da Comissão Cientifíca sobre a aceitação dos resumos expandidos

      22 de Outubro
      Realização do Seminário Internacional "O (Re)verso da Paisagem - Filosofias da Pobreza e da Riqueza"

      Dezembro
      Publicação de Artigos pelo CIAUD

      Normas para submissão dos resumos expandidos:
      Documento Word (.doc), A4, letra Arial 10 e até 3500 caracteres (incluindo espaços);
      - Língua: português, castelhano, inglês ou francês.
      Todos os resumos devem constar de duas páginas:
       1ª página – título, tema e nomes dos autores (incluindo instituição e país de origem);
      2ª página – título, tema, 5 palavras chave e texto do resumo.

      Download do template para a submissão do resumo expandido aqui

      nota: enviar resumo expandido para:
      arquitectura.mar.fa@gmail.com


      Normas para a submissão dos trabalhos finais:

      Documento Word (.doc), A5, letra Arial 9, alinhamento justificado;
      - Espaçamento antes e depois dos parágrafos 6pt e entre alinhas “simples”.
      - Recuo das margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 1,5 cm;
      - Língua: português, castelhano, inglês ou francês.

      Todos os artigos devem constar de duas páginas:
      1ª página – título, tema e autores (incluindo instituição e país), resumo e 5 palavras-chave;
      - O resumo não poderá exceder as 200 palavras.

      2ª página – título, tema, 5 palavras chave e texto do artigo;
      - O artigo poderá ter, no máximo, 3000 palavras (incluindo resumo) e 6 imagens;
      - O título a negrito, Arial 11, alinhado à direita;
      - Os títulos de capítulos (se existirem) a negrito, Arial 9, justificados, e se necessário numerados;
      - Os títulos de sub-capítulos (se existirem) em itálico;
      - As imagens (preto e branco, JPEG ou TIFF e de 300 dpi) inseridas ao longo e de acordo com o texto, legendadas (Arial 7) e numeradas com a designação fig. x, identificadas as fontes;
      - As notas de rodapé em Arial 7.

      nota: enviar trabalho final para:
      arquitectura.mar.fa@gmail.com

      INSCRIÇÃO
      30€ (25€ para estudantes)

      Os valores indicados aplicam-se a cada participante.

      Os pagamentos serão feitos por transferência bancária, da seguinte forma:
       
      Para pagamentos feitos do estrangeiro
      IBAN: PT50 0035 0620 00000657630 34
      SWIFT: CGDIPTPL
      Pagamento a: Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa
       
      Para pagamentos feitos de Portugal
      NIB: 0035 0620 00000657630 34
       
      nota: enviar comprovativo de pagamento com identificação e endereço juntamente com a ficha de inscrição para:
      arquitectura.mar.fa@gmail.com

      COMISSÃO CIENTÍFICA
      A divulgar oportunamente

      COMISSÃO ORGANIZADORA

      Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design (CIAUD-FA-UTL)

      Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP)

      Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista Prof. Caldeira Cabral (CEAP-ISA-UTL)

      Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CF-UL)
       
      • Apresentação

        nova pagina
        Toda a Paisagem, qualquer que esta seja, implica sempre um verso e um reverso. Por verso entenderemos aquilo que se vê, enquanto que por reverso, aquilo que se não vê… sempre, claro, de um determinado ponto de vista. Poder-se-á considerar que existe uma relação dialéctica entre verso e reverso como entre ricos e pobres? Talvez, mas o que é certo, e eventualmente importante, é que as duas faces da Paisagem só são conceptualizáveis quando se apresentam em oposição. E pontos de vista diferentes darão azo a vivências também diferentes.

        É que a Paisagem, enquanto construção cultural, situada no espaço e no tempo, corresponde sempre a uma certa expectativa de quem a vê. A essa expectativa não são estranhos, claro, os juízos económicos que percorrem um vasto campo de significação que vai da função à beleza.

        Mas Paisagem, na condição de algo construído, implicará sempre a existência de um seu reverso, como uma peça de roupa ou o cenário de um teatro implicam, respectivamente, um forro e uns bastidores. Dever-se-á isso ao facto de, à semelhança de qualquer dispositivo espacial de representação, a percepção da Paisagem, como tal, só ser possível com o concurso de uma ilusão… por vezes sustentada materialmente? A esta pergunta pode juntar-se outra. Que representa a Paisagem? Ou, mais concretamente, onde vai esta pedir emprestado o seu sentido?

        É verdade que dispomos de respostas simplificadas quando evocamos o nosso reportório de conceitos ambientais, as nossas experiências poéticas culturalmente codificadas ou o mito. Em qualquer caso, algo se desenvolve aqui como um processo sempre dinâmico.

        E, de facto, é a partir do seu reverso que o, por assim dizer, mecanismo da Paisagem funciona. Aquilo que é necessário preservar, manter ou recuperar exige o emprego de determinados meios e/ou a mobilização de competências e, muitas vezes, da consciência do próprio público. Por isso mesmo, não existe, em rigor, Paisagem absolutamente natural. A presença do Homem, imprescindível ao reconhecimento da sua existência, vem perturbar-lhe a solidão. Estranhamente, toda a potência comunicativa da Paisagem assenta aí.

        Nos últimos cinco séculos ensinaram-nos a olhar para a Paisagem de modos específicos, familiarizando-nos com o seu verso. Conseguiremos, agora, numa tentativa de elementar Pedagogia, apreciar o seu reverso? Até porque, pelo verso e pelo reverso, a Paisagem é algo que merece a todos os títulos ser reconceptualizado.

        DESTINATÁRIOS
        Docentes universitários, investigadores, alunos e profissionais na área da Arquitectura, Arquitectura Paisagista, Filosofia, Ambiente e Urbanismo, entre outros.

        LOCAL
        Instituto Superior de Agronomia - Universidade Técnica de Lisboa
        Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa, Portugal (Lat: 38°42'N; Long: 9°11'W; Alt: 60m)
      • Programa

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        Dia 22 de Novembro
         
         
        10h00 | MagicalMistery Tours
        Moderação: Adriana Veríssimo Serrão
         
        MagicalMistery Tours:O Charme Discreto da Natureza
        J. D. Gorjão Jorge
         
        O papel dos Centros Históricos na cidade: estudo comparativo entre João Pessoa e Tours
        Alzilene Ferreira da Silva
         
        Raízes Ideológicas da Festa Urbana no Ocidente
        Manuel João Ramos
         
        Os efeitos espectaculares da mediatização dos acontecimentos na era do simulacro
        Rui Barreiros Duarte
         
        Imaginários de Cidade na Mentalidade Submissa
        Carlos Henriques Ferreira
         
        11h45 |Pausa para café
        12h00 |Paisagem Desprotegida (1ª parte)
         
        Moderação: Manuela Raposo Magalhães
         
        Paisagens de Saudade
        Pedro Marques de Abreu
         
        Naturalistas viajantes e as paisagens do Cerrado brasileiro
        Júlio Barêa Pastore
         
        13h00 |Pausa para almoço
        14h30 | Paisagem Desprotegida (2ª parte)
        Moderação: Manuela Raposo Magalhães
        Losastillerostradicionales de Galicia y supaisaje
        Oscar Fuertes Dopico e Joaquín Fernández Madrid
         
        The protection of the anthropic landscape of Archeology 
        MariagraziaLeonardi
         
        A (in)sustentável beleza de uma paisagem (des)protegida – ou o incerto devir  de uma urbanização polémica na Costa Vicentina
        Maria João Pereira Neto
         
        El Paisaje de las Torres Almenarasenla Costa Onubense, tras el Sismo de Lisboa (1755)
        José Carlos Salcedo e Antonio-José Campesino
         
        16h15 |Pausa para café
         
        16:30h |Filosofias da Sobrevivência
        Moderação: Adriana Veríssimo Serrão
         
        A Felicidade e a(s) Paisagem(ns) Desprotegida(s): imagens aterradoras de um incerto devir 
        Sandra Maria Patrício Vichietti
         
        Os marítimos de Monte Gordo e o veraneio na passagem do século XIX para o século XX - Sofia Costa Macedo e Cristina Teté Garcia
         
        O (re)verso da Paisagem: percepção e cognição espacial auxiliada por sistemas de posicionamento global (GPS) 
        Diogo Pereira Henriques
         
        Paisagens de vale, comunidades e hortas. Sustentabilidade ou sobrevivência?
        Mª da Graça Saraiva, Isabel Loupa Ramos, Susana Amaral e G. Mathias Kondolf
         
         
        Dia 23 de Novembro
         
         
        10h00|Estéticas do Poder
        Moderação: José Gorjão Jorge
         
        Vivência Estética na e da Paisagem. Retorno à Cidade Histórica
        Isabel Sousa Rosa e Ricardo Ribeiro
         
        Sobre a inclusão e exclusão no Campo de Golfe do Jamor
        Rita Gomes Batista
         
        O Bloco de Habitação Moderno na Paisagem Lisboeta
        Michel Toussaint Alves Pereira
         
        Lisboa e Tejo e tudo
        Madalena Cunha Matos
         
        O Culto a Nossa Senhora do Cabo Espichel: Representação e Ausência do Poder Secular e Religioso
        Carlos Manuel Figueiredo e João Carlos Teles
         
        11h45 |Pausa para café
        12h00 |Arte e Lixo: a forma das coisas
        Moderação: Pedro Marques de Abreu
        Córregos em São Paulo: a ocultação do avesso
        Vladimir Bartalini
         
        A (des)monumentalização do espaço urbano:
        Remoção e transladação de arte pública na cidade de Lisboa
         
        Rita Ochoa e Mafalda Sampayo
         
        O destino das cabanas de colmo – lixo de luxo
        Maria da Graça Xavier da Fonseca e Costa Bachmann
         
        13h00 |Pausa para almoço
        14h30 |A Natureza do Turismo
        Moderação:Isabel Sousa Rosa
         
        A paisagem alpina e o fenómeno do turismo. Mito e paradigma no contexto actual
        Maria João Matos
         
        A Paisagem do Turismo Terapêutico na Madeira
        Rui Campos Matos
         
        Urbanidades Emergentes em Albufeiras: O Turismo como Forma de Desenvolvimento Urbano
        Hélder António Amador e Carlos Alho
         
        Arrábida, o “Mediterrâneo” e a patrimonialização da natureza
        Carlos Mendes
         
        Impacto do Turismo na paisagem algarvia
        Maria da Graça Moreira
         
         
        16h15 |Pausa para café
         
         
        16:30h | Debate Final
        Moderação: José Gorjão Jorge
      • Calendário

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        26 de Setembro
        Data limite para a recepção dos Resumos  Expandidos

        9 de Outubro
        Divulgação do parecer da Comissão Cientifíca sobre a aceitação dos resumos expandidos

        15 de Outubro
        Data limite para pagamento da inscrição (Comunicar)

        18 de Outubro
        Data limite para pagamento da inscrição (Assistir)

        22 e 23 de Outubro
        Realização do Seminário Internacional "O (Re)verso da Paisagem - Filosofias da Pobreza e da Riqueza"

        Dezembro
        Publicação de Artigos pelo CIAUD
      • Normas

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        NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS FINAIS (até Dezembro 2012):

        Documento Word (.doc), A5, letra Arial 9, alinhamento justificado;
        - Espaçamento antes e depois dos parágrafos 6pt e entre alinhas “simples”.
        - Recuo das margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 1,5 cm;
        - Língua: português, castelhano, inglês ou francês.

        Todos os artigos devem constar de duas páginas:
        1ª página – título, tema e autores (incluindo instituição e país), resumo e 5 palavras-chave;
        - O resumo não poderá exceder as 200 palavras.

        2ª página – título, tema, 5 palavras chave e texto do artigo;
        - O artigo poderá ter, no máximo, 3000 palavras (incluindo resumo) e 6 imagens;
        - O título a negrito, Arial 11, alinhado à direita;
        - Os títulos de capítulos (se existirem) a negrito, Arial 9, justificados, e se necessário numerados;
        - Os títulos de sub-capítulos (se existirem) em itálico;
        - As imagens (preto e branco, JPEG ou TIFF e de 300 dpi) inseridas ao longo e de acordo com o texto, legendadas (Arial 7) e numeradas com a designação fig. x, identificadas as fontes;
        - As notas de rodapé em Arial 7.

        nota: enviar trabalho final para:
        arquitecturas.mar.fa@gmail.com


        NORMAS PARA ATRIBUIÇÃO DE 1 ECTS AOS ALUNOS DA FA-UTL (até 2 de Nov)
        Os alunos da FA-UTL que se inscreverem no seminário internacional “O (Re)verso da Paisagem – Filosofias da Pobreza e da Riqueza” poderão obter 1 crédito ECTS.
        A condição para a atribuição deste crédito pressupõe a realização de um trabalho de investigação, com aproveitamento, na sequência dos conhecimentos apreendidos durante o seminário. Poderá ser uma síntese de todas as comunicações ou um enfoque numa das temáticas abordadas. O valor desse trabalho, num total de 25h, será apreciado pelo Prof. Doutor Pedro Abreu e pelo Prof. Doutor Gorjão Jorge, podendo vir a ser publicado juntamente com os artigos comunicados.
        Para tal, no acto da inscrição, deverá fazer referência a esta opção.
         
        NOTA:
        Numa segunda opção, o aluno poderá posteriormente apresentar o seu trabalho em formato de poster, integrando-o no contexto do projecto de investigação “Arquitecturas do Mar” (FCT- PTDC/AUR-AQI/113587/2009) e adaptado a um caso de estudo, durante o workshop “Turismo e Paisagem no Sotavento Algarvio”, a realizar-se no mês de Novembro. Esse trabalho terá a duração de cerca de duas semanas e será acompanhado pelos docentes investigadores do referido projecto.
        Pela participação no workshop, com aproveitamento, será atribuído + 1,5 crédito ECTS.
         
        O aluno que participar nas duas modalidades (seminário + workshop), paga apenas o valor do seminário (25€).
        É possível submeter uma proposta de resumo expandido, independentemente da realização do referido trabalho.
        Mais tarde serão divulgadas condições para os interessados apenas na opção de workshop.

        NORMAS PARA A APRESETAÇÃO (dia 22 ou 23 de Outubro)
        Apresentação em formato Power Point 97-2003 (ou outro, compatível com sistema operativo Windows 7™) com duração máxima de 15 minutos, tendo em conta, se for o caso, as indicações apresentadas pelos avaliadores;
      • Inscrições

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        Assistir 20€ (Estudantes 15€)

        Pagamento efectuado por transferência bancária e comprovado até dia 18 de Outubro.

        Deverão ser feito por transferência bancária, indicando que é no âmbito do seminário “O (Re)verso da Paisagem” e da seguinte forma:
        - Para pagamentos feitos de Portugal - NIB: 0035 0620 00000657630 34
        - Para pagamentos feitos do estrangeiro - IBAN: PT50 0035 0620 00000657630 34
        SWIFT: CGDIPTPL | Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa

        Download do template da ficha de inscrição aqui

        Em caso de dúvidas relativas ao processo de pagamento, deverá contactar a AEAULP pelo emailgeral@aeaulp.com ou pelo telefone +351 213 615 055.
         
      • Comissao Cientifíca

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        Adriana Veríssimo Serrão
        CF-UL

        Angélica Benatti Alvim
        FAU-MACKENZIE

        Carlos Ferreira
        FA-UTL

        Conceição Trigueiros
        FA-UTL

        Isabel Rosa
        FA-UTL

        J. D. Gorjão Jorge
        FA-UTL

        Fernando Betim
        CAU-PUCrio

        Ferran Sagarra Trias
        ETSAB-UPC

        Manuela Raposo Magalhães
        ISA-UTL

        Pedro Calaza-Martínez
        ESP

        Sandra Patrício Vichietti
        IP-USP
      • Comissão Organizadora

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        Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design
        CIAUD-FA-UTL

        Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista Prof. Caldeira Cabral
        CEAP-ISA-UTL

        Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
        CF-UL

        Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa AEAULP


        COMISSÃO EXECUTIVA

        Catarina Maurício

        Joana Pereira

        João Esteves

        Maria Mendes

        Marina Charnock

        Pedro Abreu

        Rafael Batista

        Ricardo Ribeiro

        Rita Batista

        Rute silva
      • Comunicações Aceites

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        Código Nomes Título Tema
        2.001 Isabel Maria Augusto de Sousa Rosa e Ricardo Jorge de Almeida Ribeiro Vivência Estética na e da Paisagem. Retorno à Cidade Histórica 2. Estéticas do Poder
        2.002 Rita Gomes Batista Sobre a inclusão e exclusão no Campo de Golfe do Jamor 2. Estéticas do Poder
        3.004 J. D. Gorjão Jorge Magical Mistery Tour: O "Charme" Discreto da Natureza 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano
        3.005 Carlos Henriques Ferreira Imaginários de Cidade na Mentalidade Submissa 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano
        4.004 Sandra Maria Patrício Vichietti A Felicidade e a(s) Paisagem(ns) Desprotegida(s): imagens aterradoras de um incerto devir 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural”
        5.002 Diogo Pereira Henriques O (re)verso da Paisagem: percepção e cognição espacial auxiliada por sistemas de posicionamento global (GPS) 5. Filosofias de Sobrevivência
        5.004 Andre Naghi Lopes dos Santos Nouri  Sustainable Consensus Design Intervention within the Lisbonesque City and its Public Space 5. Filosofias de Sobrevivência
        1.001 Maria João Matos A paisagem alpina e o fenómeno do turismo. Mito e paradigma no contexto actual 1. A Natureza do Turismo
        1.002 Rui Manuel Carneiro de Campos Matos A Paisagem do Turismo Terapêutico na Madeira 1. A Natureza do Turismo
        1.004 Maria da Graça Moreira Impacto do Turismo na paisagem algarvia 1. A Natureza do Turismo
        1.005 Carlos Mendes Arrábida, o “Mediterrâneo” e a patrimonialização da natureza 1. A Natureza do Turismo
        2.003 Michel Toussaint Alves Pereira O Bloco de Habitação Moderno na Paisagem Lisboeta 2. Estéticas do Poder
        2.004 Madalena Cunha Matos Lisboa e Tejo e tudo  2. Estéticas do Poder
        3.001 Alzilene Ferreira da Silva O papel dos Centros Históricos na cidade: estudo comparativo entre João Pessoa e Tours 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano
        3.002 Manuel João Ramos Raízes Ideológicas da Festa Urbana no Ocidente 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano
        3.003 Rui Barreiros Duarte Os efeitos espetaculares da mediatização dos acontecimentos na era do simulacro 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano
        4.001 Maria João Pereira Neto A (in)sustentável beleza de uma paisagem (des)protegida – ou o incerto devir  de uma urbanização polémica na Costa Vicentina 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural”
        4.003 Júlio Barêa Pastore Naturalistas viajantes e as paisagens do Cerrado brasileiro 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural”
        4.009 Pedro Marques de Abreu Paisagens de Saudade 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural”
        6.002 Vladimir Bartalini Córregos em São Paulo: a ocultação do avesso 6. Arte e Lixo: a forma das coisas 
        6.003 Maria da Graça Xavier da Fonseca e Costa Bachmann O destino das cabanas de colmo – lixo de luxo. 6. Arte e Lixo: a forma das coisas 
        6.001 Rita Ochoa e Mafalda Sampayo A (des)monumentalização do espaço urbano:  Remoção e transladação de arte pública na cidade de Lisboa. 6. Arte e Lixo: a forma das coisas 
        5.003 Sofia Costa Macedo e Cristina Teté Garcia Os marítimos de Monte Gordo e o veraneio na passagem do século XIX para o século XX 5. Filosofias de Sobrevivência
        1.003 Hélder António Gomes Caeiro Amador e Carlos Alho Urbanidades Emergentes em Albufeiras: O Turismo como Forma de Desenvolvimento Urbano 1. A Natureza do Turismo
        2.005 Carlos Manuel de Almeida Figueiredo e João Carlos Augusto Teles O Culto a Nossa Senhora do Cabo Espichel: Representação e Ausência do Poder Secular e Religioso 2. Estéticas do Poder
        4.005 José Carlos Salcedo e Antonio-José Campesino El Paisaje de las Torres Almenaras en la Costa Onubense, tras el Sismo de Lisboa (1755) 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural”
        4.006 Mariagrazia Leonardi The protection of the anthropic landscape of Archeology 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural”
        4.008 Oscar Fuertes Dopico e Joaquín Fernández Madrid Los astilleros tradicionales de Galicia y su paisaje” 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural”
        5.001 Mª da Graça Saraiva, Isabel Loupa Ramos, Susana Amaral e G. Mathias Kondolf  Paisagens de vale, comunidades e hortas. Sustentabilidade ou sobrevivência? 5. Filosofias de Sobrevivência
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    • Doutoramento em Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos

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      2012-2013
    • 3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Conservação e técnicas sensoriais

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      Novembro 2012
       3º Seminário Internacional
      Museografia e Arquitetura de Museus: Conservação e técnicas sensoriais
       
      APRESENTAÇÃO
           
      O 3º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus: Conservação e técnicas sensoriais dá continuidade aos encontros de profissionais e estudiosos da Arquitetura, Museologia, Patrimônio e História organizados pelo Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura - PROARQ  / UFRJ desde 2001. Em 2012, o Seminário abordará a relação da Arquitetura e da Museologia com o Patrimônio museológico, observando as temáticas que envolvem a Conservação de bens culturais, conectando os campos disciplinares da Comunicação, Artes, História, Geografia, Sociologia, Antropologia, Educação, Economia, Administração e Turismo.

      Ao considerar os objetivos acadêmicos do PROARQ e da FAU/UFRJ, os quais aliam ensino, pesquisa e atividades de extensão, e integram os níveis de graduação e pós-graduação, o 3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus será desenvolvido por meio de palestras, mesas-redondas e sessões de comunicações com apresentações orais e apresentações na forma de pôsteres.

      O Seminário, de caráter Internacional, será realizado em Lisboa (entre 5 e 7 de novembro de 2012) no Auditório Guebuza, no prédio da Biblioteca Victor de Sá - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias; e no Rio de Janeiro (entre 28 a 30 de novembro de 2012) no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ – na Avenida Rui Barbosa, Morro da Viúva - Flamengo, Rio de Janeiro

      A abrangência das perspectivas tecnológicas atuais faz com que o foco central do 3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus, priorize os subtemas Conservação e Técnicas sensoriais, destacando que a arquitetura dos edifícios de museus e a museografia são devidas à função social do Patrimônio museológico exibido em espaços históricos e modernos, públicos e institucionais. Neste sentido, os trabalhos a serem apresentados no Seminário poderão abordar os diferentes tipos de projetos e os diversos aspectos das origens, criação, gerenciamento e promoção das ações dessas instituições na atualidade.

      O 3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Conservação e técnicas sensoriais destina-se a estudantes de graduação e pós, profissionais, estudiosos e pesquisadores das diferentes áreas de conhecimento que são afins aos campos arquitetônico e museológico.

      A coordenação e organização do 3º Seminário caberão ao Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com outras instituições de ensino e de cultura, destacando a Universidade Lusófona de Humanidades  e Tecnologias – ULHT, a Universidade Técnica de Lisboa - UTL e a Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa - AEAULP.
       
      EIXOS TEMÁTICOS
       
      Os temas que serão discutidos abrangem a Conservação do patrimônio musealizado em face da utilização de técnicas sensoriais, tendo em vista a ampliação das possibilidades comunicacionais da arquitetura dos lugares e espaços expositivos, em que se incluem os edifícios e a cidade. 
      Nesse sentido, as mesas-redondas, sessões de comunicações e apresentações de pôsteres do 3º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus, serão enquadradas de acordo com os seguintes eixos temáticos:
      1. Conservação e Patrimônio museológico
      2. Perspectivas didáticas e comunicativas na museografia
      3. Técnicas sensoriais em espaços expositivos
       
      CHAMADA DE TRABALHOS
      APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS PARA SELEÇÃO - FORMATO
       
      a) Definições gerais
      • O artigo completo deverá ser entregue em formato padrão Word 97-2003; deverá ser utilizada a Língua Portuguesa no corpo do trabalho e no resumo; o abstract deverá ser em inglês, francês ou espanhol; o trabalho deverá ser em formato A4, com o máximo de 15 páginas e o mínimo de 10 páginas.
      • A primeira página deverá conter o nome e o título do artigo e as referências do(s) autor(es).
       Obs. Deverão ser retiradas do artigo todas as informações que possam identificar o(s) autor(es) tendo em vista que a avaliação será realizada de modo “cego”. Caso necessário, no lugar dessas informações deverá constar “informação a ser reposta após a avaliação”.
       
      b) Detalhes da formatação do artigo
      • Formato A4; Alinhamento justificado; Letra Arial 11, cor preta; espaçamento entre linhas de 1,5; espaçamento entre parágrafos de 6 pontos; recuo de margens superior e inferior de 2,5 cm, direita 2,5 cm, e esquerda 3 cm.
      • O título deverá ser em negrito em Arial 14, alinhado à esquerda; os subtítulos deverão ser em negrito, Arial 11, justificados, e se necessário, enumerados.
      • As imagens devem ser inseridas ao longo e de acordo com o texto, e devidamente legendadas; os quadros serão legendados e numerados como “quadros”; no corpo do texto deverá existir referência para as imagens e quadros apresentados, com a designação (fig. x) ou (quadro x); as imagens serão em preto e branco, arquivo JPEG ou TIFF e resolução mínima de 300 dpi e deverão ser enviadas em arquivo separado, caso o artigo seja selecionado para publicação; as referências das citações deverão ser inseridas sob a forma de notas de rodapé em Arial 9.
       Obs. Para efeitos de legendagem entende-se como sendo “figuras” todas as representações do tipo de diagramas, gráficos, fotografias, desenhos, gravuras e outras similares.
       
      c) Bibliografia
      • Todas as obras citadas ou referenciadas no texto deverão ser compiladas no final do artigo, por ordem alfabética do sobrenome dos autores, segundo as normas da ABNT

      ENVIO DE TRABALHOS

      Os trabalhos completos para seleção devem ser enviados para o e-mail:
      seminarioarquiteturamuseus2012@gmail.com

      A data limite para a submissão de trabalhos é 30 de julho de 2012 
       
      CALENDÁRIO
      • 30 de junho de 2012 - lançamento da Chamada de Trabalhos e abertura de inscrições.
      • 30 de julho de 2012      – data limite para envio dos trabalhos completos;
      • 16  de agosto de 20122– data limite para o aceite dos trabalhos com os pareceres dos avaliadores;
      • 3 de setembro de 2012   – data limite para o aceite definitivo dos trabalhos;
      • 1º de outubro de 2012    – data limite para realização da inscrição com o envio do comprovante.
       
      INSCRIÇÕES

      As inscrições e o envio dos respectivos comprovantes para o email seminarioarquiteturamuseus2012@gmail.com
      deverão realizar-se até 1º de Outubro de 2012.
       
      Valor da inscrição:
      – R$ 200,00 (duzentos reais)    Participante profissional
      – R$ 120,00 (cento e vinte reais)    Participante docente
      – R$ 100,00 (cem reais)     Participante docente sócio da AEAULP
      – R$ 50,00 (cinquenta reais)   Participante discente
       
      As inscrições serão efetuadas até 1º de outubro de 2012, para conta bancária:  
      Poupança Banco do Brasil
      Conta n º: 34094-4
      Var (variação) 51
      Agência:   4240-4
      Titular:Luiz Manoel Cavalcanti Gazzaneo
       
      Para depósitos de fora do Brasil:
      SWILT  BRASBRRJSBO
      IBAN  001424040000340944
       
       
      COMISSÃO ORGANIZADORA
       
      Ceça Guimaraens, coordenadora
      UFRJ-FAU/PROARQ
      Luiz Manoel Gazzaneo
      UFRJ-FAU/PROARQ
      Judite Santos Primo
      Departamento de Museologia, ULHT
       
      Colaboradores: Maria das Graças Ferreira, doutoranda; Giovana Cruz, Álvaro Costa e Maurício Marinho de Castilho, mestrandos; Juliana Gomes e Mayara Maia Corrêa, estudantes de graduação.
       
      COMISSÃO CIENTÍFICA

      Ana Cristina dos Santos Tostões
      IST UTL
      João Manuel Barbosa Menezes Sequeira
      ULHT
      Judite Santos Primo
      ULHT
      Maria Marques Calado de Albuquerque Gomes         
      FA  UTL
      Mário Caneva de Magalhães Moutinho           
      ULHT
      Pedro Marques Abreu                                                
      FA  UTL
      Pedro Antonio Janeiro
      FA  UTL
      Pedro Jorge de Oliveira Leite
      ULHT
      Rui Barreiros
      FA  UTL
      Vasco Maria Tavela de Sousa Santos Pinheiro
      ULHT
      Aline Montenegro
      MHN
      Angela Cardoso Guedes
      MHN
      Analucia Thompson
      IPHAN
      Carlos Gonçalves Terra
      UFRJ
      Elizabete Rodrigues de Campos Martins
      UFRJ
      Griselda Pinheiro Kluppel
      UFB
      Inês El-Jaick Andrade
      FIOCRUZ
      Jane Celina Santucci
      UFRJ
      Luiz Manoel Cavalcanti Gazzaneo
      UFRJ
      Maria Cecília Filgueiras Lima Gabriele
      UnB
      Maria Manuelina Duarte
      UFG
      Regina Abreu
      UNIRio
      Renato da Gama-Rosa Costa
      FIOCRUZ
      Sônia Maria de Barros Marques
      PPGAU/UFRN
      Valci Rubens de Oliveira de Andrade
      UFRJ
      Virginia Pitta Pontual
      UFPE
       
       
    • Seminário Internacional Patrimônio e Paisagem em espaços lusófonos e hispânicos

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      Novembro 2012
      CHAMADA DE TRABALHOS
       
      O Programa de Pós-Graduação em Arquitetura da UFRJ (PROARQ) realizará o Seminário Internacional Patrimônio e Paisagem em espaços lusófonos e hispânicos. O seminário será realizado em dois momentos, em Madrid e no Rio de Janeiro, a saber:
      • O primeiro momento será em Madrid no dia 8 de novembro na Sala de Conferencias da Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidade Politécnica de Madrid.
      • O segundo momento será no Rio de Janeiro de 28 a 30 de novembro de 2012 no Salão Eletrobrás, Av. Rui Barbosa, 762 –– campus da Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Praia do Flamengo, Rio de Janeiro.
      O Seminário dá continuidade aos encontros realizados desde 2005 e tem como objetivo uma reflexão sobre o patrimônio arquitetônico, urbanístico, a paisagem construída e de espaços lusófonos e hispânicos. O seminário  propõe-se promover discussões sobre esta temática e, assim, divulgar pesquisas e projetos de edifícios, lugares, cidades, paisagens e territórios voltados para promoção dos patrimônios em diferentes ordens e escalas.
      No Rio de Janeiro acontecerá simultaneamente a Conferencia Internacional sobre o Patrimônio e Desenvolvimento Regional [Conpadre’2012/n.14].
      As mesas-redondas e sessões de comunicações do Seminário compreenderão as seguintes temáticas:
      1. Patrimônio arquitetônico e urbanístico;
      2. Preservação da paisagem construída e natural;
      3. Tendências e projeções: o futuro aqui e agora.
       Calendário para submissão de artigos
      • 15 de junho de 2012 – lançamento da Chamada de Trabalhos e abertura de inscrições;
      • 12 de agosto de 2012  – data limite para envio dos trabalhos completos para o email patrimonioepaisagem@gmail.com
      • 14  de setembro de 2012  – data limite para o aceite dos trabalhos com os pareceres dos avaliadores;
      • 23 de setembro de 2012   – data limite para o aceite definitivo dos trabalhos;
      •  1º de outubro de 2012  – data limite para realização da inscrição com o envio do comprovante.
       
      Formato dos artigos
      a) Definições Gerais
      • O artigo completo deverá ser entregue para avaliação em formato .doc do programa Word 97-2003, em formato A4 com o máximo de 12 páginas, no mínimo 7 páginas e no máximo oito imagens e (figuras e quadros);
      • A primeira página (folha de rosto) deverá conter apenas o título, nome e referências do(s) autor(es) (formação, instituição, e email).
      • Deverá ser utilizada a Língua Portuguesa ou Espanhola.
      • O resumo (abstract) deverá ser em duas línguas. A primeira língua será a portuguesa ou a espanhola e a segunda língua a Inglesa ou a Francesa.
      b) Formatação do Artigo
      • Formato A4;
      • Alinhamento justificado;
      • Letra Arial 11, cor preta;
      • Espaço antes e depois 6pt e entre as linhas simples, recuo de margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 2 cm, início do parágrafo a 1,5 cm;
      • O título deverá ser a negrito, Arial 12, alinhado à direita;
      • Os títulos de sub-capítulos deverá ser em negrito, Arial 11, justificados, e se necessário, enumerados;
      • As imagens devem ser enviadas em arquivos separados. As imagens devem ser inseridas centralizadas ao longo e de acordo com o texto e devidamente legendadas com letra arial 9. (Para efeitos de legendagem entende-se como sendo “figuras” todas as representações do tipo de diagramas, gráficos, fotografias, desenhos, gravuras e outras similares; e os quadros presentes serão legendados como “quadros”; no corpo do texto deverá existir referência para as imagens/quadros apresentados, com a designação (fig. x) ou (quadro x);
      • As imagens serão em preto e branco, em formato .jpeg ou .tiff e com resolução mínima de 300 dpi;
      • As notas e referências bibliográficas das citações deverão ser inseridas no final do texto em Arial 8. As referências bibliográficas constantes no texto deverão registrar o AUTOR, título (em itálico), cidade, editora, ano e página (s), sendo compiladas em notas no final do artigo.
       
      Avaliação de trabalhos
      Os trabalhos serão avaliados pela Comissão Científica, a qual será composta por professores e pesquisadores-doutores de faculdades de arquitetura e urbanismo de língua portuguesa e de língua espanhola. Para tanto, será utilizada a chamada “avaliação cega” com a aplicação dos critérios constantes em fichas e definidos pela Comissão Organizadora.
      O processo de avaliação dos artigos será realizado em duas etapas:
      •   na 1ª etapa os avaliadores emitirão parecer, o qual será transmitido ao(s) autor(es); se for o caso, os autores poderão rever os trabalhos tendo em conta as sugestões que lhes foram comunicadas;
      •   na 2ª etapa, os trabalhos revistos serão reavaliados para a aprovação final.
      Apresentação de trabalhos
      Os trabalhos poderão ser apresentados tanto em Madrid quanto no Rio de Janeiro, assim como nas duas cidades.
       
      Publicação
      Os livros com os artigos selecionados pela Comissão Cientifica serão lançados no Rio de Janeiro no dia 30 de novembro.
       
      Inscrições
      Participante profissional
      R$ 220,00 (duzentos e vinte reais) 

      Participante docente
      R$ 140,00 (cento e quarenta reais)

      Participante sócio da AEAULP    
      R$ 100,00 (cem reais)   

      Participante discente
      R$ 100,00 (cem reais)                                        

      As inscrições serão efetuadas até 1º de outubro de 2012, para  conta bancária:   

      Poupança Banco do Brasil
      Conta n º: 34094-4
      Var (variação) 51
      Agência:   4240-4
      Titular:      Luiz Manoel Cavalcanti Gazzaneo
      Para depósitos de fora do Brasil:
      SWILT  BRASBRRJSBO
      IBAN  001424040000340944
       
      A confirmação da inscrição será feita mediante o envio do comprovante de pagamento da taxa de inscrição para o email patrimonioepaisagem@gmail.com
      Cada um dos autores e cada um dos coautores deverá fazer a sua inscrição individualmente.

      Comissão Organizadora UFRJ – UPM
      Luiz Manoel Gazzaneo - Presidente (UFRJ - Brasil); Ana Esteban Maluenda (UPM-Espanha);  Ana . Albano Amora (UFRJ - Brasil); Carlos Dias Coelho (UTL – Portugal); Cêça Guimaraens (UFRJ - Brasil); e Conceição Trigueiros (AEAULP / UTL – Portugal).
       
      Comissão Científica
      A Comissão Científica será composta por professores de faculdades de língua portuguesa e espanhola, a saber:
      1. Alejandro Acosta Collazo (UAA – México);
      2. Ana Esteban Maluenda (UPM – Espanha);
      3. Ana Gadelha Albano Amora (UFRJ – Brasil);
      4. André Munhoz de Argollo Ferrão (UNICAMP – Brasil); 
      5. Angélica Tanus Benatti Alvim (UP Mackenzie –  Brasil);
      6. Antonio Carlos Carpintero (UnB – Brasil);
      7. Carlos Dias Coelho (UTL – Portugal);
      8. Carlos Terra  (UFRJ - Brasil);
      9. Cêça Guimaraens (UFRJ –  Brasil);
      10. Conceição Trigueiros (AEAULP / UTL – Portugal);
      11. Elizabete Rodrigues de C. Martins (UFRJ– Brasil);
      12. Eugenio Garcés Feliú (PUC – Chile);
      13. Fernando Vela Cossío (UPM – Espanha);
      14. Guilherme de Araujo Figueiredo (UFF – Brasil);
      15. Javier Martinez-Gonzalez – (UNAV – Espanha);
      16. Joaquín Sabaté Bel (UPC – Espanha);
      17. Jorge Figueira (UC – Portugal);
      18. José Fernando Gonçalves ((UC – Portugal);
      19. Humberto Morales Moreno (UAAPuebla – México);
      20. Manuel da Costa Lobo (UTL – Portugal);
      21. Margarida Louro (UTL – Portugal);
      22. Maria Isabel Navarro Segura (ULL – Espanha);
      23. Maria Manuel Lobo Pinto de Oliveira ((UM – Portugal); 
      24. Isabel Maria Augusto de Sousa Rosa (UTL – Portugal); e
      25. Olga Paterlini de Koch (UNT – Argentina).
       
      Realização e apoio
      O Seminário Internacional Patrimônio e Paisagem em espaços lusófonos e hispânicos será realizado em parceria com outras instituições de ensino e de cultura, destacando-se a Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidade Politécnica de Madri, a Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa, a REDE CONPADRE, e com o apoio do Docomomo-Rio, Instituto de Arquitetos do Brasil (Departamento do Rio de Janeiro), e da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
    • Paisagem e Paisagismo

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      Junho - Julho 2012
      CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM REVITALIZAÇÃO URBANA E ARQUITETONICA
      PAISAGEM E PAISAGISMO
      Escola de Arquitetura . Universidade Federal de Minas Gerais

      Inscrições abertas
      Período: 15/06/2012 a 16/07/2012
      Seleção com análise do currículo, do histórico e entrevista
       
      Professores e convidados do Brasil e do exterior
      O curso destina-se a arquitetos, urbanistas, designers, engenheiros, agentes culturais, historiadores, sociólogos, turismólogos e demais profissionais interessados na temática da paisagem. Existente desde 1996, esse tradicional curso abordará neste oferecimento, ao lado da revitalização de construções e espaços urbanos, o tema da paisagem e do paisagismo, suprindo uma lacuna na formação dos profissionais.
       
      Informações e inscrições:
      http://www.fundep.br
      ou pelo telefone
      (31) 3409-8820
    • Exposição Arquitetura de Moçambique - José Forjaz

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      Maio - Julho 2012
         
      • Apresentação

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        A Casa do Baile, Pampulha, Belo Horizonte, inaugura no sábado, dia 26, às 11h, a exposição “José Forjaz – Arquitetura de Moçambique”, que integra a programação do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN). A mostra traz os mais importantes trabalhos realizados pelo arquiteto José Forjaz em Moçambique e outros países do continente africano. Essa exposição foi produzida pelo Museu da Casa Brasileira de São Paulo, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), e está sendo trazida para a capital mineira pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e da Associação Cultural dos Amigos do Museu de Arte da Pampulha.

        A mostra traz parte da arquitetura produzida na África nas últimas décadas, oferecendo ao público uma valiosa oportunidade de conhecer as afinidades culturais entre países que compartilham a língua portuguesa.
         O arquiteto, urbanista e designer de móveis José Forjaz integrou a sua atividade profissional as causas humanitárias como compromisso social, cultural, ambiental e político. Marcado pela terra moçambicana, Forjaz nunca mais se desligou da África, desenvolvendo, ao longo da vida, vários trabalhos em países do continente. Com foco retrospectivo e panorâmico, a mostra apresenta obras do início dos anos 1960 até os dias atuais. A exposição, que tem entrada gratuita, pode ser visitada até o dia 1º de julho, de terça a domingo, das 9h às 19h.
        Contextualizando a exposição “José Forjaz – Arquitetura de Moçambique”, serão apresentados painéis que trazem um trabalho de pesquisa, inventário e reflexão crítica sobre o patrimônio urbanístico, arquitetônico e paisagístico de Moçambique. O trabalho foi desenvolvido pelos professores e alunos da escola Faculdade de Arquitetura e Planejamento Físico da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, fundada por Forjaz em 1985.
      • Autor

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        Arquiteto e docente português, José Forjaz nasceu em 1936, em Coimbra. Em 1974, radicou-se em Moçambique,  onde tem contribuído para o desenvolvimento da arquitetura africana, sempre associado ao planejamento físico e urbano e ao desenvolvimento socioeconômico. Formado em Arquitetura, em 1966, na Escola de Belas Artes do Porto, em Portugal, finalizou o mestrado em Arquitetura em 1968, na Columbia University, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

        Forjaz é autor de reconhecidos projetos construídos na segunda metade do século 20, com destaque para o Campus da Universidade de Botswana, Lesotho, a casa em Mbabane, na Suazilândia (1969-1970), a igreja do Seminário da Matola, o monumento de homenagem a Samora Machel e as casas Roxo Leão pai e filho. Em 1999, foi publicado o catálogo “Entre o Adobe e o Aço Inox - Ideias e Projetos (1962-1998)”, em sequência a uma exposição com o mesmo nome, onde são mostrados os trabalhos dos últimos 30 anos, essencialmente na África. Nas suas obras, o arquiteto aplica as tecnologias disponíveis com os valores e elementos naturais e simples, para obter, com clareza, nas formas procuradas, um sentido estético e poético.
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    • XXIV Congresso Panamericano de Arquitetos

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      Novembro 2012
      • Apresentação

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        O XXIV Congresso Panamericano de Arquitetos, maior evento promovido pela Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos - FPAA, será realizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB, de 27 a 30 de novembro de 2012, no Centro Cultural e de Exposições de Maceió, capital do Estado de Alagoas, Brasil.
        O público qualificado, proveniente de 41 nações das Américas, propiciará momentos de profundos debates sobre os mais diversos assuntos concernentes aos campos de ação e reflexão crítica dos arquitetos.

        O evento terá por tema central "VIVER O TERRITÓRIO, IMAGINAR A AMÉRICA" nas seguintes dimensões propostas:a Casa, a Metrópole, as Celebrações, o Encontro e a Solidão, os Sistemas de Representação, a Virtualidade e os Territórios Verdes.

        A participação de delegações das associações nacionais e regionais de arquitetos ensejará também a realização de vários fóruns de discussão dos temas relacionados à organização das ações políticas das entidades em niveis nacional e continental, frente as diversas demandas e necessidades vivenciadas nas diferentes nações e realidades socioculturais.

        A estimativa de público para o evento é de cerca de 3.000 congressistas diretos e mais 6.000 visitantes indiretos.
        A capital alagoana está especialmente preparada para receber com toda estrutura de conforto e lazer os congressistas, dispondo de uma rede de hotéis diversificada e uma estrutura completa para o local do evento.
      • Temática

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        XXIV Congresso Pan-Americano de Arquitetos 

        Maceió − Alagoas − Brasil − 27 a 29/11/2012
        VIVER O TERRITÓRIO, IMAGINAR A AMÉRICA

        Em um momento distante, quando céus e terras se multiplicavam com o conhecimento e a interação entre as suas várias partes, surge a América.
        Filha das grandes navegações, dos saques, do desenvolvimento da matemática, da cartografia, um de seus berços molda-se no momento em que a terra é circunavegada e os europeus chegam ao continente.
        Quando o tema é o território e a América está no centro das discussões, a dimensão do passado encontra a do presente pela necessidade contemporânea das trocas mútuas, da mobilidade, da manutenção da paz e da concórdia entre as nações.
        Territórios são como casas. Hábitats de uma ideia. Voláteis, articulam-se em fluxos e redes, mas alicerçam sólidas construções identitárias que rompem fronteiras geográficas e criam novas cartografias: transnacionais, continentais, americanas, pan-americanas.Mapear essas cartografias que se desenham em solo americano é o propósito deste XXIV Congresso Pan-Americano de Arquitetos.





        Interessam as que tomam como instrumento de desenho a alta tecnologia e assumem, por isso, grandes velocidades e até mesmo uma condição de independência do sítio físico. Mas, também, as corporais, que se imprimem aos poucos, pelos passos do homem na terra. Ambas constroem aldeias, estabelecem domínios próprios.
        Território, mais do que distinção entre domínios geográficos, leva-nos a compreender a terra como lugar circunscrito. A América, nesta dimensão, surge com seus diversos papéis e polifonias: material, imaterial, relacional, produtiva, simbólica, inventada.
        Quando os campos disciplinares isolados já não dão conta da complexidade dos fenômenos da ocupação territorial, inclusive daqueles da metrópole, torna-se urgente romper esse isolamento. Por isso, são bem-vindas as contribuições que articulem a arquitetura e o urbanismo a outros campos de conhecimento como o da arte, da cultura, da história, da geografia, da antropologia.
        Nessa perspectiva, o XXIV Congresso Pan-Americano convida os partícipes do mundo a conversarem sobre a qualidade e o teor dos encontros promovidos pela ideia da mobilidade e imersão da América em um contexto contemporâneo.
      • Dimensões

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        1. Casa
        A casa é o território de maior significado quando se desloca este conceito para os limites mais reservados do diálogo entre o público e o privado. Singular ou plural, o desafio da casa está posto como direito universal. Nesse sentido, pretende-se discutir as tentativas bem-sucedidas de conceituar, projetar e produzir a “casa americana”. Em tempos de desterritorializações, do nomadismo, dos deslocamentos dos turistas e dos homens sob a demanda do trabalho, indaga-se acerca da sobrevivência e da transformação do conceito de abrigo.

        2. Metrópole
        Inúmeras vilas e cidades americanas nasceram identificadas por muralhas e portas. Hoje o habitat das multidões desconhece a ideia de fronteira. Como projetar levando em conta metrópoles sem tamanho definido? Como tratar de territórios urbanos que, em vários aspectos práticos e concretos do quotidiano, abolem essa prática? O que dizer, por outro lado, da fortificação dessas fronteiras para os que dela lançam mão como estratégia de defesa, a exemplo dos condomínios fechados, das favelas que, de algum modo, retomam a ideia de limite?

        3. Celebrações
        No lugar das guerras, as grandes comemorações entre os países concebem e nutrem o contato pacífico entre eles. Jogos olímpicos e outros acontecimentos de dimensão internacional promovem imensos movimentos de renovação urbana e alçam cidades à escala global do planeta. De forma inequívoca, nestas situações migratórias está presente a ideia de nação, ao tempo que se afirma a sociedade global. Como atuar diante desses impactos sobre vivências consolidadas?

        4. Encontro e solidão
        Se a América, no seu nascimento, antecipa a noção de um mundo global, como enfrentou os possíveis traumas deste nascimento? Se as polaridades culturais hoje são requalificadas com a proposta das heranças compartilhadas, como a América conversa com o mundo, dentro desta escala? Como o arquiteto responde aos desafios da ideia de patrimônio mútuo?

        5. Sistemas de representação
        Ao modo dos ninhos para os pássaros, mapas foram fundamentais na demarcação dos territórios, em especial no caso americano. São modos de ver o mundo. Em uma outra escala, assim também se portaram os desenhos gráficos dos arquitetos, hoje ampliados com a atenção ao vernáculo, aos experimentos intuitivos, pelo mergulho no mundo da espetacularização, das mídias e das novas poéticas. Buscar-se-á pensar nos diferentes estatutos disponíveis para expressar os territórios.

        6. Virtualidade
        Separar o civilizado do inculto, o domesticado do selvagem, foram ações incisivas na construção da ideia de América. No século XXI as fronteiras não acolhem apenas os territórios físicos, mas os que se encontram permeados pelas mídias. A própria rede mundial de computadores é território disputado, colonizado e edificado. Para além dela, expressões como o pós-humano, o pós-orgânico, nos levam a considerar a remodelagem das matérias. Quando o território passa a constituir-se em um sistema de redes e interfaces, como fica o papel do corpo e do abrigo?

        7. Territórios verdes
        Quando se pensa a natureza, um dos seus centros, a Amazônia, pulsa como um vigoroso coração. Locus de confluência de imaginários de origem, requer, em tempos de preocupações ecológicas e cataclismos, que o arquiteto pense seu destino. Onde fica o lugar da natureza, de evidente força no caso americano, quando, no contexto da cidade, o urbano não enxerga mais o rural? Há possibilidade de ajuste entre tecnologia e mundo natural, quando a arquitetura concebida como expressão do sítio, na sua dimensão geográfica e intempérica, é posta em xeque?
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    • 2º Seminário Internacional da AEAULP

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      Novembro 2012

      Palcos da Arquitectura

      • Apresentação

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        Arquitectura e representação, entendendo esta última na sua acepção mais lata, isto é, como um modo de tornar presente o que está ausente, surgem, como conceitos, mutuamente implicadas. Não é raro, aliás considerarmos que a arquitectura, em certos aspectos, não é muito mais do que isso: pura representação. Porquê? Porque o espaço que ela inaugura se desenvolve sobretudo no plano do simbólico: a interioridade e a exterioridade separadas por fronteiras com significância. A arquitectura não poderá jamais ser o simples invólucro de espaços destinados a actividades. A Arquitectura qualifica as actividades que no espaço por ela definida se desenvolvem e confere estatuto aos seus habitantes. Trata-se, assim e em primeiro lugar, de encarar aquilo que a arquitectura quer dizer. Por aqui, a arquitectura exibe e exibe-se através de formas significantes. Não é verdade que é, desde o momento em que o espaço enquanto forma reenvia para qualquer coisa diferente desse mesmo espaço, como extensão, por exemplo, que consideraremos as significações da arquitectura? Desta forma, o espaço só adquire espessura semântica quando se torna algo diferente dele mesmo, sobretudo para quem o vivencia. E a Arquitectura transforma-se, então e antes do mais, numa espécie de veículo. De resto, o próprio acto de habitar humano implica um processo deste tipo. É isso, aliás, que dá à Arquitectura o poder de qualificar o espaço. Não será, assim, estranho que dediquemos alguma reflexão ao facto de a arquitectura, como toda a representação, exigir sempre um palco. Esse é o tema de Palcos da Arquitectura.
      • Temas

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        Arquitectura dos Símbolos
        O objecto arquitectónico como suporte de simbolismos.

        Espaço e Poder
        O edificado como cenário da ordem institucional.

        Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas
        Arquitectura e urbanismo enquanto objectos de descrições na literatura e nos média.

        Tecno-Arquitectura
        As tecnologias de ponta exibidas retoricamente.

        A Cor da Invenção
        Tendências e correntes do Design contemporâneo.

        Arquitectura Verde
        O pensamento ecológico na sua vertente projectiva.

        Filosofia e Arquitectura
        Explicações e justificações do pensamento arquitectónico.

        Um Design sem Tempo
        O grau zero das formas.

        Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento
        Arquitectura que celebra ou esconjura a História e a Tradição.

        O Lugar dos Não-lugares
        A paisagem urbana nos sonhos e nos pesadelos.
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    • Workshop Análise Sintática

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      Maio | Junho 2012
      A Faculdade de Arquitetura da UTL, com o apoio do CIAUD e da AEAULP, promove o Workshop Análise Sintática que aborda o estudo da Morfologia Urbana e tem como suporte a teoria da Lógica Social do Espaço - Space Syntax, de Hillier & Hanson (1984). A metodologia trata o espaço urbano como um sistema de permeabilidades e barreiras enquanto linhas de movimento e acessibilidade pedonal. A sua representação gráfica bidimensional é designada por mapa axial. O Workshop integra uma parte teórica complementada com a apresentação de estudos de caso, e uma segunda parte com aplicação prática no software Depthmap.

      Informações:
      Número total de vagas: 40
      Inscrições: de 8/05 a 22/05
      Pagamento da inscrição: de 15/05 a 28/05

      Inscrição prévia obrigatória por email: nome completo, ciclo de estudos a que pertence (Doutoramento/Mestrado Integrado/Licenciatura) 
      E-mail:  taniaramos@fa.utl.pt
      Telm: +351 919 226 969

      Inscrição paga somente após a confirmação de vaga: 85 Euros por transferência bancária (as informações de pagamento serão enviadas para o email indicado pelo aluno na inscrição prévia).

      Faça aqui o download do programa do Workshop Análise Sintática.

    • FESTin 2012

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      Maio 2012

      3ª Edição do Festival de Cinema Itinerante de Língua Portuguesa

      A terceira edição do FESTin decorre de 9 a 16 de maio, no Cinema São Jorge. Num ano de acrescidas dificuldades, a organização do FESTin conseguiu reunir os apoios necessários à concretização de mais uma edição que irá mesmo apresentar uma programação mais extensa, com a exibição de 76 filmes, selecionados de um total de 272 filmes que se candidataram a esta edição.

      Depois de homenagear Moçambique (2010) e Portugal (2011), o FESTin dá agora especial enfoque ao cinema brasileiro, enquadrando-se no ano do Brasil em Portugal.

      O filme de abertura do FEStin será VIPs, realizado por Toniko Melo, com Wagner Moura, Emiliano Ruschel and Juliano Cazarré. No encerramento será exibido o fiem Amanhã Nunca Mais de Tadeu Jungle, com Lázaro Ramos, Maria Luisa Mendonça, Fernanda Machado, Milhem Cortaz, Luis Miranda, Paula Braun, Anna Guilhermina, Vic Militello, Arthur Koll, Carlos Meceni, Imara Reis, e Victória Guerra.

      O FESTin é produzido Padrão Actual, com coprodução da Fundação Luso-brasileira e da EGEAC – Cinema São Jorge. Surgiu em 2010, com o objetivo de celebrar e fortalecer a cultura lusófona através do cinema, num ambiente de partilha, intercâmbio e inclusão social. O FESTin pretende igualmente proporcionar uma oportunidade de exibição a filmes que dificilmente têm distribuição assegurada nos circuitos comerciais.

      BILHETES
      Normal – 3,00 €
      Reduzido – 2,50 €

      Mais informações http://festin-festival.com

    • Seminário Internacional Measuring Urbanity

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      Maio 2012
      • Seminário Measuring Urbanity

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        O objectivo do seminário é a recentrar o debate sobre a medição da forma urbana à luz das questões contemporâneas de concepção, planeamento e regulação da cidade extensa. A intenção é discutir a importância de abordagens qualitativas e quantitativas combinadas na geração de novos conhecimentos sobre o ambiente urbano contemporâneo e novas estratégias de planeamento.

        A medição objectiva da forma urbana é uma questão de interesse crescente, mas de pouco consenso e alguma ambiguidade. As tentativas de compreender e controlar o desenvolvimento urbano através da indexação das propriedades físicas e de desempenho da forma urbana a variáveis mensuráveis são tão antigos quanto a história do urbanismo enquanto ciência.
        Mas o assunto é controverso e as críticas surgem sobre a precisão dos métodos quantitativos e parâmetros para apoiar a compreensão e avaliação do ambiente urbano para algo mais que meros fins estatísticos. Apesar das reservas, as abordagens baseadas em medição ganharam nas últimas décadas uma relevância enorme para a ciência urbana como um todo, e para o desenho urbano e regulação de planeamento em particular.

      • Workshop City Induction

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        O workshop concentra-se num novo método para projecto urbano baseado no uso de padrões e regras de projecto. O objectivo do método é facilitar o diálogo entre os diferentes participantes do processo de projecto urbano e permitir o desenvolvimento de planos flexíveis, capazes de responder às mudanças de contexto ao longo da sua implementação. Durante o workshop, vamos cobrir as teorias subjacentes ao método proposto e indicar algumas ferramentas de apoio à decisão em projecto urbano, especificamente o uso de ferramentas de projecto paramétrico para modelar problemas de desenho urbano. O workshop irá abranger uma tarefa prática de desenho urbano onde os participantes irão aplicar o método aprendido e respectivas ferramentas.

        A participação no workshop é aberta a qualquer pessoa interessada no desenvolvimento de conhecimentos avançados em desenho urbano paramétrico.
         

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    • 2° Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus

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      Novembro 2010
      • Apresentação

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        A socialização do conhecimento e a troca mundializada de informações anunciaram, desde meados do século XX, grandes transformações socioespaciais e, conseqüentemente, culturais. A promoção das atividades do setor cultural - marcos principais das ações do Estado neste início do século XXI - passou a ser demasiadamente priorizada, e, portanto, os recursos aplicados em museus e centros culturais intentaram garantir o desenvolvimento econômico de algumas cidades. Nesta perspectiva, o campo cultural gerou empregos e recuperou espaços urbanos que se encontravam em decadência física. As áreas centrais e periféricas das cidades tornaram-se objetos de qualificação simbólica e, de modo especial, as funções originais de edifícios históricos foram transformadas. Por outro lado, novas instituições culturais tornaram real o acesso às diferentes formas de cultura. Enfim, as mudanças conceituais e operacionais dos museus enfatizaram a dimensão humana e a função social destes, induzindo a participação dos diferentes grupos e reconhecendo, de modo amplo, a importância dos indivíduos.

        Em tal contexto, o 2° Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus trata dos temas Identidades e Comunicação na perspectiva de discutir as abordagens atuais das arquiteturas mais imagéticas das grandes e pequenas cidades. E, ao considerar que os novos espaços culturais e os novos lugares de memória são atos arquitetônicos contestadores de padrões
        superados, recupera expressões originais e problematiza tendências museográficas da atualidade.

        A comemoração das seis décadas e meia da fundação da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro também motivou a discussão das matérias e significados que os museus imprimem às cidades e ao patrimônio. As publicações de produtos e resultados do Seminário registram as idéias expostas e discutidas em palestras, mesas-redondas e sessões temáticas. No livro, encontram-se artigos de palestrantes que foram enviados em tempo de serem assim publicados. No CDRom estão gravados os trabalhos completos dos participantes das sessões temáticas, os quais foram selecionados e produzidos por pesquisadores, professores e estudantes europeus e de várias regiões do Brasil.

        As pessoas e instituições que colaboraram de diferentes formas para a realização deste encontro são muitas e agradecemos a todas estas. A diretora da FAU Denise Barcellos Pinheiro Machado foi incentivadora essencial e, portanto, aqui representa aqueles que trabalharam para o eficaz desenvolvimento dos objetivos desse encontro de estudiosos da cidade e dos museus urbanos e públicos.

        Cêça Guimaraens, arquiteta
        Professora Associada da UFRJ

         

      • O seminário

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        2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus - Identidades e Comunicação

        O 2º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação dá continuidade aos encontros de profissionais e estudiosos da Museologia, História, Arquitetura e Urbanismo organizados pelo Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus da UFRJ, a saber: Seminário Museus, Arquitetura e Reabilitação Urbana, Seminário Museus & Cidades; 1º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus; e o Seminário e Exposição Salão de 1931: diferenças em processo.

        O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação aborda a relação da Museologia com a Arquitetura e o Patrimônio, as temáticas que conectam estes campos disciplinares à História, Comunicação, Artes, Geografia, Sociologia, Antropologia, Educação, Economia, Administração e Turismo.

        O Seminário, de caráter Internacional, realiza-se entre 16 a 19 de novembro de 2010.

        A abrangência das perspectivas tecnológicas atuais faz com que o foco central do 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus priorize os subtemas Identidade e Comunicação, destacando que a arquitetura dos edifícios de museus e a museografia são devidas à função social destes organismos e ao uso de espaços históricos e modernos, e considerando-os públicos e institucionais.

        Neste sentido, os trabalhos apresentados no Seminário abordam os diferentes tipos de projetos e os diversos aspectos das origens, criação, gerenciamento e promoção das ações dessas instituições na atualidade.

        O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação destina-se a estudantes de graduação e pós, profissionais, estudiosos e pesquisadores das diferentes áreas de conhecimento que são afins aos campos arquitetônico e museológico.
        A coordenação e organização do 2º Seminário cabe ao Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com outras instituições de ensino e de cultura.

        Ao considerar os objetivos acadêmicos do PROARQ e da FAU/UFRJ, os quais aliam ensino, pesquisa e atividades de extensão, e integram os níveis de graduação e pós-graduação, o 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus desenvolve-se por meio de palestras e mesas redondas e sessões de comunicações.

        Os temas sobre os quais serão discutidas a articulação e a importância do patrimônio museal e das possibilidades comunicacionais da arquitetura e da museografia são os seguintes:
        1. A cidade e o discurso dos museus: Cultura, Identidade e Patrimônio;
        2. As perspectivas didáticas e comunicativas na Museografia;
        3. Adequação funcional e eficiência energética em edifícios de museus.
        Aline Montenegro Magalhães (MHN – IBRAM / MinC), Gilberto Sarkis Yunes (UFSc - PPGAU) , Guilherme Araújo de Figueiredo (UFJF – FAU), José Gorjão Jorge (FA – UTL), Leandro Medrano (Unicamp), Marcelo Firer (Unicamp – MEC), Margaret Lica Chokyu (UFRJ – FAU), Maria Calado (FA-UTL), Maria Cecilia Gabriele (UnB – FAU), Maria Cristina Cabral (UFRJ – FAU - PROURB), Nivaldo Vieira Andrade Junior (UFBa ), Regina Abreu (UNIRio), Patrizia di Trapano (UFRJ – EBA), Paulo Tormenta Pinto (ISCTE – Portugal), Ricardo Brügger Cardoso (UFRB) e Tereza Fonseca (Universidade do Porto), são os componentes da Comissão Científica, a qual selecionou os trabalhos apresentados no Forum de Ciência e Cultura do campus da Praia Vermelha da UFRJ, no bairro da Urca, na cidade do Rio de Janeiro.

        Comissão organizadora

         

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    eventos
  • publicações

    • Arquitectura e Urbanismo na África Portuguesa

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      • Apresentação

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        Nestes “temas vários” sobre a Arquitectura e o Urbanismo na antiga “África Portuguesa”, o arquitecto José Manuel Fernandes apresenta uma série de abordagens sobre a vasta temática da organização do espaço nos territórios colonizados pelos portugueses ao longo do meio milénio. Assim surgem as cidades (Luanda), as fortalezas (Ilha de Moçambique, São Tomé, Cabo verde), os edifícios públicos (Angola) e as instalações fabri-rurais (as “roças” são tomenses). Finalmente, refere-se ainda a arquitectos autores de vasta obra de arquitectura no século XX, em Moçambique (João José Tinoco, Francisco de Castro) e em Angola (Fernando Batalha). Sem preocupação exaustiva, esta colectânea de textos desenvolvidos nos últimos anos pretende vislumbrar um diferente universo de espaços e formas, tão notáveis como pouco conhecidos e estimados.
      • Autor

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        José Manuel Fernandes

        Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1953. Arquitecto licenciado pela Escola de Belas Artes de Lisboa em 1977. Professor Catedrático em História da Arquitectura i Urbanismo da Faculdade de Arquitectura de Lisboa (Doutoramento em 1993, Agregação em 1999). Docente convidado do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa, e seu Director no período de 1998/2000). Director do Instituto de Arte Contemporânea/Ministério da Cultura em 2001/2003. Investiga, escreve e publica regularmente sobre temas de História, Arquitectura e Urbanismo. Dos seus livros mais recentes refiram-se: Geração Africana (Lisboa, 2002), Português Suave – Arquitecturas do estado Novo (Lisboa, 2003) e Arquitectura e Indústria em Portugal no século XX (Lisboa, 2003). Coordenador do Mestrado em História da Arquitectura e do Urbanismo em Portugal/Portugal Contemporâneo/Séculos XIX e XX, na FAUTL, em 2004-2006.
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    • A Cidade Sou Eu

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      Rosane Araújo

      • Apresentação

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        A Cidade Sou Eu é uma articulação original para conceituar cidade hoje. Este livro:
        • Toma as articulações da Nova Psicanálise, aplica ao Urbanismo e desenvolve a hipótese de que não há distância que permita circunscrever separadamente Eu e Cidade, pois o processo de explosão conceitual da ideia de cidade é correlato ao de descentralização e fragmentação da noção do eu.
        • Apresenta a instalação histórica do conceito de cidade e, sobretudo, sua relativização evidenciada nos diversos neologismos cunhados pelos autores para designar a cidade contemporânea.
        • Expõe variações do conceito de Eu desde Descartes até sua confluência na noção de Rede.
        • Propõe uma redefinição de cidade, redimensionado assim o Urbanismo, que passa a ser considerado Orbanismo.
        Decorrente de uma tese de doutoramento vencedora do Prémio Capes da área de Arquitetura e Urbanismo, este livro desenvolve a ideia de que A cidade que cada um é, é co-extensiva a seu modo urbano de inserção no mundo.
      • Autora

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        Rosane Araújo é arquiteta e urbanista. Mestre e Doutorada em Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (PROURB/UFRJ). Realizou seu estágio pós-doutural entre 2010 e 2011 com apoio da Capes. Atualmente, é Visiting Scholar da Columbia University e diretora da ECIA.
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    • Portugal e Brasil na Colóquio-Letras

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      O novo número da Colóquio-Letras, edição Maio-Agosto, associa-se às comemorações do ano Portugal/Brasil, dedicando o seu tema inicial a aspetos da literatura de ambos os países, tanto na poesia como na ficção, sobretudo contemporânea. Saulo Neiva aborda os diálogos de Os Lusíadas e a épica brasileira contemporânea; Sofia de Sousa Silva escreve sobre arte e artesanato em Mário de Andrade, João Cabral de Melo Neto e Sophia de Mello Breyner; Iumna Maria Simon contextualiza aquilo que considera ser uma retradicionalização «frívola» na poesia brasileira.
      Ainda no âmbito desta temática, Vera Bastazin reflete sobre a contaminação possível entre Hilda Hilst e Luís Miguel Nava, Ana Marques Gastão assina um artigo sobre «Clarice Lispector ou a autoentrevista» e Isabel Pires de Lima relaciona a obra de Fernanda Botelho e Nélida Pinõn com a Xerazade. Clarisse Fukelman detém-se, por outro lado, sobre a literatura de autoria feminina no Brasil, confinando-se a romancistas reveladas a partir da década de 90.
      Haverá também neste número espaço para evocar Benedito Nunes, pensador e ensaísta brasileiro recentemente falecido, num texto de Kenneth David Jackson. De Alberto Lacerda revelar-se-á, em texto de Luís Amorim de Sousa, a correspondência trocada com poetas brasileiros a exemplo de Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Murilo Mendes, Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto ou Haroldo Campos.
      Obras de Eduardo Lourenço, Manuel Gusmão, Agostinho da Silva ou Yves Bonnefoy são alvo de recensões mais extensas, publicadas em «Notas & Comentários», respetivamente por António Marques, António Carlos Cortez, António Cândido Franco e Fabio Scotto. Revelam-se nesta edição, inéditos de Maria Alzira Seixo, Marco Lucchesi e Helena Carvalhão Buescu. A crónica é de autoria do escritor cabo-verdiano Germano Almeida e os desenhos, da série «Insetos e Insetas», são de Fernando Lemos.

      http://www.coloquio.gulbenkian.pt/

    • Moderno tropical

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      • Apresentação

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        Moderno Tropical é um livro onde a beleza nostálgica das cidades da África lusófona é fixada com afecto e sabedoria.
        Fala-nos do expressionismo sensual que lembra temperaturas cálidas, outras vezes tórridas, da transpiração e da exaltação do calor, da linha curva do movimento, da beleza dos corpos. Volumes, composição, grandes peças escultóricas.
        Depois das formas e da expressão. Lança a ideia das tipologias tropicais, dos lugares para viver essa vida de grande horizonte. (…) É essa boa vida – dos cinemas ao ar livre com esplanadas, ou da expressão religiosa feita com essa largueza de mundo e de cálculo estrutural, ou das galerias suspensas como ruas “levantadas” de modo a distribuir o acesso às habitações ao ar livre – que Ana Magalhães e Inês Gonçalves fixam com força e lirismo.
        É dessa vida – onde corpo e comunidade procuram fresco, sombra e, sobretudo, viver e conviver longe dos preconceitos pesados de um mundo tão fechado como era o de Portugal – que nos fala este livro.

        ANA TOSTÕES, do Prefácio

        No território africano sob domínio colonial português, menos sujeito à pressão dos cânones culturais do Estado Novo e ao mesmo tempo com mais necessidade de construção urbana, os arquitectos portugueses exploraram livremente o Movimento Moderno. A arquitectura dos anos 50 e 60 em África traduziu não só os ensinamentos da Carta de Atenas, de Le Corbusier, mas também as formas modernas desenvolvidas no Brasil. é à procura desse denominador comum - tropical - que Ana Magalhães e Inês Gonçalves numa viagem a Luanda, Lobito, Maputo e Beira, onde fazem um levantamento fotográfico dos edifícios de vanguarda aqui tratados.

      • Autores

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        ANA MAGALHÃES nasceu em Lisboa , em 19665. Formou-se em Arquitectura em 1988 pela FATUL. É docente na Universidade Lusíada de Lisboa desde 1990, leccionando actualmente a disciplina de Arquitectura II. Desenvolve a tese de doutoramento na Universidade Lusíada, em associação com a Escola Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona. Exerce arquitectura em regime de profissão liberal desde 1989.
         
        INÊS GONÇALVES nasceu em Málaga, em 1964, e vive actualmente em Lisboa. Colabora regularmente com vários jornais e revistas. O seu trabalho fotográfico está publicado em livros como Cabo Verde, Goa: Histórias de Um Encontro, com Catarina Portas, Agora Luanda, em co-autoria com Kiluanje Liberdade. A sua obra está representada em várias colecções públicas e privadas.
         

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    • Maputo - Património Arquitectónico

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      João Sousa Morais, Luís Laje, Joana Bastos Malheiro

      O Património Urbano e Arquitetónico é expressivo em Maputo, palco privilegiado de vários tempos de construção que deixaram as suas marcas, onde o saber da Arquitetura urbana ditou o método através do “traçado” que, também ele com valor patrimonial, albergou e sedimentou o quadro edificatório. O registo das obras resultou não só da sua qualidade como também do significado que tiveram nos tempos de assentamento urbano da cidade, contribuindo de forma inequívoca para a identidade urbana da capital moçambicana. Não é, portanto, possível imaginar o quadro edificatório sem a prática do traçado que determinou a estrutura urbana de Maputo.

       

    • Arquitectura, representação e psicanálise

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      Rui Barreiros Duarte 

      “A realidade tem sido lida como sendo uma superficialidade controlada, enfatizada por um sistema indutor de informação persuasiva e dirigida, fazendo com que a sociedade não identifique, absorva ou relacione em profundidade as verdadeiras questões, facilitando que se estabeleçam padrões de influências geridos por “opinion makers”. Trata-se de uma reflexão sobre os valores, a simbologia e a realidade dos dias de hoje no mundo da arquitectura, da arte e não só.

      O autor
      Arquitecto pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, em 1973. Pós-Graduação em "Conservação e Recuperação de Edifícios e Monumentos", Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, em 1984.
      É Doutorado em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, em 1993.
      Actualmente, é Professor Catedrático de Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.
       


    • Espaços culturais e turísticos em países lusófonos

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      • Apresentação

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        O Programa de Pós-graduação em Arquitetura da FAU-UFRJ – PROARQ, imprimindo continuidade aos encontros científicos internacionais realizados desde 2007, promoveu em 2011 o Seminário Internacional Espaços culturais e turísticos em países lusófonos. À maneira dos encontros anteriores, o seminário refletiu As conexões da teoria, do projeto e da produção arquitetónica, envolvendo o turismo e observando os principais temas de que tratam os estudiosos do ambiente, da história e do património.
        Ao fazer o percurso sobre os projetos e as pesquisas desenvolvidas nas regiões lusófonas, os participantes articularam em suas análises as categorias de áreas afins que tratam da organização e das formas do espaço físico e social, enfocando a Arquitetura e o Turismo em relação ao Urbanismo e ao Paisagismo.
        A interdisciplinaridade foi o eixo que possibilitou reunir a mais recente produção científica de pesquisadores, docentes e discentes de programas de pós-graduação e de outras entidades de pesquisa. Portanto, o caráter interdisciplinar do Seminário possibilitou a elaboração de análises amplas de conceitos, métodos, técnicas e fatos decorrentes de momentos marcantes para o nosso desenvolvimento físico-espacial e social.
        O Seminário Internacional Espaços culturais e turísticos em países lusófonos estruturou-se em grandes áreas e os estudos reunidos nesta publicação correspondem à temática central do evento, agrupando-se em quatro títulos.

        Organização
        Luiz Manoel Gazzaneo

      • Publicações

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        Desenvolvimento urbano e Turismo
        Arquitetura, Património e Turismo
        Cidades e Turismo

        Cultura e Turismo


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    • Da irregularidade fundiária urbana à regularização: Análise comparativa Portugal-Brasil

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      Os textos reunidos nesta coletânea foram elaborados a partir do Seminário Internacional “Reconversão e Regularização de Loteamento de Génese Ilegal: Análise comparativa Portugal-Brasil”, realizado na PUC-SP, em 2008. A relevância dos trabalhos aqui publicados expressa-se ma atualidade das questões tratadas e na importância das análises apresentadas, no que diz respeito às possibilidades de compreensão e ao alcance das políticas públicas referentes à regularização do solo urbano, tanto em Portugal como no Brasil.

      Considera-se que a sua principal contribuição seja chamar a atenção para a atualidade de um tema que foi pouco trabalhado na universidade e ao longo dos anos 1990, quer em Portugal em face da expectativa de uma reconversão rápida na sequência da publicação de uma Lei excepcional (91/95) que remeteu aos proprietários a responsabilidade primeira de reconversão, quer no Brasil, pela crença no avanço das políticas urbanas e nas conquistas da legislação urbanística, sobretudo a partir da Constituição Brasileira de 1988. 

      Organizadoras:
      Lucia Bógus, Isabel Raposo, Suzana Pasternak

    • 2° Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus

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      • Apresentação

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        A socialização do conhecimento e a troca mundializada de informações anunciaram, desde meados do século XX, grandes transformações socioespaciais e, conseqüentemente, culturais. A promoção das atividades do setor cultural - marcos principais das ações do Estado neste início do século XXI - passou a ser demasiadamente priorizada, e, portanto, os recursos aplicados em museus e centros culturais intentaram garantir o desenvolvimento econômico de algumas cidades. Nesta perspectiva, o campo cultural gerou empregos e recuperou espaços urbanos que se encontravam em decadência física. As áreas centrais e periféricas das cidades tornaram-se objetos de qualificação simbólica e, de modo especial, as funções originais de edifícios históricos foram transformadas. Por outro lado, novas instituições culturais tornaram real o acesso às diferentes formas de cultura. Enfim, as mudanças conceituais e operacionais dos museus enfatizaram a dimensão humana e a função social destes, induzindo a participação dos diferentes grupos e reconhecendo, de modo amplo, a importância dos indivíduos.

        Em tal contexto, o 2° Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus trata dos temas Identidades e Comunicação na perspectiva de discutir as abordagens atuais das arquiteturas mais imagéticas das grandes e pequenas cidades. E, ao considerar que os novos espaços culturais e os novos lugares de memória são atos arquitetônicos
        contestadores de padrões superados, recupera expressões originais e problematiza tendências museográficas da atualidade.

        A comemoração das seis décadas e meia da fundação da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro também motivou a discussão das matérias e significados que os museus imprimem às cidades e ao patrimônio. As publicações de produtos e resultados do Seminário registram as idéias expostas e discutidas em palestras, mesas-redondas e sessões temáticas. No livro, encontram-se artigos de palestrantes que foram enviados em tempo de serem assim publicados. No CDRom estão gravados os trabalhos completos dos participantes das sessões temáticas, os quais foram selecionados e produzidos por pesquisadores, professores e estudantes europeus e de várias regiões do Brasil.

        As pessoas e instituições que colaboraram de diferentes formas para a realização deste encontro são muitas e agradecemos a todas estas. A diretora da FAU Denise Barcellos Pinheiro Machado foi incentivadora essencial e, portanto, aqui representa aqueles que trabalharam para o eficaz desenvolvimento dos objetivos desse encontro de estudiosos da cidade e dos museus urbanos e públicos.

        Cêça Guimaraens, arquiteta
        Professora Associada da UFRJ

      • O seminário

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        2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus - Identidades e Comunicação

        O 2º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação dá continuidade aos encontros de profissionais e estudiosos da Museologia, História, Arquitetura e Urbanismo organizados pelo Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus da UFRJ, a saber: Seminário Museus, Arquitetura e Reabilitação Urbana, Seminário Museus & Cidades; 1º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus; e o Seminário e Exposição Salão de 1931: diferenças em processo.

        O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação aborda a relação da Museologia com a Arquitetura e o Patrimônio, as temáticas que conectam estes campos disciplinares à História, Comunicação, Artes, Geografia, Sociologia, Antropologia, Educação, Economia, Administração e Turismo.

        O Seminário, de caráter Internacional, realiza-se entre 16 a 19 de novembro de 2010.

        A abrangência das perspectivas tecnológicas atuais faz com que o foco central do 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus priorize os subtemas Identidade e Comunicação, destacando que a arquitetura dos edifícios de museus e a museografia são devidas à função social destes organismos e ao uso de espaços históricos e modernos, e considerando-os públicos e institucionais.

        Neste sentido, os trabalhos apresentados no Seminário abordam os diferentes tipos de projetos e os diversos aspectos das origens, criação, gerenciamento e promoção das ações dessas instituições na atualidade.

        O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação destina-se a estudantes de graduação e pós, profissionais, estudiosos e pesquisadores das diferentes áreas de conhecimento que são afins aos campos arquitetônico e museológico.
        A coordenação e organização do 2º Seminário cabe ao Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com outras instituições de ensino e de cultura.

        Ao considerar os objetivos acadêmicos do PROARQ e da FAU/UFRJ, os quais aliam ensino, pesquisa e atividades de extensão, e integram os níveis de graduação e pós-graduação, o 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus desenvolve-se por meio de palestras e mesas redondas e sessões de comunicações.

        Os temas sobre os quais serão discutidas a articulação e a importância do patrimônio museal e das possibilidades comunicacionais da arquitetura e da museografia são os seguintes:
        1. A cidade e o discurso dos museus: Cultura, Identidade e Patrimônio;
        2. As perspectivas didáticas e comunicativas na Museografia;
        3. Adequação funcional e eficiência energética em edifícios de museus.

        Aline Montenegro Magalhães (MHN – IBRAM / MinC), Gilberto Sarkis Yunes (UFSc - PPGAU) , Guilherme Araújo de Figueiredo (UFJF – FAU), José Gorjão Jorge (FA – UTL), Leandro Medrano (Unicamp), Marcelo Firer (Unicamp – MEC), Margaret Lica Chokyu (UFRJ – FAU), Maria Calado (FA-UTL), Maria Cecilia Gabriele (UnB – FAU), Maria Cristina Cabral (UFRJ – FAU - PROURB), Nivaldo Vieira Andrade Junior (UFBa ), Regina Abreu (UNIRio), Patrizia di Trapano (UFRJ – EBA), Paulo Tormenta Pinto (ISCTE – Portugal), Ricardo Brügger Cardoso (UFRB) e Tereza Fonseca (Universidade do Porto), são os componentes da Comissão Científica, a qual selecionou os trabalhos apresentados no Forum de Ciência e Cultura do campus da Praia Vermelha da UFRJ, no bairro da Urca, na cidade do Rio de Janeiro.

        Comissão organizadora

      • Índice autor

        nova pagina
        Eixo I - A cidade e o discurso dos museus



        Adriano Tomitão Canas

        MASP: museu e cidade em Pietro M. Bardi, O

        

Alberto Goyena
        
Rituais urbanos de despedida: reflexões sobre procedimentos de demolição e práticas de colecionamento

        

Ana Paula Pinheiro
        
Iconicidade, contexto e intervenções patrimoniais: qualidades comunicativas e expositivas dos Museus

        

Camila Bezerra Furloni
        
Arquitetura de museu: espaços de/para exposição

        

Carla Gastaud
        
Museu, permanência e transformação

        

Claudia Dall´Igna
        
Museu, permanência e transformação

        

Daniela José da Silva
        
Museu, Cidade e Identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão

        

Elizabete Rodrigues de Campos Martins
        
Persistência da memória: a trajetória do museu regional Casa dos Ottoni em Serro, Minas Gerais, A

        

Fábio Lopes de Souza Santos
        
Museu em chuteiras: futebol, euforia e nação em espaços de imersão, O

        

Fernando Diniz Moreira
        
Do universal ao local: o museu da Fundação Iberê Camargo


        
Gilberto Sarkis Yunes
        
Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa

        

Giovana Cruz Alves
        
Lugar da arte um breve panorama sobre a arquitetura dos museus e centros culturais, O
        


        Helio Herbst
        Toda ideia tem seu lugar: interlocuções das bienais do Museu de Arte Moderna com a cidade de São Paulo

        

Hélio Hirao
        
Museu Histórico e Arquivo Municipal de Presidente Prudente SP: patrimônio, projeto e identidade na cidade contemporânea, O



        Hugo Sukman
        
Novo MIS e a identidade carioca, O

        

Jaqueline Pugnal da Silva
        
Dialética do antigo-novo na arquitetura de museus a partirda Interpretação do Museu de Arte de São Paulo – MASP, A



        Leopoldo Eurico Gonçalves Bastos
        
Museu Gallo-Romano de Fourvière, Zehrfuss (1911-1996) : um olhar ao passado com sensações presentes, O
        


        Lívia Morais Nóbrega
        
Do universal ao local: o museu da Fundação Iberê Camargo

        

Luiz Fernando Reis
        
Persistência da memória: a trajetória do museu regional Casa dos Ottoni em Serro, Minas Gerais, A

        

Luiz Manoel Gazzaneo
        
Do Palácio Imperial ao Museu Imperial

        

Maíra Teixeira Pereira
        
Museu, cidade e identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão
        Manoela Rossinetti Rufinoni

        Museu e cidade na contemporaneidade: a interpretação museológica dos espaços urbanos

        Manuela Marques Lalane
        
Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa

        Maria Dulce Loução
        Pela estrada fora Itinerário de viagens a um museu imaginado

        Mauricio Candido da Silva
        
Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo: arquitetura, museografia e história

        Nádia Campos Silva
        Pela estrada fora Itinerário de viagens a um museu imaginado

        Pedro António Janeiro
        
Casas, museus e epitáfios (da vala-comum que é a minha memória): desenhos, pinturas, outros patrimónios e outras culturas visuais

        Pedro Henrique Máximo Pereira
        
Museu, cidade e identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão

        Renata Hermanny de Almeida
        
Dialética do antigo-novo na arquitetura de museus a partirda interpretação do Museu de Arte de São Paulo – MASP, A

        Rodolfo Marques Sastre
        
Museografia em prédios de caráter histórico: espaço, linguagem e percurso no estudo de duas exposições

        Rodrigo Morganti Neres
        
Museu Histórico e Arquivo Municipal de Presidente Prudente SP: patrimônio, projeto e identidade na cidade contemporânea, O

        Rui Barreiros Duarte
        
Iconicidade, contexto e intervenções patrimoniais: qualidades comunicativas e expositivas dos Museus

        Sérgio Castello Branco Nappi
        
Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa

        Eixo II - As perspectivas didáticas e comunicativas na museografia

        Airton Cattani
        
Design de exposição e experiência estética no museu contemporâneo

        Amanda Saba Ruggiero
        
Brazil Projects: questões sobre a recepção da arte brasileira

        Ana Cristina Audebert Ramos de Oliveira
        
Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A

        Benvinda de Jesus Ferreira Ribeiro
        
Processo de conservação e restauração da escultura "Oscar" no Museu Nacional de Belas Artes, O

        Bráulio Romeiro
        
Espaços expositivos de Robert Smithson, Os

        Carlos Alberto Santos Costa
        
Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A

        Ceres Storchi
        
Novas perspectivas apontadas para os museus do futebol: o museu do Sport Club Internacional

        César Sartorelli
        
Exposição de projeto: arquitetura de exposições de Lina Bo Bardi e Gisela Magalhães, A
         
        Cristiane Rose Duarte
        Museu, cultura e identidade: uma perspectiva da acessibilidade de pessoas com deficiência aos museus tombados pelo patrimônio

        Fábio Lopes de Souza Santos
        Espaços expositivos de Robert Smithson, Os

        Gabriela Faria
        Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente

        Gabriela Machado Alevato
        Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente

        Gelsom Rozentino de Almeida
        Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente

        Gilson Antônio Nunes
        Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A

        Guilah Naslavsky
        Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura

        Gustavo Cossio
        Design de exposição e experiência estética no museu contemporâneo

        Helena Cunha de Uzeda
        Limites de fruição: espaços de observação e circulação nas exposições de arte, Os

        José Afonso Botura Portocarrero
        Museu Rondon: culturas indígenas, antropologia e arquitetura em Mato Grosso

        Julia Wagner Pereira
        Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente

        Lilian Mariela Suescun Florez
        Jardins botânicos: entre a linguagem da ciência e a comunicação com o público

        Lívia Morais Nóbrega
        Arquitetura e narrativa: um estudo analítico do Museu do Homem do Nordeste (MUHNE)

        Luiz Manuel do Eirado Amorim
        Arquitetura e narrativa: um estudo analítico do Museu do Homem do Nordeste (MUHNE)

        Marcos Solon Kretli da Silva
        Fluidez, liquidez, imersão e interatividade na arquitetura museográfica contemporânea

        Maria Fátima Roberto Machado
        Museu Rondon: culturas indígenas, antropologia e arquitetura em Mato Grosso

        Mariana Madureira
        Espaço da cultura na contemporaneidade: museu global x museu local, O

        Nico Rocha
        Novas perspectivas apontadas para os Museus do Futebol: o museu do Sport Club Internacional

        Paulo Roberto Sabino
        Arquitetura de museus: relações entre exposição e patrimônio

        Pedro Marques de Abreu
        Mãe das musas Acerca da arquitectura dos museus e da sua essência, A
        Regina Cohen
        Museu, cultura e identidade: uma perspectiva da acessibilidade de pessoas com deficiência aos museus tombados pelo patrimônio

        Ricardo Coelho
        Aspectos da cenografia de exposições no Brasil e a ação precursora de Lina Bo Bardi

        Ricardo Gomes Lima
        Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente

        Robson Xavier da Costa
        Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura

        Sílvia Rala
        Perspectivas didácticas e comunicativas da Museologia e da Museografia no Design. A 'arquitectura' dos novos espaços museais

        Sonia Marques
        Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura

        Stella Regina Miguez
        Estudos para implementação de um centro de documentação e referência em arquitetura: o caso do acervo de projetos da Biblioteca Fauusp

        Teresa Cristina Moletta Scheiner
        Jardins botânicos: entre a linguagem da ciência e a comunicação com o público

        Thereza Christina de Almeida Rosso
        Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente

        Eixo III - Adequação funcional e eficiência energética em edifícios de museus

        Alvaro Augusto de Carvalho Costa
        Linguagem dos espaços: luz e movimento nos museus, A

        Ana Vitória Mello de Souza Gomes
        Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia

        Bárbara Andrade
        Museus sustentáveis: estudo de caso da Casa da Descoberta na Universidade Federal Fluminense

        Cristina Lodi
        Sustentabilidade ambiental, econômica e social nos novos museus cariocas: Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio e novo Museu da Imagem e do Som

        Eduardo Spinazzola
        Museu da Língua Portuguesa Projeto de adaptação e restauro da Estação da Luz

        Griselda Pinheiro Klüppel
        Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia

        Larissa Graça
        Museu do Futebol: programa de acessibilidade

        Márcia Rebouças Freire
        Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia

        Marina Byrro Ribeiro
        Desafios da arquitetura de museus adaptada ao meio ambiente
         
      • Índice título

        nova pagina
        Eixo I - A cidade e o discurso dos museus

        Arquitetura de museu: espaços de/para exposição
        Camila Bezerra Furloni

        Casas, museus e epitáfios (da vala-comum que é a minha memória): desenhos, pinturas, outros patrimónios e outras culturas visuais
        Pedro António Janeiro

        Dialética do antigo-novo na arquitetura de museus a partirda Interpretação do Museu de Arte de São Paulo – MASP,
        A
        Jaqueline Pugnal da Silva, Renata Hermanny de Almeida

        Do Palácio Imperial ao Museu Imperial
        Luiz Manoel Gazzaneo

        Do universal ao local: o museu da Fundação Iberê Camargo

        Lívia Morais Nóbrega, Fernando Diniz Moreira

        Iconicidade, contexto e intervenções patrimoniais: qualidades comunicativas e expositivas dos Museus
        
Ana Paula Pinheiro, Rui Barreiros Duarte

        Lugar da arte um breve panorama sobre a arquitetura dos museus e centros culturais, O

        Giovana Cruz Alves

        MASP: museu e cidade em Pietro M. Bardi, O

        Adriano Tomitão Canas

        Museografia em prédios de caráter histórico: espaço, linguagem e percurso no estudo de duas exposições

        Rodolfo Marques Sastre

        Museu, cidade e identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão
        
Daniela José da Silva, Pedro Henrique Máximo Pereira, Maíra Teixeira Pereira

        Museu e cidade na contemporaneidade: a interpretação museológica dos espaços urbanos

        Manoela Rossinetti Rufinoni

        Museu em chuteiras: futebol, euforia e nação em espaços de imersão, O
        
Fábio Lopes de Souza Santos, David Sperling

        Museu Gallo-Romano de Fourvière, Zehrfuss (1911-1996) : um olhar ao passado com sensações presentes, O
        
Leopoldo Eurico Gonçalves Bastos
        Museu Histórico e Arquivo Municipal de Presidente Prudente SP: patrimônio, projeto e identidade na cidade contemporânea, O
        
Hélio Hirao, Rodrigo Morganti Neres

        Museu, permanência e transformação

        Claudia Dall´Igna, Carla Gastaud

        Novo MIS e a identidade carioca, O

        Hugo Sukman

        Pela estrada fora itinerário de viagens a um museu imaginado

        Maria Dulce Loução, Nádia Campos Silva

        Persistência da memória: a trajetória do museu regional Casa dos Ottoni em Serro, Minas Gerais, A
        
Luiz Fernando Reis, Elizabete Rodrigues de Campos Martins

        Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa
        
Manuela Marques Lalane, Gilberto Sarkis Yunes, Sérgio Castello Branco Nappi

        Rituais urbanos de despedida: reflexões sobre procedimentos de demolição e práticas de colecionamento

        Alberto Goyena

        Toda ideia tem seu lugar: interlocuções das bienais do Museu de Arte Moderna com a cidade de São Paulo

        Helio Herbst

        Eixo II - As perspectivas didáticas e comunicativas na museografia

        Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A

        Gilson Antônio Nunes, Ana Cristina Audebert Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Santos Costa

        Arquitetura de museus: relações entre exposição e patrimônio

        Paulo Roberto Sabino

        Arquitetura e narrativa: um estudo analítico do Museu do Homem do Nordeste (MUHNE)

        Lívia Morais Nóbrega, Luiz Manuel do Eirado Amorim

        Design de exposição e experiência estética no museu contemporâneo
        Gustavo Cossio, Airton Cattani

        Espaço da cultura na contemporaneidade: museu global x museu local, O
        
Mariana Madureira
        Espaços expositivos de Robert Smithson, Os
        
Bráulio Romeiro, Fábio Lopes de Souza Santos

        Estudos para implementação de um centro de documentação e referência em arquitetura : o caso do acervo de projetos da Biblioteca Fauusp
        
Stella Regina Miguez

        Exposição de projeto: arquitetura de exposições de Lina Bo Bardi e Gisela Magalhães, A
        
César Sartorelli

        Fluidez, liquidez, imersão e interatividade na arquitetura museográfica contemporânea
        
Marcos Solon Kretli da Silva

        Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente

        Gabriela Machado Alevato, Thereza Christina de Almeida Rosso, Ricardo Gomes Lima, Gelsom Rozentino de Almeida, Julia Wagner Pereira, Gabriela Faria

        Jardins botânicos: entre a linguagem da ciência e a comunicação com o público
        
Lilian Mariela Suescun Florez, Teresa Cristina Moletta Scheiner

        Limites de fruição: espaços de observação e circulação nas exposições de arte, Os
        
Helena Cunha de Uzeda

        Mãe das musas. Acerca da arquitectura dos museus e da sua essência, A

        Pedro Marques de Abreu

        Brazil Projects: questões sobre a recepção da arte brasileira
        
Amanda Saba Ruggiero

        Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura
        
Guilah Naslavsky Professora, Sonia Marques, Robson Xavier da Costa

        Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo: arquitetura, museografia e história
        
Mauricio Candido da Silva

        Museu Rondon: culturas indígenas, antropologia e arquitetura em Mato Grosso.
        
Maria Fátima Roberto Machado, José Afonso Botura Portocarrero

        Museu, cultura e identidade: uma perspectiva da acessibilidade de pessoas com deficiência aos museus tombados pelo patrimônio

        Regina Cohen, Cristiane Rose Duarte
        Novas perspectivas apontadas para os museus do futebol: o museu do Sport Club Internacional

        Nico Rocha, Ceres Storchi

        Perspectivas didácticas e comunicativas da museologia e da museografia no design. A 'arquitectura' dos novos espaços museais

        Sílvia Rala

        Processo de conservação e restauração da escultura "Oscar" no Museu Nacional de Belas Artes, O
        
Benvinda de Jesus Ferreira RIBEIRO

        Eixo III - Adequação funcional e eficiência energética em edifícios de museus

        Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia
        
Griselda Pinheiro Klüppel, Ana Vitória Mello de Souza Gomes, Márcia Rebouças Freire

        Desafios da arquitetura de museus adaptada ao meio ambiente
        
Marina Byrro Ribeiro

        Linguagem dos espaços: luz e movimento nos museus, A

        Alvaro Augusto de Carvalho Costa

        Museu da Língua Portuguesa. Projeto de adaptação e restauro da Estação da Luz
        
Eduardo Spinazzola

        Museu do Futebol: programa de acessibilidade
        
Larissa Graça

        Museus sustentáveis: estudo de caso da Casa da Descoberta na Universidade Federal Fluminense

        Bárbara Andrade

        Sustentabilidade ambiental, econômica e social nos novos museus cariocas: Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio e novo Museu da Imagem e do Som

        Cristina Lodi
         
      • Créditos

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        Reitor
        Aloísio Teixeira

        Vice-reitora
        Sylvia da Silveira de Mello Vargas

        Diretora da FAU
        Denise Barcellos Pinheiro Machado

        Coordenadora do PROARQ
        Vera Regina Tângari

        Comissão Científica
        Aline Montenegro Magalhães (MHN – IBRAM / MinC)
        Gilberto Sarkis Yunes (UFSc - PPGAU)
        Guilherme Araújo de Figueiredo (UFJF – FAU)
        José Gorjão Jorge (FA – UTL),
        Leandro Medrano (Unicamp),
        Marcelo Firer (Unicamp – MEC)
        Margaret Lica Chokyu (UFRJ – FAU)
        Maria Calado (FA-UTL)
        Maria Cecilia Gabriele (UnB – FAU)
        Maria Cristina Cabral (UFRJ – FAU - PROURB)
        Nivaldo Vieira Andrade Junior (UFBa )
        Regina Abreu (UNIRio)
        Patrizia di Trapano (UFRJ – EBA)
        Paulo Tormenta Pinto (ISCTE – Portugal)
        Ricardo Brügger Cardoso (UFRB)
        Tereza Fonseca (Universidade do Porto).

        Colaboradores
        Dilza Homem de Melo
        Felipe Jourdan
        Hilton Berredo
        Luiz Manoel Gazzaneo
        Maria das Graças Ferreira
        Mayara Corrêa
        Tamar Firer

        Projeto gráfico e rótulo
        Helvécio da Silva – http://www.helvecio.com

        Diagramação e editoração eletrônica
        Felipe Reinicke
        Vitor Cruz

        Ficha catalográfica
        S471
        Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus (2.: 2010: Rio de Janeiro, RJ)
        ANAIS do 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: identidades e comunicação/ Cêça Guimaraens e Ana Albano Amora organizadoras. – Rio de Janeiro: FAU/PROARQ, 2010.
        1CD-Rom; il. color.; 4 ¾ pol.

        ISBN:
        1. Museus - Arquitetura. 2. Museologia. 3. Patrimônio Cultural. I. Guimaraens, Maria da Conceição Alves de II. Amora, Ana Albano. III. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura.
        CDD 069
        ©Copyright dos autores

        Realização
        Arquitetura de Museus - Grupo de Estudo

        Apoios
        fau-ufrj - PROARQ
        CAPES
        AEAULP
        Banco do Brasil

      • MASP: museu e cidade em Pietro M. Bardi, O

        nova pagina
        Adriano Tomitão Canas

        Doutor, Arquiteto e Urbanista pela Universidade Federal de Uberlândia.
        
E-mail: adrcanas@uol.com.br


        Resumo

        Este texto pretende compreender o projeto museológico proposto para o Museu de Arte de São Paulo (MASP) inserido nas discussões internacionais relacionadas à renovação do papel dos museus na cidade do pós-guerra. No discurso elaborado por Pietro Maria Bardi para apresentar o MASP à época de sua criação em 1947, encontra-se sintonias com as discussões presentes no debate internacional entre os arquitetos modernos que buscavam por uma renovação da função dos museus e do seu papel na transformação do espaço da cidade. No campo da arquitetura, em um período de revisão de suas primeiras proposições, os museus tornaram-se peças chaves nas estratégias dos arquitetos modernos atuantes no pós-guerra, com propostas de restabelecer, para as cidades, pontos vivos que pudessem transformar os velhos centros ou construir outros novos. Lugares destinados às obras de arte na cidade moderna já haviam sido propostos no IV CIAM de 1933, que originou a Carta de Atenas e Can our Cities Survive? O tema foi desenvolvido no VIII CIAM intitulado "O Coração da Cidade", de 1951, no qual a proposta de museus como "laboratórios" encontra-se nas proposições de Le Corbuiser e de Josep Lluis Sert em seus discursos na busca por uma transformação dos centros das cidades através da criação de pontos estratégicos que viriam a contribuir para recuperar um sentido de coletividade. Le Corbusier cita o MASP da Sete de Abril como um dos exemplos da forma como se daria a integração entre museu e cidade, um dos papéis do "coração".

        Clique aqui para ler o artigo [pdf].
         





        Abstract
        
This paper aims to understand the museological project proposed for the São Paulo Museum of Art (MASP) within the international discussions about the renewal of the role of museums in the post war cities. In a speech prepared by Pietro Maria Bardi at the presentation of MASP by the time of its creation in 1947, in the international debate among modern architects who sought renewal for the museums and their role in the transformation of the city space. In the architectural field in a period of reformation of its first propositions, the museums have become key elements for the modern architects working at the post war period, whose proposals aimed to reestablish live spots in the cities that could transform the old centers or to build new ones. Specific sites for works of art had already been proposed in the modern city at the CIAM IV in 1933, which originated the Athens Charter and Can Our Cities Survive? The theme was developed at CIAM VIII entitled "The Heart of the City", in 1951, in which the proposition of a museum as "laboratories" lies in the propositions of Le Corbuiser and Josep Lluis Sert in his speeches in the search for a transformation of the cities' centers by creating strategic sites that would help restore a sense of community. Le Corbusier quotes MASP as one example of how the integration between the museum and the city would take place, one of the roles of the "core."
      • Rituais urbanos de despedida: reflexões sobre procedimentos de demolição e práticas de colecionamento

        nova pagina
        Alberto Goyena
        
Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia – IFCS/UFRJ. Orientando do Prof. José Reginaldo Santos Gonçalves e Bolsista da CAPES.

        E-mail: goyena@ufrj.br


        Resumo
        
Por mais paradoxal que isto possa parecer, meu interesse por técnicas e rituais de demolição de construções arquitetônicas é um desdobramento de estudos sobre patrimônios culturais, coleções e formas de exposição museográficas. Partindo da hipótese de que talvez seja rentável, para pensar acerca da noção de "patrimônio", trazer para o centro do debate a idéia de "demolição", apresento nesta comunicação algumas considerações de uma pesquisa antropológica sobre edifícios que tiveram de ser negados para que novas construções possam ter sido erguidas. Para tal, ponho em contraste e comparo os procedimentos de uma equipe de demolição com as práticas de uma confraria de colecionadores de fotografias do Rio Antigo.

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        Abstract

        However paradoxical it may seem, my interest in techniques and rituals of architectural demolition is an outgrowth of studies on cultural heritage, collections, and forms of museographic exhibitions. I here assume that it could be useful, when thinking about the concept of "heritage", to bring to the center of the debate the idea of "demolition". Therefore, I seek to present in this paper some considerations of an anthropological research on buildings that had to be negated so as that new ones could be built. To do so, I here compare and contrast the procedures of a demolition team to the practices of a fellowship of Old Rio photographs collectors.
"Destruction does not suffice – any more than does preservation – to guarantee permanence. But it can contribute to it, and this is enough to challenge the equation between destruction and oblivion and to justify a theoretical distinction between memory and material survival" Dario Gamboni
      • Iconicidade, contexto e intervenções patrimoniais: qualidades comunicativas e expositivas dos Museus

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        Autores:
        Rui Barreiros Duarte
        Arquitecto, Professor Catedrático da FA/UTL – Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa

        Ana Paula Pinheiro
        Arquitecta


        Resumo
        Os museus são os depositários de fragmentos de memórias duma cultura. Focando temas específicos e de acordo as circunstâncias e os lugares, os museus têm vindo a adquirir um estatuto de divulgação patrimonial e de interacção com o público cada vez maior, tirando partido das novas tecnologias e da complexidade de funções que incorporam, muito distantes dos programas iniciais.
        Quer surjam como ícones ou com enquadramentos contextualizados, eles redefinem usos urbanos criando polaridades culturais diversificadas que dão competitividade às cidades. Daí a multiplicidade de estratégias que cada vez mais importa identificar, e que naturalmente constituem “livros abertos” que na contemporaneidade articulam discursos integrados que envolvem a arquitectura e o espaço adjacente, as exposições, os acontecimentos culturais e actividades de extensão.
        Sob estas vertentes, a visualidade dos museus tira partido do modo de expor, das qualidades comunicativas que envolve o público de todas as idades para que as questões de identidade se sedimentem duma forma natural e profunda.
        Icon, context and patrimonial interventions: communicative qualities and narratives of the Museums.

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        Abstract
        Museums become the depositories of fragments of different memories of a certain culture, overlapping them in one space. Focusing on specific themes and according to circumstances and places, museums have been acquiring an explicit status increasing the patrimonial disclosure and interaction with the public, taking advantage of new technologies and their complexity of functions incorporated, in many more layers, than those suggested by the initial programs.
        Whether they emerge as icons or with a certain contextualized background, they redefine urban uses, creating diversified cultural polarities that place the cities in a competitive market. From this, results a multitude of strategies that become even more important to identify and comprehend, and that naturally become like ‘’open books’’; contemporarily these strategies articulate integrated discourses that surround the architecture and the adjacent space, the expositions, the cultural events and the extension activities.
        Under these themes and concerns, the visibility of the museums takes advantage of the different ways of exposure involving the public, no matter the age, so that the identity issues underlying the process and the project can take its roots in a natural and profound way.
      • Arquitetura de museu: espaços de/para exposição Estudo de caso do Centro Cultural da Saúde e Museu da Imagem e do Som

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        Camila Bezerra Furloni
        Pós-graduanda do Curso de Especialização em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde – Casa de Oswaldo Cruz – Fundação Oswaldo Cruz
        Orientadora: Ana Albano Amora


        Abstract
        The paper deals with changes in the concept of heritage and museums throughout the twentieth century and the beginning of XXI and its physical and symbolic implications in architecture. For its analysis,  it uses the comparative case study between two cultural centers located within the area called Castelo, downtown of Rio de Janeiro: the Museum of Image and Sound (Museu da Imagem e do Som - MIS) and the Cultural Center of Health (Centro Cultural da Saúde - CCS), both built as pavilions for the Centennial Exhibition in Homage to Independence in 1922. It confronts the current adaptation of buildings endowed with historical value in museums with the new designs for museums as works of art themselves.

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      • Museu, permanência e transformação

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        Claudia Dall´Igna
        Profa FA-UFRGS, MArq ETSAB-UPC
        Graduada pela UFRGS em Arquitetura e Urbanismo (1992)
        Mestre em Arquitetura e Cidade/Metropolis, pela ETSAB-UPC (1995)
        Professora substituta da FA-UFRGS, departamento de URBANISMO.
        E-mail: cdalligna245@googlemail.com
         
        Carla Gastaud
        Profa ICH/DHA UFPel, Dra FACED-UFRGS
        cgastaud@terra.com.br
        Graduada pela UFPEL em Historia (1995)
        Mestre em Historia pela UFRGS (1998)
        Doutora em Educação pela UFRGS (2009)
        Professora adjunta do ICH/UFPEL curso de Museologia

        Resumo

        Los museos viven el momento paradoxal entre la sacralización y la banalización, entre la elitización tradicional y la popularización.  Este museo, que há sido templo, fué cementério, hoy es teatro. El museo es espacio publico, de ócio, contemplación, educación y comércio.  Los museos han sobrevivido a la crisis de identidad de fines del siglo XX a través de la renovación y el crescimiento de publico. El museo se relaciona e identifica con el hombre y la realidad del presente, por esta razón adaptar-se es parte de la propia naturaleza. Aun que las ideas de estabilidad y transformación parezcan antagônicas, el museu existe como reflejo de su tiempo y de esta forma se tiene que transformar permanentemente renovando su sentido para permanecer.

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      • Museu, Cidade e Identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão

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        Daniela José da Silva é Designer Gráfico pela Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (2006) e acadêmica do oitavo período do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Goiás.
        Tel.: (62)8424-8750
        E-mail: danijdesigner@gmail.com

        Pedro Henrique Máximo Pereira é acadêmico do oitavo período do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Goiás e do segundo período do curso de Artes Visuais da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás.
        Tel.: (62)9335-1288
        E-mail: pedrohenrique.mx@hotmail.com

        Maíra Teixeira Pereira é Arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal de Viçosa (2001), mestre pela Universidade Federal de Viçosa (2003), doutoranda pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília e professora da Universidade Estadual de Goiás.
        Tel.: (61)81614121
        E-mail: mai_teixeira@yahoo.com.br

        Resumo

        Este artigo traz reflexões sobre as transformações ocorridas na sociedade ocidental desde a década de 1960, onde vemos posturas culturais tradicionais sendo abaladas por uma série de manifestações conhecidas como contracultura, que desencadearam uma série de transformações das mais variadas formas, afetando até mesmo as relações entre sociedade e cultura. A Indústria Cultural foi responsável por, gradativamente, essa relação se diluir, tornando-se quase alheias. Tendo como foco os equipamentos culturais – museus, galerias de arte, centros culturais etc.–, a Indústria Cultural se tornou uma aliada da especulação imobiliária ao passo que é ponto de partida para a gentrificação urbana. No Brasil, o questionável é que o país não passou pelas transformações ocorridas a partir da década de 60 efetivamente, porém, a partir da segunda metade da década de 80, absorve a Indústria Cultural. A década de 90 é marcada por reflexões e críticas dos intelectuais sobre esse fenômeno, que parecem repercutir na primeira década do século XXI, e o diálogo entre Identidade, Cultura e Patrimônio, volta a ser estabelecido. Tendo em vista todo esse debate, dois projetos do Brasil Arquitetura, o Museu Rodin e o Museu do Pão estarão sob os olhares das relações de Identidade, Patrimônio e Indústria Cultural.

        Clique aqui para ler o artigo [pdf].
        Museum, City and Identity in the era of Cultural Industry:
        looks about the Rodin Museum (Museu Rodin) and the Bread Museum (Museu do Pão)

        Daniela José da Silva is Graphic Designer by Visual Arts Faculty of Federal University of Goiás (2006) and academic of eighth period of Architecture and Urbanism by State University of Goiás.
        Tel.: (62)8424-8750
        E-mail: danijdesigner@gmail.com

        Maíra Teixeira Pereira is Architect and Urbanist by Federal University of Viçosa (2001), master by Federal University of Viçosa (2003), doctorate student by Architecture and Urbanism Faculty of Brasília University and professor of State University of Goiás.
        Tel.: (61)81614121
        E-mail: mai_teixeira@yahoo.com.br


        Abstract
        This article contains reflections about the transformations occurred in the occidental society since 1960s, where we see traditional cultural attitudes being shaken by a series of demonstrations known as Counterculture, that unlock a series of transformations the most varied forms, affecting even the relations between Society and Culture. The Cultural Industry was responsible for, gradually, dilute this relations, becoming almost alien. Having as focus cultural equipments – museums, art galleries, cultural centers etc. - the Cultural Industry teamed up with property speculation, being it starting point for urban gentrification. In Brazil, the questionable is that the country has not gone through the transformations from the 60's actually, but since the second half of the 80s, absorbed the Cultural Industry. The decade of 90s is marked by reflections and critics that intellectuals about this phenomenon, which seem to reverberate in the first decade of XXI century, and the dialogue between Identity, Culture and Patrimony, back to be established. In view of this whole debate, two projects by Brasil Arquitetura , the Museu Rodin (Rodin Museum) and the Museu do Pão (Museum of Bread), will be under the looks of the relations of Identity, Patrimony and Cultural Industry.
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    • Uma Utopia Sustentável

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      Arquitectura e urbanismo no espaço lusófono: que futuro?

      Faça aqui o download da Publicação relativa ao 1º Seminário Internacional da AEAULP.
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