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Programação, com chamada de trabalhos, do Seminário ArquiMemória 4, promoção do IAB BA - Instituto de Arquitetos do Brasil, Seção Bahia, com a participação da Faculdade de Arquitetura da UFBA, para que conheçam e possam participar. www.iab-ba.org.br/arquimemoria4 |
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No proximo mês de Março realizar-se-á, na Faculda de Arquitectura da UTL, o 3º Seminário Internacional no âmbito do projecto de investigação "Arquitecturas do Mar". Ler mais |
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No proximo mês de Outubro realizar-se-á, no Instituto Superior de Agronomia da UTL, O 2º Seminário Internacional no âmbito do projecto de investição "Arquitecturas do Mar". Ler mais |
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Está disponível para consulta o agendamento do 2º Seminário Internacional da AEAULP - "Palcos da Arquitectura" - a realizar de 5 a 7 de Novembro, nas instalações da Faculdade de Arquitectura da UTL. |
| O arquitecto português Álvaro Siza vai ser distinguido com o Leão de Ouro pela sua carreira, na Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, que decorre naquela cidade de 29 de Agosto a 25 de Novembro. Esta é a segunda vez que o arquitecto é premiado nesta bienal, depois de em 2002 ter recebido o Leão de Ouro de projecto. |
Como lusófonos, partilhamos uma mesma concepção do mundo descrito e explicado. Assim, o património construído, pelo modo de sentir que é comum a esse espaço, expressa-se eloquentemente através da Arquitectura e do Urbanismo.
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Concretamente, pretende-se promover a livre circulação de professores, estudantes e ideias. O reconhecimento mútuo de diplomas em todos os graus, a construção de uma massa crítica e de uma identidade apoiada na diversidade cultural e geográfica nos espaços de expressão portuguesa são também objectivos deste projecto. Por outro lado, não deveremos esquecer que isso só será possível com a criação de condições de investigação e de consolidação de uma cultura actuante em bases artísticas e científicas. Não é de somenos importância o estabelecimento de uma rede de comunicação, que fomente publicações, exposições e outros eventos e promova concursos transversais de bolsas de estudo e projectos de investigação. O espaço cultural específico que esta iniciativa vai, de algum modo, inaugurar tornar-se-á mais um factor de reunião dos países que, em conjunto, constituem aquilo a que poderemos chamar o mundo da lusofonia. |
| Há num novo paradigma de aprendizagem que envolve a própria reorganização das diversas instituições implicadas em todo o processo educativo, a partir do qual se perspectiva o ensino e a investigação em Arquitectura e em Urbanismo. A necessidade de criação de espaços inéditos de investigação e de inovação, mais conformes à própria prática da arquitectura contemporânea, decorre daí. Esta é a razão porque algumas Escolas de Arquitectura decidiram associar-se para criarem um espaço colectivo de reflexão, discussão e investigação nos domínios da Arquitectura e do Urbanismo. Geograficamente, não foram definidos limites. Culturalmente, circunscreveu-se aos povos e países que fazem uso da língua portuguesa o território desta associação. Meio milénio de convivência cultural assegura-nos que há um espaço comum aberto e criativo que é possível explorar a vários níveis e em diferentes aspectos, mas sempre na perspectiva do enriquecimento mútuo e na afirmação de um genuíno espaço de lusofonia. Estes, aliás, são os objectivos da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa. |
| A língua portuguesa aproxima-nos na medida em que, como lusófonos, partilhamos uma mesma concepção do mundo descrito e explicado. Isso não impede que, com os diferentes usos, se revelem os significados das expressões regionais e locais. E a função poética torna-se, assim, ponto de encontro certo e veículo das sensibilidades que os espaços e os lugares manifestam nas diversas comunidades. Poder-se-á, por isso mesmo, também dizer que o património construído, pelo modo de sentir que é comum ao espaço lusófono, se expressa eloquentemente através da Arquitectura e do Urbanismo. |
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Mobilidade (livre circulação de professores, estudantes, ideias e projectos em todas as escolas e países); Discussão e negociação com as associações profissionais (ordens, etc.) e governos com vista a um futuro reconhecimento mútuo de diplomados e de arquitectos/urbanistas; Construção de uma massa crítica conducente à consolidação da Arquitectura e do Urbanismo nos espaços de expressão portuguesa; Construção de uma identidade apoiada na multiplicidade cultural e geográfica; Criação de meios e de objectivos de investigação sustentando uma cultura arquitectónica e urbanística sólida e científica; Estabelecimento de programas de exposições que deverão percorrer as diversas Escolas de Arquitectura dos países da CPLP; Procura de vias para uma maior proximidade efectiva entre o ensino, a investigação e a prática. Estabelecimento de uma rede de informação e publicações conjuntas. |
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Presidente
Vice-presidente
Secretário |
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Directora
Secretário Geral
Tesoureiro
Vogais |
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Presidente Mauro Santoro Campello (Departamento de Arquitetura da Universidade Federal de Juíz de Fora/Brasil) 1º Membro José Ribeiro Mendes (Instituto Politécnico de Tomar/Portugal) 2º Membro Marcelo Tinoco (Departamento de Arquitectura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/Brasil) |
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Oscar Niemeyer (Brasil)
Álvaro Siza (Portugal) Paulo Mendes da Rocha (Brasil) José Ramos Horta (Timor Leste) |
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Presidente Modesto Carvalhosa (Brasil) Director Conceição Trigueiros (Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa/Portugal) Sócios Institucionais Departamento de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Federal de Viçosa/BrasiI (Túlio Tibúrcio) Faculdade de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro/Brasil (Denise Pinheiro) Escola de Arquitetura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa/Portugal (Alberto Reaes Pinto) Sócios Individuais Mário Moutinho (Escola de Arquitetura da Universidade Lusófona de Lisboa/Portugal) Andrey Rosenthal Schlle (Faculdade de Arquitectura e Urbanismo da Universidade de Brasilia/Brasil) Cooptados CPLP (Secretário Executivo, Domingos Simões Pereira/Guiné) CIALP (Presidente, João Belo Rodeia/Portugal) Albina Assis Africano (Angola) Bernardo Paz (Brasil) Francisco Murteira Nabo (Portugal) José Miguel Alarcão Júdice (Portugal) Jorge Coelho (Portugal) Modesto Carvalhosa (Brasil) Narciso Matos (Moçambique) Sócios Honorários Á́lvaro Siza (Portugal) José Ramos Horta (Timor Leste) Oscar Niemeyer (Brasil) Paulo Mendes da Rocha (Brasil) |
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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Vicosa Departamento de Arquitetura da Universidade Lusiada de Angola Departamento de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do centro Universitario Ritter dos Reis Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasilia Faculdade de Arquitetura da Universidade Tecnica de Lisboa Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto Departamento de Urbanismo da Universidade Lusofona de Lisboa Escola de Arquitetura da Universidade do Minho Faculdade de Arquitetura e Artes da Universidade Lusiada de Lisboa Faculdade de Arquitetura e Planeamento Fisico da Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense Departamento de Arquitetura e Urbanismo do ISCTE – Instituto Universitario de Lisboa Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Sao Paulo Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciencias e Tecnologia da Universidade de Coimbra Escola da Cidade de Sao Paulo Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais Curso de Arquitetura do Centro Universitario Moura Lacerda Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Sao Judas Tadeu Instituto Politecnico de Tomar Curso de Arquitetura e Urbanismo da Pontificia Universidade Catolica do Rio de Janeiro Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia Universidade Jean Piaget de Cabo Verde Departamento de Arquitetura da Pontificia Universidade Catolica do Parana Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontificia Universidade Catolica do Rio Grande do Sul Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Pontificia Universidade Catolica de Minas Gerais Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Ouro Preto Departamento de Engenharia Civil do Instituto Superior Tecnico Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Amapa Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo Departamento de Arquitetura do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes de Portimao da Universidade Lusofona Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceara |
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A reunião de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de países de língua portuguesa sob a forma de Academia é motivada pelo reconhecimento dos seguintes pressupostos: A língua portuguesa nos dispõe pela sua natureza ontológica, a aproximarmo-nos da forma como visualizamos, sentimos, pensamos e indagamos as realidades nas quais actuamos; A língua portuguesa falada é um notável meio de apreensão do espaço social, fazendo emergir os significados das expressões regionais e locais, revigorando continuamente o património comum da lusofonia; A língua, quando tende para a linguagem, assumindo expressão literária e função poética, promove um encontro de sensibilidades que revelam os sentidos ocultos e não habituais dos espaços, dos lugares e das comunidades que são objecto da nossa actuação; O património construído pela língua portuguesa, na sua dimensão libertadora, nos provoca, permanentemente, a indagar os caminhos da arquitectura e do urbanismo. O Português, como língua comum, aliado ao ensino, à investigação e à prática da Arquitectura e do Urbanismo, com a complexidade e a diversidade que os definem, são condições necessárias e suficientes para a criação da egrégora que se consigna nos presentes estatutos.Criar, pensar, fazer, experimentar, são meios que exprimem as acções a empreender no entendimento dos fundamentos que o legado patrimonial nos fornece. Neste mundo em mutação, em ruptura de valores, cujos efeitos ainda se desconhecem, pretende-se abrir um espaço criativo e afirmativo que abrigue as gerações vindouras na inquietação que as actividades inerentes encerram. O múltiplo sentido, que se pretende aberto e plural, ancora a presente Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa, destinada a reflectir, discutir, investigar e agir nos domínios da educação, da pesquisa e da produção da Arquitectura e do Urbanismo referenciadas ao espaço comum da lusofonia. |
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Artigo 1º (Natureza jurídica e denominação)
(Sede)
(Missão e Objectivos)
b) Concorrer para a constituição da produção do conhecimento em arquitectura e urbanismo; c) Construir vias para a aproximação efectiva entre o ensino, a investigação e a prática nas escolas associadas; d) Criar uma rede de comunicação e de publicações, bem como de informação sobre as actividades existentes e os programas desenvolvidos pelas escolas associadas; f) Estabelecer relações com instituições, com associações profissionais e com organizações governamentais e não governamentais, nacionais e internacionais, envolvidas com os objectivos da Academia; g) Desenvolver outras acções, desde que aprovadas pela Assembleia Geral. |
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Artigo 4º (Associados) A Academia é constituída por associados institucionais e por associados individuais.
Artigo 5º (Admissão)
Artigo 6º (Direitos) 1. Os associados institucionais, enquanto cumpram os seus deveres estatutários, têm direito a: a) Participar e votar em todas as Assembleias Gerais; b) Eleger e ser eleito para os órgãos sociais; c) Participar nas iniciativas da Academia; d) Reclamar ou recorrer para a Assembleia Geral de deliberações da Direcção. 2. Os associados individuais, enquanto cumpram os seus deveres estatutários, têm direito a: a) Participar em todas as Assembleias Gerais; b) Ser eleito para os órgãos sociais; c) Participar nas iniciativas da Academia; d) Reclamar ou recorrer para a Assembleia Geral de deliberações da Direcção. Artigo 7º (Deveres) São deveres dos associados, nomeadamente os seguintes: a) Cumprir os estatutos e regulamentos; b) Colaborar individual e colectivamente na prossecução dos fins e atribuições da Academia; c) Pagar pontualmente as quotas e quaisquer contribuições fixadas nos termos estatutários ou regulamentares. Artigo 8º (Jóia e quotas)
Artigo 9º (Perda da qualidade de associado) 1. Perde a qualidade de associado aquele que: a) renunciar; b) Não pagar as quotas correspondentes a mais de 24 meses; c) Promover o descrédito da Academia ou prejudicar por faltas graves o seu regular funcionamento. 2. A exclusão dos associados nos termos das alíneas b) e c) do nº. 1 será determinada pela Direcção, e da respectiva deliberação cabe recurso para a Assembleia Geral. |
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SECÇÃO I DISPOSITIVO GERAL Artigo 10º (Órgãos) 1. São órgãos da Academia: a) A Assembleia Geral; b) O Presidente; c) A Direcção; d) O Conselho Fiscal. 2. A Academia dispõe ainda de um Conselho Geral, com funções meramente consultivas. SECÇÃO II ASSEMBLEIA GERAL Artigo 11º (Composição) A Assembleia Geral é constituída por todos os associados, que se encontrem em plena efectividade de direitos, tendo direito de voto todos os associados institucionais. Artigo 12º (Mesa da Assembleia Geral) 1. A Mesa da Assembleia Geral é constituída pelo Presidente da Academia, por inerência, por um Vice-Presidente e por um Secretário, os dois últimos eleitos pela Assembleia Geral. Artigo 13º (Reuniões) 1. A Assembleia Geral reúne-se ordinariamente uma vez por ano para aprovar o relatório, balanço e contas de exercício, mediante parecer do Conselho Fiscal. 2. A Assembleia Geral reúne-se extraordinariamente sempre que convocada pelo Presidente da Academia, por sua iniciativa, ou a pedido de um décimo dos seus membros associados, pela Direcção ou do Conselho Fiscal. 3. A Assembleia Geral será convocada com a antecedência mínima de 45 dias através de quaisquer meios que se mostrem adequados. 4. A Assembleia Geral iniciará os seus trabalhos em primeira convocatória com a presença de pelo menos metade dos associados institucionais em efectividade de funções, podendo fazê-lo passado meia hora depois com a presença de qualquer número de associados. 5. As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria relativa dos votos dos associados presentes ou devidamente representados, com a excepção das deliberações sobre eleição de associados honorários que só podem ser aprovados por maioria de três quartos dos presentes. No caso de empate, o Presidente da Academia possui voto de qualidade. Artigo 14º (Competência) Para além de outras competências previstas na lei, compete à Assembleia Geral: a) Traçar as orientações da vida da Academia com ênfase na definição de directrizes, perspectivas e critérios normativos. b) Proceder à eleição e destituição dos membros da Mesa da Assembleia, da Direcção e do Conselho Fiscal; c) Aprovar o relatório, balanço e contas de exercício, mediante parecer do Conselho Fiscal; d) Aprovar o orçamento anual; e) Deliberar sobre alterações dos estatutos; f) Ratificar a admissão de associados ordinários e eleger os associados honorários; g) Apreciar e decidir as reclamações e recursos apresentados pelos associados de deliberações da Direcção; h) Aprovar o seu regimento. SECÇÃO III PRESIDENTE DA ACADEMIA Artigo 15º (Presidente da Academia) O Presidente da Academia, eleito pela Assembleia Geral, pelo período de três anos, será alternadamente das nacionalidades dos países dos associados institucionais, exercendo, por inerência, o cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral. Artigo 16.º (Competência) 1. Compete ao Presidente da Academia, nomeadamente: a) Presidir à Mesa da Assembleia; b) Convocar a Assembleia Geral, por sua iniciativa ou a pedido, nos termos do artigo 13º, n.º 2 dos Estatutos; c) Dirigir a Assembleia Geral; d) Exercer as funções que lhe sejam atribuídas pela Assembleia Geral. 2. Das decisões do Presidente da Academia, tomadas nos termos da alínea c) do n.º 1, cabe recurso para a Assembleia Geral. SECÇÃO IV DIRECÇÃO Artigo 17.º (Composição) 1. A Direcção é composta por cinco membros: um Director Executivo; um Secretário Geral, um Tesoureiro e dois Vogais. 2. Os membros da Direcção são eleitos de entre os associados pela Assembleia Geral. 3. Por razões operacionais o Director e o Tesoureiro deverão ser da mesma região geográfica. 4. A distribuição dos pelouros e serviços, será feita pela própria Direcção na sua primeira reunião, especificando os poderes atribuídos ao Director, ao Secretário Geral e ao Tesoureiro. 5. O mandato da Direcção é de três anos, renovável por mais um mandato. Artigo 18º (Competência) Compete à Direcção exercer os mais amplos poderes de gestão e representação da Academia, praticando os actos tendentes à realização do seu objecto social e, em especial: a) Requerer a convocação da Assembleia Geral; b) Elaborar e apresentar à Assembleia Geral o relatório, balanço e contas de exercício; c) Elaborar os regulamentos e criar as comissões necessárias para o bom funcionamento da Academia; d) Fixar o valor das jóias e quotas; e) Cobrar receitas e realizar despesas; f) Representar a Academia em juízo e fora dele; g) Praticar actos de aquisição e alienação de bens móveis e imóveis; h) Constituir mandatários, nos termos e para o efeito que houver por convenientes; i) Desempenhar as demais funções previstas nestes estatutos e na lei; j) Exercer as competências que não sejam especialmente atribuídas a outros órgãos sociais; k) Constituir grupos de trabalho para a apoiar nas suas tarefas; l) No final do primeiro mandato, é facultado à Direcção apresentar candidatura, por mais um mandato de três anos; m) Empreender, sob orientação da Assembleia Geral ou por sua própria iniciativa, medidas destinadas a promover os objectivos da Academia e a reforçar o seu funcionamento. n) Aprovar o seu regimento. Artigo 19º (Funcionamento) 1. A Direcção reúne-se ordinariamente uma vez por semestre e extraordinariamente sempre que convocada pelo Director, por sua iniciativa ou a pedido de dois membros da Direcção. 2. A Direcção será convocada com a antecedência mínima de 30 dias através de quaisquer meios que se mostrem adequados. 3. A Direcção só pode validamente deliberar com a presença da maioria dos seus membros. 4. As deliberações da Direcção são aprovadas por maioria absoluta dos membros presentes, tendo o Director voto de qualidade. 5. A Direcção pode encarregar algum dos seus membros de se ocuparem de certas matérias de administração da Academia. 6. A Direcção deve delegar no Director, no Secretário Geral ou no Tesoureiro, a gestão corrente da Academia. 7. Das reuniões da Direcção será lavrada acta que deverá ser assinada pelos membros presentes. Artigo 20.º (Vinculação) Salvo quanto aos actos de mero expediente em que basta a assinatura de um membro da Direcção, a Academia obriga-se: a) pelas assinaturas de dois membros da Direcção, de entre as do Director, do Secretário Geral e do Tesoureiro; b) pela assinatura de mandatário, no âmbito dos poderes que lhe tenham sido conferidos pela Direcção. SECÇÃO V CONSELHO FISCAL Artigo 21.º (Composição) 1. O Conselho Fiscal é composto por três membros, que escolherão entre si o Presidente, eleitos de entre os associados pela Assembleia Geral. 2. O mandato do Conselho Fiscal é de três anos, renovável por mais um mandato. Artigo 22º (Competência) Compete ao Conselho Fiscal acompanhar e controlar a gestão financeira da Academia e, em especial: a) Dar parecer sobre o balanço, relatório e as contas de exercício; b) Dar parecer sobre aquisição, oneração, e alienação de bens imóveis; c) Verificar a regularidade dos livros, registos contabilísticos e documentos de suporte; d) Participar qualquer irregularidade que tenha verificado na gestão da Academia; e) Assistir, sempre o julgue conveniente, às reuniões da Direcção; f) Aprovar o seu regimento. Artigo 23.º (Reuniões) O Conselho Fiscal reúne, pelo menos, uma vez por ano e, além disso, sempre que o Presidente o julgue conveniente. SECÇÃO VI CONSELHO GERAL Artigo 24.º (Composição) 1. O Conselho Geral é composto por: a) O Presidente da Academia; b) O Director; c) Três sócios institucionais; d) Dois sócios ordinários; e) Os sócios honorários; f) Dez personalidades externas, de reconhecido mérito, incluindo representantes das associações profissionais dos arquitectos dos países de língua portuguesa, cooptados pelos restantes membros do Conselho Geral. 2. O Presidente do Conselho Geral é eleito de entre os membros do Conselho Geral. 3. A eleição dos membros referidos na alínea c) e d) obedece a regulamento próprio, a aprovar pela Assembleia Geral. 4. O Conselho Geral reúne ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente sempre que for convocada pelo Presidente, por sua iniciativa, ou a pedido da Direcção. Artigo 25.º (Competência) 1. Compete ao Conselho Geral dar parecer sobre: a) As grandes linhas de orientação da Academia; b) O relatório de actividades que for submetido pela Direcção; c) Os projectos de alteração de Estatutos. 2. Compete ainda ao Conselho Geral dar parecer sobre os assuntos que lhe sejam submetidos pela Direcção. |
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Artigo 26.º (Ano Social) O ano social coincide com o ano civil. Artigo 27.º (Património e Receitas) 1. O património da Academia é constituído pelos seus bens móveis e imóveis. 2. Constituem receitas da Academia: a) As jóias e quotas; b) Os subsídios e donativos de que seja beneficiária; c) O produto dos serviços que preste; d) Os juros dos valores depositados; e) Quaisquer outras receitas angariadas. 3. As receitas da Academia terão a aplicação que a Direcção entender conveniente, sem prejuízo da obediência às deliberações da Assembleia Geral. Artigo 28.º (Contabilidade) 1. A contabilidade será elaborada de acordo com os princípios, regras e boas práticas, nomeadamente internacionais e a legislação aplicável. 2. As contas de cada exercício, preparadas pela Direcção, e acompanhadas pelo relatório de actividade, serão enviadas ao Conselho Fiscal até 20 dias antes da convocatória da reunião da Assembleia Geral que as há-de apreciar, para emissão do respectivo parecer. 3. Juntamente com o parecer do Conselho Fiscal, o relatório e contas são votados em Assembleia Geral até 31 de Março do ano civil seguinte a que respeitarem. |
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Artigo 29º (Alteração dos Estatutos) A Academia poderá proceder à alteração dos estatutos por deliberação da Assembleia Geral especialmente convocada para o efeito e tomada por, pelo menos, três quartos dos associados presentes. Artigo 30º (Extinção) A Academia poder-se-á extinguir por deliberação da Assembleia Geral especialmente convocada para o efeito, tomada por, pelo menos, três quartos da totalidade dos associados, e nos demais casos previstos por lei. Artigo 31º (Liquidação) Extinta a Academia, proceder-se-á à liquidação pela forma e nos termos que forem deliberados em Assembleia Geral, à qual compete fixar o destino dos bens móveis e imóveis existentes nessa data, sem prejuízo do estabelecido no artigo 166º do Código Civil Português. |
| Faça aqui o download da Acta Número Um da 1ª Assembleia Geral Ordinária. |
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1. Dados da instituição |
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1. Dados pessoais |
| Lisboa 5, 6 e 7 de Novembro de 2012 |
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Arquitectura e representação, entendendo esta última na sua acepção mais lata, isto é, como um modo de tornar presente o que está ausente, surgem, como conceitos, mutuamente implicadas. Não é raro, aliás considerarmos que a arquitectura, em certos aspectos, não é muito mais do que isso: pura representação. Porquê? Porque o espaço que ela inaugura se desenvolve sobretudo no plano do simbólico: a interioridade e a exterioridade separadas por fronteiras com significância. A arquitectura não poderá jamais ser o simples invólucro de espaços destinados a actividades. A Arquitectura qualifica as actividades que no espaço por ela definida se desenvolvem e confere estatuto aos seus habitantes. Trata-se, assim e em primeiro lugar, de encarar aquilo que a arquitectura quer dizer. Por aqui, a arquitectura exibe e exibe-se através de formas significantes. Não é verdade que é, desde o momento em que o espaço enquanto forma reenvia para qualquer coisa diferente desse mesmo espaço, como extensão, por exemplo, que consideraremos as significações da arquitectura? Desta forma, o espaço só adquire espessura semântica quando se torna algo diferente dele mesmo, sobretudo para quem o vivencia. E a Arquitectura transforma-se, então e antes do mais, numa espécie de veículo. De resto, o próprio acto de habitar humano implica um processo deste tipo. É isso, aliás, que dá à Arquitectura o poder de qualificar o espaço. Não será, assim, estranho que dediquemos alguma reflexão ao facto de a arquitectura, como toda a representação, exigir sempre um palco. Esse é o tema de Palcos da Arquitectura. |
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1. Arquitectura dos Símbolos (o objecto arquitectónico como suporte de simbolismos) 2. Espaço e Poder (o edificado como cenário da ordem institucional) 3. Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas (arquitectura e urbanismo enquanto objectos de descrições na literatura e nos média) 4. Tecno-Arquitectura (as tecnologias de ponta exibidas retoricamente) 5. A Cor da Invenção (tendências e correntes do Design contemporâneo) 6. Arquitectura Verde (o pensamento ecológico na sua vertente projectiva) 7. Filosofia e Arquitectura (explicações e justificações do pensamento arquitectónico) 8. Um Design sem Tempo (o grau zero das formas) 9. Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento (arquitectura que celebra ou esconjura a História e a Tradição) 10. O Lugar dos Não-lugares (a paisagem urbana nos sonhos e nos pesadelos) |
| A apresentação de comunicações está aberta a docentes universitários, investigadores, alunos de mestrado e de doutoramento, bem como alunos dos mestrados integrados do 2º ciclo e estagiários. |
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Aceitam-se submissões de comunicações enquadradas no âmbito científico do Seminário e integradas num dos temas específicos. Só serão aceites Comunicações originais. A selecção dos trabalhos será feita a partir do envio de um resumo expandido de acordo com o definido nas normas para submissão das comunicações. A selecção será feita pela Comissão Científica que avaliará os trabalhos em função da relevância e pertinência científica adequada aos temas do Seminário. Após a divulgação das comunicações aceites os autores deverão enviar o texto final, de acordo com o calendário definido, acompanhado com o comprovativo do pagamento da inscrição de todos os autores, de forma a garantir a inclusão da apresentação do trabalho na programação do evento e a sua publicação. As comunicações aceites serão sujeitas a apresentação oral ou em discussão em mesa redonda de acordo com a programação do evento. |
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16 de Julho Data limite para recepção dos resumos expandidos das comunicações 30 de Julho Divulgação do parecer da Comissão Cientifica sobre a aceitação dos resumos expandidos 1 de Outubro Data limite recepção dos trabalhos finais das comunicações 5 a 7 de Novembro Realização do II Seminário Internacional da AEAULP - Palcos da Arquitectura |
A entrega dos resumos expandidos deverá atender às seguintes especificações:
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A entrega dos trabalhos finais deverá atender às seguintes especificações: 1. Especificações gerais:
2. Formatação do Artigo:
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As comunicações deverão ser enviados para:
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Ana Carolina Bierrenbach (FAU-UFBA) Ana Vaz Milheiro (DA-ISCTE) Angélica Benatti Alvim (FAU-MACKENZIE) Carlos Dias Coelho (FA-UTL) Carlos Eduardo Comas (FAU-UFRGS) Ceça Guimaraens (FAU-UFRJ) Denise Pinheiro Machado (FAU-UFRJ) Edja Trigueiro (DA-UFRGN) Fernando Betim (CAU-PUCrio) Fernando Moreira da Silva (FA-UTL) Flávio Carsalade (EA-UFMG) Francisco Barata (FA-UP) Gerônimo Leitão (FAU-UFF) Guilherme Wisnik (EA) Hugo Segawa (FAU-USP) |
João Sousa Morais (FA-UTL) João Teodósio Tique (FAPF-UEM) Jorge Boueri (USP) José Alberto Tostes (FAU-UFA) José F. Gonçalves (FA-UC) José Gorjão Jorge (FA-UTL) Luis Lage (FAPF-UEM) Luiz Manoel Gazzaneo (FAU-UFRJ) Manuel Couceiro da Costa (FA-UTL) Marcelo Romero (FAU-USP) Marta Silveira Peixoto (FAU-UNIRITTER) Michel Toussaint (FA-UTL) Pedro Bandeira (EA-UM) Renato Anelli (IAU-SC-USP) Sylvia Fischer (FAU-UNB) Teresa Fonseca (FA-UP) |
Estão abertas as inscrições para assistir ao Seminário Internacional "Palcos da Arquitectura.
Formas de pagamento:
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Dia 5 de Novembro 9h30 – 10h30 | Recepção e Acreditação 10h30 – 11h30 | Sessão de Abertura 11h30 – 12h00 | Pausa para Café 12h00 – 13h00 | Conferência Arquitecto João Nunes - PROAP 13h00 – 14h30 | Pausa para almoço 14h30 – 17h45 | Mesas redondas Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja Moderador: Jorge Figueira Arquitetura e suas perguntas: onde nos perdemos no caminho da modernidade em arquitetura? Raquel Dias Vieira Braga António Varela o legado do invisível – Composição, traçado e simbólica de um arquitecto à sombra de gigantes Hugo Nazareth Fernandes Para uma ecologia da forma arquitectónica Pedro Marques de Abreu Significados e alcances da “difusão” na arquitetura moderna brasileira: entre o “Kitsch” e o “popular” Adriana Leal de Almeida e Carlos Alberto Ferreira Martins Será o projecto “Le Grand Pari(s)” de Jean Nouvel o símbolo de um outro discurso sobre a arquitectura sustentável? Isabel Marcos A cidade e a imagem: uma leitura da Serra do Curral e do Sol como elementos marcantes no cenário de Belo Horizonte/MG, Brasil Felipe Munaier, Helena Creston, Thaís Rodrigues, Izabella Galera e Wallace Andrade Niemeyer Inatural Carlos Eduardo Comas Os "outros lugares" da cidade contemporânea: Centros comerciais e espaços privados de uso colectivo em Portugal Miguel Silva Graça Mesa 2 | Sala 5.0.12 Moderador: Vaco Rato A Fotografia de Arquitetura – Intermediação, significado e linguagens Paulo Brito da Silva Festa dos Martírios: Praça, Igreja e Cidade de Maceió Antiga sob os recitais das celebrações Anna Maria Vieira Soares Filha A imagem da paisagem do sul da América do Sul Marina Cañas Martins e Eber Pires Marzulo Identidade e espacialidade das classes populares na metrópole moderna – uma leitura a partir da literatura Clara Natalia Steigleder Walter Para uma arquitetura do tempo, uma fotografia do tempo Sidney Tamai Hotel apenas e cidade toda: documentários de África Madalena Cunha Matos Dos Espaços da Arquitectura aos Espaços do Ser na Ficção de Miyazaki Carlos Figueiredo e Maria Inês Farmhouse Coimbra Rino Levi e espacialidade virtual: narrativas de uma arquitetura Ana Elísia da Costa Fotografia de arquitetura: a fotografia pode sugerir novas formas na arquitetura? César Bastos de Mattos Vieira e Airton Cattani Mesa 3 | 5.0.13 Moderador: Vicenzo Rito Body talks. Do corpo tectónico ao corpo biológico no caminho da sustentabilidade Filipe Borges de Macedo As leves placas de fibrosolo - Ponte para um Laboratório da Arquitetura Rural Brasileira Fernando Betim e Luciano da Rosa Alvares Reabilitação Arquitetónica Verde e Design Ana Paula Pinheiro A protecção solar eco‐lógica da arquitectura primitiva e vernacular Bárbara Lhansol Massapina Vaz Sustentabilidade aplicada às edificações: uma reflexão teórica Túlio Tibúrcio e Raquel Zandemonigne Condomínio Sustentável na Armação dos Búzios~ Vinícius Vasconcelos A paisagem de uma vila planejada na Amazônia: Vila Serra do Navio-AP Anna Rachel Julianelli e Ana Karina Nascimento Silva Rodrigues O Atelier Sustentabilidade no Curso de Mestrado Integrado em Arquitetura da Universidade do Minho Paulo mendonça A adaptação às alterações climáticas, os processos ecológicose o desenho da infraestrutura de gestão das inundações urbanas João Pedro Costa, Maria Matos Silva e Diamantino Oliveira Flexibilidade como estratégia para o futuro Alex Davico e Paulo Mendonça 17h45 – 18h30 | Pausa para Café Dia 6 de Novembro 9h00 – 11h30 | Mesas redondas Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja Moderador: Renato Anelli A casa enquanto significante de uma construção simbólica no espaço Célia Joaquina Faria Metassimbólica e Ordem Urbana Rui Barreiros Duarte De Shakespeare a Derrida: as arquiteturas da representação em vários atos Rogério Amorim do Carmo Análise comparativa das influências culturais subjacentes aos espaços de alimentação nas habitações maranhenses Marina de Miranda Martins Adorno e o reconhecimento do eu: a evolução e produção no design de jóias Otávio Demetrio Nowicki Varela Anotações teóricas sobre a noção de significância Lúcia Leitão Mesa 2 | Sala a 5.0.12 Moderador: Cristina Dias Lay O governo positivista e a arquitetura de Porto Alegre: representaçao de poder através dos espaços públicos da Praça da Alfândega e da Praça da Matriz (1897-1924) Lila Mota Espaço, Arquitetura e Poder, uma equação variável – três exemplos na obra do Arq. Francisco Oliveira Ferreira Manuel Maria de Campos Paiva Ferreira da Silva Projetos urbanos em áreas protegidas: territórios de poder ou de cidadania? Angélica Tanus Benatti Alvim “Plug-In City”; ‘Máquina’ ou ‘Organismo’? António Leite e Ana Marta Feliciano A relação do espaço natural entre a Arquitectura Tradicional Japonesa e o Período Moderno Brasileiro Alexandra Vieira Arquitetos mackenzistas na modernidade: espaço, tempo e representação Eunice Helena Sguizzardi Abascal e Maria Teresa De Stockler e Breia Outra Venezuela é possível? Ana Cláudia Böer Breier e Andrey Rosenthal Schlee O Museu Imperial em Petrópolis: Símbolo de poder Luiz Manoel Gazzaneo Mesa 3 | Sala 5.0.13 Moderador: João Sousa Morais As novas paisagens produzidas no brasil, rumo a 2014. A questão de salvador: sonho ou pesadelo? Solange Souza Araújo Da Estrada à Rua. Processo evolutivo e transformação em eixos viários metropolitanos João Silva Leite Ressignificação do espaço urbano e o teatro de rua: a cidade, a representatividade da rua e a prática teatral contemporânea Kelly Yumi Yamashita e Miguel Antonio Buzzar Intervenções Urbanas: experiência no espaço/tempo Luciana Bosco e Silva e Douglas Lopes de Souza Por uma antropologia do espaço público urbano Marluci Menezes Os Não-Lugares da Acessibilidade Metropolitana. Transposições & Conexões na AML Carlos Ferreira Cidades Invisíveis - Ferramentas de Leitura Critica e Imaginativa do Território de Projecto Pedro Luz Pinto Um caso singular de arquitetura popular palafítica Maria da Graça Bachmann 11h30 – 12h00 | Pausa para Café 12h00 – 13h00 | Conferência Arquitecto Gonçalo Byrne 13h00 – 14h30 | Pausa para almoço 14h30 – 17h45 | Mesas redondas Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja Moderador: Valter Caldana O legado do arquitecto Fernão Simões de Carvalho Célia Maia e João Ferros O Pavilhão como Campo de Experimentação Espacial Rita Nobre Dourado Rodrigues Considerações acerca de arquitetura, política e sociedade no regime militar: do pós-Brasília ao pavilhão de Osaka (1961-1970) Rodrigo Kamimura O Chiado de Álvaro Siza Cleusa de Castro Castro Rodrigues e a arquitetura moderna brasileira Maria Daniela Rosário de Alcântara Redesenhando Lúcio Costa: a versão do Pavilhão de Nova Iorque Anna Paula Canez, Alex Carvalho Brino e Marcos Almeida O tempo interior: por dentro da casa de vidro de Lina Bo Bardi Marta Peixoto Arquitetura Cênica e procedimentos cenográficos de projeto na obra de Lina Bo Bardi Renato Anelli Sobre a tradição e a transformação em arquitetura: as aldeias da Beira entre a Freita e Montemuro Miguel Reimão Costa Mesa 2 | Sala 5.0.12 Moderador: Carlos Guimarães Flexibilidade na Arquitetura: movimento e sistemas cinéticos José Luís Silva e Sara Eloy Será o digital um equívoco na Arquitectura? Sara Eloy e André Cruz O digital e o material na tridimensionalidade da Arquitetura Daniel Bettencourt, Miguel Nóbrega e Sara Eloy Tecnologia, ocupação e uso da habitação de interesse social: Uma Revisão Tipológica para o Século XXI Mario dos Santos Ferreira Design e Reutilização: A Superação da Morte do Produto Rui Carreto e Catarina Carreto A Cor como Poder Transformador do Espaço – Um estudo acerca da Utilização da Cor em Espaços Expositivos Interiores. Felipa Paes de Vasconcellos Gomes da Costa Teoria da Complexidade: contributo para a construção de palcos urbanos digitais Miguel Fonseca e Carlos Alho Tecnologia na arquitetura de escolas: novos arranjos espaciais na sala de aula sob o impacto das novas tecnologias da informação e da comunicação Túlio Tibúrcio Mesa 3 | Sala 5.0.13 Moderador: Mário Moutinho Panóptico: Uma Arquitectura conceptual Conceição Trigueiros A Vontade de Poder (espacializada) José Duarte Gorjão Jorge A “Rua Direita” como estruturadora de um território – Distrito de Aveiro, Lisboa, Vilas Ribatejanas Ana Elisabete Martinho Amado O Programa Local de Habitação em Acção Teresa Craveiro A Contribuição do Ensino Analógico e Digital no Processo do Projeto: O Caso da Disciplina de Projeto de Arquitetura I da UFRRJ Luiz Augusto dos Reis-Alves e Mário Saleiro Filho Avaliação de Planos Diretores Municipais Participativos Municipais em Minas Gerais/ Brasil Ítalo Stephan, Marcela Rufino Rocha e Luiz Fernando Reis Novas fronteiras na cidade jardim: os reflexos da sociedade consumista na ressignificação arquitetônica de Maringá – PR Estevão Garbin, Fernando Santil e Igor Valques A cidade planejada na Amazônia: configuração e ordem do espaço edificado Fatima Maria Andrade Pelaes O argumento no projeto de arquitetura: Brasília e Serra do Navio na Amazônia José Alberto Tostes 17h45 – 18h30 | Café Dia 7 de Novembro 9h00 – 11h30 | Mesas redondas Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja Moderador: Luís Lage (Re) (A) presentar? Projeto versus construção. Ou, onde jaz a arquitetura? Fernando Guillermo Vázquez Ramos A Forma da Rua - Reflexões Anteriores ao Advento do Urbanismo Carlos Dias Coelho O desenho da Praça do Comércio e a colocação da estátua de D. José I: Um planeamento conjunto em representação do poder Absoluto Rita Ochoa e Mafalda Sampayo O Espaço Público Contemporâneo: liminaridades, tensões e transversalidades Manoel Rodrigues Alves Estilo e linguagem em arquitetura Roni Anzolch A produção arquitetônica do mercado imobiliário na cidade de São Paulo do século XXI e a participação do arquiteto Sandra Casagrande de Moraes e Rafael Antonio Cunha Perrone Da Descontextualização à singularidade: a Arquitectura Inventada e o Pensamento Abstracto de Valerio Olgiati Renato Alexandre Coelho Ferreira Orbanismo em cena e a diluição da cidade Rosane Araujo Sete palcos para a Arquitectura Teresa Fonseca Mesa 2 | Sala 5.0.12 Moderador: Frederico de Paula Tofani A terceira forma da arquitetura patrimonial Cêça Guimaraens e Guilherme de Figueiredo O património pré-industrial do rio Ave: azenhas e açudes; arquitectura e tecnologia tradicional Bruno Matos A Urbanidade das Áreas Costeiras (no contexto das “Arquitecturas do Mar”) Isabel Rosa e Ricardo Ribeiro A colonização do mar: possibilidades técnicas do funcionamento de uma cidade flutuante Mauro Santoro Campello e Luciana Teperino de Araújo Possibilidades Tipológicas no Centro Histórico de Natal/RN Marcelo Tinoco e Natália Miranda Vieira Questões de Sucessão: a extinção do morgadio e a importância das fundações para a salvaguarda patrimonial Ana Motta Veiga O Bambu como símbolo da harmonia e da proporção na arquitectura oriental Mário Say Ming Kong O feng-shui na Arquitetura do Bairro de Alvalade, A Av. Estados Unidos América Ana Isabel Marques Mesa 3 | Sala 5.0.13 Moderador: Rui Barreiros Duarte Lugares e espaços de memória em territórios das Terras do Infante Maria João Pereira Neto Um Mosteiro, um Património, um Desenho - Reflexos da Memória e do Tempo - 1295 / 2012 José Afonso A Arquitectura Revivalista do Hospício da Princesa Dona Maria Amélia Rui Manuel Carneiro de Campos Matos Preconceito ou Tradição? Industrializar a habitação, influências e restrições das tecnologias na arquitetura desde os anos 50 até ao século XXI. Inês Daniel de Campos Vazios Urbanos no Centro Histórico de Paranaguá: Significados, memória ou esquecimento? Rodrigo Sartori Jabur e Maria Angela P. C. S. Bortolucci Sintra, Lugar de Materialização Arquitectónica de Paradigma de Vilegiatura Renascentista Amilcar de Gil e Pires A Arquitectura como Palco de Arte Equestre. Analogias entre Lisboa e Viena Pedro Nunes Cenografias de intervenção – o contexto de requalificação do Castelo de Arraiolos Francisco Oliveira e Margarida Louro Museu do pão de Ilópolis passado e presente em harmonia Anicoli Romanini e Liliany Schramm 11h30 – 12h00 | Pausa para Café 12h00 – 13h00 | Conferência Arquitecto Carlos Eduardo Comas 13h00 – 14h30 | Pausa para almoço 14h30 – 17h45 | Mesas redondas Mesa 1 | Auditório Rainha Sonja Moderador: Solange Araújo A Arquitetura dos Espaços Expectantes - palcos da memória dos movimentos Rita Gomes Batista Projectar com o Lugar das Obras Novas – uma metodologia de projecto Inês Pires Fernandes A inserção do IF Sudeste MG – Campus Juiz de Fora no bairro Fábrica: percepção, memória e identidade Emmanuel Pedroso Réplicas fragmentares: arquiteturas reificadas Ana Carolina Pellegrini Cidade sem projeto, urbanismo sem desenho: as Operações Urbanas Consorciadas na orla marítima de Natal/RN Marcelo Tinoco A apropriação de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos: estudos em espaço pessoal e territorialidade Emmanuel Pedroso e Ellis Rocha Ramos Contributos para uma metodologia de intervenção no património arquitectónico construído Joana Teresa Ribeiro do Couto Memórias experienciadas: o que esquece o Projecto de Arquitectura Maria Dulce Loução Mesa 2 | Sala 5.0.12 Moderador: Francisco Berger Conexões entre espaços do poder: percorrendo os interiores da Assembleia da Republica e do Congresso Nacional Tânia Beisl Ramos A Cidade da Beira como palco da polémica nos anos quarenta João Sousa Morais Espaços Enclausurados Contemporâneos: uma linguagem intemporal João Paulouro Neves Os edifícios institucionais do Ministério do Ultramar Filipa Raquel Alves Fiúza O Estádio Nacional como produto ideológico André Cruz Lisboa, duas visões, dois artistas: Almada Negreiros e Carlos Botelho Alexandra Ai Quintas A Revista A Arquitectura Portuguesa e Cerâmica e Edificação (Reunidas) 1935-1945 – Palco de artigos sobre as exposições do mundo colonial português Paulo Tormenta Pinto Experiência e conhecimento na arquitectura portuguesa do século XX – a viagem e o seu registo como argumento. José Fernando Gonçalves Mesa 3 | Sala 5.0.13 Moderador: Alberto Reaes Pinto Raul Lino, Fernando Távora, Álvaro Siza – o desenho da arquitetura portuguesa no século XX Marly de Menezes Gonçalves A matriz de assentamento no traçado da cidade portuguesa. Identidade, complexidade, Intemporalidade Sérgio Padrão Fernandes Morfogénese das Ruas de Lisboa. Da vontade à forma. Sergio Proença A invenção da Avenida: quando a Natureza invadiu a Cidade Filipa Roseta Dora, uma arquitetura para sonhar Lúcia Leitão Arranha-céus, o símbolo: O processo evolutivo do elemento mais carismático da cidade contemporânea Tiago Luciano Meireles Cabral Critérios de Autenticidade na Reabilitação do Património Industrial em Barcelona Relativamente ao Uso (Função) do Edificado Nuno Peixoto e Carlos Alho 17h45 – 18h30 | Pausa para Café |
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Conceição Trigueiros (Diretora da Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa) Alberto Reaes Pinto (Faculdade de Arquitetura e Artes da Universidade Lusiada) Carlos Guimarães (Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto) José Pinto Duarte (Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa) Jorge Figueira (Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra) Luís Conceição (Licenciatura em Arquitetura do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes) Mário Moutinho (Faculdade de Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Artes da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias) Paulo Mendonça (Escola de Arquitetura da Universidade do Minho) Vasco Rato (Departamento de Arquitetura do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa) Comissão Executiva Andreia Galvão (FAA-UL, Portugal) Ângela Mingas (UL, Angola) Conceição Trigueiros (FA-UTL, Portugal) João Pedro Costa (FA-UTL, Portugal) João Pedro Esteves (FA-UTL, Portugal) Margarida Louro (FA-UTL, Portugal) Paulo Tormenta Pinto (DA-ISCTE, Portugal) Pedro Marques de Abreu (FA-UTL, Portugal) Tânia Beisl Ramos (FA-UTL, Portugal) Valter Caldana (FAU-UM, Brasil) |
| 1.10 | Daniel Bettencourt, Miguel Nóbrega e Sara Eloy | O digital e o material na tridimensionalidade da Arquitetura | Tecno-Arquitectura |
| 1.13 | Paulo Brito da Silva | A Fotografia de Arquitetura – Intermediação, significado e linguagens. | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 1.41 | Célia Joaquina Faria | A casa enquanto significante de uma construção simbólica no espaço | Arquitectura dos Símbolos |
| 1.46 | Rita Nobre Dourado Rodrigues | O Pavilhão como Campo de Experimentação Espacial | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.47 | Marly de Menezes Gonçalves | Raul Lino, Fernando Távora, Álvaro Siza – o desenho da arquitetura portuguesa no século XX | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.96 | Roni Anzolch | Estilo e linguagem em arquitetura | Filosofia e Arquitectura |
| 2.21 | Rui Carreto e Catarina Carreto | Design e Reutilização: A Superação da Morte do Produto | Arquitectura Verde |
| 2.24 | Renata da Silva Pinto | Centro Antigo de Salvador – Estudo de Caso: Largo da Lapinha e Praça do Sieiro | O Lugar dos Não-lugares |
| 2.37 | Alexandra Vieira | A relação do espaço natural entre a Arquitectura Tradicional Japonesa e o Período Moderno Brasileiro | Arquitectura e Filosofia |
| 2.46 | Carlos Figueiredo e Maria Inês Farmhouse Coimbra | Dos Espaços da Arquitectura aos Espaços do Ser na Ficção de Miyazaki | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.47 | Inês Daniel de Campos | Preconceito ou Tradição? Industrializar a habitação, influências e restrições das tecnologias na arquitetura desde os anos 50 até ao século XXI. | Tecno-Arquitectura |
| 2.48 | Ana Motta Veiga e José Aguiar | Questões de Sucessão: a extinção do morgadio e a importância das fundações para a salvaguarda patrimonial | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.49 | Felipe Munaier, Helena Creston, Izabella Galera, Thaís Rodrigues e Wallace Andrade | A cidade e a imagem: uma leitura da Serra do Curral e do Sol como elementos marcantes no cenário de Belo Horizonte/MG, Brasil | Arquitectura dos Símbolos |
| 2.50 | Marina de Miranda Martins | Análise comparativa das influências culturais subjacentes aos espaços de alimentação nas habitações maranhenses | Arquitectura dos Símbolos |
| 2.51 | Renato Alexandre Coelho Ferreira | Da Descontextualização à singularidade: a Arquitectura Inventada e o Pensamento Abstracto de Valerio Olgiati. | Filosofia e Arquitectura |
| 2.52 | Anna Maria Vieira Soares Filha | Largos e praças da cidade de Maceió: poder, tradição e transitoriedade | Espaço e Poder |
| 2.53 | Ana Isabel Marques | O feng-shui na Arquitetura do Bairro de Alvalade, A Av. Estados Unidos América | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.54 | Marluci Menezes | Por uma antropologia do espaço público urbano | Filosofia e Arquitectura |
| 2.55 | Rosane Araujo | Orbanismo em cena e a diluição da cidade | Filosofia e Arquitectura |
| 2.56 | Klaus Chaves Alberto e Gabriella Inhan | As escolas e o poder republicano no Brasil: arquitetura escolar na cidade de Juiz de Fora no início do século XX | Espaço e Poder |
| 2.57 | Ana Costa | Rino Levi e espacialidade virtual: narrativas de uma arquitetura | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.60 | César Bastos de Mattos Vieira e Airton Cattani | Fotografia de arquitetura: a fotografia pode sugerir novas formas na arquitetura? | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.61 | Luiz Augusto dos Reis-Alves e Mário Saleiro Filho | A Contribuição do Ensino Analógico e Digital no Processo do Projeto: O Caso da Disciplina de Projeto de Arquitetura I da UFRRJ | Filosofia e Arquitectura |
| 2.62 | Maria da Graça Bachmann | Um caso singular de arquitetura popular palafítica | Arquitectura Verde |
| 2.63 | Emmanuel Pedroso, Laura fernandes, Ivana Resende e Ellis Ramos | A apropriação de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos: estudos em espaço pessoal e territorialidade | Arquitectura dos Símbolos |
| 2.64 | Rita Ochoa e Mafalda Sampayo | O desenho da Praça do Comércio e a colocação da estátua de D. José I: Um planeamento conjunto em representação do poder absoluto. | Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas) |
| 2.66 | Joana Teresa Ribeiro do Couto | Contributos para uma metodologia de intervenção no património arquitectónico construído | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.67 | Túlio Tibúrcio | Tecnologia na arquitetura de escolas: novos arranjos espaciais na sala de aula sob o impacto das novas tecnologias da informação e da comunicação | Tecno-Arquitectura |
| 2.68 | Alexandra Ai Quintas | Lisboa, duas visões, dois artistas: Almada Negreiros e Carlos Botelho | Espaço e Poder |
| 2.69 | Mauro Santoro Campello e Luciana Teperino de Araújo | A colonização do mar: possibilidades técnicas do funcionamento de uma cidade flutuante | Tecno-Arquitectura |
| 2.70 | Ana Cláudia Böer Breier e Andrey Rosenthal Schlee | Outra Venezuela é possível? | Filosofia e Arquitectura |
| 2.71 | Maria Dulce Loução | Memórias experienciadas: o que esquece o Projecto de Arquitectura | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.72 | Lúcia Leitão | Anotações teóricas sobre a noção de significância | Arquitectura dos Símbolos |
| 2.73 | Lúcia Leitão | Dora, uma arquitetura para sonhar | O Lugar dos Não-lugares |
| 2.74 | Ana Cristina dos santos Guerreiro | Visões artísticas e arquitectónicas na contemporaneidade: Popularidade e o Populismo – poder, crítica e descentramento | Arquitectura dos Símbolos |
| 2.75 | Carlos Ferreira | Os Não-Lugares da Acessibilidade Metropolitana. Transposições & Conexões na AML | O Lugar dos Não-lugares |
| Código | Nomes | Título | Tema |
| 1.01 | Fernando Guillermo Vázquez Ramos | (Re) (A) presentar? Projeto versus construção. Ou, onde jaz a arquitetura? | Filosofia e Arquitectura |
| 1.02 | Teresa Craveiro | O Programa Local de Habitação em Acção | Espaço e Poder |
| 1.04 | Ana Tostões | Da Fabrica à cidade: Design Global em Moçambique | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.05 | José Luís Silva e Sara Eloy | Flexibilidade na Arquitetura: movimento e sistemas cinéticos | Tecno-Arquitectura |
| 1.06 | Filipe Borges de Macedo | Body talks. Do corpo tectónico ao corpo biológico no caminho da sustentabilidade. | Arquitectura Verde |
| 1.07 | Sara Eloy e André Cruz | Será o digital um equívoco na Arquitectura? | Tecno-Arquitectura |
| 1.09 | Maria Ana Ferré e Vera Grieneisen | Conceitos espaciais da arquitetura bancária. | Espaço e Poder |
| 1.11 | Ítalo Stephan | Avaliação de Planos Diretores Municipais Participativos Municipais em Minas Gerais/ Brasil | Espaço e Poder |
| 1.12 | Alex Davico e Paulo Mendonça | Flexibilidade como estratégia para o futuro | A Cor da Invenção |
| 1.14 | Nuno Monteiro e Carlos Alho | Critérios de Autenticidade na Reabilitação do Património Industrial em Barcelona Relativamente ao Uso (Função) do Edificado | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.15 | Miguel Silva Graça | Os "outros lugares" da cidade contemporânea: Centros comerciais e espaços privados de uso colectivo em Portugal | O Lugar dos Não-lugares |
| 1.16 | Estevão Garbin, Fernando Santil e Igor Valques | Novas fronteiras na cidade jardim: os reflexos da sociedade consumista na ressignificação arquitetônica de Maringá – PR | Espaço e Poder |
| 1.17 | Fatima Maria Andrade pelaes | A cidade planejada na Amazônia: configuração e ordem do espaço edificado | Espaço e Poder |
| 1.18 | Pedro Luz Pinto | Cidades Invisíveis - Ferramentas de Leitura Critica e Imaginativa do Território de Projecto | O Lugar dos Não-lugares |
| 1.20 | Maria João Pereira Neto | Lugares e espaços de memória em territórios das Terras do Infante | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.21 | Fernando Diniz Moreira e Adriana Vasconcelos | A grande metrópole como um teatro: Cidade e arquitetura em Rem Koolhaas | O Lugar dos Não-lugares |
| 1.23 | José Afonso | Um Mosteiro, um Património, um Desenho - Reflexos da Memória e do Tempo - 1295 / 2012 | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.24 | Raquel Dias Vieira Braga | Arquitetura e suas perguntas: onde nos perdemos no caminho da modernidade em arquitetura? | Filosofia e Arquitectura |
| 1.28 | Rui Manuel Carneiro de Campos Matos | A Arquitectura Revivalista do Hospício da Princesa Dona Maria Amélia | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.32 | Marcelo Giustina e Renata Ramos | Habitação industrializada no Brasil: criação e experimentação de elementos construtivos pré‐fabricados, 1962 e 2007. | Tecno-Arquitectura |
| 1.33 | Anna Maria Vieira Soares Filha | Festa dos Martírios: Praça, Igreja e Cidade de Maceió Antiga sob os recitais das celebrações | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 1.34 | Klaus Alberto, Paula Santos, Marília Carere |
A Flexibilidade em edifícios universitários: forma, função e espacialidade na produção arquitetônica da década de 1960. |
Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas) |
| 1.37 | Mário Say Ming Kong | O Bambu como símbolo da harmonia e da proporção na arquitectura oriental. | Arquitectura dos Símbolos |
| 1.39 | Solange Souza Araújo | As novas paisagens produzidas no brasil, rumo a 2014. A questão de salvador: sonho ou pesadelo? | O Lugar dos Não-lugares |
| 1.40 | Rodrigo Sartori Jabur e Maria Angela P. C. S. Bortolucci | Vazios Urbanos no Centro Histórico de Paranaguá: Significados, memória ou esquecimento? | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.42 | Amilcar de Gil e Pires | Sintra, Lugar de Materialização Arquitectónica de Paradigma de Vilegiatura Renascentista | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.43 | Hugo Nazareth Fernandes | António Varela o legado do invisível – Composição, traçado e simbólica de um arquitecto à sombra de gigantes | Arquitectura dos Símbolos |
| 1.44 | Célia Maia e João Pedro Ferros | O legado do arquitecto Fernão Simões de Carvalho | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.51 | Felipa Paes de Vasconcellos Gomes da Costa | A Cor como Poder Transformador do Espaço – Um estudo acerca da Utilização da Cor em Espaços Expositivos Interiores. | A Cor da Invenção |
| 1.52 | Ana Paula Pinheiro | Reabilitação Arquitetónica Verde e Design | Arquitectura Verde |
| 1.54 | Rui Barreiros Duarte | Metassimbólica e Ordem Urbana | Espaço e Poder |
| 1.56 | Rita Gomes Batista | A Arquitetura dos Espaços Expectantes - palcos da memória dos movimentos | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.57 | Cleusa de Castro | O Chiado de Álvaro Siza | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.58 | João Silva Leite | Da Estrada à Rua. Processo evolutivo e transformação em eixos viários metropolitanos. | O Lugar dos Não-lugares |
| 1.62 | Pedro Nunes | A Arquitectura como Palco de Arte Equestre. Analogias entre Lisboa e Viena. | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.64 | Alessandro José Castroviejo Ribeiro | Arquitetura moderna na morfologia da cidade tradicional | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.66 | Bruno Matos | O património pré-industrial aquático do rio Ave – o organismo, o núcleo, a arquitectura e a tecnologia tradicional | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.67 | José Miguel Silva | A transformação e evolução morfológica dos tecidos urbanos na constituição de espaços | Espaço e Poder |
| 1.69 | Miguel Fonseca e Carlos Alho | Teoria da Complexidade: contributo para a construção de palcos urbanos digitais | Tecno-Arquitectura |
| 1.70 | Bárbara Lhansol Massapina Vaz | A protecção solar eco‐lógica da arquitectura primitiva e vernacular | Arquitectura Verde |
| 1.71 | Lia Pereira Saraiva Gil Antunes | Para um refresh da história da arquitectura | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.72 | Tiago Luciano Meireles Cabral | Arranha-céus, o símbolo: O processo evolutivo do elemento mais carismático da cidade contemporânea | Arquitectura dos Símbolos |
| 1.73 | Maria Daniela Rosário de Alcântara | Castro Rodrigues e a arquitetura moderna brasileira | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.74 | Rogério Amorim do Carmo | De Shakespeare a Derrida: as arquiteturas da representação em vários atos | Arquitectura dos Símbolos |
| 1.75 | Sérgio Padrão Fernandes | A matriz de assentamento no traçado da cidade portuguesa. Identidade, complexidade, Intemporalidade | Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas) |
| 1.76 | Lila Mota | O governo positivista e a arquitetura de Porto Alegre: representaçao de poder através dos espaços públicos da Praça da Alfândega e da Praça da Matriz (1897-1924) | Espaço e Poder |
| 1.80 | Inês Pires Fernandes | Projectar com o Lugar das Obras Novas – uma metodologia de projecto | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.82 | Rodrigo Kamimura | Muita construção, alguma arquitetura e um milagre econômico: o pavilhão do Brasil na Exposição Universal de 1970 em Osaka | Espaço e Poder |
| 1.85 | Manoel Rodrigues Alves | O Espaço Público Contemporâneo: liminaridades, tensões e transversalidades | Filosofia e Arquitectura |
| 1.86 | Mario dos Santos Ferreira | Tecnologia, ocupação e uso da habitação de interesse social: Uma Revisão Tipológica para o Século XXI. | Tecno-Arquitectura |
| 1.87 | Manuel Maria de Campos Paiva Ferreira da Silva | Espaço, Arquitetura e Poder, uma equação variável – três exemplos na obra do Arq. Francisco Oliveira Ferreira | Espaço e Poder |
| 1.89 | Miguel Reimão Costa | Sobre a tradição e a transformação em arquitetura: as aldeias da Beira entre a Freita e Montemuro | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 1.90 | Emmanuel Pedroso, Rita Calderaro, Mayara Nascimento e Luane da Fonseca | A inserção do IF Sudeste MG – Campus Juiz de Fora no bairro Fábrica: percepção, memória e identidade | Arquitectura dos Símbolos |
| 1.91 | Kelly Yumi Yamashita e Miguel Antonio Buzzar | Ressignificação do espaço urbano e o teatro de rua: a cidade, a representatividade da rua e a prática teatral contemporânea. | O Lugar dos Não-lugares |
| 1.92 | Marcos Sardá Vieira | A Transição Espacial como Indicativo de Qualidade para as Médias Cidades Brasileiras | O Lugar dos Não-lugares |
| 1.93 | Marcos Sardá Vieira e Fábio Zampieri | Interface entre Ambientes Urbano e Arquitetônico no Ensino de Projeto: um relato da | Filosofia e Arquitectura |
| 1.94 | Adriana Leal de Almeida e Carlos Alberto Ferreira Martins | Significados e alcances da “difusão” na arquitetura moderna brasileira: entre o “Kitsch” e o “popular” | Arquitectura dos Símbolos |
| 1.98 | Laura Alecrim e Luiz Manuel do Eirado Amorim | Arquitetura profilática: o leprosário de Mirueira | Espaço e Poder |
| 2.01 | Raquel Zandemonigne e Túlio Tibúrcio | Sustentabilidade aplicada às edificações: uma reflexão teórica | Arquitectura Verde |
| 2.04 | Otávio Demetrio Nowicki Varela | Adorno e o reconhecimento do eu: a evolução e produção no design de joias | Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas) |
| 2.06 | Adriana Capretz Manhas e Josemary Omena Passos Ferrare | O espaço educa: a evolução urbana de Maceió (Alagoas) a partir da arquitetura escolar | Espaço e Poder |
| 2.08 | Sergio Proença | Morfogénese das Ruas de Lisboa. Da vontade à forma. | Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas) |
| 2.09 | Mauro Santoro Campello | A obra de Affonso Eduardo Reidy: a dicotomia entre os ideais modernistas e o poder do estado novo no Brasil | Espaço e Poder |
| 2.10 | Mafalda Pantoja, Pedro Moreira e Louise Lomardo | O projetar através da vertente tectônica: uma abordagem a caminho da sustentabilidade. | Arquitectura Verde |
| 2.12 | Livia de Morais Nóbrega e Fernando Diniz Moreira | Sensibilidade Topográfica em Álvaro Siza | Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas) |
| 2.13 | Luciana Bosco e Silva e Douglas Lopes de Souza | Intervenções Urbanas: experiência no espaço/tempo | O Lugar dos Não-lugares |
| 2.14 | Marina Cañas Martins e Eber Pires Marzulo | A imagem da paisagem do sul da América do Sul | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.15 | Vinícius Vasconcelos | Condomínio Sustentável na Armação dos Búzios | Arquitectura Verde |
| 2.16 | João Sanches e Oscar Daniel Corbella |
A relevância de análises qualitativas na avaliação bioclimática de espaços públicos: o caso da Praça Alencastro em Cuiabá‐MT‐Brasil |
Arquitectura Verde |
| 2.17 | Clara Natalia Steigleder Walter | Espacialidade e sociabilidade das classes populares na metrópole moderna – uma leitura a | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.18 | João Carlos Machado Sanches | A pós-modernidade no contexto dos Planos Diretores brasileiros | Filosofia e Arquitectura |
| 2.19 | Isabel Marcos | Será o projecto “Le Grand Pari(s)” de Jean Nouvel o símbolo de um outro discurso sobre a arquitectura sustentável? | Arquitectura dos Símbolos |
| 2.20 | Sidney Tamai | Para uma arquitetura do tempo, uma fotografia do tempo | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.23 | Caliane Christie Oliveira de Almeida | Arquitetura Brasileira Esquecida: as moradias unifamiliares produzidas pelo Estado e a utilização de materiais típicos da região Nordeste (1930‐1964). | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.25 | Sandra Casagrande de Moraes e Rafael Antonio Cunha Perrone | A produção arquitetônica do mercado imobiliário na cidade de São Paulo do século XXI e a participação do arquiteto | Espaço e Poder |
| 2.26 | Joao Paulouro Neves | Espaços Enclausurados Contemporâneos: uma linguagem intemporal | Espaço e Poder |
| 2.27 | Filipa Roseta | A invenção da Avenida: quando a Natureza invadiu a Cidade | Arquitectura Verde |
| 2.28 | Ana Carolina Pellegrini | Réplicas fragmentares: arquiteturas reificadas | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.29 | Ana Elisabete Martinho Amado |
A “Rua Direita” na formação de Lisboa. Papel do elemento urbano na expansão da cidade |
Um Design sem Tempo (o grau zero das Formas) |
| 2.31 | Eber Pires Marzulo | Espaço urbano: do filme à cidade | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.32 | Nivaldo Andrade Junior | Arquitetura como materialização do intangível: sagrado e policronia na Capela de Nossa Senhora da Conceição (Recife, Brasil) | Arquitectura dos Símbolos |
| 2.33 | Isabel Rosa e Ricardo Ribeiro | A Urbanidade das Áreas Costeiras (no contexto das “Arquitecturas do Mar”) | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.35 | Filipa Raquel Alves Fiúza | Os edifícios institucionais do Ministério do Ultramar | Espaço e Poder |
| 2.36 | André Cruz | O Estádio Nacional como produto ideológico | Espaço e Poder |
| 2.39 | Marcelo Tinoco e Natália Miranda Vieira | Possibilidades Tipológicas no Centro Histórico de Natal/RN | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.40 | Anna Paula Canez, Alex Carvalho Brino e Marcos Almeida | Redesenhando Lucio Costa: a versão do Pavilhão de Nova Iorque | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.41 | Anicoli Romanini e Liliany Schramm | Museu do pão de Ilópolis passado e presente em harmonia | Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento |
| 2.42 | Madalena Cunha Matos | Hotel apenas e cidade toda: documentários de África | Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas |
| 2.43 | Anna Rachel Julianelli e Ana Karina Nascimento Silva Rodrigues | A paisagem de uma vila planejada na Amazônia: Vila Serra do Navio-AP | Arquitectura Verde |
| 2.44 | Marcelo Tinoco | Cidade sem projeto, urbanismo sem desenho: as Operações Urbanas Consorciadas na orla marítima de Natal/RN | O Lugar dos Não-lugares |
| 2.45 | Eunice Helena Sguizzardi Abascal e Maria Teresa De Stockler e Breia | Arquitetos mackenzistas na modernidade: espaço, tempo e representação | Arquitectura dos Símbolos |
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Estão abertas as inscrições para a pós-graduação stricto-sensu em Arquitetura e Urbanismo, com objetivo de formar mestres e doutores
INFORMAÇÕES: (55) 11- 2114 8792 EDITAL DISPONÍVEL EM http://www.mackenzie.br/fileadmin/Decanato_Pesquisa_Pos/2013/index.html |
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A Arquitectura ficou mais pobre. Conhecido e reconhecido em todo o mundo, morreu na noite desta quarta feira Oscar Niemeyer. O homem que desenhou Brasília deixou sua marca ao longo do século XX. A obra de Niemeyer transcende fronteiras: é o arquiteto brasileiro que acumula maior número de prémios internacionais, com destaque para o Prémio Pritzker que recebeu em 1988. Também exibe um conjunto de obras realizadas no Brasil e no exterior, que o coloca como um dos maiores expoentes da arquitetura universal. Produziu mais de 500 projectos, dos quais 181 construídos no exterior. Dos projectos de Oscar, como gostava de ser tratado, ressuma sempre uma originalidade inesperada. Quer pelos resultados de uma concepção estrutural apurada, quer pelas espacialidades e escalas intangíveis, geradoras de formas delineadas pela sensualidade do desenho e faz com que as suas obras, frequentemente referenciadas por ligações ao imaginário colectivo, vindas do barroco mineiro, das montanhas ou das formas femininas, de releituras da antiguidade ou de si próprio, ou mesmo de inclinações surrealistas, instalam-se com a força de símbolo e assumem o potencial de ícone urbano. A cúpula da Catedral, com arcos que parecem evocar o gótico, a colunata do Palácio da Alvorada, as meias esferas equilibradas pelas torres do Congresso Nacional, remetem-nos para Brasília, O Edifico Copan e a Marquise do Parque Ibirapuera em São Paulo, o Museu de Arte Contemporânea em Niterói, o Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, são imagens de obras que referenciam o lugar onde se instalam, edifícios que assumem o status de “marco urbano”, elementos urbanos carregados de conteúdo simbólico, peças essenciais à orientação urbana e à imagem e identidade da cidade. Através do seu talento e intelectualidade, Niemeyer implanta cultura nos espaços em que intervém, as suas obras atingem refinada depuração e dão a identidade de genius loci no contexto em que se implantam. Para se entender a importância do arquitecto Oscar Niemeyer devemos atender à coerência de seu percurso, que se instala com uma linha evolutiva constante, acompanhada de provocações formais, que podem levar à estranheza ou à paixão, mas não poupam os sentidos de quem as vivencia. A sua obra apresenta oportunidade pela identidade que conquista, pelo potencial formal e a interlocução espacial que assume perante o observador. O arquitecto nascido no Rio de Janeiro, tem como obra mais emblemática o conjunto de edifícios projectados para Brasilia nos anos 50, cidade inaugurada em 1960 e classificada Património da Humanidade pela UNESCO, cujo cinquentenário é em 2010. Brasília é a cidade modernista inaugurada em 1960 como resultado de um período de euforia, convergências e alianças políticas característicos deste momento de materialização do ideal moderno. É apoiada num programa de desenvolvimento, que significou para o Brasil uma experiência radical edificada na utopia modernista da educação pela forma e representava, no conjunto das intenções que a compuseram, o desejo de fundar um novo país e uma nova sociedade. Oscar Niemeyer, arquitecto das formas esplêndidas e do sonho, é uma referência viva da luta por um mundo melhor, mais justo, mais rico – isso mesmo, mais rico –, mais generoso e sobretudo mais humano, esse é o mundo de Niemeyer. A sua forma de agir é sempre marcada pela simplicidade e denota todo o seu conhecimento e capacidade. Niemeyer é mais do que um arquitecto, mais do que um escultor, mais do que um artista, mais do que um poeta. Niemeyer tem uma visão dilatada do mundo e dos seus problemas, o que se reflecte, sobretudo, na sua preocupação com o social. A sua palavra-chave, é “solidariedade”, uma acção concreta em favor dos menos favorecidos. Artista universal, Óscar Niemeyer é reconhecido e admirado em todo o mundo. O seu traço é de ousadia. Ousadia na busca da simplicidade e do novo que molda o betão e o transforma em suave beleza. Com a junção de linhas curvas e rectas, Niemeyer soube criar um estilo próprio de Arquitectura, desafiando o espaço na amplitude de grandes vãos livres. Respeitado em todo o mundo pela sua capacidade de superar obstáculos e ideias, e transformar sonhos em matérias, Niemeyer, é não só arquitecto. É também escultor, cenógrafo, escritor. Quando iniciou a sua vida de arquitecto, em 1936, a Arquitectura pontificava o funcionalismo que recusava a liberdade de criação e a invenção arquitectónica. Impunham-se sistemas construtivos e limitações funcionais. Mas estas não convenceram o jovem Oscar, que olhava as obras do passado tão cheias de invenção e lirismo. Não podia compreender como a Arquitectura contemporânea permanecia fria e repetida, numa época em que o betão armado podia oferecer formas livres e inesperadas. Para uns, é só a função que conta; para outros, inclui a beleza, a fantasia, a surpresa arquitectónica que é para Niemeyer a própria Arquitectura. No começo, Niemeyer procurou aceitar tudo isso como uma limitação provisória e necessária, mas depois voltou-se inteiramente contra o funcionalismo, desejoso de ver a Arquitectura integrada na técnica que surgia e juntas caminhando pelo campo da beleza e da poesia. E essa ideia passou a dominá-lo, irreprimível, decorrente talvez de antigas lembranças das igrejas de Minas Gerais, das mulheres belas e sensuais que passam pela vida, das montanhas e dos morros recortados na Baía de Guanabara. A beleza moderna da arquitectura de Oscar Niemeyer continuará a encantar o mundo Conceição Trigueiros |
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O arquitecto português Álvaro Siza vai ser distinguido com o Leão de Ouro pela sua carreira, na Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, que decorre naquela cidade de 29 de Agosto a 25 de Novembro. Esta é a segunda vez que o arquitecto é premiado nesta bienal, depois de em 2002 ter recebido o Leão de Ouro de projecto. O júri justifica o prémio pela carreira singular de Álvaro Siza: “É difícil pensar num arquitecto contemporâneo que tenha mantido uma presença tão consistente na profissão como Álvaro Siza. Que esta presença seja mantida por um arquitecto que vive e trabalha na margem extrema atlântica da Europa só serve para enfatizar a sua autoridade e o seu estatuto”, lê-se no comunicado, que destaca os projectos da Casa de Chá Boa Nova e as Piscinas de Marés, ambos em Leça da Palmeira. Para o júri, Álvaro Siza tem mantido ao longo dos anos “uma posição única na galáxia da arquitectura”. “Siza apoiou uma produção consistente de trabalhos ao mais alto nível”, diz o júri, explicando que “protegido pela sua localização isolada, ele emite conhecimento global”. “Experimentando com as formas da geometria extrema, ele consegue produzir edifícios de grande rigor. Desenvolvendo uma linguagem arquitectónica que é unicamente sua, parece falar para todos nós.” |
A projecção nacional e internacional de Siza é sinónimo de prestígio e dignificação da cultura portuguesa em todo o mundo. A AEAULP de que Álvaro Siza é sócio honorário felicitou o arquiteto português assim que a notícia foi tornada pública Álvaro Siza é o arquitecto português que acumula o maior número de prémios e galardões nacionais e internacionais, com um notável conjunto de obras realizadas em Portugal e muitos outros países em vários continentes. O seu labor tem sido reconhecido planetariamente, o que não deixa dúvidas nos convites, prémios e distinções constantes. A sua obra foi exposta num número infindável de cidades, como são os casos de Copenhague, Veneza, Milão, Helsínquia, Paris, Londres, Amesterdão, Delft, Berlim, Cambridge, Nova Iorque, Paris, Barcelona, São Paulo, Toulouse Yokohama, Bruxelas, e em lugares de tanto prestigio como o Museu Alvar Aalto, o Centro Georges Pompidou, ou a Columbia University em Nova Iorque. São numerosos os congressos e seminários internacionais e conferências em que tem participado, e os muito relevantes concursos limitados, de carácter internacional, para que tem sido convidado, bem como as inúmeras publicações de prestígio que têm abordado e divulgado os planos, projectos e obras de sua autoria. Álvaro Siza, recebeu a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique atribuída pela Presidência da República Portuguesa, em 1999, e tem sido galardoado com prémios tão importantes como, a Medalha de Ouro da Fundação Alvar Aalto (1988) ou o Prémio Europeu de Arquitectura da Comissão das Comunidades Europeias/Fundação Mies van der Rohe (1998). Depois de mais de cinquenta anos de trabalho intenso, a sua obra mantém-se contemporânea no permanente ajuste realista às condições que enfrenta e permanece alvo de um interesse que não esmorece. Os importantes prémios que tem vindo a receber, são disto testemunho. |
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O Dr. Modesto Carvalhosa foi eleito por unanimidade Presidente do Conselho Geral da AEAULP em reunião que decorreu em Lisboa no passado dia 21 de Junho. Prestigiado advogado paulista com vasta obra publicada, Modesto Carvalhosa é doutorado pela USP onde leccionou até 1985. Tem tido uma forte actividade no que se refere ao tombamento e à preservação de vários edifícios. Tem desempenhado vários cargos destacando-se o de Presidente dos Conselhos de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo e é Membro do Conselho Consultivo do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Ministério da Cultura, desde 1986 |
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O júri da VIII Biena Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo, promovido pelo Ministério do Fomento do Governo Espanhol, distinguiu um total de 26 obras arquitectónicas e de desenvolvimento urbano como as melhores da Latioamérica, Portugal e Espanha dos últimos dois anos. De entre os finalistas foram premiadas seis obras construídas em Portugal, cinco em Espanha, três obras do Brasil, outras três do México, duas da Argentina, duas da Colômbia, duas do Paraguai, uma do Chile, Equador e Venezuela. A selecção incluiu projectos de habitação unifamiliar e coletiva e tanto de promoção pública como privada; equipamentos desportivos, educativos e de lazer; espaços museológicos; intervenções de reabilitação de edifícios; intervenções de renovação urbana e um hotel-restaurante. Paralelamente à selecção de obras, a VIII BIAU premiou também três livros, três publicações periódicas e um programa radiofónico na categoria de publicações, entre 230 publicações pré-selecionadas. Foram igualmente reconhecidas, entre um total de 72 propostas, os quatro melhores trabalhos de investigação no âmbito da Arquitetura e Urbanismo. |
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Resolução do Conselho de Ministros n.º 7/2012 Portugal e o Brasil acordaram, por ocasião da X Cimeira, na realização, em 2012, em conjunto e simultâneo, do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, iniciativas concebidas como oportunidades para actualizar as imagens recíprocas, promover as culturas e as economias de ambos os países e estreitar os vínculos entre as sociedades civis. O Governo Português e o Governo Brasileiro propõem-se dar forma a estas iniciativas através da organização de temporadas com vertentes culturais e económicas, projectando inovação e modernidade, a realizar entre 7 de Setembro de 2012 e 10 de Junho de 2013, e envolvendo e somando esforços com os meios, instituições e agentes culturais, educativos, científicos, tecnológicos, económicos e mediáticos dos dois países. Deste modo, o Governo entende ser necessário dar, de imediato, início à definição do modelo de organização do Ano de Portugal no Brasil e, concomitantemente, da participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, bem como designar o Ministério que assume a responsabilidade pela supervisão e coordenação dos respectivos trabalhos de concepção, preparação, organização e operacionalização, em articulação com os demais departamentos governamentais com competência na matéria, dada a natureza interministerial das actividades a desenvolver. Atendendo à manifesta complexidade associada à organização e gestão de iniciativas desta envergadura e abrangência, e à urgência na sua preparação a presente resolução designa, ainda, o comissário-geral de Portugal, que deverá apresentar um plano global para a realização do Ano de Portugal no Brasil e para a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal. Assim: Nos termos do artigo 28.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de Janeiro, alterada pelas Leis n.os 51/2005, de 30 de Agosto, 64-A/2008, de 31 de Dezembro, e 57/2011, de 28 de Novembro e pelos Decretos-Leis n.os 200/2006, de 25 de Outubro, 105/2007, de 3 de Abril, e 116/2011, de 5 de Dezembro, e da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve: 1 - Determinar que compete ao Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros a supervisão e a coordenação, a nível governamental, dos trabalhos de concepção, preparação, organização e operacionalização do Ano de Portugal no Brasil e da participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, em articulação com os Ministros da Economia e do Emprego, e da Educação e Ciência e com o Secretário de Estado da Cultura. 2 - Criar, na dependência do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, uma Estrutura de Missão designada por «Comissariado-Geral Português para o Ano de Portugal no Brasil e para o Ano do Brasil em Portugal em 2012/2013» cuja missão é a concepção, preparação, organização e operacionalização do Ano de Portugal no Brasil e da participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, a realizar entre 7 de Setembro de 2012 e 10 de Junho de 2013. 3 - Determinar que a Estrutura de Missão tem os seguintes objectivos: a) Assegurar uma apresentação da criatividade e do conhecimento portugueses nas artes, cultura, pensamento, ciência, investigação, inovação tecnológica e economia; b) Assegurar a organização do Ano de Portugal no Brasil como uma operação de cooperação que implica os meios artísticos, intelectuais, económicos e mediáticos dos dois países; c) Assegurar todas as actividades necessárias à concretização do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, de acordo com os objectivos, prioridades e eixos de programação definidos; d) Coordenar a programação e desenvolver um mecanismo de mobilização, selecção e chancela de projectos oriundos da sociedade civil, assegurando a elaboração do programa oficial do Ano de Portugal no Brasil; e) Assegurar a formação de um comité de patrocinadores oficiais, os quais beneficiarão da campanha de comunicação global do Ano de Portugal no Brasil, tendo em vista a constituição de um fundo de apoio a projectos, sem prejuízo do recurso ao patrocínio directo de acções e eventos que usufruam igualmente dos benefícios fiscais relativos ao mecenato, nos termos admitidos na legislação de ambos os países; f) Assegurar a elaboração e execução de um plano de informação e comunicação global e de amplo espectro do Ano de Portugal no Brasil, estabelecendo ou promovendo, para o efeito, parcerias com meios de comunicação de massas do Brasil; g) Desenvolver, conjuntamente com a entidade ou estrutura homóloga brasileira, o modelo de organização e operacionalização do Ano de Portugal no Brasil e concomitantemente do Ano do Brasil em Portugal, incluindo a definição de responsabilidades e objectivos comuns e de mecanismos de financiamento; h) Enquadrar e garantir a articulação entre as demais entidades, públicas e privadas, envolvidas ou interessadas nestas iniciativas ou na divulgação de Portugal no estrangeiro, concertando e somando esforços com as mesmas; i) Assegurar todas as actividades e eventos preparatórios do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, em cooperação com a entidade ou estrutura homóloga brasileira, a terem lugar tanto em Portugal como no estrangeiro. 4 - Determinar que a Estrutura de Missão é dirigida por um comissário-geral, o qual é coadjuvado na sua missão por: a) Um coordenador-geral; b) Um conselho geral. 5 - Estabelecer que compete ao comissário-geral representar e dirigir a realização do Ano de Portugal no Brasil e a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal, competindo-lhe especialmente: |
a) Representar Portugal perante as entidades nacionais e internacionais, em tudo o que esteja relacionado com o Ano de Portugal no Brasil e o Ano do Brasil em Portugal; b) Dirigir, assegurando o exacto cumprimento das orientações governamentais, todas as actividades tendentes à concretização do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, concertando com o seu homólogo brasileiro os termos da mesma e subscrevendo os compromissos adequados; c) Convocar e presidir às reuniões do conselho geral; d) Fazer executar o plano global para a realização do Ano de Portugal no Brasil e para a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal; e) Remeter ao Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros relatórios periódicos sobre o andamento dos trabalhos, nomeadamente a elaboração do programa oficial, estimando custos e identificando fontes, públicas e privadas, de financiamento; f) Dar visibilidade e sensibilizar a opinião pública brasileira para o Ano de Portugal no Brasil; g) Contribuir para a divulgação do país e das suas potencialidades no Brasil; h) Praticar todos os actos que se revelem necessários ao cumprimento dos objectivos da Estrutura de Missão. 6 - Estabelecer que o conselho geral é presidido, por inerência, pelo comissário-geral, e composto pelo coordenador-geral, em representação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, por dois representantes da Presidência do Conselho de Ministros e por um representante dos Ministérios da Economia e do Emprego, da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território e da Educação e da Ciência, competindo-lhe: a) Coadjuvar o comissário-geral para a realização dos objectivos fixados; b) Identificar oportunidades para o Ano de Portugal no Brasil e para o Ano do Brasil em Portugal, identificando temas e projectos culturais e económicos em sentido amplo que possam despertar interesse comum; c) Pronunciar-se sobre a selecção de projectos e a definição da programação, bem como sobre o plano de informação e comunicação; d) Promover o envolvimento dos departamentos representados, de forma a garantir o seguimento e operacionalização dos compromissos assumidos e das decisões tomadas pelo comissário-geral. 7 - Determinar que os representantes da Presidência do Conselho de Ministros são designados, um por despacho do Secretário de Estado da Cultura e outro por despacho do Secretário de Estado do Desporto e Juventude, sendo os restantes designados por despachos dos respectivos ministros. 8 - Determinar que o comissário-geral apresenta ao Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, no prazo de 60 dias a contar da aprovação da presente resolução, um plano global para a realização do Ano de Portugal no Brasil e para a participação nacional na realização do Ano do Brasil em Portugal. 9 - Determinar que compete à Secretaria-Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros assegurar o apoio logístico e administrativo da estrutura de missão. 10 - Estabelecer que a estrutura de missão dispõe de um núcleo de apoio técnico permanente, a constituir com recurso aos instrumentos de mobilidade interna previstos na Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, até ao limite máximo de seis elementos. 11 - Determinar que os encargos orçamentais relativos aos custos de funcionamento da estrutura de missão, que incluem as despesas com o pessoal que a compõe, são suportados por descativação de verbas do orçamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros para 2012 e 2013. 12 - Determinar que os serviços, organismos, entidades ou estruturas públicos envolvidos concedam a prioridade possível, no âmbito dos respectivos planos de actividades para 2012 e 2013, à realização do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal. 13 - Estabelecer que o comissário-geral é equiparado a cargo de direcção superior de 1.º grau, para efeitos protocolares e do disposto nos artigos 7.º, 13.º e 15.º a 17.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, não sendo remunerado pelo exercício das suas funções. 14 - Estabelecer que o coordenador-geral, designado, em comissão de serviço, por despacho do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, é equiparado a cargo de direcção superior de 2.º grau, para efeitos protocolares e do disposto nos artigos 13.º, 15.º a 17.º e 31.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro. 15 - Estabelecer que os membros do conselho geral não são remunerados . 16 - Nomear o licenciado Miguel António Igrejas Horta e Costa, para exercer as funções de comissário-geral de Portugal para o Ano de Portugal no Brasil e para o Ano do Brasil em Portugal, pelo período de duração da estrutura de missão ora criada. 17 - Autorizar o licenciado Miguel António Igrejas Horta e Costa a exercer funções ou actividades privadas remuneradas, nos termos da lei. 18 - Estabelecer que o mandato da presente Estrutura de Missão se inicia à data da aprovação da presente resolução e termina com a entrega do relatório final do Ano de Portugal no Brasil, o qual deve estar concluído até ao dia 31 de Agosto de 2013. 19 - Determinar que a presente resolução produz efeitos desde a data da sua aprovação. Presidência do Conselho de Ministros, 22 de Dezembro de 2011. - O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho. |
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Data Limite 31 de julho de 2012 Elegibilidade As propostas deverão ser apresentadas por Universidades ou Institutos de Investigação Científica de países de língua portuguesa. Premiação O valor do Prémio Fernão Mendes Pinto é de 8 000€ a atribuir numa parceria conjunta entre AULP e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ao autor premiado e cuja publicação será da responsabilidade do Instituto Camões. Forma de Solicitação Cada proposta deverá ser fundamentada, fazendo-se acompanhar pelo respectivo Curriculum vitae e de duas cópias da tese, uma em papel e outra em suporte informático. A proposta deverá ser instruída com uma Declaração da Universidade ou do Instituto de Investigação Científica a que o autor pertence, acompanhada do Parecer do Orientador da tese. Envie as inscrições para o endereço: Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) Avenida Santos Dumont, nº 67, 2º andar Código Postal 1050-203 Lisboa-Portugal Contatos Fax: (+351) 217 816 369 E-mail: aulp@aulp.org Home Page http://www.aulp.org/parcerias/premios |
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Turmas 2012/02 – Mestrado (15 vagas), Doutoramento (8 vagas) Inscrições abertas: 29/03 a 16/05/2012 Área de Concentração PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO Produção de conhecimento e desenvolvimento de capacidade analítica e crítica sobre temáticas envolvidas nos campos de projeto de Arquitetura e Urbanismo, em suas diferentes escalas de objeto e territoriais do edifício à cidade, com espacial atenção às transformações modernas e contemporâneas. Linhas de Pesquisa ARQUITETURA MODERNA E CONTEMPORÂNEA: REPRESENTAÇÃO E INTERVENÇÃO Pesquisas relacionadas à compreensão e à análise crítica da ação de projeto arquitetónico moderno e contemporâneo. URBANISMO MODERNO E CONTEMPORÂNEO: REPRESENTAÇÃO E INTERVENÇÃO Pesquisas relacionadas à ação, ao estudo e à análise crítica das transformações e intervenções na cidade moderna e contemporânea. Corpo Docente Abílio Guerra; Ana Gabriela G. Lima; Angélica Benatti Alvim; Candido Malta Campos; Carlos E- Alonso; Carlos Guilherme; Carlos Leite; Charles Vicent; Célia M. Meirelles; Eunice H. S. Abascal; Gilda Collet Bruna; José Geraldo Simões Jr; M. Augusta Justi Pisani; Maria Isabel Villac; Nadia Somekh; Rafael Perrone, Roberto Righi; Ruth Verde Zein; Valter Caldana. As inscrições deverm ser feitas atrvaés dos seguintes endereços: Doutorado: http://www.mackenzie.com.br/stricto_sensu_doutorado2.html ; Mestrado: http://www.mackenzie.com.br/stricto_sensu_mestrado010.html Telefone: 55-11- 2114 8792 |
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O 5º FÓRUM MESTRES E CONSELHEIROS: AGENTES DO PATRIMÔNIO tem como tema principal este ano os direitos do patrimônio, objetivando-se discutir as diversas interfaces entre o direito e o patrimônio, numa perspectiva que vai dos direitos dos proprietários individuais ao direito mais amplo à cidade . Este Seminário vai reunir durante três dias em Belo Horizonte, os diversos agentes do patrimônio envolvidos com as políticas públicas de promoção dos bens culturais – membros dos conselhos municipais do patrimônio, mas também educadores e demais profissionais envolvidos com a temática referente aos Direitos do Patrimônio, além de pesquisadores e estudantes das áreas ligadas à preservação do patrimônio cultural. As inscrições já estão abertas para participação e apresentação de trabalhos, na página: http://www.forumpatrimoniomestres.com/. |
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O conceito de território encontra-se frequentemente associado à ideia de um espaço onde uma ordem específica, seja ela proveniente da Natureza ou dos vários tipos de jurisdição, é exercida. Assim, um território é um espaço onde a ordem de qualquer coisa ou de alguém se manifesta e é respeitada. Tal implica que o mundo, nas diferentes perspectivas pelas quais se constitui, é acessível através da descrição do conjunto dos seus territórios. Será então o carácter da ordem definidora de um território que caracteriza as diferentes disciplinas e ramos do conhecimento que usam este conceito (o de ordem) como instrumento de análise. Para que os diferentes objectos de estudo assim constituídos possibilitem uma descrição com sentido é necessário adoptar critérios axiológicos que acabam inevitavelmente por determinar uma hierarquização dos territórios (enquanto objectos e elementos classificáveis) e um juízo sobre a sua presença (enquanto objectos de desejo, de fruição, de posse ou de ordenamento). Contrariando a neutralidade reivindicada por uma noção corrente de cientificidade, o estudo do(s) territórios(s) não está isento de pré-juízos, tanto do ponto de vista ético quanto do estético. Para Uma Ética Do Território tem como propósito discutir algumas das questões prementes (e, por vezes, inquietantes) dos debates actuais que neste âmbito se levantam. |
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1. Utopias Locais e Contra-cultura O conceito de sustentabilidade, na sua mais recente versão, é certamente cúmplice daquilo a que poderemos chamar o “regionalismo absoluto”. São as implicações (de toda a ordem, inclusivamente a cultural) da adopção destes novos modos de uso do território que interessa avaliar. 2. Para que serve o dinheiro? O dinheiro é protagonista das mudanças através das quais as sociedades alteram ou mantêm um certo tipo de apropriação do território. Nas suas diferentes escalas e na repartição de tarefas que permitem cumprir a quase totalidade dos ciclos vitais e dos processos económicos, caracterizando as diferentes comunidades, o dinheiro é o único veículo com uma dupla natureza aparentemente contraditória: abstracta e ao mesmo tempo concreta. 3. Urbanismo e Antropologia Sem a perspectiva antropológica que, de algum modo, acaba sempre por repor a escala humana em todas as conceptualizações do espaço, o Urbanismo torna-se uma mera abstracção do espaço da vida que, assim, pode ficar reduzido a um desenho. Qual? O desenho de um desejo de ordem. 4. Propriedade: entre a natureza e o artifício A Paisagem resulta da artificialização da natureza pelo homem. Uma intervenção equilibrada que não seja lesiva da natureza ou da cultura exige um esforço de compreensão do seu funcionamento e o reconhecimento de que esta compreensão será sempre limitada e insuficiente. O conceito de posse da terra constitui um factor limitativo de políticas sustentáveis que deve ser encarado seriamente na sua dimensão. 5. Planeamento ou desregulação? Planear ou “laissez faire” tem sido um debate subjacente a todas as políticas de intervenção do Estado na ocupação do território. Qual é a medida “certa” entre estes dois extremos? 6. Economias paralelas e oblíquas Se quando falamos em economia queremos significar a lógica de trocas entre sistemas de produção e sistemas de consumo, que passam sempre pela distribuição e divulgação daquilo que é produzido, permitindo, por outro lado, àquele que consome reforçar, pelo consumo, o seu estatuto no arranjo societário (num espaço e num tempo determinados), é necessário não esquecer que o juízo da lei vai sancionar em definitivo a legitimidade dessas trocas. Daí a possibilidade de distinção tipológica das manifestações do fenómeno económico. 7. Ética e Estética do Território O estudo do(s) territórios(s) cai necessariamente na esfera de um questionamento valorativo. Por um lado, na alternativa entre a moralidade da ordem objectiva do mundo e as opções da ética subjectiva na esfera do agir. Mas também a valoração estética, que procura actualmente libertar-se das oscilações do gosto pessoal e reconhecer a objectividade da Beleza (ordem) natural, se vê confrontada com a omnipresença da desordem, sendo por isso solicitada a diagnosticar os elementos negativos na permanente degradação dos territórios enquanto bens comuns. |
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1. Submissão de Resumos Expandidos – até 24 de Fevereiro; 2. Divulgação do Parecer da Comissão Científica – a partir 14 de Março; 3. Inscrição e Pagamento comprovado – até 18 de Março; 4. Seminário com Apresentação dos Trabalhos Finais – 25 e 26 de Março; 5. Submissão do Artigo Final e da Declaração de Direitos Autorais – até 28 de Abril |
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25 de Março 9:30h | Recepção de Participantes 10h00 | Sessão de Abertura José Pinto Duarte – Presidente FAUTL Fernando Moreira da Silva – Presidente CIAUD Manuela Raposo Magalhães – CEAP Adriana Veríssimo Serrão – CFUL Apresentação CD “O (Re)verso da Paisagem” Mª da Conceição Trigueiros – Presidente AEAULP Projecto “Arquitecturas do Mar” J. D. Gorjão Jorge 11h00 | Pausa para café 11h15 | Utopias Locais e Contra-cultura Moderação: Margarida Cancela d’Abreu A ecotopia da cidade-campo e o agro-urbanismo. De movimento de contra-cultura a cultura dominante? Andreia Saavedra Cardoso A gentrificação marginal: entre a utopia local do mix social e o movimento de contracultura Luís Filipe Mendes Reflexos: Os lugares da cidade Miguel Baptista-Bastos 13h00 | Pausa para almoço 14h30 | Ética e Estética do Território (1ª parte) Moderação: Adriana Veríssimo Serrão Notas para o Diário de um Zé-ninguém J. D. Gorjão Jorge A Estética da Terra Maria José Varandas Objectivação e Interpretação: Para uma Leitura do Território Teresa Madeira da Silva Território como Política Álvaro António Domingues 16h15 | Pausa para café 16:30h | Ética e Estética do Território (2ª parte) Moderação: Adriana Veríssimo Serrão Por uma pedagogia do território: resgataro conceito «civics» de Patrick Geddes Paula André Critérios de autenticidade na reabilitação do património industrial em Lisboa relativamente ao uso (função) do edificado Carlos Alho e Miguel Monteiro O arquitecto, a ética e a estética Célia Maia Territórios de Informação: visibilidade e estética das tecnologias da informação (TI) Diogo Pereira Henriques Olivais Norte, Lisboa: ordem e hierarquia num bairro moderno Michel Toussaint 26 de Março 10h00 | Ética e Estética do Território (3ª parte) Moderação: Adriana Veríssimo Serrão Para uma compreensão ontológica da Cidade Maribel Sobreira Antes e após o território - Paisagem como fim e possibilidade no estudo do território Moirika Reker e Júlio Barêa Pastore Morphologic resetting and qualification of spaces for public uses Mariagrazia Leonardi 11h00 | Pausa para café 12h00 | Para que serve o dinheiro? Moderação: J. D. Gorjão Jorge Entre os valores da terra e o valor do mar Francisco Felizol Marques Cidades flutuantes - as futuras arquitecturas do mar Maria da Graça Bachmann A génese da riqueza de Olhão na época Moderna Cristina Garcia, Sofia Macedo e Sandra Romba 13h00 | Pausa para almoço 14h30 | Planeamento ou desregulação Moderação: Pedro Ramos Arsénio Regulação e desregulação: um caso exemplar. Ou as contradições de uma paisagem (des)protegida - Aljezur e Costa Vicentina Maria João Neto Expansión periférica e crisis urbana. La gestión de la ciudad de Saint-Louis de Senegal y la transformación de su espacio antrópico en la búsqueda de un equilíbrio social, económico y ambiental Lucía Martínez Quintana A influência da Reserva Ecológica Nacional no processo de urbanização: A utilização de Autómatos Celulares no concelho de Albufeira João Rodrigues, João Nunes e Pedro Arsénio O projecto urbano estratégico como resposta à crise do planeamento Stefano Dettori e Carlos Alho 16h15 | Pausa para café 16:30h | Urbanismo e Antropologia Moderação: Manuela Raposo Magalhães O Território da noite nas Arquitecturas sem Fachada Maria Dulce Loução Antropologia do espaço ou espaço da arquitectura Teresa Vasconcelos e Sá Rua: convívio, ocupação e resistência Vitor Braz, Adriana Caúla e Cristina Nacif O projecto Espaço Relacional e Direito à Cidade. Articulações entre antropologia e arquitectura, e a questão da qualificação urbanística no Bairro da Cova da Moura Júlia Carolino e Isabel Raposo Dinâmicas Narrativas em Áreas Protegidas: o Parque Natural da Ria Formosa Manuel João Ramos, Carlos Mendes e Rita Reis Localidades Envolventes de Lagoa de Albufeira: Semelhanças e Contrastes Carlos Figueiredo e João Teles Faça aqui o download do programa do SEMINÁRIO "PARA UMA ÉTICA DO TERRITÓRIO". |
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Normas paraa submissão dos resumos expandidos até 24 de Fevereiro Documento Word, A4,Arial 10, mínimo de 3000 e máximo de 8000 caracteres (incluindo espaços), segundo o modelo em anexo; - Língua: português, castelhano, inglês ou francês. Todos os resumos devem constar de duas páginas: 1ª página–título, tema e nomes dos autores (incluindo instituição e país de origem); 2ª página –título, tema, 5 palavras chave e texto do resumo (até 8000 caracteres). Normas para a Apresentação (dia 25 ou 26 de Março): Apresentação em formato PowerPoint 97-2003 (ou outro, compatível com sistema operativo Windows 7™) com duração máxima de 15 minutos, tendo em conta, se for o caso, as indicações apresentadas pelos avaliadores. Download do template para submissão dos resumos expandidos aqui Normas para a submissão dos trabalhos finais até 28 de Abril Documento Word (.doc), dimensão A5, letra Arial 9, segundo o modelo de formatação: - Espaçamento antes e depois dos parágrafos 6pt e entre linhas “simples”. - Recuo das margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 1,5 cm; - Língua: português, castelhano, inglês ou francês. Todos os artigos devem constar de duas páginas: 1ª página - Resumo - Título (do artigo) – Arial 11, negrito e alinhado à direita; - Autor(es) (incluindo instituição e país) - Arial 9, alinhado à direita; - Resumo (até 200 palavras) e 5 palavras-chave - Arial 9 e justificado. 2ª página – Texto do Artigo - Títulos dos capítulos (se existirem) - Arial 9, Negrito, à esquerda e, se necessário, numerados; - Títulos dossub-capítulos (se existirem) - Arial 9, itálico, alinhado à esquerda; - Artigo (no máximo 3000 palavras) - Arial 9 e justificado; - Imagens (no máximo 6, preto e branco, JPEG ou TIFF e 300 dpi) - ao longo e de acordo com o texto, legendadas (Arial 7), numeradas com a designação fig. x e identificadas as fontes; - Notas de rodapé - Arial 7 e justificado; - Referências Bibliográficas (Norma Portuguesa 405) - Arial 9 e justificado. É da inteira responsabilidade do autor a salvaguarda dos direitos autorais do conteúdo apresentado, nomeadamente passagens de texto, figuras e datas, assim como, a opção de utilizar ou não o novo acordo ortográfico. Terá de declarar a autorização prévia da publicação do artigo pelo Gabinete Editorial e de Comunicação da Faculdade de Arquitectura (GEC-FAUTL), descarregando o modelo em anexo e enviando-o juntamente com uma cópia de documento identificativo para arquitecturas.mar@fa.utl.pt. À Comissão Científica/Organizadora reserva-se o direito de seleccionar os artigos a publicar. Download do modelo para declaração dos direitos autorais aqui
Download da norma portuguesa de referenciação bibliográfica NP405 aqui
Download do template para submissão dos artigos finais aqui Normas para atribuição de créditos ECTS aos alunos da FA-UTL até 28 de Abril Os alunos da FA-UTL que se inscreverem no seminário internacional “Para uma Ética do Território” poderão obter 1 crédito ECTS. A condição para a atribuição deste crédito pressupõe a realização de um trabalho de investigação, com aproveitamento, na sequência dos conhecimentos apreendidos durante o seminário. Poderá ser uma síntese de todas as comunicações ou um enfoque numa das temáticas abordadas. O valor desse trabalho, num total de 25h, será apreciado pelo Prof. Doutor Gorjão Jorge e pelo Prof. Doutor Pedro Abreu, podendo vir a ser publicado juntamente com os artigos comunicados. No acto da inscrição, o aluno deverá indicar esta opção e efectuar o respectivo pagamento (35€). |
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Procedimento para Inscrição: 1.1 Preencher e enviar ficha de Inscrição da seguinte forma, de acordo com o modelo: 1.1.1 Indicar código PET da comunicação aceite (ex. PET 1.001) ou número de aluno FA-UTL na no caso da opção 1 ECTS (ex. FA 1000); 1.1.2 Preencher dados pessoais (nome, instituição e contactos); 1.1.3 Seleccionar opção de inscrição “Comunicar” ou “Assistir”, indicando se é estudante ou membro associado da AEAULP e o respectivo nº de identificação; 1.1.4 No caso de comunicante, indicar o seu perfil científico, assim como, o título, tema e nome dos autores da comunicação aceite; 1.1.5 Indicaro(s) dia(s) e período(s) que tem preferência/disponibilidade para comunicar; 1.2 Enviar comprovativo de pagamento (e de estudante/sócio, se for o caso). Download do template da ficha de inscrição aqui Enviar para arquitecturas.mar.fa@gmail.com Procedimento para Pagamento: O pagamento deve ser efectuado por transferência bancária e comprovado até dia 18 de Março.No comprovativo deverá indicar que é no âmbito do seminário “Para uma Ética do Território”, com nome e/ou código PET ou FA. - Para pagamentos feitos de Portugal - NIB: 0035 0620 00000657630 34 - Para pagamentos feitos do estrangeiro - IBAN: PT50 0035 0620 00000657630 34 SWIFT: CGDIPTPL | Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa Também possível Sistema Pay-Pal. Mais informações: geral@aeaulp.com | +351 213 615 055. |
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Comissão Organizadora (instituições): - “Arquitecturas do Mar” (PTDC/AUR-AQI/113587/2009); - “Ordenamento Potencial da Paisagem de Base Ecológica” (PTDC/AUR-URB/119340/2010); - “Filosofia e Arquitectura da Paisagem” (PTDC/FIL-FIL/100565/2008). Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design (CIAUD-FA-UTL); Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista Prof. Caldeira Cabral (CEAP-ISA-UTL); Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (FL-UL); Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP). Comissão Executiva: Carlos Ferreira Joana Lopes João Esteves Maria Mendes Marina Charnock Ricardo Ribeiro Rita Batista Comissão Científica: Angé Adriana Veríssimo Serrão (CF-UL ) Carlos Dias Coelho (FA-UTL) Conceição Trigueiros (AEAULP ) Fernando Betim (CAU-PUCrio ) Manuela Raposo Magalhães (ISA-UTL ) Margarida Cancela d’Abreu (APAP ) Maria Marques Calado (FA-UTL) J. D. Gorjão Jorge (FA-UTL) Pedro Miguel Ramos Arsénio (ISA-UTL) Sandra Patrício Vichietti (IP-USP ) Isabel Rosa (FA-UTL) Vladimir Bartalini (FA-USP) |
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“O (RE)VERSO DA PAISAGEM – FILOSOFIAS DA POBREZA E DA RIQUEZA” | LANÇAMENTO DO CD Auditório Rainha Sonja (Espaço CUBO) | Faculdade de Arquitectura (FAUTL) | 25 de Março de 2013 | 10h No âmbito do 2º seminário internacional “O (Re)verso da Paisagem – Filosofias da Pobreza e da Riqueza”, realizado no passado dia 22 e 23 de Outubro de 2012, vimos pelo presente meio informar que iremos realizar uma sessão de apresentação do CD que contém os artigos resultantes do referido seminário, no próximo dia 25 de Março, a partir das 10h, no auditório Rainha Sonja (espaço CUBO) da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (FA-UTL). O referido evento irá integrar o programa do 3º seminário internacional “Para uma Ética do Território”, a realizar-se nos dias 25 e 26 de Março. Principalmente direccionado a docentes universitários, investigadores, alunos e profissionais na área da Arquitectura, Arquitectura Paisagista, Filosofia, Antropologia, Ambiente e Urbanismo, entre outros, os interessados deverão inscrever-se até 15 de Março. Esta inscrição é obrigatória, pois está limitada ao número de lugares disponíveis. |
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ABERTURA DA TEMPORADA DE ARQUITECTURA NA GALERIA BOAVISTA COM A INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO VIII BIAU A NOTE, em parceria com a Camara Municipal de Lisboa apresenta a abertura da Temporada Arquitectura na Galeria Boavista com a inauguração da VIII BIAU. CONFERÊNCIA DE IMPRENSA 15 Fevereiro 19.00h, na Galeria Boavista - Rua da Boavista 50, Lisboa. 19.00h - Apresentação da exposição VIII BIAU pelos representantes do Ministério do Fomento de Espanha e representantes da Câmara Municipal de Lisboa. A Bienal Ibero-americana de Arquitectura e Urbanismo é uma iniciativa do Ministério de Fomento do Governo de Espanha que pretende estabelecer o intercâmbio de experiências e debate entre os arquitectos e urbanistas dos países Ibero-americanos. Estarão presentes a Vereadora da Cultura, Ana Catarina Vaz Pinto, o Vereador do Urbanismo e Planeamento Estratégico Manuel Salgado, o Coordenador de Galerias Municipais, João Mourão, o subdirector Geral de Arquitectura e Edificação Francisco Javier Martín Ramiro, em representação do Ministério do Fomento de Espanha, Carlos Baztán, Director de itenerancia da VIII BIAU, e o Presidente do Colégio dos Arquitectos de Espanha Jordi Ludevid. 19.30h - Visita à exposição com os representantes da VIII BIAU 19.45h - Apresentação da NOTE - plataforma de divulgação de arquitectura: NOTE é uma plataforma de divulgação, reflexão e debate no âmbito da arquitectura, cujo principal objectivo é promover a participação dos diferentes segmentos sociais na construção de um pensamento critico em matéria de arquitectura. Durante o primeiro semestre de 2013 a NOTE vai funcionar na Galeria da Boavista em Lisboa, espaço pertencente à CML, com um programa mensal de exposições, conferências, conversas, mesas redondas e workshops. Para informações sobre a NOTE : www.note.org.pt Bárbara Silva (Directora NOTE): bs.barbarasilva@gmail.com 20.00h - Apresentação de panorama de obras premiadas na VIII BIAU Apresentação de panorama de obras premiadas na exposição pelos comissários espanhóis Arq. Angela Paredes e Arq. Ignacio Pedrosa e pela comissária portuguesa Arq. Inês Lobo. Uma exposição que nos convida a viajar pela arquitectura dos nove países representados: Brasil, Portugal, Espanha, México, Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai e Chile. Para informações sobre os projectos premiados: http://www.biau.es 20.15h – Conferência Arq. João Luis Carrilho da Graça O ciclo de conferências será iniciado com uma conferência do arquitecto Carrilho da Graça que irá apresentar a obra premiada pela VIII BIAU - Ponte Pedonal na Covilhã. ………………………………………………………………………………….. CICLO DE CONFERÊNCIAS: QUINTAS À NOITE (programa bissemanal) QUINTA 28 Fevereiro 21.30h Cristina Guedes & Francisco Campos, Ricardo Bak Gordon QUINTA 14 Março 21.30h Maria Manuel Oliveira, João Mendes Ribeiro QUINTA 28 Março 21.30h Franci sco Mateus, Álvaro Puntoni |
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Em 2013, o FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa chega à sua 4ª edição. De 3 a 10 de abril, no Cinema São Jorge, em Lisboa, celebra-se a cultura lusófona através do cinema, num ambiente de partilha, intercâmbio e inclusão social, proporcionando o acesso do público a filmes que dificilmente chegam aos circuitos comerciais. Nesta edição, o FESTin dá destaque ao cinema angolano, depois de ter homenageado Moçambique (2010), Portugal (2011) e o Brasil (2012). Para além das duas seções de competição (longas e curtas-metragens), o festival volta a integrar a Mostra de Cinema Brasileiro, anteriormente organizada pela Fundação Luso-Brasileira, que se subdivide igualmente em longas e curtas-metragens. A habitual Mostra de Inclusão Social apresentará ainda um conjunto de filmes de temática social, que têm marcado a programação do FESTin desde a sua primeira edição, em 2010. Homenagens, retrospetivas, oficinas e mesas redondas completam um programa sempre aliciante para quem anseia conhecer melhor o cinema oriundo de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste. O FESTin é produzido pela Padrão Actual, em coprodução com a Fundação Luso-brasileira e a EGEAC - Cinema São Jorge. Surgiu em 2010, por iniciativa das jornalistas brasileiras Léa Teixeira e Adriana Niemeyer, e do médico português Victor Serra. Procurando alcançar um público cada vez mais alargado, o FESTin já realizou itinerâncias em Coimbra, Aveiro, Seia (em parceria com o festival Eco-Seia) e em Bagé, Brasil. Programação completa a partir de março em: www.festin-festival.com e http://www.facebook.com/festin.festival |
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APRESENTAÇÃO Toda a Paisagem, qualquer que esta seja, implica sempre um verso e um reverso. Por verso entenderemos aquilo que se vê, enquanto que por reverso, aquilo que se não vê… sempre, claro, de um determinado ponto de vista. Poder-se-á considerar que existe uma relação dialéctica entre verso e reverso como entre ricos e pobres? Talvez, mas o que é certo, e eventualmente importante, é que as duas faces da Paisagem só são conceptualizáveis quando se apresentam em oposição. E pontos de vista diferentes darão azo a vivências também diferentes. É que a Paisagem, enquanto construção cultural, situada no espaço e no tempo, corresponde sempre a uma certa expectativa de quem a vê. A essa expectativa não são estranhos, claro, os juízos económicos que percorrem um vasto campo de significação que vai da função à beleza. Mas Paisagem, na condição de algo construído, implicará sempre a existência de um seu reverso, como uma peça de roupa ou o cenário de um teatro implicam, respectivamente, um forro e uns bastidores. Dever-se-á isso ao facto de, à semelhança de qualquer dispositivo espacial de representação, a percepção da Paisagem, como tal, só ser possível com o concurso de uma ilusão… por vezes sustentada materialmente? A esta pergunta pode juntar-se outra. Que representa a Paisagem? Ou, mais concretamente, onde vai esta pedir emprestado o seu sentido? É verdade que dispomos de respostas simplificadas quando evocamos o nosso reportório de conceitos ambientais, as nossas experiências poéticas culturalmente codificadas ou o mito. Em qualquer caso, algo se desenvolve aqui como um processo sempre dinâmico. E, de facto, é a partir do seu reverso que o, por assim dizer, mecanismo da Paisagem funciona. Aquilo que é necessário preservar, manter ou recuperar exige o emprego de determinados meios e/ou a mobilização de competências e, muitas vezes, da consciência do próprio público. Por isso mesmo, não existe, em rigor, Paisagem absolutamente natural. A presença do Homem, imprescindível ao reconhecimento da sua existência, vem perturbar-lhe a solidão. Estranhamente, toda a potência comunicativa da Paisagem assenta aí. Nos últimos cinco séculos ensinaram-nos a olhar para a Paisagem de modos específicos, familiarizando-nos com o seu verso. Conseguiremos, agora, numa tentativa de elementar Pedagogia, apreciar o seu reverso? Até porque, pelo verso e pelo reverso, a Paisagem é algo que merece a todos os títulos ser reconceptualizado. TEMAS 1. A Natureza do Turismo (motivações, mecânica, actividades correlacionadas, consequências e cultura do Turismo da “Natureza”) 2. Estéticas do Poder (dimensão estética da arquitectura e do urbanismo como expressão de uma ordem instituída) 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano (a cidade como equivalente do parque temática) 4. Paisagem Desprotegida (o devir incerto da ordem “natural”) 5. Filosofias da Sobrevivência (as doutrinas e os métodos de manutenção de modos de vida nos espaços sustentáveis) 6. Arte e Lixo: a forma das coisas (o bom e o mau destino das obras humanas) DESTINATÁRIOS Docentes universitários, investigadores, alunos e profissionais na área da Arquitectura, Arquitectura Paisagista, Filosofia, Ambiente e Urbanismo, entre outros. LOCAL Instituto Superior de Agronomia - Universidade Técnica de Lisboa CALENDÁRIO 21 de Setembro Data limite para a recepção dos Resumos Expandidos 5 de Outubro Divulgação do parecer da Comissão Cientifíca sobre a aceitação dos resumos expandidos 22 de Outubro Realização do Seminário Internacional "O (Re)verso da Paisagem - Filosofias da Pobreza e da Riqueza" Dezembro Publicação de Artigos pelo CIAUD Normas para submissão dos resumos expandidos: Documento Word (.doc), A4, letra Arial 10 e até 3500 caracteres (incluindo espaços); - Língua: português, castelhano, inglês ou francês. Todos os resumos devem constar de duas páginas: 1ª página – título, tema e nomes dos autores (incluindo instituição e país de origem); 2ª página – título, tema, 5 palavras chave e texto do resumo. Download do template para a submissão do resumo expandido aqui nota: enviar resumo expandido para: arquitectura.mar.fa@gmail.com Normas para a submissão dos trabalhos finais: Documento Word (.doc), A5, letra Arial 9, alinhamento justificado; - Espaçamento antes e depois dos parágrafos 6pt e entre alinhas “simples”. - Recuo das margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 1,5 cm; - Língua: português, castelhano, inglês ou francês. Todos os artigos devem constar de duas páginas: 1ª página – título, tema e autores (incluindo instituição e país), resumo e 5 palavras-chave; - O resumo não poderá exceder as 200 palavras. 2ª página – título, tema, 5 palavras chave e texto do artigo; - O artigo poderá ter, no máximo, 3000 palavras (incluindo resumo) e 6 imagens; - O título a negrito, Arial 11, alinhado à direita; - Os títulos de capítulos (se existirem) a negrito, Arial 9, justificados, e se necessário numerados; - Os títulos de sub-capítulos (se existirem) em itálico; - As imagens (preto e branco, JPEG ou TIFF e de 300 dpi) inseridas ao longo e de acordo com o texto, legendadas (Arial 7) e numeradas com a designação fig. x, identificadas as fontes; - As notas de rodapé em Arial 7. nota: enviar trabalho final para: arquitectura.mar.fa@gmail.com INSCRIÇÃO 30€ (25€ para estudantes) Os valores indicados aplicam-se a cada participante. Os pagamentos serão feitos por transferência bancária, da seguinte forma: Para pagamentos feitos do estrangeiro IBAN: PT50 0035 0620 00000657630 34 SWIFT: CGDIPTPL Pagamento a: Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa Para pagamentos feitos de Portugal NIB: 0035 0620 00000657630 34 nota: enviar comprovativo de pagamento com identificação e endereço juntamente com a ficha de inscrição para: arquitectura.mar.fa@gmail.com COMISSÃO CIENTÍFICA A divulgar oportunamente COMISSÃO ORGANIZADORA Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design (CIAUD-FA-UTL) Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP) Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista Prof. Caldeira Cabral (CEAP-ISA-UTL) Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CF-UL) |
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Toda a Paisagem, qualquer que esta seja, implica sempre um verso e um reverso. Por verso entenderemos aquilo que se vê, enquanto que por reverso, aquilo que se não vê… sempre, claro, de um determinado ponto de vista. Poder-se-á considerar que existe uma relação dialéctica entre verso e reverso como entre ricos e pobres? Talvez, mas o que é certo, e eventualmente importante, é que as duas faces da Paisagem só são conceptualizáveis quando se apresentam em oposição. E pontos de vista diferentes darão azo a vivências também diferentes. É que a Paisagem, enquanto construção cultural, situada no espaço e no tempo, corresponde sempre a uma certa expectativa de quem a vê. A essa expectativa não são estranhos, claro, os juízos económicos que percorrem um vasto campo de significação que vai da função à beleza. Mas Paisagem, na condição de algo construído, implicará sempre a existência de um seu reverso, como uma peça de roupa ou o cenário de um teatro implicam, respectivamente, um forro e uns bastidores. Dever-se-á isso ao facto de, à semelhança de qualquer dispositivo espacial de representação, a percepção da Paisagem, como tal, só ser possível com o concurso de uma ilusão… por vezes sustentada materialmente? A esta pergunta pode juntar-se outra. Que representa a Paisagem? Ou, mais concretamente, onde vai esta pedir emprestado o seu sentido? É verdade que dispomos de respostas simplificadas quando evocamos o nosso reportório de conceitos ambientais, as nossas experiências poéticas culturalmente codificadas ou o mito. Em qualquer caso, algo se desenvolve aqui como um processo sempre dinâmico. E, de facto, é a partir do seu reverso que o, por assim dizer, mecanismo da Paisagem funciona. Aquilo que é necessário preservar, manter ou recuperar exige o emprego de determinados meios e/ou a mobilização de competências e, muitas vezes, da consciência do próprio público. Por isso mesmo, não existe, em rigor, Paisagem absolutamente natural. A presença do Homem, imprescindível ao reconhecimento da sua existência, vem perturbar-lhe a solidão. Estranhamente, toda a potência comunicativa da Paisagem assenta aí. Nos últimos cinco séculos ensinaram-nos a olhar para a Paisagem de modos específicos, familiarizando-nos com o seu verso. Conseguiremos, agora, numa tentativa de elementar Pedagogia, apreciar o seu reverso? Até porque, pelo verso e pelo reverso, a Paisagem é algo que merece a todos os títulos ser reconceptualizado. DESTINATÁRIOS Docentes universitários, investigadores, alunos e profissionais na área da Arquitectura, Arquitectura Paisagista, Filosofia, Ambiente e Urbanismo, entre outros. LOCAL Instituto Superior de Agronomia - Universidade Técnica de Lisboa Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa, Portugal (Lat: 38°42'N; Long: 9°11'W; Alt: 60m) |
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Dia 22 de Novembro 10h00 | MagicalMistery Tours Moderação: Adriana Veríssimo Serrão MagicalMistery Tours:O Charme Discreto da Natureza J. D. Gorjão Jorge O papel dos Centros Históricos na cidade: estudo comparativo entre João Pessoa e Tours Alzilene Ferreira da Silva Raízes Ideológicas da Festa Urbana no Ocidente Manuel João Ramos Os efeitos espectaculares da mediatização dos acontecimentos na era do simulacro Rui Barreiros Duarte Imaginários de Cidade na Mentalidade Submissa Carlos Henriques Ferreira 11h45 |Pausa para café 12h00 |Paisagem Desprotegida (1ª parte) Moderação: Manuela Raposo Magalhães Paisagens de Saudade Pedro Marques de Abreu Naturalistas viajantes e as paisagens do Cerrado brasileiro Júlio Barêa Pastore 13h00 |Pausa para almoço 14h30 | Paisagem Desprotegida (2ª parte) Moderação: Manuela Raposo Magalhães Losastillerostradicionales de Galicia y supaisaje Oscar Fuertes Dopico e Joaquín Fernández Madrid The protection of the anthropic landscape of Archeology MariagraziaLeonardi A (in)sustentável beleza de uma paisagem (des)protegida – ou o incerto devir de uma urbanização polémica na Costa Vicentina Maria João Pereira Neto El Paisaje de las Torres Almenarasenla Costa Onubense, tras el Sismo de Lisboa (1755) José Carlos Salcedo e Antonio-José Campesino 16h15 |Pausa para café 16:30h |Filosofias da Sobrevivência Moderação: Adriana Veríssimo Serrão A Felicidade e a(s) Paisagem(ns) Desprotegida(s): imagens aterradoras de um incerto devir Sandra Maria Patrício Vichietti Os marítimos de Monte Gordo e o veraneio na passagem do século XIX para o século XX - Sofia Costa Macedo e Cristina Teté Garcia O (re)verso da Paisagem: percepção e cognição espacial auxiliada por sistemas de posicionamento global (GPS) Diogo Pereira Henriques Paisagens de vale, comunidades e hortas. Sustentabilidade ou sobrevivência? Mª da Graça Saraiva, Isabel Loupa Ramos, Susana Amaral e G. Mathias Kondolf Dia 23 de Novembro 10h00|Estéticas do Poder Moderação: José Gorjão Jorge Vivência Estética na e da Paisagem. Retorno à Cidade Histórica Isabel Sousa Rosa e Ricardo Ribeiro Sobre a inclusão e exclusão no Campo de Golfe do Jamor Rita Gomes Batista O Bloco de Habitação Moderno na Paisagem Lisboeta Michel Toussaint Alves Pereira Lisboa e Tejo e tudo Madalena Cunha Matos O Culto a Nossa Senhora do Cabo Espichel: Representação e Ausência do Poder Secular e Religioso Carlos Manuel Figueiredo e João Carlos Teles 11h45 |Pausa para café 12h00 |Arte e Lixo: a forma das coisas Moderação: Pedro Marques de Abreu Córregos em São Paulo: a ocultação do avesso Vladimir Bartalini A (des)monumentalização do espaço urbano: Remoção e transladação de arte pública na cidade de Lisboa Rita Ochoa e Mafalda Sampayo O destino das cabanas de colmo – lixo de luxo Maria da Graça Xavier da Fonseca e Costa Bachmann 13h00 |Pausa para almoço 14h30 |A Natureza do Turismo Moderação:Isabel Sousa Rosa A paisagem alpina e o fenómeno do turismo. Mito e paradigma no contexto actual Maria João Matos A Paisagem do Turismo Terapêutico na Madeira Rui Campos Matos Urbanidades Emergentes em Albufeiras: O Turismo como Forma de Desenvolvimento Urbano Hélder António Amador e Carlos Alho Arrábida, o “Mediterrâneo” e a patrimonialização da natureza Carlos Mendes Impacto do Turismo na paisagem algarvia Maria da Graça Moreira 16h15 |Pausa para café 16:30h | Debate Final Moderação: José Gorjão Jorge |
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26 de Setembro Data limite para a recepção dos Resumos Expandidos 9 de Outubro Divulgação do parecer da Comissão Cientifíca sobre a aceitação dos resumos expandidos 15 de Outubro Data limite para pagamento da inscrição (Comunicar) 18 de Outubro Data limite para pagamento da inscrição (Assistir) 22 e 23 de Outubro Realização do Seminário Internacional "O (Re)verso da Paisagem - Filosofias da Pobreza e da Riqueza" Dezembro Publicação de Artigos pelo CIAUD |
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NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS FINAIS (até Dezembro 2012): Documento Word (.doc), A5, letra Arial 9, alinhamento justificado; - Espaçamento antes e depois dos parágrafos 6pt e entre alinhas “simples”. - Recuo das margens superior e inferior de 2 cm, direita e esquerda 1,5 cm; - Língua: português, castelhano, inglês ou francês. Todos os artigos devem constar de duas páginas: 1ª página – título, tema e autores (incluindo instituição e país), resumo e 5 palavras-chave; - O resumo não poderá exceder as 200 palavras. 2ª página – título, tema, 5 palavras chave e texto do artigo; - O artigo poderá ter, no máximo, 3000 palavras (incluindo resumo) e 6 imagens; - O título a negrito, Arial 11, alinhado à direita; - Os títulos de capítulos (se existirem) a negrito, Arial 9, justificados, e se necessário numerados; - Os títulos de sub-capítulos (se existirem) em itálico; - As imagens (preto e branco, JPEG ou TIFF e de 300 dpi) inseridas ao longo e de acordo com o texto, legendadas (Arial 7) e numeradas com a designação fig. x, identificadas as fontes; - As notas de rodapé em Arial 7. nota: enviar trabalho final para: arquitecturas.mar.fa@gmail.com NORMAS PARA ATRIBUIÇÃO DE 1 ECTS AOS ALUNOS DA FA-UTL (até 2 de Nov) Os alunos da FA-UTL que se inscreverem no seminário internacional “O (Re)verso da Paisagem – Filosofias da Pobreza e da Riqueza” poderão obter 1 crédito ECTS. A condição para a atribuição deste crédito pressupõe a realização de um trabalho de investigação, com aproveitamento, na sequência dos conhecimentos apreendidos durante o seminário. Poderá ser uma síntese de todas as comunicações ou um enfoque numa das temáticas abordadas. O valor desse trabalho, num total de 25h, será apreciado pelo Prof. Doutor Pedro Abreu e pelo Prof. Doutor Gorjão Jorge, podendo vir a ser publicado juntamente com os artigos comunicados. Para tal, no acto da inscrição, deverá fazer referência a esta opção. NOTA: Numa segunda opção, o aluno poderá posteriormente apresentar o seu trabalho em formato de poster, integrando-o no contexto do projecto de investigação “Arquitecturas do Mar” (FCT- PTDC/AUR-AQI/113587/2009) e adaptado a um caso de estudo, durante o workshop “Turismo e Paisagem no Sotavento Algarvio”, a realizar-se no mês de Novembro. Esse trabalho terá a duração de cerca de duas semanas e será acompanhado pelos docentes investigadores do referido projecto. Pela participação no workshop, com aproveitamento, será atribuído + 1,5 crédito ECTS. O aluno que participar nas duas modalidades (seminário + workshop), paga apenas o valor do seminário (25€). É possível submeter uma proposta de resumo expandido, independentemente da realização do referido trabalho. Mais tarde serão divulgadas condições para os interessados apenas na opção de workshop. NORMAS PARA A APRESETAÇÃO (dia 22 ou 23 de Outubro) Apresentação em formato Power Point 97-2003 (ou outro, compatível com sistema operativo Windows 7™) com duração máxima de 15 minutos, tendo em conta, se for o caso, as indicações apresentadas pelos avaliadores; |
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Assistir 20€ (Estudantes 15€) Pagamento efectuado por transferência bancária e comprovado até dia 18 de Outubro. Deverão ser feito por transferência bancária, indicando que é no âmbito do seminário “O (Re)verso da Paisagem” e da seguinte forma: - Para pagamentos feitos de Portugal - NIB: 0035 0620 00000657630 34 - Para pagamentos feitos do estrangeiro - IBAN: PT50 0035 0620 00000657630 34 SWIFT: CGDIPTPL | Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa Download do template da ficha de inscrição aqui Em caso de dúvidas relativas ao processo de pagamento, deverá contactar a AEAULP pelo emailgeral@aeaulp.com ou pelo telefone +351 213 615 055. |
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Adriana Veríssimo Serrão CF-UL Angélica Benatti Alvim FAU-MACKENZIE Carlos Ferreira FA-UTL Conceição Trigueiros FA-UTL Isabel Rosa FA-UTL J. D. Gorjão Jorge FA-UTL Fernando Betim CAU-PUCrio Ferran Sagarra Trias ETSAB-UPC Manuela Raposo Magalhães ISA-UTL Pedro Calaza-Martínez ESP Sandra Patrício Vichietti IP-USP |
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Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design CIAUD-FA-UTL Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista Prof. Caldeira Cabral CEAP-ISA-UTL Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa CF-UL Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa AEAULP COMISSÃO EXECUTIVA Catarina Maurício Joana Pereira João Esteves Maria Mendes Marina Charnock Pedro Abreu Rafael Batista Ricardo Ribeiro Rita Batista Rute silva |
| Código | Nomes | Título | Tema |
| 2.001 | Isabel Maria Augusto de Sousa Rosa e Ricardo Jorge de Almeida Ribeiro | Vivência Estética na e da Paisagem. Retorno à Cidade Histórica | 2. Estéticas do Poder |
| 2.002 | Rita Gomes Batista | Sobre a inclusão e exclusão no Campo de Golfe do Jamor | 2. Estéticas do Poder |
| 3.004 | J. D. Gorjão Jorge | Magical Mistery Tour: O "Charme" Discreto da Natureza | 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano |
| 3.005 | Carlos Henriques Ferreira | Imaginários de Cidade na Mentalidade Submissa | 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano |
| 4.004 | Sandra Maria Patrício Vichietti | A Felicidade e a(s) Paisagem(ns) Desprotegida(s): imagens aterradoras de um incerto devir | 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural” |
| 5.002 | Diogo Pereira Henriques | O (re)verso da Paisagem: percepção e cognição espacial auxiliada por sistemas de posicionamento global (GPS) | 5. Filosofias de Sobrevivência |
| 5.004 | Andre Naghi Lopes dos Santos Nouri | Sustainable Consensus Design Intervention within the Lisbonesque City and its Public Space | 5. Filosofias de Sobrevivência |
| 1.001 | Maria João Matos | A paisagem alpina e o fenómeno do turismo. Mito e paradigma no contexto actual | 1. A Natureza do Turismo |
| 1.002 | Rui Manuel Carneiro de Campos Matos | A Paisagem do Turismo Terapêutico na Madeira | 1. A Natureza do Turismo |
| 1.004 | Maria da Graça Moreira | Impacto do Turismo na paisagem algarvia | 1. A Natureza do Turismo |
| 1.005 | Carlos Mendes | Arrábida, o “Mediterrâneo” e a patrimonialização da natureza | 1. A Natureza do Turismo |
| 2.003 | Michel Toussaint Alves Pereira | O Bloco de Habitação Moderno na Paisagem Lisboeta | 2. Estéticas do Poder |
| 2.004 | Madalena Cunha Matos | Lisboa e Tejo e tudo | 2. Estéticas do Poder |
| 3.001 | Alzilene Ferreira da Silva | O papel dos Centros Históricos na cidade: estudo comparativo entre João Pessoa e Tours | 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano |
| 3.002 | Manuel João Ramos | Raízes Ideológicas da Festa Urbana no Ocidente | 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano |
| 3.003 | Rui Barreiros Duarte | Os efeitos espetaculares da mediatização dos acontecimentos na era do simulacro | 3. Magical Mistery Tours: tematizações do espaço urbano |
| 4.001 | Maria João Pereira Neto | A (in)sustentável beleza de uma paisagem (des)protegida – ou o incerto devir de uma urbanização polémica na Costa Vicentina | 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural” |
| 4.003 | Júlio Barêa Pastore | Naturalistas viajantes e as paisagens do Cerrado brasileiro | 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural” |
| 4.009 | Pedro Marques de Abreu | Paisagens de Saudade | 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural” |
| 6.002 | Vladimir Bartalini | Córregos em São Paulo: a ocultação do avesso | 6. Arte e Lixo: a forma das coisas |
| 6.003 | Maria da Graça Xavier da Fonseca e Costa Bachmann | O destino das cabanas de colmo – lixo de luxo. | 6. Arte e Lixo: a forma das coisas |
| 6.001 | Rita Ochoa e Mafalda Sampayo | A (des)monumentalização do espaço urbano: Remoção e transladação de arte pública na cidade de Lisboa. | 6. Arte e Lixo: a forma das coisas |
| 5.003 | Sofia Costa Macedo e Cristina Teté Garcia | Os marítimos de Monte Gordo e o veraneio na passagem do século XIX para o século XX | 5. Filosofias de Sobrevivência |
| 1.003 | Hélder António Gomes Caeiro Amador e Carlos Alho | Urbanidades Emergentes em Albufeiras: O Turismo como Forma de Desenvolvimento Urbano | 1. A Natureza do Turismo |
| 2.005 | Carlos Manuel de Almeida Figueiredo e João Carlos Augusto Teles | O Culto a Nossa Senhora do Cabo Espichel: Representação e Ausência do Poder Secular e Religioso | 2. Estéticas do Poder |
| 4.005 | José Carlos Salcedo e Antonio-José Campesino | El Paisaje de las Torres Almenaras en la Costa Onubense, tras el Sismo de Lisboa (1755) | 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural” |
| 4.006 | Mariagrazia Leonardi | The protection of the anthropic landscape of Archeology | 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural” |
| 4.008 | Oscar Fuertes Dopico e Joaquín Fernández Madrid | Los astilleros tradicionales de Galicia y su paisaje” | 4. Paisagem Desprotegida - o devir incerto da “ordem natural” |
| 5.001 | Mª da Graça Saraiva, Isabel Loupa Ramos, Susana Amaral e G. Mathias Kondolf | Paisagens de vale, comunidades e hortas. Sustentabilidade ou sobrevivência? | 5. Filosofias de Sobrevivência |
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3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Conservação e técnicas sensoriais APRESENTAÇÃO O 3º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus: Conservação e técnicas sensoriais dá continuidade aos encontros de profissionais e estudiosos da Arquitetura, Museologia, Patrimônio e História organizados pelo Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura - PROARQ / UFRJ desde 2001. Em 2012, o Seminário abordará a relação da Arquitetura e da Museologia com o Patrimônio museológico, observando as temáticas que envolvem a Conservação de bens culturais, conectando os campos disciplinares da Comunicação, Artes, História, Geografia, Sociologia, Antropologia, Educação, Economia, Administração e Turismo. Ao considerar os objetivos acadêmicos do PROARQ e da FAU/UFRJ, os quais aliam ensino, pesquisa e atividades de extensão, e integram os níveis de graduação e pós-graduação, o 3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus será desenvolvido por meio de palestras, mesas-redondas e sessões de comunicações com apresentações orais e apresentações na forma de pôsteres. O Seminário, de caráter Internacional, será realizado em Lisboa (entre 5 e 7 de novembro de 2012) no Auditório Guebuza, no prédio da Biblioteca Victor de Sá - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias; e no Rio de Janeiro (entre 28 a 30 de novembro de 2012) no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ – na Avenida Rui Barbosa, Morro da Viúva - Flamengo, Rio de Janeiro A abrangência das perspectivas tecnológicas atuais faz com que o foco central do 3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus, priorize os subtemas Conservação e Técnicas sensoriais, destacando que a arquitetura dos edifícios de museus e a museografia são devidas à função social do Patrimônio museológico exibido em espaços históricos e modernos, públicos e institucionais. Neste sentido, os trabalhos a serem apresentados no Seminário poderão abordar os diferentes tipos de projetos e os diversos aspectos das origens, criação, gerenciamento e promoção das ações dessas instituições na atualidade. O 3º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Conservação e técnicas sensoriais destina-se a estudantes de graduação e pós, profissionais, estudiosos e pesquisadores das diferentes áreas de conhecimento que são afins aos campos arquitetônico e museológico. A coordenação e organização do 3º Seminário caberão ao Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com outras instituições de ensino e de cultura, destacando a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – ULHT, a Universidade Técnica de Lisboa - UTL e a Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa - AEAULP. EIXOS TEMÁTICOS Os temas que serão discutidos abrangem a Conservação do patrimônio musealizado em face da utilização de técnicas sensoriais, tendo em vista a ampliação das possibilidades comunicacionais da arquitetura dos lugares e espaços expositivos, em que se incluem os edifícios e a cidade. Nesse sentido, as mesas-redondas, sessões de comunicações e apresentações de pôsteres do 3º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus, serão enquadradas de acordo com os seguintes eixos temáticos:
CHAMADA DE TRABALHOS APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS PARA SELEÇÃO - FORMATO a) Definições gerais
b) Detalhes da formatação do artigo
c) Bibliografia
ENVIO DE TRABALHOS Os trabalhos completos para seleção devem ser enviados para o e-mail: seminarioarquiteturamuseus2012@gmail.com A data limite para a submissão de trabalhos é 30 de julho de 2012 CALENDÁRIO
INSCRIÇÕES As inscrições e o envio dos respectivos comprovantes para o email seminarioarquiteturamuseus2012@gmail.com deverão realizar-se até 1º de Outubro de 2012. Valor da inscrição: – R$ 200,00 (duzentos reais) Participante profissional – R$ 120,00 (cento e vinte reais) Participante docente – R$ 100,00 (cem reais) Participante docente sócio da AEAULP – R$ 50,00 (cinquenta reais) Participante discente As inscrições serão efetuadas até 1º de outubro de 2012, para conta bancária: Poupança Banco do Brasil Conta n º: 34094-4 Var (variação) 51 Agência: 4240-4 Titular:Luiz Manoel Cavalcanti Gazzaneo Para depósitos de fora do Brasil: SWILT BRASBRRJSBO IBAN 001424040000340944 COMISSÃO ORGANIZADORA Ceça Guimaraens, coordenadora UFRJ-FAU/PROARQ Luiz Manoel Gazzaneo UFRJ-FAU/PROARQ Judite Santos Primo Departamento de Museologia, ULHT Colaboradores: Maria das Graças Ferreira, doutoranda; Giovana Cruz, Álvaro Costa e Maurício Marinho de Castilho, mestrandos; Juliana Gomes e Mayara Maia Corrêa, estudantes de graduação. COMISSÃO CIENTÍFICA Ana Cristina dos Santos Tostões IST UTL João Manuel Barbosa Menezes Sequeira ULHT Judite Santos Primo ULHT Maria Marques Calado de Albuquerque Gomes FA UTL Mário Caneva de Magalhães Moutinho ULHT Pedro Marques Abreu FA UTL Pedro Antonio Janeiro FA UTL Pedro Jorge de Oliveira Leite ULHT Rui Barreiros FA UTL Vasco Maria Tavela de Sousa Santos Pinheiro ULHT Aline Montenegro MHN Angela Cardoso Guedes MHN Analucia Thompson IPHAN Carlos Gonçalves Terra UFRJ Elizabete Rodrigues de Campos Martins UFRJ Griselda Pinheiro Kluppel UFB Inês El-Jaick Andrade FIOCRUZ Jane Celina Santucci UFRJ Luiz Manoel Cavalcanti Gazzaneo UFRJ Maria Cecília Filgueiras Lima Gabriele UnB Maria Manuelina Duarte UFG Regina Abreu UNIRio Renato da Gama-Rosa Costa FIOCRUZ Sônia Maria de Barros Marques PPGAU/UFRN Valci Rubens de Oliveira de Andrade UFRJ Virginia Pitta Pontual UFPE |
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CHAMADA DE TRABALHOS O Programa de Pós-Graduação em Arquitetura da UFRJ (PROARQ) realizará o Seminário Internacional Patrimônio e Paisagem em espaços lusófonos e hispânicos. O seminário será realizado em dois momentos, em Madrid e no Rio de Janeiro, a saber:
No Rio de Janeiro acontecerá simultaneamente a Conferencia Internacional sobre o Patrimônio e Desenvolvimento Regional [Conpadre’2012/n.14]. As mesas-redondas e sessões de comunicações do Seminário compreenderão as seguintes temáticas:
Formato dos artigos a) Definições Gerais
Avaliação de trabalhos Os trabalhos serão avaliados pela Comissão Científica, a qual será composta por professores e pesquisadores-doutores de faculdades de arquitetura e urbanismo de língua portuguesa e de língua espanhola. Para tanto, será utilizada a chamada “avaliação cega” com a aplicação dos critérios constantes em fichas e definidos pela Comissão Organizadora. O processo de avaliação dos artigos será realizado em duas etapas:
Os trabalhos poderão ser apresentados tanto em Madrid quanto no Rio de Janeiro, assim como nas duas cidades. Publicação Os livros com os artigos selecionados pela Comissão Cientifica serão lançados no Rio de Janeiro no dia 30 de novembro. Inscrições Participante profissional R$ 220,00 (duzentos e vinte reais) Participante docente R$ 140,00 (cento e quarenta reais) Participante sócio da AEAULP R$ 100,00 (cem reais) Participante discente R$ 100,00 (cem reais) As inscrições serão efetuadas até 1º de outubro de 2012, para conta bancária: Poupança Banco do Brasil Conta n º: 34094-4 Var (variação) 51 Agência: 4240-4 Titular: Luiz Manoel Cavalcanti Gazzaneo Para depósitos de fora do Brasil: SWILT BRASBRRJSBO IBAN 001424040000340944 A confirmação da inscrição será feita mediante o envio do comprovante de pagamento da taxa de inscrição para o email patrimonioepaisagem@gmail.com Cada um dos autores e cada um dos coautores deverá fazer a sua inscrição individualmente. Comissão Organizadora UFRJ – UPM Luiz Manoel Gazzaneo - Presidente (UFRJ - Brasil); Ana Esteban Maluenda (UPM-Espanha); Ana . Albano Amora (UFRJ - Brasil); Carlos Dias Coelho (UTL – Portugal); Cêça Guimaraens (UFRJ - Brasil); e Conceição Trigueiros (AEAULP / UTL – Portugal). Comissão Científica A Comissão Científica será composta por professores de faculdades de língua portuguesa e espanhola, a saber:
Realização e apoio O Seminário Internacional Patrimônio e Paisagem em espaços lusófonos e hispânicos será realizado em parceria com outras instituições de ensino e de cultura, destacando-se a Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidade Politécnica de Madri, a Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa, a REDE CONPADRE, e com o apoio do Docomomo-Rio, Instituto de Arquitetos do Brasil (Departamento do Rio de Janeiro), e da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. |
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM REVITALIZAÇÃO URBANA E ARQUITETONICA PAISAGEM E PAISAGISMO Escola de Arquitetura . Universidade Federal de Minas Gerais Inscrições abertas Período: 15/06/2012 a 16/07/2012 Seleção com análise do currículo, do histórico e entrevista Professores e convidados do Brasil e do exterior O curso destina-se a arquitetos, urbanistas, designers, engenheiros, agentes culturais, historiadores, sociólogos, turismólogos e demais profissionais interessados na temática da paisagem. Existente desde 1996, esse tradicional curso abordará neste oferecimento, ao lado da revitalização de construções e espaços urbanos, o tema da paisagem e do paisagismo, suprindo uma lacuna na formação dos profissionais. Informações e inscrições: http://www.fundep.br ou pelo telefone (31) 3409-8820 |
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A Casa do Baile, Pampulha, Belo Horizonte, inaugura no sábado, dia 26, às 11h, a exposição “José Forjaz – Arquitetura de Moçambique”, que integra a programação do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN). A mostra traz os mais importantes trabalhos realizados pelo arquiteto José Forjaz em Moçambique e outros países do continente africano. Essa exposição foi produzida pelo Museu da Casa Brasileira de São Paulo, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), e está sendo trazida para a capital mineira pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e da Associação Cultural dos Amigos do Museu de Arte da Pampulha. A mostra traz parte da arquitetura produzida na África nas últimas décadas, oferecendo ao público uma valiosa oportunidade de conhecer as afinidades culturais entre países que compartilham a língua portuguesa. |
O arquiteto, urbanista e designer de móveis José Forjaz integrou a sua atividade profissional as causas humanitárias como compromisso social, cultural, ambiental e político. Marcado pela terra moçambicana, Forjaz nunca mais se desligou da África, desenvolvendo, ao longo da vida, vários trabalhos em países do continente. Com foco retrospectivo e panorâmico, a mostra apresenta obras do início dos anos 1960 até os dias atuais. A exposição, que tem entrada gratuita, pode ser visitada até o dia 1º de julho, de terça a domingo, das 9h às 19h. Contextualizando a exposição “José Forjaz – Arquitetura de Moçambique”, serão apresentados painéis que trazem um trabalho de pesquisa, inventário e reflexão crítica sobre o patrimônio urbanístico, arquitetônico e paisagístico de Moçambique. O trabalho foi desenvolvido pelos professores e alunos da escola Faculdade de Arquitetura e Planejamento Físico da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, fundada por Forjaz em 1985. |
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Arquiteto e docente português, José Forjaz nasceu em 1936, em Coimbra. Em 1974, radicou-se em Moçambique, onde tem contribuído para o desenvolvimento da arquitetura africana, sempre associado ao planejamento físico e urbano e ao desenvolvimento socioeconômico. Formado em Arquitetura, em 1966, na Escola de Belas Artes do Porto, em Portugal, finalizou o mestrado em Arquitetura em 1968, na Columbia University, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Forjaz é autor de reconhecidos projetos construídos na segunda metade do século 20, com destaque para o Campus da Universidade de Botswana, Lesotho, a casa em Mbabane, na Suazilândia (1969-1970), a igreja do Seminário da Matola, o monumento de homenagem a Samora Machel e as casas Roxo Leão pai e filho. Em 1999, foi publicado o catálogo “Entre o Adobe e o Aço Inox - Ideias e Projetos (1962-1998)”, em sequência a uma exposição com o mesmo nome, onde são mostrados os trabalhos dos últimos 30 anos, essencialmente na África. Nas suas obras, o arquiteto aplica as tecnologias disponíveis com os valores e elementos naturais e simples, para obter, com clareza, nas formas procuradas, um sentido estético e poético. |
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O XXIV Congresso Panamericano de Arquitetos, maior evento promovido pela Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos - FPAA, será realizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB, de 27 a 30 de novembro de 2012, no Centro Cultural e de Exposições de Maceió, capital do Estado de Alagoas, Brasil. O público qualificado, proveniente de 41 nações das Américas, propiciará momentos de profundos debates sobre os mais diversos assuntos concernentes aos campos de ação e reflexão crítica dos arquitetos. O evento terá por tema central "VIVER O TERRITÓRIO, IMAGINAR A AMÉRICA" nas seguintes dimensões propostas:a Casa, a Metrópole, as Celebrações, o Encontro e a Solidão, os Sistemas de Representação, a Virtualidade e os Territórios Verdes. A participação de delegações das associações nacionais e regionais de arquitetos ensejará também a realização de vários fóruns de discussão dos temas relacionados à organização das ações políticas das entidades em niveis nacional e continental, frente as diversas demandas e necessidades vivenciadas nas diferentes nações e realidades socioculturais. A estimativa de público para o evento é de cerca de 3.000 congressistas diretos e mais 6.000 visitantes indiretos. A capital alagoana está especialmente preparada para receber com toda estrutura de conforto e lazer os congressistas, dispondo de uma rede de hotéis diversificada e uma estrutura completa para o local do evento. |
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XXIV Congresso Pan-Americano de Arquitetos Maceió − Alagoas − Brasil − 27 a 29/11/2012 VIVER O TERRITÓRIO, IMAGINAR A AMÉRICA Em um momento distante, quando céus e terras se multiplicavam com o conhecimento e a interação entre as suas várias partes, surge a América. Filha das grandes navegações, dos saques, do desenvolvimento da matemática, da cartografia, um de seus berços molda-se no momento em que a terra é circunavegada e os europeus chegam ao continente. Quando o tema é o território e a América está no centro das discussões, a dimensão do passado encontra a do presente pela necessidade contemporânea das trocas mútuas, da mobilidade, da manutenção da paz e da concórdia entre as nações. Territórios são como casas. Hábitats de uma ideia. Voláteis, articulam-se em fluxos e redes, mas alicerçam sólidas construções identitárias que rompem fronteiras geográficas e criam novas cartografias: transnacionais, continentais, americanas, pan-americanas.Mapear essas cartografias que se desenham em solo americano é o propósito deste XXIV Congresso Pan-Americano de Arquitetos. |
Interessam as que tomam como instrumento de desenho a alta tecnologia e assumem, por isso, grandes velocidades e até mesmo uma condição de independência do sítio físico. Mas, também, as corporais, que se imprimem aos poucos, pelos passos do homem na terra. Ambas constroem aldeias, estabelecem domínios próprios. Território, mais do que distinção entre domínios geográficos, leva-nos a compreender a terra como lugar circunscrito. A América, nesta dimensão, surge com seus diversos papéis e polifonias: material, imaterial, relacional, produtiva, simbólica, inventada. Quando os campos disciplinares isolados já não dão conta da complexidade dos fenômenos da ocupação territorial, inclusive daqueles da metrópole, torna-se urgente romper esse isolamento. Por isso, são bem-vindas as contribuições que articulem a arquitetura e o urbanismo a outros campos de conhecimento como o da arte, da cultura, da história, da geografia, da antropologia. Nessa perspectiva, o XXIV Congresso Pan-Americano convida os partícipes do mundo a conversarem sobre a qualidade e o teor dos encontros promovidos pela ideia da mobilidade e imersão da América em um contexto contemporâneo. |
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1. Casa A casa é o território de maior significado quando se desloca este conceito para os limites mais reservados do diálogo entre o público e o privado. Singular ou plural, o desafio da casa está posto como direito universal. Nesse sentido, pretende-se discutir as tentativas bem-sucedidas de conceituar, projetar e produzir a “casa americana”. Em tempos de desterritorializações, do nomadismo, dos deslocamentos dos turistas e dos homens sob a demanda do trabalho, indaga-se acerca da sobrevivência e da transformação do conceito de abrigo. 2. Metrópole Inúmeras vilas e cidades americanas nasceram identificadas por muralhas e portas. Hoje o habitat das multidões desconhece a ideia de fronteira. Como projetar levando em conta metrópoles sem tamanho definido? Como tratar de territórios urbanos que, em vários aspectos práticos e concretos do quotidiano, abolem essa prática? O que dizer, por outro lado, da fortificação dessas fronteiras para os que dela lançam mão como estratégia de defesa, a exemplo dos condomínios fechados, das favelas que, de algum modo, retomam a ideia de limite? 3. Celebrações No lugar das guerras, as grandes comemorações entre os países concebem e nutrem o contato pacífico entre eles. Jogos olímpicos e outros acontecimentos de dimensão internacional promovem imensos movimentos de renovação urbana e alçam cidades à escala global do planeta. De forma inequívoca, nestas situações migratórias está presente a ideia de nação, ao tempo que se afirma a sociedade global. Como atuar diante desses impactos sobre vivências consolidadas? 4. Encontro e solidão Se a América, no seu nascimento, antecipa a noção de um mundo global, como enfrentou os possíveis traumas deste nascimento? Se as polaridades culturais hoje são requalificadas com a proposta das heranças compartilhadas, como a América conversa com o mundo, dentro desta escala? Como o arquiteto responde aos desafios da ideia de patrimônio mútuo? 5. Sistemas de representação Ao modo dos ninhos para os pássaros, mapas foram fundamentais na demarcação dos territórios, em especial no caso americano. São modos de ver o mundo. Em uma outra escala, assim também se portaram os desenhos gráficos dos arquitetos, hoje ampliados com a atenção ao vernáculo, aos experimentos intuitivos, pelo mergulho no mundo da espetacularização, das mídias e das novas poéticas. Buscar-se-á pensar nos diferentes estatutos disponíveis para expressar os territórios. 6. Virtualidade Separar o civilizado do inculto, o domesticado do selvagem, foram ações incisivas na construção da ideia de América. No século XXI as fronteiras não acolhem apenas os territórios físicos, mas os que se encontram permeados pelas mídias. A própria rede mundial de computadores é território disputado, colonizado e edificado. Para além dela, expressões como o pós-humano, o pós-orgânico, nos levam a considerar a remodelagem das matérias. Quando o território passa a constituir-se em um sistema de redes e interfaces, como fica o papel do corpo e do abrigo? 7. Territórios verdes Quando se pensa a natureza, um dos seus centros, a Amazônia, pulsa como um vigoroso coração. Locus de confluência de imaginários de origem, requer, em tempos de preocupações ecológicas e cataclismos, que o arquiteto pense seu destino. Onde fica o lugar da natureza, de evidente força no caso americano, quando, no contexto da cidade, o urbano não enxerga mais o rural? Há possibilidade de ajuste entre tecnologia e mundo natural, quando a arquitetura concebida como expressão do sítio, na sua dimensão geográfica e intempérica, é posta em xeque? |
| Arquitectura e representação, entendendo esta última na sua acepção mais lata, isto é, como um modo de tornar presente o que está ausente, surgem, como conceitos, mutuamente implicadas. Não é raro, aliás considerarmos que a arquitectura, em certos aspectos, não é muito mais do que isso: pura representação. Porquê? Porque o espaço que ela inaugura se desenvolve sobretudo no plano do simbólico: a interioridade e a exterioridade separadas por fronteiras com significância. A arquitectura não poderá jamais ser o simples invólucro de espaços destinados a actividades. A Arquitectura qualifica as actividades que no espaço por ela definida se desenvolvem e confere estatuto aos seus habitantes. Trata-se, assim e em primeiro lugar, de encarar aquilo que a arquitectura quer dizer. | Por aqui, a arquitectura exibe e exibe-se através de formas significantes. Não é verdade que é, desde o momento em que o espaço enquanto forma reenvia para qualquer coisa diferente desse mesmo espaço, como extensão, por exemplo, que consideraremos as significações da arquitectura? Desta forma, o espaço só adquire espessura semântica quando se torna algo diferente dele mesmo, sobretudo para quem o vivencia. E a Arquitectura transforma-se, então e antes do mais, numa espécie de veículo. De resto, o próprio acto de habitar humano implica um processo deste tipo. É isso, aliás, que dá à Arquitectura o poder de qualificar o espaço. Não será, assim, estranho que dediquemos alguma reflexão ao facto de a arquitectura, como toda a representação, exigir sempre um palco. Esse é o tema de Palcos da Arquitectura. |
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Arquitectura dos Símbolos O objecto arquitectónico como suporte de simbolismos. Espaço e Poder O edificado como cenário da ordem institucional. Arquitecturas Escritas, Ditas e Filmadas Arquitectura e urbanismo enquanto objectos de descrições na literatura e nos média. Tecno-Arquitectura As tecnologias de ponta exibidas retoricamente. A Cor da Invenção Tendências e correntes do Design contemporâneo. Arquitectura Verde O pensamento ecológico na sua vertente projectiva. Filosofia e Arquitectura Explicações e justificações do pensamento arquitectónico. Um Design sem Tempo O grau zero das formas. Arquitecturas da Lembrança e do Esquecimento Arquitectura que celebra ou esconjura a História e a Tradição. O Lugar dos Não-lugares A paisagem urbana nos sonhos e nos pesadelos. |
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A Faculdade de Arquitetura da UTL, com o apoio do CIAUD e da AEAULP, promove o Workshop Análise Sintática que aborda o estudo da Morfologia Urbana e tem como suporte a teoria da Lógica Social do Espaço - Space Syntax, de Hillier & Hanson (1984). A metodologia trata o espaço urbano como um sistema de permeabilidades e barreiras enquanto linhas de movimento e acessibilidade pedonal. A sua representação gráfica bidimensional é designada por mapa axial. O Workshop integra uma parte teórica complementada com a apresentação de estudos de caso, e uma segunda parte com aplicação prática no software Depthmap. Informações: Número total de vagas: 40 Inscrições: de 8/05 a 22/05 Pagamento da inscrição: de 15/05 a 28/05 Inscrição prévia obrigatória por email: nome completo, ciclo de estudos a que pertence (Doutoramento/Mestrado Integrado/Licenciatura) E-mail: taniaramos@fa.utl.pt Telm: +351 919 226 969 Inscrição paga somente após a confirmação de vaga: 85 Euros por transferência bancária (as informações de pagamento serão enviadas para o email indicado pelo aluno na inscrição prévia). Faça aqui o download do programa do Workshop Análise Sintática. |
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A terceira edição do FESTin decorre de 9 a 16 de maio, no Cinema São Jorge. Num ano de acrescidas dificuldades, a organização do FESTin conseguiu reunir os apoios necessários à concretização de mais uma edição que irá mesmo apresentar uma programação mais extensa, com a exibição de 76 filmes, selecionados de um total de 272 filmes que se candidataram a esta edição. Depois de homenagear Moçambique (2010) e Portugal (2011), o FESTin dá agora especial enfoque ao cinema brasileiro, enquadrando-se no ano do Brasil em Portugal. O filme de abertura do FEStin será VIPs, realizado por Toniko Melo, com Wagner Moura, Emiliano Ruschel and Juliano Cazarré. No encerramento será exibido o fiem Amanhã Nunca Mais de Tadeu Jungle, com Lázaro Ramos, Maria Luisa Mendonça, Fernanda Machado, Milhem Cortaz, Luis Miranda, Paula Braun, Anna Guilhermina, Vic Militello, Arthur Koll, Carlos Meceni, Imara Reis, e Victória Guerra. O FESTin é produzido Padrão Actual, com coprodução da Fundação Luso-brasileira e da EGEAC – Cinema São Jorge. Surgiu em 2010, com o objetivo de celebrar e fortalecer a cultura lusófona através do cinema, num ambiente de partilha, intercâmbio e inclusão social. O FESTin pretende igualmente proporcionar uma oportunidade de exibição a filmes que dificilmente têm distribuição assegurada nos circuitos comerciais. BILHETES Normal – 3,00 € Reduzido – 2,50 € Mais informações http://festin-festival.com |
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O objectivo do seminário é a recentrar o debate sobre a medição da forma urbana à luz das questões contemporâneas de concepção, planeamento e regulação da cidade extensa. A intenção é discutir a importância de abordagens qualitativas e quantitativas combinadas na geração de novos conhecimentos sobre o ambiente urbano contemporâneo e novas estratégias de planeamento. A medição objectiva da forma urbana é uma questão de interesse crescente, mas de pouco consenso e alguma ambiguidade. As tentativas de compreender e controlar o desenvolvimento urbano através da indexação das propriedades físicas e de desempenho da forma urbana a variáveis mensuráveis são tão antigos quanto a história do urbanismo enquanto ciência. Mas o assunto é controverso e as críticas surgem sobre a precisão dos métodos quantitativos e parâmetros para apoiar a compreensão e avaliação do ambiente urbano para algo mais que meros fins estatísticos. Apesar das reservas, as abordagens baseadas em medição ganharam nas últimas décadas uma relevância enorme para a ciência urbana como um todo, e para o desenho urbano e regulação de planeamento em particular. |
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O workshop concentra-se num novo método para projecto urbano baseado no uso de padrões e regras de projecto. O objectivo do método é facilitar o diálogo entre os diferentes participantes do processo de projecto urbano e permitir o desenvolvimento de planos flexíveis, capazes de responder às mudanças de contexto ao longo da sua implementação. Durante o workshop, vamos cobrir as teorias subjacentes ao método proposto e indicar algumas ferramentas de apoio à decisão em projecto urbano, especificamente o uso de ferramentas de projecto paramétrico para modelar problemas de desenho urbano. O workshop irá abranger uma tarefa prática de desenho urbano onde os participantes irão aplicar o método aprendido e respectivas ferramentas. A participação no workshop é aberta a qualquer pessoa interessada no desenvolvimento de conhecimentos avançados em desenho urbano paramétrico. |
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A socialização do conhecimento e a troca mundializada de informações anunciaram, desde meados do século XX, grandes transformações socioespaciais e, conseqüentemente, culturais. A promoção das atividades do setor cultural - marcos principais das ações do Estado neste início do século XXI - passou a ser demasiadamente priorizada, e, portanto, os recursos aplicados em museus e centros culturais intentaram garantir o desenvolvimento econômico de algumas cidades. Nesta perspectiva, o campo cultural gerou empregos e recuperou espaços urbanos que se encontravam em decadência física. As áreas centrais e periféricas das cidades tornaram-se objetos de qualificação simbólica e, de modo especial, as funções originais de edifícios históricos foram transformadas. Por outro lado, novas instituições culturais tornaram real o acesso às diferentes formas de cultura. Enfim, as mudanças conceituais e operacionais dos museus enfatizaram a dimensão humana e a função social destes, induzindo a participação dos diferentes grupos e reconhecendo, de modo amplo, a importância dos indivíduos. Em tal contexto, o 2° Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus trata dos temas Identidades e Comunicação na perspectiva de discutir as abordagens atuais das arquiteturas mais imagéticas das grandes e pequenas cidades. E, ao considerar que os novos espaços culturais e os novos lugares de memória são atos arquitetônicos contestadores de padrões |
superados, recupera expressões originais e problematiza tendências museográficas da atualidade. A comemoração das seis décadas e meia da fundação da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro também motivou a discussão das matérias e significados que os museus imprimem às cidades e ao patrimônio. As publicações de produtos e resultados do Seminário registram as idéias expostas e discutidas em palestras, mesas-redondas e sessões temáticas. No livro, encontram-se artigos de palestrantes que foram enviados em tempo de serem assim publicados. No CDRom estão gravados os trabalhos completos dos participantes das sessões temáticas, os quais foram selecionados e produzidos por pesquisadores, professores e estudantes europeus e de várias regiões do Brasil. As pessoas e instituições que colaboraram de diferentes formas para a realização deste encontro são muitas e agradecemos a todas estas. A diretora da FAU Denise Barcellos Pinheiro Machado foi incentivadora essencial e, portanto, aqui representa aqueles que trabalharam para o eficaz desenvolvimento dos objetivos desse encontro de estudiosos da cidade e dos museus urbanos e públicos. Cêça Guimaraens, arquiteta Professora Associada da UFRJ |
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2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus - Identidades e Comunicação O 2º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação dá continuidade aos encontros de profissionais e estudiosos da Museologia, História, Arquitetura e Urbanismo organizados pelo Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus da UFRJ, a saber: Seminário Museus, Arquitetura e Reabilitação Urbana, Seminário Museus & Cidades; 1º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus; e o Seminário e Exposição Salão de 1931: diferenças em processo. O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação aborda a relação da Museologia com a Arquitetura e o Patrimônio, as temáticas que conectam estes campos disciplinares à História, Comunicação, Artes, Geografia, Sociologia, Antropologia, Educação, Economia, Administração e Turismo. O Seminário, de caráter Internacional, realiza-se entre 16 a 19 de novembro de 2010. A abrangência das perspectivas tecnológicas atuais faz com que o foco central do 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus priorize os subtemas Identidade e Comunicação, destacando que a arquitetura dos edifícios de museus e a museografia são devidas à função social destes organismos e ao uso de espaços históricos e modernos, e considerando-os públicos e institucionais. Neste sentido, os trabalhos apresentados no Seminário abordam os diferentes tipos de projetos e os diversos aspectos das origens, criação, gerenciamento e promoção das ações dessas instituições na atualidade. O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação destina-se a estudantes de graduação e pós, profissionais, estudiosos e pesquisadores das diferentes áreas de conhecimento que são afins aos campos arquitetônico e museológico. |
A coordenação e organização do 2º Seminário cabe ao Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com outras instituições de ensino e de cultura. Ao considerar os objetivos acadêmicos do PROARQ e da FAU/UFRJ, os quais aliam ensino, pesquisa e atividades de extensão, e integram os níveis de graduação e pós-graduação, o 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus desenvolve-se por meio de palestras e mesas redondas e sessões de comunicações. Os temas sobre os quais serão discutidas a articulação e a importância do patrimônio museal e das possibilidades comunicacionais da arquitetura e da museografia são os seguintes:
Comissão organizadora |
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Nestes “temas vários” sobre a Arquitectura e o Urbanismo na antiga “África Portuguesa”, o arquitecto José Manuel Fernandes apresenta uma série de abordagens sobre a vasta temática da organização do espaço nos territórios colonizados pelos portugueses ao longo do meio milénio. | Assim surgem as cidades (Luanda), as fortalezas (Ilha de Moçambique, São Tomé, Cabo verde), os edifícios públicos (Angola) e as instalações fabri-rurais (as “roças” são tomenses). Finalmente, refere-se ainda a arquitectos autores de vasta obra de arquitectura no século XX, em Moçambique (João José Tinoco, Francisco de Castro) e em Angola (Fernando Batalha). | Sem preocupação exaustiva, esta colectânea de textos desenvolvidos nos últimos anos pretende vislumbrar um diferente universo de espaços e formas, tão notáveis como pouco conhecidos e estimados. |
| Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1953. Arquitecto licenciado pela Escola de Belas Artes de Lisboa em 1977. Professor Catedrático em História da Arquitectura i Urbanismo da Faculdade de Arquitectura de Lisboa (Doutoramento em 1993, Agregação em 1999). Docente convidado do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa, e seu Director no período de 1998/2000). Director do Instituto de Arte Contemporânea/Ministério da Cultura em 2001/2003. | Investiga, escreve e publica regularmente sobre temas de História, Arquitectura e Urbanismo. Dos seus livros mais recentes refiram-se: Geração Africana (Lisboa, 2002), Português Suave – Arquitecturas do estado Novo (Lisboa, 2003) e Arquitectura e Indústria em Portugal no século XX (Lisboa, 2003). Coordenador do Mestrado em História da Arquitectura e do Urbanismo em Portugal/Portugal Contemporâneo/Séculos XIX e XX, na FAUTL, em 2004-2006. |
A Cidade Sou Eu é uma articulação original para conceituar cidade hoje. Este livro:
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| Rosane Araújo é arquiteta e urbanista. Mestre e Doutorada em Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (PROURB/UFRJ). Realizou seu estágio pós-doutural entre 2010 e 2011 com apoio da Capes. Atualmente, é Visiting Scholar da Columbia University e diretora da ECIA. |
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O novo número da Colóquio-Letras, edição Maio-Agosto, associa-se às comemorações do ano Portugal/Brasil, dedicando o seu tema inicial a aspetos da literatura de ambos os países, tanto na poesia como na ficção, sobretudo contemporânea. Saulo Neiva aborda os diálogos de Os Lusíadas e a épica brasileira contemporânea; Sofia de Sousa Silva escreve sobre arte e artesanato em Mário de Andrade, João Cabral de Melo Neto e Sophia de Mello Breyner; Iumna Maria Simon contextualiza aquilo que considera ser uma retradicionalização «frívola» na poesia brasileira. |
Ainda no âmbito desta temática, Vera Bastazin reflete sobre a contaminação possível entre Hilda Hilst e Luís Miguel Nava, Ana Marques Gastão assina um artigo sobre «Clarice Lispector ou a autoentrevista» e Isabel Pires de Lima relaciona a obra de Fernanda Botelho e Nélida Pinõn com a Xerazade. Clarisse Fukelman detém-se, por outro lado, sobre a literatura de autoria feminina no Brasil, confinando-se a romancistas reveladas a partir da década de 90. Haverá também neste número espaço para evocar Benedito Nunes, pensador e ensaísta brasileiro recentemente falecido, num texto de Kenneth David Jackson. De Alberto Lacerda revelar-se-á, em texto de Luís Amorim de Sousa, a correspondência trocada com poetas brasileiros a exemplo de Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Murilo Mendes, Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto ou Haroldo Campos. Obras de Eduardo Lourenço, Manuel Gusmão, Agostinho da Silva ou Yves Bonnefoy são alvo de recensões mais extensas, publicadas em «Notas & Comentários», respetivamente por António Marques, António Carlos Cortez, António Cândido Franco e Fabio Scotto. Revelam-se nesta edição, inéditos de Maria Alzira Seixo, Marco Lucchesi e Helena Carvalhão Buescu. A crónica é de autoria do escritor cabo-verdiano Germano Almeida e os desenhos, da série «Insetos e Insetas», são de Fernando Lemos. http://www.coloquio.gulbenkian.pt/ |
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Moderno Tropical é um livro onde a beleza nostálgica das cidades da África lusófona é fixada com afecto e sabedoria. Fala-nos do expressionismo sensual que lembra temperaturas cálidas, outras vezes tórridas, da transpiração e da exaltação do calor, da linha curva do movimento, da beleza dos corpos. Volumes, composição, grandes peças escultóricas. Depois das formas e da expressão. Lança a ideia das tipologias tropicais, dos lugares para viver essa vida de grande horizonte. (…) É essa boa vida – dos cinemas ao ar livre com esplanadas, ou da expressão religiosa feita com essa largueza de mundo e de cálculo estrutural, ou das galerias suspensas como ruas “levantadas” de modo a distribuir o acesso às habitações ao ar livre – que Ana Magalhães e Inês Gonçalves fixam com força e lirismo. É dessa vida – onde corpo e comunidade procuram fresco, sombra e, sobretudo, viver e conviver longe dos preconceitos pesados de um mundo tão fechado como era o de Portugal – que nos fala este livro. ANA TOSTÕES, do Prefácio No território africano sob domínio colonial português, menos sujeito à pressão dos cânones culturais do Estado Novo e ao mesmo tempo com mais necessidade de construção urbana, os arquitectos portugueses exploraram livremente o Movimento Moderno. A arquitectura dos anos 50 e 60 em África traduziu não só os ensinamentos da Carta de Atenas, de Le Corbusier, mas também as formas modernas desenvolvidas no Brasil. é à procura desse denominador comum - tropical - que Ana Magalhães e Inês Gonçalves numa viagem a Luanda, Lobito, Maputo e Beira, onde fazem um levantamento fotográfico dos edifícios de vanguarda aqui tratados. |
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ANA MAGALHÃES nasceu em Lisboa , em 19665. Formou-se em Arquitectura em 1988 pela FATUL. É docente na Universidade Lusíada de Lisboa desde 1990, leccionando actualmente a disciplina de Arquitectura II. Desenvolve a tese de doutoramento na Universidade Lusíada, em associação com a Escola Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona. Exerce arquitectura em regime de profissão liberal desde 1989. INÊS GONÇALVES nasceu em Málaga, em 1964, e vive actualmente em Lisboa. Colabora regularmente com vários jornais e revistas. O seu trabalho fotográfico está publicado em livros como Cabo Verde, Goa: Histórias de Um Encontro, com Catarina Portas, Agora Luanda, em co-autoria com Kiluanje Liberdade. A sua obra está representada em várias colecções públicas e privadas. |
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O Património Urbano e Arquitetónico é expressivo em Maputo, palco privilegiado de vários tempos de construção que deixaram as suas marcas, onde o saber da Arquitetura urbana ditou o método através do “traçado” que, também ele com valor patrimonial, albergou e sedimentou o quadro edificatório. | O registo das obras resultou não só da sua qualidade como também do significado que tiveram nos tempos de assentamento urbano da cidade, contribuindo de forma inequívoca para a identidade urbana da capital moçambicana. Não é, portanto, possível imaginar o quadro edificatório sem a prática do traçado que determinou a estrutura urbana de Maputo. |
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“A realidade tem sido lida como sendo uma superficialidade controlada, enfatizada por um sistema indutor de informação persuasiva e dirigida, fazendo com que a sociedade não identifique, absorva ou relacione em profundidade as verdadeiras questões, facilitando que se estabeleçam padrões de influências geridos por “opinion makers”. |
Trata-se de uma reflexão sobre os valores, a simbologia e a realidade dos dias de hoje no mundo da arquitectura, da arte e não só. O autor Arquitecto pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, em 1973. Pós-Graduação em "Conservação e Recuperação de Edifícios e Monumentos", Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, em 1984. |
É Doutorado em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, em 1993. Actualmente, é Professor Catedrático de Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. |
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O Programa de Pós-graduação em Arquitetura da FAU-UFRJ – PROARQ, imprimindo continuidade aos encontros científicos internacionais realizados desde 2007, promoveu em 2011 o Seminário Internacional Espaços culturais e turísticos em países lusófonos. À maneira dos encontros anteriores, o seminário refletiu As conexões da teoria, do projeto e da produção arquitetónica, envolvendo o turismo e observando os principais temas de que tratam os estudiosos do ambiente, da história e do património. Ao fazer o percurso sobre os projetos e as pesquisas desenvolvidas nas regiões lusófonas, os participantes articularam em suas análises as categorias de áreas afins que tratam da organização e das formas do espaço físico e social, enfocando a Arquitetura e o Turismo em relação ao Urbanismo e ao Paisagismo. |
A interdisciplinaridade foi o eixo que possibilitou reunir a mais recente produção científica de pesquisadores, docentes e discentes de programas de pós-graduação e de outras entidades de pesquisa. Portanto, o caráter interdisciplinar do Seminário possibilitou a elaboração de análises amplas de conceitos, métodos, técnicas e fatos decorrentes de momentos marcantes para o nosso desenvolvimento físico-espacial e social. O Seminário Internacional Espaços culturais e turísticos em países lusófonos estruturou-se em grandes áreas e os estudos reunidos nesta publicação correspondem à temática central do evento, agrupando-se em quatro títulos. Organização Luiz Manoel Gazzaneo |
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Desenvolvimento urbano e Turismo |
Arquitetura, Património e Turismo |
Cidades e Turismo |
Cultura e Turismo |
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Os textos reunidos nesta coletânea foram elaborados a partir do Seminário Internacional “Reconversão e Regularização de Loteamento de Génese Ilegal: Análise comparativa Portugal-Brasil”, realizado na PUC-SP, em 2008. A relevância dos trabalhos aqui publicados expressa-se ma atualidade das questões tratadas e na importância das análises apresentadas, no que diz respeito às possibilidades de compreensão e ao alcance das políticas públicas referentes à regularização do solo urbano, tanto em Portugal como no Brasil. Considera-se que a sua principal contribuição seja chamar a atenção para a atualidade de um tema que foi pouco trabalhado na universidade e ao longo dos anos 1990, quer em Portugal em face da expectativa de uma reconversão rápida na sequência da publicação de uma Lei excepcional (91/95) que remeteu aos proprietários a responsabilidade primeira de reconversão, quer no Brasil, pela crença no avanço das políticas urbanas e nas conquistas da legislação urbanística, sobretudo a partir da Constituição Brasileira de 1988. Organizadoras: Lucia Bógus, Isabel Raposo, Suzana Pasternak |
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A socialização do conhecimento e a troca mundializada de informações anunciaram, desde meados do século XX, grandes transformações socioespaciais e, conseqüentemente, culturais. A promoção das atividades do setor cultural - marcos principais das ações do Estado neste início do século XXI - passou a ser demasiadamente priorizada, e, portanto, os recursos aplicados em museus e centros culturais intentaram garantir o desenvolvimento econômico de algumas cidades. Nesta perspectiva, o campo cultural gerou empregos e recuperou espaços urbanos que se encontravam em decadência física. As áreas centrais e periféricas das cidades tornaram-se objetos de qualificação simbólica e, de modo especial, as funções originais de edifícios históricos foram transformadas. Por outro lado, novas instituições culturais tornaram real o acesso às diferentes formas de cultura. Enfim, as mudanças conceituais e operacionais dos museus enfatizaram a dimensão humana e a função social destes, induzindo a participação dos diferentes grupos e reconhecendo, de modo amplo, a importância dos indivíduos. Em tal contexto, o 2° Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus trata dos temas Identidades e Comunicação na perspectiva de discutir as abordagens atuais das arquiteturas mais imagéticas das grandes e pequenas cidades. E, ao considerar que os novos espaços culturais e os novos lugares de memória são atos arquitetônicos |
contestadores de padrões superados, recupera expressões originais e problematiza tendências museográficas da atualidade. A comemoração das seis décadas e meia da fundação da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro também motivou a discussão das matérias e significados que os museus imprimem às cidades e ao patrimônio. As publicações de produtos e resultados do Seminário registram as idéias expostas e discutidas em palestras, mesas-redondas e sessões temáticas. No livro, encontram-se artigos de palestrantes que foram enviados em tempo de serem assim publicados. No CDRom estão gravados os trabalhos completos dos participantes das sessões temáticas, os quais foram selecionados e produzidos por pesquisadores, professores e estudantes europeus e de várias regiões do Brasil. As pessoas e instituições que colaboraram de diferentes formas para a realização deste encontro são muitas e agradecemos a todas estas. A diretora da FAU Denise Barcellos Pinheiro Machado foi incentivadora essencial e, portanto, aqui representa aqueles que trabalharam para o eficaz desenvolvimento dos objetivos desse encontro de estudiosos da cidade e dos museus urbanos e públicos.
Cêça Guimaraens, arquiteta |
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2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus - Identidades e Comunicação O 2º Seminário Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação dá continuidade aos encontros de profissionais e estudiosos da Museologia, História, Arquitetura e Urbanismo organizados pelo Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus da UFRJ, a saber: Seminário Museus, Arquitetura e Reabilitação Urbana, Seminário Museus & Cidades; 1º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus; e o Seminário e Exposição Salão de 1931: diferenças em processo. O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação aborda a relação da Museologia com a Arquitetura e o Patrimônio, as temáticas que conectam estes campos disciplinares à História, Comunicação, Artes, Geografia, Sociologia, Antropologia, Educação, Economia, Administração e Turismo. O Seminário, de caráter Internacional, realiza-se entre 16 a 19 de novembro de 2010. A abrangência das perspectivas tecnológicas atuais faz com que o foco central do 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus priorize os subtemas Identidade e Comunicação, destacando que a arquitetura dos edifícios de museus e a museografia são devidas à função social destes organismos e ao uso de espaços históricos e modernos, e considerando-os públicos e institucionais. Neste sentido, os trabalhos apresentados no Seminário abordam os diferentes tipos de projetos e os diversos aspectos das origens, criação, gerenciamento e promoção das ações dessas instituições na atualidade. O 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus: Identidades e Comunicação destina-se a estudantes de graduação e pós, profissionais, estudiosos e pesquisadores das diferentes áreas de conhecimento que são afins aos campos arquitetônico e museológico. |
A coordenação e organização do 2º Seminário cabe ao Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com outras instituições de ensino e de cultura. Ao considerar os objetivos acadêmicos do PROARQ e da FAU/UFRJ, os quais aliam ensino, pesquisa e atividades de extensão, e integram os níveis de graduação e pós-graduação, o 2º Seminário Internacional Museografia e Arquitetura de Museus desenvolve-se por meio de palestras e mesas redondas e sessões de comunicações. Os temas sobre os quais serão discutidas a articulação e a importância do patrimônio museal e das possibilidades comunicacionais da arquitetura e da museografia são os seguintes:
Aline Montenegro Magalhães (MHN – IBRAM / MinC), Gilberto Sarkis Yunes (UFSc - PPGAU) , Guilherme Araújo de Figueiredo (UFJF – FAU), José Gorjão Jorge (FA – UTL), Leandro Medrano (Unicamp), Marcelo Firer (Unicamp – MEC), Margaret Lica Chokyu (UFRJ – FAU), Maria Calado (FA-UTL), Maria Cecilia Gabriele (UnB – FAU), Maria Cristina Cabral (UFRJ – FAU - PROURB), Nivaldo Vieira Andrade Junior (UFBa ), Regina Abreu (UNIRio), Patrizia di Trapano (UFRJ – EBA), Paulo Tormenta Pinto (ISCTE – Portugal), Ricardo Brügger Cardoso (UFRB) e Tereza Fonseca (Universidade do Porto), são os componentes da Comissão Científica, a qual selecionou os trabalhos apresentados no Forum de Ciência e Cultura do campus da Praia Vermelha da UFRJ, no bairro da Urca, na cidade do Rio de Janeiro. Comissão organizadora |
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Eixo I - A cidade e o discurso dos museus
Adriano Tomitão Canas MASP: museu e cidade em Pietro M. Bardi, O Alberto Goyena Rituais urbanos de despedida: reflexões sobre procedimentos de demolição e práticas de colecionamento Ana Paula Pinheiro Iconicidade, contexto e intervenções patrimoniais: qualidades comunicativas e expositivas dos Museus Camila Bezerra Furloni Arquitetura de museu: espaços de/para exposição Carla Gastaud Museu, permanência e transformação Claudia Dall´Igna Museu, permanência e transformação Daniela José da Silva Museu, Cidade e Identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão Elizabete Rodrigues de Campos Martins Persistência da memória: a trajetória do museu regional Casa dos Ottoni em Serro, Minas Gerais, A Fábio Lopes de Souza Santos Museu em chuteiras: futebol, euforia e nação em espaços de imersão, O Fernando Diniz Moreira Do universal ao local: o museu da Fundação Iberê Camargo Gilberto Sarkis Yunes Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa Giovana Cruz Alves Lugar da arte um breve panorama sobre a arquitetura dos museus e centros culturais, O Helio Herbst Toda ideia tem seu lugar: interlocuções das bienais do Museu de Arte Moderna com a cidade de São Paulo Hélio Hirao Museu Histórico e Arquivo Municipal de Presidente Prudente SP: patrimônio, projeto e identidade na cidade contemporânea, O Hugo Sukman Novo MIS e a identidade carioca, O Jaqueline Pugnal da Silva Dialética do antigo-novo na arquitetura de museus a partirda Interpretação do Museu de Arte de São Paulo – MASP, A Leopoldo Eurico Gonçalves Bastos Museu Gallo-Romano de Fourvière, Zehrfuss (1911-1996) : um olhar ao passado com sensações presentes, O Lívia Morais Nóbrega Do universal ao local: o museu da Fundação Iberê Camargo Luiz Fernando Reis Persistência da memória: a trajetória do museu regional Casa dos Ottoni em Serro, Minas Gerais, A Luiz Manoel Gazzaneo Do Palácio Imperial ao Museu Imperial Maíra Teixeira Pereira Museu, cidade e identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão |
Manoela Rossinetti Rufinoni
Museu e cidade na contemporaneidade: a interpretação museológica dos espaços urbanos Manuela Marques Lalane Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa Maria Dulce Loução Pela estrada fora Itinerário de viagens a um museu imaginado Mauricio Candido da Silva Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo: arquitetura, museografia e história Nádia Campos Silva Pela estrada fora Itinerário de viagens a um museu imaginado Pedro António Janeiro Casas, museus e epitáfios (da vala-comum que é a minha memória): desenhos, pinturas, outros patrimónios e outras culturas visuais Pedro Henrique Máximo Pereira Museu, cidade e identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão Renata Hermanny de Almeida Dialética do antigo-novo na arquitetura de museus a partirda interpretação do Museu de Arte de São Paulo – MASP, A Rodolfo Marques Sastre Museografia em prédios de caráter histórico: espaço, linguagem e percurso no estudo de duas exposições Rodrigo Morganti Neres Museu Histórico e Arquivo Municipal de Presidente Prudente SP: patrimônio, projeto e identidade na cidade contemporânea, O Rui Barreiros Duarte Iconicidade, contexto e intervenções patrimoniais: qualidades comunicativas e expositivas dos Museus Sérgio Castello Branco Nappi Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa Eixo II - As perspectivas didáticas e comunicativas na museografia Airton Cattani Design de exposição e experiência estética no museu contemporâneo Amanda Saba Ruggiero Brazil Projects: questões sobre a recepção da arte brasileira Ana Cristina Audebert Ramos de Oliveira Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A Benvinda de Jesus Ferreira Ribeiro Processo de conservação e restauração da escultura "Oscar" no Museu Nacional de Belas Artes, O Bráulio Romeiro Espaços expositivos de Robert Smithson, Os Carlos Alberto Santos Costa Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A Ceres Storchi Novas perspectivas apontadas para os museus do futebol: o museu do Sport Club Internacional César Sartorelli Exposição de projeto: arquitetura de exposições de Lina Bo Bardi e Gisela Magalhães, A |
Cristiane Rose Duarte Museu, cultura e identidade: uma perspectiva da acessibilidade de pessoas com deficiência aos museus tombados pelo patrimônio Fábio Lopes de Souza Santos Espaços expositivos de Robert Smithson, Os Gabriela Faria Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente Gabriela Machado Alevato Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente Gelsom Rozentino de Almeida Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente Gilson Antônio Nunes Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A Guilah Naslavsky Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura Gustavo Cossio Design de exposição e experiência estética no museu contemporâneo Helena Cunha de Uzeda Limites de fruição: espaços de observação e circulação nas exposições de arte, Os José Afonso Botura Portocarrero Museu Rondon: culturas indígenas, antropologia e arquitetura em Mato Grosso Julia Wagner Pereira Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente Lilian Mariela Suescun Florez Jardins botânicos: entre a linguagem da ciência e a comunicação com o público Lívia Morais Nóbrega Arquitetura e narrativa: um estudo analítico do Museu do Homem do Nordeste (MUHNE) Luiz Manuel do Eirado Amorim Arquitetura e narrativa: um estudo analítico do Museu do Homem do Nordeste (MUHNE) Marcos Solon Kretli da Silva Fluidez, liquidez, imersão e interatividade na arquitetura museográfica contemporânea Maria Fátima Roberto Machado Museu Rondon: culturas indígenas, antropologia e arquitetura em Mato Grosso Mariana Madureira Espaço da cultura na contemporaneidade: museu global x museu local, O Nico Rocha Novas perspectivas apontadas para os Museus do Futebol: o museu do Sport Club Internacional Paulo Roberto Sabino Arquitetura de museus: relações entre exposição e patrimônio Pedro Marques de Abreu Mãe das musas Acerca da arquitectura dos museus e da sua essência, A |
Regina Cohen Museu, cultura e identidade: uma perspectiva da acessibilidade de pessoas com deficiência aos museus tombados pelo patrimônio Ricardo Coelho Aspectos da cenografia de exposições no Brasil e a ação precursora de Lina Bo Bardi Ricardo Gomes Lima Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente Robson Xavier da Costa Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura Sílvia Rala Perspectivas didácticas e comunicativas da Museologia e da Museografia no Design. A 'arquitectura' dos novos espaços museais Sonia Marques Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura Stella Regina Miguez Estudos para implementação de um centro de documentação e referência em arquitetura: o caso do acervo de projetos da Biblioteca Fauusp Teresa Cristina Moletta Scheiner Jardins botânicos: entre a linguagem da ciência e a comunicação com o público Thereza Christina de Almeida Rosso Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ - Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente Eixo III - Adequação funcional e eficiência energética em edifícios de museus Alvaro Augusto de Carvalho Costa Linguagem dos espaços: luz e movimento nos museus, A Ana Vitória Mello de Souza Gomes Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia Bárbara Andrade Museus sustentáveis: estudo de caso da Casa da Descoberta na Universidade Federal Fluminense Cristina Lodi Sustentabilidade ambiental, econômica e social nos novos museus cariocas: Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio e novo Museu da Imagem e do Som Eduardo Spinazzola Museu da Língua Portuguesa Projeto de adaptação e restauro da Estação da Luz Griselda Pinheiro Klüppel Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia Larissa Graça Museu do Futebol: programa de acessibilidade Márcia Rebouças Freire Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia Marina Byrro Ribeiro Desafios da arquitetura de museus adaptada ao meio ambiente |
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Eixo I - A cidade e o discurso dos museus Arquitetura de museu: espaços de/para exposição Camila Bezerra Furloni Casas, museus e epitáfios (da vala-comum que é a minha memória): desenhos, pinturas, outros patrimónios e outras culturas visuais Pedro António Janeiro Dialética do antigo-novo na arquitetura de museus a partirda Interpretação do Museu de Arte de São Paulo – MASP, A Jaqueline Pugnal da Silva, Renata Hermanny de Almeida Do Palácio Imperial ao Museu Imperial Luiz Manoel Gazzaneo Do universal ao local: o museu da Fundação Iberê Camargo Lívia Morais Nóbrega, Fernando Diniz Moreira Iconicidade, contexto e intervenções patrimoniais: qualidades comunicativas e expositivas dos Museus Ana Paula Pinheiro, Rui Barreiros Duarte Lugar da arte um breve panorama sobre a arquitetura dos museus e centros culturais, O Giovana Cruz Alves MASP: museu e cidade em Pietro M. Bardi, O Adriano Tomitão Canas Museografia em prédios de caráter histórico: espaço, linguagem e percurso no estudo de duas exposições Rodolfo Marques Sastre Museu, cidade e identidade na era da indústria cultural: olhares sobre o Museu Rodin e o Museu do Pão Daniela José da Silva, Pedro Henrique Máximo Pereira, Maíra Teixeira Pereira Museu e cidade na contemporaneidade: a interpretação museológica dos espaços urbanos Manoela Rossinetti Rufinoni Museu em chuteiras: futebol, euforia e nação em espaços de imersão, O Fábio Lopes de Souza Santos, David Sperling Museu Gallo-Romano de Fourvière, Zehrfuss (1911-1996) : um olhar ao passado com sensações presentes, O Leopoldo Eurico Gonçalves Bastos |
Museu Histórico e Arquivo Municipal de Presidente Prudente SP: patrimônio, projeto e identidade na cidade contemporânea, O Hélio Hirao, Rodrigo Morganti Neres Museu, permanência e transformação Claudia Dall´Igna, Carla Gastaud Novo MIS e a identidade carioca, O Hugo Sukman Pela estrada fora itinerário de viagens a um museu imaginado Maria Dulce Loução, Nádia Campos Silva Persistência da memória: a trajetória do museu regional Casa dos Ottoni em Serro, Minas Gerais, A Luiz Fernando Reis, Elizabete Rodrigues de Campos Martins Requalificação da paisagem da Fortaleza de São José da Ponta Grossa Manuela Marques Lalane, Gilberto Sarkis Yunes, Sérgio Castello Branco Nappi Rituais urbanos de despedida: reflexões sobre procedimentos de demolição e práticas de colecionamento Alberto Goyena Toda ideia tem seu lugar: interlocuções das bienais do Museu de Arte Moderna com a cidade de São Paulo Helio Herbst Eixo II - As perspectivas didáticas e comunicativas na museografia Arquitetura de museus nos cursos de graduação em museologia no Brasil, A Gilson Antônio Nunes, Ana Cristina Audebert Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Santos Costa Arquitetura de museus: relações entre exposição e patrimônio Paulo Roberto Sabino Arquitetura e narrativa: um estudo analítico do Museu do Homem do Nordeste (MUHNE) Lívia Morais Nóbrega, Luiz Manuel do Eirado Amorim Design de exposição e experiência estética no museu contemporâneo Gustavo Cossio, Airton Cattani Espaço da cultura na contemporaneidade: museu global x museu local, O Mariana Madureira |
Espaços expositivos de Robert Smithson, Os Bráulio Romeiro, Fábio Lopes de Souza Santos Estudos para implementação de um centro de documentação e referência em arquitetura : o caso do acervo de projetos da Biblioteca Fauusp Stella Regina Miguez Exposição de projeto: arquitetura de exposições de Lina Bo Bardi e Gisela Magalhães, A César Sartorelli Fluidez, liquidez, imersão e interatividade na arquitetura museográfica contemporânea Marcos Solon Kretli da Silva Implantação de ecomuseus em áreas de proteção ambiental: estudos iniciais para o Ecomuseu Ilha Grande, RJ Unidades Museu do Cárcere e Museu do Meio Ambiente Gabriela Machado Alevato, Thereza Christina de Almeida Rosso, Ricardo Gomes Lima, Gelsom Rozentino de Almeida, Julia Wagner Pereira, Gabriela Faria Jardins botânicos: entre a linguagem da ciência e a comunicação com o público Lilian Mariela Suescun Florez, Teresa Cristina Moletta Scheiner Limites de fruição: espaços de observação e circulação nas exposições de arte, Os Helena Cunha de Uzeda Mãe das musas. Acerca da arquitectura dos museus e da sua essência, A Pedro Marques de Abreu Brazil Projects: questões sobre a recepção da arte brasileira Amanda Saba Ruggiero Museu Cobogó: um dos possíveis museus de arquitetura Guilah Naslavsky Professora, Sonia Marques, Robson Xavier da Costa Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo: arquitetura, museografia e história Mauricio Candido da Silva Museu Rondon: culturas indígenas, antropologia e arquitetura em Mato Grosso. Maria Fátima Roberto Machado, José Afonso Botura Portocarrero Museu, cultura e identidade: uma perspectiva da acessibilidade de pessoas com deficiência aos museus tombados pelo patrimônio Regina Cohen, Cristiane Rose Duarte |
Novas perspectivas apontadas para os museus do futebol: o museu do Sport Club Internacional
Nico Rocha, Ceres Storchi Perspectivas didácticas e comunicativas da museologia e da museografia no design. A 'arquitectura' dos novos espaços museais Sílvia Rala Processo de conservação e restauração da escultura "Oscar" no Museu Nacional de Belas Artes, O Benvinda de Jesus Ferreira RIBEIRO Eixo III - Adequação funcional e eficiência energética em edifícios de museus Adequação ambiental e eficiência energética para o Museu de Arte Sacra da Bahia Griselda Pinheiro Klüppel, Ana Vitória Mello de Souza Gomes, Márcia Rebouças Freire Desafios da arquitetura de museus adaptada ao meio ambiente Marina Byrro Ribeiro Linguagem dos espaços: luz e movimento nos museus, A Alvaro Augusto de Carvalho Costa Museu da Língua Portuguesa. Projeto de adaptação e restauro da Estação da Luz Eduardo Spinazzola Museu do Futebol: programa de acessibilidade Larissa Graça Museus sustentáveis: estudo de caso da Casa da Descoberta na Universidade Federal Fluminense Bárbara Andrade Sustentabilidade ambiental, econômica e social nos novos museus cariocas: Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio e novo Museu da Imagem e do Som Cristina Lodi |
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Reitor |
Projeto gráfico e rótulo |
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Adriano Tomitão Canas
Doutor, Arquiteto e Urbanista pela Universidade Federal de Uberlândia. E-mail: adrcanas@uol.com.br Resumo Este texto pretende compreender o projeto museológico proposto para o Museu de Arte de São Paulo (MASP) inserido nas discussões internacionais relacionadas à renovação do papel dos museus na cidade do pós-guerra. No discurso elaborado por Pietro Maria Bardi para apresentar o MASP à época de sua criação em 1947, encontra-se sintonias com as discussões presentes no debate internacional entre os arquitetos modernos que buscavam por uma renovação da função dos museus e do seu papel na transformação do espaço da cidade. No campo da arquitetura, em um período de revisão de suas primeiras proposições, os museus tornaram-se peças chaves nas estratégias dos arquitetos modernos atuantes no pós-guerra, com propostas de restabelecer, para as cidades, pontos vivos que pudessem transformar os velhos centros ou construir outros novos. Lugares destinados às obras de arte na cidade moderna já haviam sido propostos no IV CIAM de 1933, que originou a Carta de Atenas e Can our Cities Survive? O tema foi desenvolvido no VIII CIAM intitulado "O Coração da Cidade", de 1951, no qual a proposta de museus como "laboratórios" encontra-se nas proposições de Le Corbuiser e de Josep Lluis Sert em seus discursos na busca por uma transformação dos centros das cidades através da criação de pontos estratégicos que viriam a contribuir para recuperar um sentido de coletividade. Le Corbusier cita o MASP da Sete de Abril como um dos exemplos da forma como se daria a integração entre museu e cidade, um dos papéis do "coração". Clique aqui para ler o artigo [pdf]. |
Abstract This paper aims to understand the museological project proposed for the São Paulo Museum of Art (MASP) within the international discussions about the renewal of the role of museums in the post war cities. In a speech prepared by Pietro Maria Bardi at the presentation of MASP by the time of its creation in 1947, in the international debate among modern architects who sought renewal for the museums and their role in the transformation of the city space. In the architectural field in a period of reformation of its first propositions, the museums have become key elements for the modern architects working at the post war period, whose proposals aimed to reestablish live spots in the cities that could transform the old centers or to build new ones. Specific sites for works of art had already been proposed in the modern city at the CIAM IV in 1933, which originated the Athens Charter and Can Our Cities Survive? The theme was developed at CIAM VIII entitled "The Heart of the City", in 1951, in which the proposition of a museum as "laboratories" lies in the propositions of Le Corbuiser and Josep Lluis Sert in his speeches in the search for a transformation of the cities' centers by creating strategic sites that would help restore a sense of community. Le Corbusier quotes MASP as one example of how the integration between the museum and the city would take place, one of the roles of the "core." |
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Alberto Goyena Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia – IFCS/UFRJ. Orientando do Prof. José Reginaldo Santos Gonçalves e Bolsista da CAPES. E-mail: goyena@ufrj.br Resumo Por mais paradoxal que isto possa parecer, meu interesse por técnicas e rituais de demolição de construções arquitetônicas é um desdobramento de estudos sobre patrimônios culturais, coleções e formas de exposição museográficas. Partindo da hipótese de que talvez seja rentável, para pensar acerca da noção de "patrimônio", trazer para o centro do debate a idéia de "demolição", apresento nesta comunicação algumas considerações de uma pesquisa antropológica sobre edifícios que tiveram de ser negados para que novas construções possam ter sido erguidas. Para tal, ponho em contraste e comparo os procedimentos de uma equipe de demolição com as práticas de uma confraria de colecionadores de fotografias do Rio Antigo. Clique aqui para ler o artigo [pdf]. |
Abstract However paradoxical it may seem, my interest in techniques and rituals of architectural demolition is an outgrowth of studies on cultural heritage, collections, and forms of museographic exhibitions. I here assume that it could be useful, when thinking about the concept of "heritage", to bring to the center of the debate the idea of "demolition". Therefore, I seek to present in this paper some considerations of an anthropological research on buildings that had to be negated so as that new ones could be built. To do so, I here compare and contrast the procedures of a demolition team to the practices of a fellowship of Old Rio photographs collectors. "Destruction does not suffice – any more than does preservation – to guarantee permanence. But it can contribute to it, and this is enough to challenge the equation between destruction and oblivion and to justify a theoretical distinction between memory and material survival" Dario Gamboni |
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Autores: Rui Barreiros Duarte Arquitecto, Professor Catedrático da FA/UTL – Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa Ana Paula Pinheiro Arquitecta Resumo Os museus são os depositários de fragmentos de memórias duma cultura. Focando temas específicos e de acordo as circunstâncias e os lugares, os museus têm vindo a adquirir um estatuto de divulgação patrimonial e de interacção com o público cada vez maior, tirando partido das novas tecnologias e da complexidade de funções que incorporam, muito distantes dos programas iniciais. Quer surjam como ícones ou com enquadramentos contextualizados, eles redefinem usos urbanos criando polaridades culturais diversificadas que dão competitividade às cidades. Daí a multiplicidade de estratégias que cada vez mais importa identificar, e que naturalmente constituem “livros abertos” que na contemporaneidade articulam discursos integrados que envolvem a arquitectura e o espaço adjacente, as exposições, os acontecimentos culturais e actividades de extensão. Sob estas vertentes, a visualidade dos museus tira partido do modo de expor, das qualidades comunicativas que envolve o público de todas as idades para que as questões de identidade se sedimentem duma forma natural e profunda. Icon, context and patrimonial interventions: communicative qualities and narratives of the Museums. Clique aqui para ler o artigo [pdf]. |
Abstract Museums become the depositories of fragments of different memories of a certain culture, overlapping them in one space. Focusing on specific themes and according to circumstances and places, museums have been acquiring an explicit status increasing the patrimonial disclosure and interaction with the public, taking advantage of new technologies and their complexity of functions incorporated, in many more layers, than those suggested by the initial programs. Whether they emerge as icons or with a certain contextualized background, they redefine urban uses, creating diversified cultural polarities that place the cities in a competitive market. From this, results a multitude of strategies that become even more important to identify and comprehend, and that naturally become like ‘’open books’’; contemporarily these strategies articulate integrated discourses that surround the architecture and the adjacent space, the expositions, the cultural events and the extension activities. Under these themes and concerns, the visibility of the museums takes advantage of the different ways of exposure involving the public, no matter the age, so that the identity issues underlying the process and the project can take its roots in a natural and profound way. |
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Camila Bezerra Furloni Pós-graduanda do Curso de Especialização em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde – Casa de Oswaldo Cruz – Fundação Oswaldo Cruz Orientadora: Ana Albano Amora Abstract The paper deals with changes in the concept of heritage and museums throughout the twentieth century and the beginning of XXI and its physical and symbolic implications in architecture. For its analysis, it uses the comparative case study between two cultural centers located within the area called Castelo, downtown of Rio de Janeiro: the Museum of Image and Sound (Museu da Imagem e do Som - MIS) and the Cultural Center of Health (Centro Cultural da Saúde - CCS), both built as pavilions for the Centennial Exhibition in Homage to Independence in 1922. It confronts the current adaptation of buildings endowed with historical value in museums with the new designs for museums as works of art themselves. Clique aqui para ler o artigo [pdf]. |
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Claudia Dall´Igna Profa FA-UFRGS, MArq ETSAB-UPC Graduada pela UFRGS em Arquitetura e Urbanismo (1992) Mestre em Arquitetura e Cidade/Metropolis, pela ETSAB-UPC (1995) Professora substituta da FA-UFRGS, departamento de URBANISMO. E-mail: cdalligna245@googlemail.com Carla Gastaud Profa ICH/DHA UFPel, Dra FACED-UFRGS cgastaud@terra.com.br Graduada pela UFPEL em Historia (1995) Mestre em Historia pela UFRGS (1998) Doutora em Educação pela UFRGS (2009) Professora adjunta do ICH/UFPEL curso de Museologia Resumo Los museos viven el momento paradoxal entre la sacralización y la banalización, entre la elitización tradicional y la popularización. Este museo, que há sido templo, fué cementério, hoy es teatro. El museo es espacio publico, de ócio, contemplación, educación y comércio. Los museos han sobrevivido a la crisis de identidad de fines del siglo XX a través de la renovación y el crescimiento de publico. El museo se relaciona e identifica con el hombre y la realidad del presente, por esta razón adaptar-se es parte de la propia naturaleza. Aun que las ideas de estabilidad y transformación parezcan antagônicas, el museu existe como reflejo de su tiempo y de esta forma se tiene que transformar permanentemente renovando su sentido para permanecer. Clique aqui para ler o artigo [pdf]. |
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Daniela José da Silva é Designer Gráfico pela Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (2006) e acadêmica do oitavo período do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Goiás. Tel.: (62)8424-8750 E-mail: danijdesigner@gmail.com Pedro Henrique Máximo Pereira é acadêmico do oitavo período do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Goiás e do segundo período do curso de Artes Visuais da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás. Tel.: (62)9335-1288 E-mail: pedrohenrique.mx@hotmail.com Maíra Teixeira Pereira é Arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal de Viçosa (2001), mestre pela Universidade Federal de Viçosa (2003), doutoranda pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília e professora da Universidade Estadual de Goiás. Tel.: (61)81614121 E-mail: mai_teixeira@yahoo.com.br Resumo Este artigo traz reflexões sobre as transformações ocorridas na sociedade ocidental desde a década de 1960, onde vemos posturas culturais tradicionais sendo abaladas por uma série de manifestações conhecidas como contracultura, que desencadearam uma série de transformações das mais variadas formas, afetando até mesmo as relações entre sociedade e cultura. A Indústria Cultural foi responsável por, gradativamente, essa relação se diluir, tornando-se quase alheias. Tendo como foco os equipamentos culturais – museus, galerias de arte, centros culturais etc.–, a Indústria Cultural se tornou uma aliada da especulação imobiliária ao passo que é ponto de partida para a gentrificação urbana. No Brasil, o questionável é que o país não passou pelas transformações ocorridas a partir da década de 60 efetivamente, porém, a partir da segunda metade da década de 80, absorve a Indústria Cultural. A década de 90 é marcada por reflexões e críticas dos intelectuais sobre esse fenômeno, que parecem repercutir na primeira década do século XXI, e o diálogo entre Identidade, Cultura e Patrimônio, volta a ser estabelecido. Tendo em vista todo esse debate, dois projetos do Brasil Arquitetura, o Museu Rodin e o Museu do Pão estarão sob os olhares das relações de Identidade, Patrimônio e Indústria Cultural. Clique aqui para ler o artigo [pdf]. |
Museum, City and Identity in the era of Cultural Industry: looks about the Rodin Museum (Museu Rodin) and the Bread Museum (Museu do Pão) Daniela José da Silva is Graphic Designer by Visual Arts Faculty of Federal University of Goiás (2006) and academic of eighth period of Architecture and Urbanism by State University of Goiás. Tel.: (62)8424-8750 E-mail: danijdesigner@gmail.com Maíra Teixeira Pereira is Architect and Urbanist by Federal University of Viçosa (2001), master by Federal University of Viçosa (2003), doctorate student by Architecture and Urbanism Faculty of Brasília University and professor of State University of Goiás. Tel.: (61)81614121 E-mail: mai_teixeira@yahoo.com.br Abstract This article contains reflections about the transformations occurred in the occidental society since 1960s, where we see traditional cultural attitudes being shaken by a series of demonstrations known as Counterculture, that unlock a series of transformations the most varied forms, affecting even the relations between Society and Culture. The Cultural Industry was responsible for, gradually, dilute this relations, becoming almost alien. Having as focus cultural equipments – museums, art galleries, cultural centers etc. - the Cultural Industry teamed up with property speculation, being it starting point for urban gentrification. In Brazil, the questionable is that the country has not gone through the transformations from the 60's actually, but since the second half of the 80s, absorbed the Cultural Industry. The decade of 90s is marked by reflections and critics that intellectuals about this phenomenon, which seem to reverberate in the first decade of XXI century, and the dialogue between Identity, Culture and Patrimony, back to be established. In view of this whole debate, two projects by Brasil Arquitetura , the Museu Rodin (Rodin Museum) and the Museu do Pão (Museum of Bread), will be under the looks of the relations of Identity, Patrimony and Cultural Industry. |
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ACADEMIA DE ESCOLAS DE ARQUITECTURA E URBANISMO DE LÍNGUA PORTUGUESA Associação de estudos em arquitectura e urbanismo Morada: Pólo Universitário do Alto da Ajuda Rua Sá Nogueira 1343-005 Lisboa Telefone: +351 213615055 E-mails: geral@aeaulp.com direcao@aeaulp.com |
